Archive for maio, 2016

Brasil x PSC – comentários on-line

Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão 2016

Brasil-RS x Paissandu – estádio Bento Freitas, Pelotas (RS), 19h15

Rádio Clube _ IBOPE_ Segunda a Sexta _ Tabloide

Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra; Gerson Nogueira comenta. Reportagens – Dinho Menezes, Paulo Sérgio Pinto. Banco de Informações – Fábio Scerni. 

31 de maio de 2016 at 19:20 119 comentários

Futsal ao alcance de todos

A Prefeitura de Belém por meio do Departamento de Educação Física da Secretaria Municipal de Educação promoverá, nos dias 2 e 3 de junho, o II Festival de Futsal para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A cerimônia de abertura será na próxima quinta-feira, no ginásio Altino Pimenta, localizado na avenida Visconde de Souza Franco, no horário das 17h às 22h30. O festival tem como objetivo promover a socialização, a ampliação de conhecimentos e vivências entre estudantes de 19 escolas da rede municipal, de forma a contribuir para a formação cidadã dos alunos do município.

Cerca de 310 estudantes já estão inscritos no campeonato que terá 40 equipes nas categorias feminino e masculino, de acordo com a faixa etária. Entre as escolas municipais participantes estão Alfredo Chaves, Amália Paugartten, Abel Martins, Benvinda de França Messias, Ciro Pimenta, Comandante Klautau, Edson Luís, Escola Bosque, Florestan Fernadez, João Carlos Batista, Lauro Chaves, Maria Stelina Valmont, Olga Benário, Palmira Lins de Carvalho, Paulo Freire, República de Portugal, Padre Leandro Pinheiro, Liceu Escola Mestre Raimundo Cardoso e Remígio Fernandez.

31 de maio de 2016 at 14:24 24 comentários

Mídia é caixa de ressonância do golpe no Brasil, mas Judiciário é o ator principal

POR CAMILLA HOSHINO E ANDERSON MARCOS DOS SANTOS (*)

Laymert Garcia dos Santos é Doutor em Ciências da Informação pela Universidade de Paris VII, Mestre em Sociologia das Sociedades Industriais pela Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais (EHESS) e professor titular do departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e  Ciências Humanas da Unicamp. Ele participou no dia 18 de maio de um encontro promovido pelo coletivo Advogados pela Democracia, que reúne juristas, professores e estudantes do Paraná em defesa da legalidade democrática no atual momento político do país. Em entrevista ao Brasil de Fato, Santos fala sobre o papel do Judiciário como articulador do golpe institucional em curso, da atuação dos grandes meios de comunicação na disputa do discurso sobre os acontecimentos e sobre a potencialidade da internet em construir novas narrativas para a esquerda.

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Confira a entrevista:

Brasil de Fato: A leitura dos movimentos populares e de intelectuais progressistas é de que há um tripé que sustenta o golpe institucional contra a presidenta Dilma Rousseff, que envolve uma articulação de setores empresariais, parlamentares e do Judiciário, fomentada pelo apoio da grande mídia. Como o senhor enxerga essa leitura?

Laymert Garcia dos Santos: Eu acredito que a mídia seja muito importante nesse processo como caixa de ressonância de uma estratégia de desestabilização e de golpe. Mas, no meu entendimento, ela não é a cabeça. A cabeça dessa estratégia é o Judiciário, mas em articulação com o Legislativo e com a grande mídia. Então realmente existe este tripé.  A questão é que precisamos colocar muito mais luz sobre o papel do Judiciário, incluindo o Supremo Tribunal Federal, porque se a gente só bate na Rede Globo e nos barões da mídia, e no Congresso, de certa maneira, a gente preserva um ator que foi fundamental nessa história para obter a inteligibilidade do golpe. Esse golpe é, antes de tudo, jurídico.

E que pontos podemos ressaltar nessa atuação do Judiciário?

A articulação se dá utilizando tecnologias jurídicas de um modo dentro da lei, mas ao arrepio da lei, com uma flexibilidade das regras do jogo. Utiliza-se a lei de forma paradoxal – ou para usar uma expressão que eu gosto mais –, de forma excepcional, porque isso implica justamente dizer que o Estado de Direito é suspenso. Então você tem a impressão de que está em um Estado de Direito, mas, na verdade, já está em um Estado de Exceção. E esse foi o papel que o Judiciário cumpriu, tanto o Ministério Público Federal, quanto a operação Lava Jato e o Supremo Tribunal Federal, no sentido de fazer uma apuração seletiva da corrupção e de conseguir, através dessa apuração, criminalizar a esquerda. É justamente aí que entram os meios de comunicação para ganhar a chamada opinião pública. Eles funcionam como uma caixa de ressonância para tornar credível e aceitável uma única versão das coisas. E esse é o jogo que eu vejo como mais importante. Insisto no papel do Judiciário, pois ele está sendo muito poupado nesse processo.

