Luverdense bate Rio Branco e é novo líder

O Rio Branco (AC) foi surpreendido, dentro da Arena da Floresta, e perdeu para o Luverdense por 3 a 2, na noite deste domingo. Rafael Tavares, Alan e João Paulo marcaram os gols do Luverdense, e Rodrigo e Danilo descontaram para o Rio Branco. Com o resultado, o Luverdense assumiu a liderança do Grupo A da Série C, com seis pontos em três jogos. O Paissandu é o segundo colocado, com 4 pontos em dois jogos. O Águia, que joga nesta segunda-feira à noite contra o Araguaína, é o terceiro colocado, com 3 pontos. Já o Rio Branco permanece na quarta colocação, com um ponto conquistado em dois jogos. O Araguaína é o lanterna, sem marcar pontos após duas rodadas. joga na segunda-feira e, caso vença, pode deixar o Estrelão na lanterna.

O Rio Branco volta a jogar no dia 7 de agosto, às 19h, contra o Araguaína, na Arena da Floresta. Já o Luverdense folga na próxima rodada, voltando a campo somente no dia 14 de agosto, às 18h, em casa, contra o Paissandu. (Com informações da Rádio Clube)

Tribuna do torcedor

Por Thalys Cardoso

Olá, Gerson, sou publicitário do 6º semestre da Unama, fiz o “Exército Bicolor” para servir como um braço comunicacional para o Paysandu. Também procuro explorar o marketing esportivo, área a qual pretendo me especializar, haja vista que aqui no Norte há uma carência. Assim uso o canal Exército Bicolor para publicar propagandas diárias e motivacionais para a maior jóia do clube que é sua torcida. Estou presente no Facebook e no twitter : @ExercitoBicolor. Como de praxe, todo domingo assisto o Bola na Torre. Leio seu blog diariamente e sou profundo admirador de seu trabalho. Parabéns! Gostaria de contar com seu apoio no Exército Bicolor, divulgando essa iniciativa de um louco e apaixonado torcedor bicolor que pretende um dia revolucionar o marketing esportivo no Paysandu e a comunicação do clube em geral. Grande abraço. Muito obrigado.
Thalys Cardoso, Exército Bicolor – Nossa Paixão Move o Time

Coluna: Fair play ou malandragem?

O significado do termo fair play vem sendo levado às últimas conseqüências no Brasil, motivando algumas distorções graves. A polêmica que envolveu o palmeirense Kleber no jogo com o Flamengo, acusado de infringir as normas desportivas, começou ainda em campo e foi inflada artificialmente nos dias seguintes.
Depois de uma bola ao chão, Kleber apanhou a bola e saiu em direção ao gol flamenguista. Os rubro-negros protestaram alegando que tinham a posse da bola. Os palmeirenses entenderam que a jogada foi normal porque a bola lhes pertencia quando o lance foi paralisado. Como o Flamengo ficou enrolando para ganhar tempo, Kleber decidiu sair com a bola.A confusão foi parar nas barras do STJD, que, ávido por um holofote, programou um esquisitíssimo julgamento. Kleber virou réu, acusado de conduta contrária à disciplina e à ética. Foi absolvido por unanimidade, mas espanta o fato de que o evidente exagero da história foi visto com normalidade por gente supostamente séria. Deveríamos aproveitar o embalo para discutir (e entender) melhor o fair play.
Originário do pensamento humanista e praticado desde os tempos do barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos, o fair play foi adotado pela Fifa a partir dos anos 80. Num gesto bacana, a entidade assumiu a bandeira do jogo limpo incentivando sua prática no futebol.
Essencialmente, significa a defesa de valores como cidadania, lealdade e cavalheirismo. Respeito pelos parceiros de time, adversários, árbitros, torcedores e, acima de tudo, acatamento das regras do jogo. Por esse raciocínio, os atletas renunciariam também a vantagens, mesmo quando ninguém esteja olhando.
No Brasil, porém, normas foram feitas para serem avacalhadas. Toda e qualquer interrupção de jogo, por falta, virou senha para mesuras e devoluções propositalmente demoradas, principalmente quando quem devolve a bola está vencendo. É o padrão tupiniquim de interpretação do fair play, com o indispensável toque de malandragem.     
 
