Após confirmar permanência no PSG, Neymar elogia ida de CR7 para a Juve

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Depois das suas declarações a garantir que continuaria no PSG na próxima temporada, Neymar aprovou ainda a ida de Cristiano Ronaldo para a Juventus. “A chegada de Cristiano Ronaldo à Juventus agitará o futebol italiano. Vai voltar a ser o futebol italiano que eu via quando era miúdo”, afirmou o internacional brasileiro, em declarações reproduzidas pelo jornal francês L’Équipe.

Neymar aprovou ainda a ida do craque português para a Juve: “O Cristiano é um grande jogador, uma lenda do futebol, um génio. Deve ser respeitado e estou contente com a sua decisão. Deve ter sido uma escolha difícil para ele. Desejo-lhe boa sorte, exceto contra o PSG”. (De O Jogo)

A frase do dia

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“O Brasil nunca será um país em paz enquanto Lula não tiver recuperado sua liberdade. (…) Como é que pode tanta aberração lidando com coisas graves como a liberdade do maior líder popular do país ou o próprio direito, regra de convivência que substitui a lei do mais forte, a prepotência, a violência e o caos”.

Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência da República

No Dia do Amigo, a treta do “talarico” argentino com a maria-chuteira top

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Mauro Icardi, um bom atacante, fazedor de gols, destaque da Internazionale. Além de suas qualidades como boleiro, é também um célebre “talarico” – figura que rouba a mulher de um amigo. Em um dos casos mais famosos do futebol argentino nos últimos anos, Icardi se envolveu com a esposa de Maxi López, ex-atacante de Barcelona e Grêmio, hoje pertencente ao Vasco. Icardi cresceu nas categorias de base do Barcelona, mas se transferiu para o Sampdoria, onde se profissionalizou e encontrou Maxi, justamente uma de suas referências quando mais jovem.

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A relação de Icardi com López era de um fã com seu ídolo, com quem tinha tirado até foto quando menino. Recebido de braços abertos por López, inclusive em sua casa, Icardi traiu a confiança do atacante e companheiro de clube. Ia frequentemente visitar o amigo e comia, dormia, se divertia, brincava com seus filhos e – como se saberia depois – também com Wanda Nara, ex-modelo e então mulher do atacante.

Icardi e Wanda começaram um tórrido relacionamento extraconjugal. Tempos depois, a modelo se separou de Maxi López, casando-se com o “talarico”, que passou a fazer tatuagens com os nomes dos filhos de Wanda e López. Com frequência, Icardi publica fotos com os garotos nas redes sociais. Em 2016, lançou uma autobiografia para revelar que a iniciativa para a traição partiu da mulher.

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Não à toa, López não cumprimentou mais Icardi quando os dois se enfrentaram na Serie A italiana, e ambos chegaram a trocar provocações em algumas partidas. O caso ocorreu no final de 2014, mas a polêmica se mantém viva até hoje tanto na Itália quanto na Argentina, sendo recordada a cada novo embate entre os times dos ex-amigos e agora rivais.

No auge da confusão, as redes sociais fervilhavam de comentários sobre a traição e chegou a prosperar uma campanha para que López desse o troco saindo com a mãe de Icardi, uma jovem e elegante senhora de Buenos Aires.

Recentemente, antes da convocação final da seleção argentina para a Copa do Mundo de 2018, a rádio FM argentina Metro ouviu o craque Diego Armando Maradona sobre a polêmica. O eterno camisa 10 não teve dúvidas ao opinar. Icardi era cotado para ser chamado, mas acabou ficando de fora do Mundial. Muitos atribuem sua barração às feridas deixadas pela “talaricagem” contra López.

Dieguito foi direto e claro: “Para mim, Icardi não existe. Depois do que aconteceu, sou torcedor de Maxi López. Isso não se faz, irmão. O amigo lhe dá comida, lhe abre as portas de sua casa, e depois acontece o que aconteceu. Isso é inadmissível”.

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Jornalismo agonizante

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Por Luis Nassif, no Jornal GGN

Em 1998, sabendo que eu tinha boas relações com João Saad, o patriarca da Rede Bandeirantes, Otávio Frias – o dono da Folha – me pediu que fizesse um meio campo entre eles. A Folha e a Abril, de Roberto Civita, pretendiam propor uma participação no capital da Bandeirantes, talvez até uma fusão. Pouco antes, ambos haviam se associado no portal UOL, que absorveu o BOL, da Abril.