Toda ação coletiva precisa disputar a narrativa que vai dar sentido ou não a uma determinada luta, como no caso das manifestações de rua. Como a esquerda tem se saído nisso?

A esquerda tem tentado disputar e tentado construir outra narrativa além da dominante. Em certo sentido, eu diria que, do ponto de vista das ruas, ela ganhou a batalha. Mas como ela não tem o aparato midiático a seu favor, o fato de ganhar a batalha das ruas não significa que ela ganha a guerra. Mas também há conquistas no discurso. Por exemplo, a palavra “golpe” pegou. No início do processo havia um conflito entre duas concepções, a de “golpe” e a de “impeachment”, e depois disso vimos que a narrativa do golpe foi criando raízes. Nas manifestações, começou a aparecer timidamente o “não vai ter golpe, vai ter luta”, e depois a ênfase maior foi dada ao “vai ter luta”. Então, nós percebemos que, apesar do aparato midiático, a esquerda conseguiu validar ou legitimar que o que está acontecendo é um golpe. A mobilização dos intelectuais e a construção – da qual participei também – de canais de esclarecimento à mídia internacional sobre o que estava acontecendo aqui também foi importante para que essa mídia internacional deixasse de comprar a versão de que se tratava de um impeachment constitucional.

A esquerda sempre se sentiu atacada pelo discurso da grande mídia. Mesmo assim, os governos do PT não levaram adiante a elaboração de um marco regulatório das comunicações no Brasil, nem quiseram rever as concessões públicas da Rede Globo, por exemplo. Como o senhor avalia essa atitude?

Nos anos 1980, quando eu era professor de jornalismo, tínhamos um curso sobre crítica da mídia. Já naquele tempo percebíamos que o PT não queria fazer a crítica da mídia. O PT tinha e mantém uma atitude ambivalente com a grande mídia. De um lado, eles querem ser reconhecidos pela mídia, então quando a mídia acena para eles, eles se derretem. E por outro lado, eles criticam a mídia, mas achando que, se a mídia topar fazer uma “troca de sinais”, não será necessário mexer nesse aparato. E eu penso que um dos pecados capitais dos governos populares foi justamente não ter atacado isso de frente, levando a regulação da mídia como uma questão chave. Então estão pagando um preço muito pesado agora. E não sei se já aprenderam.

Em 2013, houve uma mudança no cenário com as manifestações de junho que passa por uma articulação entre as redes e as ruas, surgindo uma novidade para vários espaços tanto da direita como da esquerda. Essa novidade, essa forma de fazer política, essa relação de massa com a tecnologia, foi apreendida pela esquerda?  

Acredito que sim, de forma diferente de como foi apreendida pela direita. E também acho que de uma maneira mais inteligente. A direita tem a possibilidade – porque tem dinheiro – de lançar trolls [método para desestabilizar a discussão e as pessoas envolvidas] em massa, de utilizar dispositivos na internet de difusão de calúnia, de desinformação, etc. Mas ela não tem inventividade de usar a potência dos meios, e a capacidade caritativa, pois tem um discurso muito fechado, monolítico e de pura violência. Ela funciona na base da intimidação e da mentira. Se pegarmos a desconstrução do discurso da direita pela esquerda na internet, perceberemos que é muito mais inteligente o uso da potência dos meios pela esquerda do que pela direita, o que me faz ter mais raiva ainda dos governos populares e do PT por não ter sabido avançar na questão das mídias.

O senhor se negou a escrever um artigo para o jornal O Estado de S.Paulo nas vésperas da votação do impeachment na Câmara dos Deputados. Por quê? Disputar um espaço para uma opinião contrária à linha editorial de um grande veículo não é uma forma interessante de ganhar visibilidade?

Eu acho que essa atitude é necessária. Os grandes jornais sempre contaram com uma espécie de compreensão e leniência dos intelectuais que, de um lado, queriam aparecer na mídia e, de outro, se prestavam ao papel de fazer o pequeno contraponto. Jornais como o Estado de S. Paulo e a Folha de S.Paulo são 95% golpistas e ouvem 5% do outro lado, e você se presta ao álibi dele.  Muito antes de começar essa história do golpe eu já não escrevia mais para a chamada grande imprensa e muitas vezes recusei entrevistas de televisão. Depois da questão do golpe, acredito que aceitar as condições deles é absolutamente impossível.  

