Estado novo, problemas bem antigos

Do Blog de Ricardo Setti (via Blog do Noblat)

Amigos, vocês viram a estatística do Ministério Público de Tocantins, Estado criado pela Constituição de 1988?

Pois bem, 1 em cada 4 dos 139 prefeitos do Estado está sendo investigado pela polícia, pelo Tribunal de Contas ou pelo próprio Ministério Público por irregularidades várias, inclusive roubalheira de dinheiro público.

Estado novo, problema velho.

E ainda vem um genial baiano nos ensinar que o caminho é esse aí. Aqui, ó…

7 comentários em “Estado novo, problemas bem antigos

  1. Prezado jornalista Gerson Nogueira,

    No último número do JP, o jornalista Lúcio Flávio Pinto fez uma análise acertada sobre o plebiscito. Mas acho que ele deixou de analisar um aspecto relevante do caso – e aí pode ter-se equivocado. O caso é que os movimentos separatistas, sobretudo em Carajás, são insuflados por uma elite política predadora, forânea, ávida por criar um aparato governamental que lhe permita acessar as riquezas do Estado. Não se tratam de movimentos de contestação ao poder centralizado do Sul/Sudeste, como sugere o LFP. O buraco é mais embaixo, o que essas elites predadoras querem não é mais autonomia em relação ao poderoso eixo Sul-Sudeste, mas simplesmente apropriarem-se dos recursos oriundos das riquezas minerais do Estado do Pará.
    Coloquei hoje a bandeira do Pará na janela de minha casa e de lá não sairá mais. Nunca mais. Viva o Pará unido e forte!!!

    André Oliveira.

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    1. Tomara que muita gente faça o mesmo que você fez. Se prefere colocar a bandeira de Paysandu ou Remo na frente de casa em vez da bandeira do nosso Estado ou do nosso pais. Se colocam, pode ter certeza que é só no mês de Copa do Mundo; aí a bandeira fica lá esquecida no armario.
      Mas vai ser passageiro. Acabou essa moda de plebiscito, a bandeira do PA vai voltar a ter seu lugar cativo num canto escuro do armario, reclamando do escuro, do abandono, do cheiro horrível da naftalina, etc. Já a do Papão e do Leão…

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      1. Os gaúchos têm a Semana Farroupilha. No nosso caso, como ficou a nossa “Semana Cabana” – até mesmo na Região Metropolitana?
        O que os alunos das escolas públicas de Marabá (e região sul) aprendem acerca da “Comuna de Belém” – e o povo cabano no poder?
        O que os alunos das escolas públicas de Santarém (e região Oeste) sabem acerca da luta de Eduardo Nogueira, o “Angelim” – e a saga cabana?
        O que “nossa” Secretaria Estadual de Educação tem a dizer à juventude sobre a “história cabana”?
        Como “nossa” Secretaria Estadual de Cultura trata a divulgação dos elementos da “cultura cabana”?

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  2. Onde você já viu político pensar no povo quando engendra alguma coisa?

    O que eles querem é criar cargos, empregos e ocupações para si e para sua quadrilha.

    Um político (esqueci o nome agora) já disse solenemente “estou cagando para o que o povo pensa”

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  3. Os lideres do esquartejamento tem feito na verdade uma verdadeira lavagem cerebral nos paraenses dessas regiões, fazendo com que essas pessoas acreditem em suas “verdades” como:
    1- Tocantins depois da separação é o melhor estado do país.
    2- Grande parte das riquezas dessas regiões são destinadas para Belém.
    3- O estado por ser muito extenso é inadministrável.
    4- Não existe vinculos culturais.
    5- Politicos corruptos só tem na capital, os de lá são todos santos e honestos.

    Agora deram de dizer que somos preconceituosos e xenofobicos.

    Aqui em Marituba o que não falta é cearense,maranhense,piauiense,gaucho, até um capixaba está por aqui ganhando a vida, isso pra mim não faz a menor diferença porque somos todos brasileiros, e estando aqui trabalhando e respeitando nosso território são tão paraenses como a gente.

    Por traz dessas “verdades” há mentiras do tamanho do Brasil.

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    1. Edson, o projeto separatista é um empreendimento para atender interesses bem localizados, de um grupo que está a fim de criar um Estado (Carajás) para chamar de seu. A população, usada apenas como massa de manobra, entra como bucha de canhão. A campanha do NÃO tem que mostrar isso de forma bem clara.

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      1. Mas não é de se negar que muita gente fatura com um estado grande e inoperante. É por isso que não simpatizo com nenhuma das duas propostas.

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