Fui o intermediário da sondagem. De concreto, rendeu apenas um almoço na Folha, no qual Frias e Saad me deliciaram com histórias de suas vidas e, principalmente, de Ademar de Barros, ex-governador, sogro de Saad e sócio de Frias em alguns empreendimentos imobiliários.

O caso não avançou. Mas mostrava a pujança dos dois grupos, antes da grande crise cambial de 1999, que resultou em um aumento brutal do endividamento das duas empresas, da Folha devido aos investimentos em uma nova gráfica, da Abril, devido às aventuras na televisão e a uma enorme dispersão de investimentos.

Foi o último momento de brilho de Civita.

O início da decadência ocorreu com o próprio BOL. No início, houve uma disputa entre o modelo UOL e o modelo BOL. A BOL contava com as dezenas de revistas da Abril para fornecer conteúdo. A UOL corria atrás de parcerias de conteúdo.

A UOL foi mais rápida inclusive na montagem da rede de Internet. Enquanto a BOL montava uma verdadeira central telefônica, a UOL saiu atrás de parcerias com os provedores que começavam a se espalhar pelo país.

A fusão foi fatal para a Abril, na medida em que a gestão ficou com Luiz Frias.

Civita não seguiu uma lição da ATT. Sempre que surgia uma tecnologia matadora, a ATT montava uma empresa independente, para que a empresa não fosse sufocada pela reação dos executivos da empresa mãe.

Na Abril, os executivos da era digital foram dizimados pelos velhos executivos do papel. Pouco tempo depois, Luiz se associou à Portugal Telecom e promoveu um aumento rápido e imprevisto no capital da empresa, diluindo a participação da Abril.

Nos anos seguintes, a UOL empreenderia a mais bem-sucedida aventura tecnológica da Internet brasileira. Aproveitou a liderança na audiência para abrir um sem-número de produtos digitais, de servidores a educação à distância, culminando com o Pag Seguro, que a tornou uma empresa bilionária.
A reação de Civita foi se valer dos recursos mais indecentes do jornalismo empresarial, para tentar recuperar o brilho perdido. Comandou uma campanha de cartelização da mídia que promoveu os momentos mais execráveis da história da imprensa brasileira, um jorrar intermitente de esgoto que tirou grande parte da credibilidade da mídia.

Fez mais que isso. Para tentar sustentar as tabelas de publicidade da Veja, havia indícios de que falsificava a tiragem, através de um expediente custoso: a distribuição indiscriminada da revista, a manutenção de assinaturas vencidas, para iludir o Instituto Verificador de Circulação (IVC) sobre a tiragem paga.

De nada adiantou. As tabelas caíram pela crise e pela competição dos novos veículos que surgiam, basicamente o Google e o Facebook. Quando ostentava ainda a tiragem de 1,2 milhão, o mercado já trabalhava com uma tiragem real de 800 mil.

Ao mesmo tempo, a falta de limites editoriais, o jornalismo baixo praticado no período foi afastando os melhores leitores, derrubando as vendas e aumentando os custos de turbinar a tiragem.

Dali em diante, Roberto Civita mostrou ao país a face mais pestilenta do jornalismo. Criou um macarthismo a brasileira, adotando o estilo de Rupert Murdok. A primeira experiência do jornalismo de ódio foi na campanha do desarmamento. A partir dali, Veja passou a trabalhar um jornalismo de ódio poucas vezes visto na história de qualquer nação civilizada.

E, por trás do estilo, passou a se valer da política para tentar afastar concorrentes do mercado de cursos apostilados e livros didáticos, vender capas ao Banco Opportunity e para a indústria farmacêutica.

Na busca desesperada de alternativas, entrou no mercado de educação, valendo-se da virulência da Veja para ameaçar autoridades e conquistar favores. De José Serra, conseguiu assinaturas de todo tipo, adquiridas pela Secretaria da Educação, da revista Abril a gibis. Enquanto isto, colocava exército de vendedores para abordarem prefeituras e escolas públicas para que adotassem seus cursos e seus livros didáticos.

Quando o ministro da Educação Tarso Genro decidiu adotar a isonomia na compra de livros didáticos, oferecendo à rede escolar a relação dos livros adquiridos pelo MEC, Civita chegou a ameaça-lo com uma capa de Veja. Não colou.

Nada disso impediu sua decadência.