Temos saída para a construção de um discurso alternativo pela Internet?

A internet abriu uma possibilidade para nós de construir um discurso que vai bater de frente com o discurso da grande mídia. Mais do que brigar com eles, é importante brigar pela democratização radical da banda larga, pela alfabetização informacional da população inteira, porque aí é possível construir canais para que a própria população construa sua informação e encontre a informação a partir do lugar onde estão. Se acontecer isso, vai ser inevitável as pessoas se desconectarem da Globo, pois verão que ela [emissora] está sendo sacana com elas.

* Anderson Marcos dos Santos é doutor em sociologia pela Unicamp, mestre em direito pela UFPR e professor de direito da Universidade Positivo.

(Entrevista publicada originalmente no site Brasil de Fato)

31 de maio de 2016 at 12:46 Deixe um comentário

Em repúdio a governo Temer, eurodeputados pedem que UE interrompa negociações com Mercosul

Michel Temer dá posse aos ministros de seu governo

O presidente Michel Temer discursa na cerimônia de posse dos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)

Cerca de 30 deputados do Parlamento Europeu enviaram nesta sexta-feira (27/05) um pedido para que a União Europeia suspenda todas as negociações com o Mercosul devido à “falta de legitimidade” do atual governo brasileiro, liderado pelo vice-presidente no exercício da Presidência, Michel Temer.

“Consideramos que o governo brasileiro instalado após o impeachment carece de legitimidade democrática e, portanto, pedimos a suspensão das negociações UE – Mercosul”, diz o documento assinado por 27 eurodeputados de diversos partidos e países da Europa e enviado a Federica Mogherini, Alta Representante da União Europeia para a Política Externa. Segundo o site Sputnik News, no domingo (29/05) a proposta já contava com o endosso de 36 dos cerca de 700 eurodeputados.

“O acordo comercial com o Mercosul”, argumentam os eurodeputados, “não só se limita a bens industriais ou agrícolas, mas inclui outros afastados como serviços, licitação pública ou propriedade intelectual. Por isso, é extremamente necessário que todos os atores implicados nas negociações tenham a máxima legitimidade democrática: a das urnas”.

“Tendo em vista a situação política no Brasil, temos dúvidas de que este processo tem a legitimidade democrática necessária para um acordo de tal magnitude”, diz o texto em referência ao afastamento da presidente brasileira, Dilma Rousseff, em decorrência do processo de impeachment contra ela que tramita no Senado.

Os eurodeputados afirmam que não há acusação de crime que justifique o afastamento de Dilma e classificam o processo de impeachment de “ruptura institucional”. Eles dizem “compartilhar a preocupação expressada também pelo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Unasul sobre a severa situação na qual Dilma Rousseff foi condenada por um Congresso doente de corrupção e claramente orientado por obscuras intenções” e pedem que a União Europeia dê “total apoio para a restauração da ordem democrática no Brasil”.

Para a deputada portuguesa Marisa Matias, do Bloco de Esquerda (BE), uma das signatárias do documento, “um acordo comercial não pode ser negociado com um governo sem legitimidade democrática como é o governo atualmente em funções no Brasil”, disse ela ao Sputnik News.

A iniciativa, segundo Matias, não é apenas simbólica. “É a ação mais eficaz que podemos fazer nesse momento. E esse pedido tem uma vantagem: ele vai obrigar a União Europeia a tomar uma posição no tema do Brasil”, afirmou.

Matias diz que o grupo aguarda uma resposta de Federica Mogherini, a quem foi enviada a solicitação, e que, a depender da posição da Alta Representante da UE para a Política Externa, os eurodeputados podem propor a inclusão do tema para debate pelo Parlamento Europeu.

Também assinam a carta o deputado espanhol Xabier Benito Ziluaga, do Podemos, primeiro vice-presidente da Delegação do Parlamento Europeu para as Relações com o Mercosul, e vários deputados do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde e dos Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia.

(De Opera Mundi, com informações de Agência Efe) 

31 de maio de 2016 at 12:14 2 comentários

Decepção azulina

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POR GERSON NOGUEIRA

Remo e Asa fizeram o jogo mais chinfrim da temporada no Mangueirão, e toda a responsabilidade pelo baixo nível técnico pertence aos remistas. Jogadas sem complemento, erros primários de posicionamento, overdose de passes errados, falhas grotescas de marcação, ausência de vida inteligente no meio-de-campo e indigência ofensiva.