 
Certeira decisão do técnico Roberto Fernandes, cancelando em boa hora a tal mini-temporada do Paissandu em Barcarena. Torrar R$ 15 mil num período de cinco dias constitui um luxo a essa altura do campeonato. Certas manias, importadas de outros centros, escancaram nossa velha tendência à jequice. Inventar inter-temporada por qualquer motivo é uma delas. 
 
 
Iarley, que brilhou naquele Paissandu da Libertadores de 2003, segue desfilando seu imenso talento por aí. Agora, aos 37 anos, de volta ao Goiás, está comendo a bola. Na sexta-feira, garantiu a vitória sobre o Duque de Caxias, marcando dois gols como legítimo atacante. Por que, ao invés de Luciano Henrique e Diogo Galvão, ninguém teve a idéia de trazê-lo para garantir logo o acesso à Série B?

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO deste domingo, 31) 

Dilma homenageia o embaixador Pelé

A presidente Dilma Rousseff prometeu que o Brasil vai organizar uma Copa do Mundo ‘inesquecível’ em seu discurso no sorteio das Eliminatórias da Copa-2014, que aconteceu nesta tarde na Marina da Glória, no Rio. Em seu discurso, Dilma exaltou realizações do governo de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, como a elevação para a classe média de 40 milhões de pessoas. “Convido os povos do mundo inteiro a conhecer melhor o Brasil e os brasileiros”.

No início de sua fala, Dilma foi efusiva ao se referir “ao nosso querido Pelé, que fizemos questão de nomear embaixador para a Copa”. Ela citou o ex-jogador antes do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. A presidente teria ficado contrariada com o fato de Teixeira não ter convidado Pelé para participar do sorteio deste sábado – após ser nomeado embaixador, o ex-craque está presente ao sorteio.

Sob o comando de Ronaldo e Paulo Henrique Ganso, o sorteio das eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo de 2014, neste sábado, na Marina da Glória, colocou frente a frente Espanha e França na briga por uma vaga no torneio. Além das duas potências, o Grupo I conta ainda com Bielorrúsia, Geórgia e Finlândia. (Com informações do Folhaonline)

Remo fecha acordo de dívida com zagueiro

O Remo entrou em acordo com o zagueiro Raul, que cobrava R$ 1,3 milhão no TRT. Leão manteve 20% dos direitos federativos do atleta, revelado nas divisões de base do clube (da mesma turma de Héliton, Betinho, Jorginho, Neto, Patrick, Edinaldo e Stanley). Em contrapartida, vai pagar R$ 60 mil em 10 parcelas.

Dilma impõe distância e atrapalha planos de Teixeira

Dilma Rousseff está disposta a evitar que a imagem do Governo Federal seja vinculada ao COL (Comitê Organizador Local) e à Fifa. A ideia é deixar claro que as duas partes são parceiras na Copa, mas não são iguais. Uma das diferenças a ser mostrada, segundo a equipe de Dilma, é que a Fifa, entidade privada, pode escolher seus parceiros (e inimigos). Já o Governo Federal, por questões legais, não pode beneficiar (e nem prejudicar) deliberadamente esse ou aquele.

De maneira sutil, o governo mandou o seu recado para a Fifa ao marcar a entrevista de Pelé, embaixador da Copa de 2014, no Museu de Arte Moderna do Rio. Na véspera do sorteio das eliminatórias, o rei do futebol recebeu a imprensa longe da Marina da Glória, local do evento. E fora dos domínios da Fifa, Ricardo Teixeira não pode escolher quem recebe credencial. Ficou impotente para retaliar seus inimigos, o que ameçou fazer na famosa entrevista dada para a revista Piauí. Vai ser assim daqui para frente. Eventos do governo relativos à Copa serão longe das regras da Fifa, dificultando as vinganças de Teixeira. (Do Blog do Perrone)