A Abril de Victor Civita, das coleções de música popular, dos Economistas, dos filósofos, cedeu lugar ao pior jornalismo da história. O corpo de funcionários, antes orgulhosos do profissionalismo com que eram tratados e, principalmente, da imagem da Abril junto à opinião pública, perdeu o brilho. O espaço foi ocupado por blogueiros especializados em disseminar o ódio e os baixos instintos.

Agora, a Abril morre sem deixar saudades.

Papão tenta achar o prumo

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POR GERSON NOGUEIRA

Guilherme Alves, novo comandante do Papão, vai estrear longe da torcida bicolor. O time não terá ter muitas surpresas quanto à escalação, mas os treinos realizados durante a semana sinalizam para uma mudança de postura. A começar pelo discurso adotado, Guilherme está projetando um time mais agressivo, que transpire vontade de vencer e não se acomode às situações negativas, como vinha ocorrendo.

É praxe que a estreia de um novo técnico motive o grupo. A confirmação do discurso de valorização dos nativos, com a escalação de William, é um ponto positivo para o técnico.

O elenco do Papão foi posto à prova ao longo das 15 rodadas iniciais do Brasileiro, com resultados desconcertantes. Começou bem, surpreendendo pela objetividade e alcançando o cume da tabela nas quatro primeiras rodadas. Mas, à medida que os demais concorrentes foram ganhando entrosamento, o esquadrão bicolor foi decaindo e exibindo fragilidades.

Nas últimas 12 rodadas, o time só conseguiu uma vitória – sobre o lanterna Boa Esporte – e desceu a ladeira rumo às posições inferiores da classificação. Encontra-se hoje na 14ª colocação, a um ponto da zona fatal.

A troca de comando visou estancar o processo de queda. Guilherme Alves, de currículo modesto como treinador, vem com a missão de quebrar a sequência ruim e dar início a uma recuperação que permita ao PSC se reequilibrar na disputa. Se não for possível chegar à zona de acesso, pelo menos que se estabilize no chamado bloco intermediário.

Elenco por elenco, o Papão está no mesmo nível de seus principais adversários, inclusive dos que ocupam as primeiras colocações. A questão é fazer com que o time readquira competitividade. Acima de tudo, é necessário recuperar a confiança.

O Oeste é um adversário temível, que tem obtido bons resultados fora de casa e que sabe explorar o fator campo, embora com torcida sempre diminuta. Ao mesmo tempo, cabe considerar que, nos últimos jogos como visitante, o PSC se comportou razoavelmente contra CRB e Coritiba, falhando apenas na definição de jogadas.

A falta do goleador Cassiano não foi sanada durante a gestão Dado Cavalcanti e a alternativa ofensiva encontrada, com Moisés mais adiantado, não vingou. Guilherme repete a fórmula contra o Oeste e a expectativa é de que o posicionamento dos homens de meio-campo (Thomaz e Pedro Carmona) seja mais produtivo para a articulação ofensiva. (Foto: Fernando Torres/Ascom PSC)

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Fifa festeja o polêmico e ainda imberbe VAR

A Fifa divulga, com fanfarras e trombetas, que nada menos que 455 situações de dúvida foram revistas pelo VAR durante a Copa do Mundo da Rússia. Existem inegáveis razões para considerar que o monitoramento de vídeo trouxe contribuição positiva para o esclarecimento de polêmicas no futebol. Ao mesmo tempo, não se pode ignorar que o sistema acabou propiciando maior confusão ainda em diversos momentos.

Na grande final, por exemplo, chamou atenção a completa indecisão do árbitro argentino Nestor Pitana quanto à marcação do penal em favor da França. Ele chegou a rever as imagens na câmera exclusiva do VAR, sem demonstrar plena convicção do que estava marcando.

Acabou tomando a decisão errada, no fim das contas, pois o lance foi claramente involuntário. A bola desviada pelo atacante francês bateu no braço do jogador croata, que executava um movimento natural, sem ter a menor condição de impedir o toque da bola em seu corpo.

Aliás, se beneficiou amplamente algumas seleções – como Portugal, Argentina e França –, o VAR foi extremamente cruel com outras. O Brasil, por exemplo, não se beneficiou de nenhuma das revisões. Na partida diante da Bélgica, um lance claro de pênalti sobre Gabriel Jesus nem sequer foi levado à avaliação de vídeo, como se houvesse certa má vontade com a Seleção de Tite.

O VAR chegou para ficar, mas é evidente que precisa de aperfeiçoamento e mais transparência a respeito de quem tem acesso às imagens na cabine. Tudo depende do árbitro escalado para analisar preliminarmente os lances.

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Direto do blog

“Esse time do Remo não é nem de longe pior que o time do ano passado, quando nos mantivemos na Série C. O elenco deste ano cria muitas chances de gol e não conclui de forma efetiva. Ou seja, nosso problema é não ter um bom atacante.
Quanto ao Alisson, sinceramente não o acho um bom goleiro, e a própria Copa do Mundo nos mostrou isso. O que ele fez de espetacular? Só pegou bolas que iam em sua direção, bolas mais fáceis. Lances espetaculares de defesas, ele ficou devendo e muito. Até agora não engoli o gol sofrido contra a Suíça. Ao contrário do excelente goleiro Courtois que fez defesas incríveis e ajudou e muito a Bélgica a ir longe no torneio. Enquanto isso tivemos que nos contentar com o Ederson esquentando o banco, destacado como o melhor goleiro em diversas rodadas da Premier League, onde atuam De Gea e o próprio Courtois”.

Daniel Leite, a respeito dos temas da coluna de quarta-feira.

(Coluna publicada no Bola desta sexta-feira, 20)

Papão treina forte para enfrentar o Oeste em São Paulo

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O Papão treinou forte durante toda a semana, em preparação para o jogo de sábado contra o Oeste-SP, em Barueri, pela 16ª rodada da Série B. A novidade nos últimos treinos foi a participação de Lúcio Flávio (foto abaixo), atacante recém-contratado que já está integrado ao elenco. Antes do treino, ainda no Estádio da Curuzu, os jogadores assistiram a um vídeo como parte da preparação para a próxima partida. Já na movimentação no campo do Kaza, o técnico Guilherme Alves comandou exercícios de finalização, no qual os volantes iniciavam as jogadas em busca do apoio dos laterais.

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Na última parte da movimentação foi a vez do setor defensivo ser exigido com jogadas de interceptação e marcação. A equipe ainda não está definida para o jogo em São Paulo. Nesta quinta-feira, a equipe treina na Curuzu com portões abertos para a torcida.

VIAGEM – Como a partida será na Região Metropolitana de São Paulo, a Gerência de Futebol do PSC definiu o cronograma de viagem, com saída de Belém nesta sexta-feira e retorno no dia seguinte ao jogo, em voo direto, sem escalas ou conexões. A delegação deixa Belém rumo ao aeroporto de Guarulhos (SP) na tarde de amanhã (20). A partida será no sábado (21) e a volta ocorre no domingo (22).

Confira a programação completa:

SEXTA-FEIRA (20/07)

Saída de Belém: 16h30. Desembarque em Guarulhos (SP): 20h10. Jantar no Aeroporto de Guarulhos (SP): 20h30.

SÁBADO (21/07)

Saída para a Arena Barueri: 17h. Jogo contra o Oeste-SP: 19h.

DOMINGO (22/07)

Saída para o Aeroporto de Guarulhos (SP): 7h. Saída de Guarulhos (SP): 9h40. Desembarque em Belém: 13h15.

(Fotos: Fernando Torres – Ascom PSC) 

Brasil lidera audiência proporcional da Copa

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De acordo com o Poder360, o Brasil foi o país com maior média proporcional de audiência da Copa do Mundo da Rússia em 2018. Com média de 31,04 pontos, o país foi o que mais assistiu a competição seguido pelo Panamá, com 28,81 pontos, e o Chile com 26,54 pontos.

O jogo mais visto da Copa foi a final entre França e Croácia, que teve média de 42 pontos de audiência. sendo o pico no Panamá com 54 pontos durante o jogo. A Guatemala, outro país da lista que não participou da Copa, teve a menor média com 16,73 pontos.

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Bolsonaro quer apagar imagem de misógino com mensagens de apoio de mulheres

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A reportagem de Talita Fernandes na Folha informa que, numa tentativa de rebater as acusações de misoginia, o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) foi aconselhado a difundir mensagens de apoio feminino à sua campanha ao Palácio do Planalto.

De acordo com a Folha de S.Paulo, nos últimos dias, ele e seus filhos publicaram ou replicaram vídeos em que mulheres aparecem afirmando que votarão em Bolsonaro.

“Sou mulher, sou mãe e sou Bolsonaro. Ele tem projetos para nos defender da pedofilia, da pornografia e da ideologia de gênero”, diz uma mulher que se identifica apenas como Gih, e diz ser de Passos, em Minas Gerais, afirma o jornal.