Parece impossível um time ter tantos defeitos de uma só vez. Pois o Remo de ontem à noite conseguiu esse questionável feito. Começou o jogo capengando no acompanhamento das jogadas em velocidade do Asa, que tomou conta da intermediária azulina posicionando o veterano Ramalho como organizador e tendo lá no comando do ataque o grandalhão Jefferson Baiano.

Depois de umas três manobras perigosíssimas em cima do lateral direito Murilo, o Asa chegou ao gol em cruzamento perfeito para o cabeceio fulminante de Jefferson, aos 17 minutos. Travado, o Remo não saía para o jogo. Quando tentava, a bola espirrava ou rebatia na canela dos próprios azulinos, aparentemente atordoados com os gritos de incentivo dos 14 mil torcedores nas arquibancadas.

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A vantagem imposta pelo Asa logo de cara foi se consolidando ao longo do primeiro tempo, pois apenas Eduardo Ramos demonstrava lucidez em jogadas pelo meio da defesa do Asa, mas padecia da falta de acompanhamento. Allan Dias, que deveria ser o parceiro nessas investidas, ficou sem função pelo lado esquerdo do ataque, perdendo todas para a zaga adversária.

Fernandinho até evoluía com a bola, mas sem ela virava presa fácil para a marcação, isolado entre os zagueiros. Ciro não apareceu em campo. Isto é, quando apareceu foi por três impedimentos seguidos.

Por isso, não surpreende que, em meio a essa barafunda, a única tentativa válida foi num chute forte de Eduardo Ramos, que passou perto do travessão.

Quando se esperava que Marcelo Veiga providenciasse mexidas drásticas para tentar sacudir o time e dar uma injeção de ânimo, tudo permaneceu como dantes. A primeira substituição só veio aos 5 minutos, quando Sílvio entrou no lugar de Ciro.

O Asa seguia ditando o ritmo, sem se afobar, tocando a bola com rapidez e correção. Um jeito inteligente de gastar o tempo e cansar o Remo, que sofria com a marcação deficiente por parte dos volantes Lucas e Yuri e com o imenso buraco nas duas laterais – Fabiano e Murilo disputavam quem era o pior em campo.

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Rápido e driblador, Sílvio trouxe uma chama de esperança, mas logo se apagou também por absoluta falta de jogadas no ataque. O Remo só ameaçava quando Ramos pegava na bola e partia em direção à área. O problema é que, vigiado sempre por dois marcadores, o meia foi cansando e no final apenas caminhava em campo.

João Victor seria a próxima atração, substituindo a Allan, que deixou o gramado sob intensas vaias. Talvez não tenha sido o maior culpado pela baixa eficácia dos ataques do Remo, mas contribuiu bastante. Héricles, que entrou a cinco minutos do fim, conseguiu ser bem mais produtivo. Nos acréscimos, quase empatou, mas o chute saiu à esquerda do gol. Sílvio, de puxeta, ainda mandou uma bola no travessão. Fernando Henrique cabeceou rente ao poste. E terminava assim, de forma melancólica, a primeira apresentação do Remo diante de sua torcida nesta Série C.

Pelo que mostrou, todas as esperanças de acesso ficaram temporariamente suspensas. Com a facilidade com que se deixou envolver pelo modesto Asa, é sensato dizer que a luta vai ser para evitar o rebaixamento.

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O certo é que o time de Veiga fez lembrar o caos tático dos tempos de Leston Junior.

————————————————–

Com simplicidade, Asa mandou em campo 

Jaelson, técnico do Asa, pode ser saudado como o verdadeiro vencedor do jogo. Armou seu time com solidez defensiva e dinamismo nas ações do meio, entregues ao veterano Ramalho. O mais incrível é que o Asa está treinando há apenas 11 dias e atravessa problemas administrativos sérios.

A determinação de Jaelson contrastou com a demora de Veiga em procurar modificar um quadro inteiramente desfavorável. A entrada de Héricles a 6 minutos do fim é prova disso.

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O Asa foi sempre mais decidido, organizado e perigoso quando partia com a bola dominada. Podia ter chegado ao segundo gol em lance de pênalti não assinalado pelo árbitro no segundo tempo – é verdade que a zaga visitante também botou a mão na bola em lance ocorrido logo depois.

No Remo, além do fato de que foi apenas a segunda rodada, há a expectativa positiva quanto à entrada de Edno e Jussandro na equipe e o retorno de Levy à lateral direita. De todo modo, será preciso mexer com os brios do time, que ontem se mostrou excessivamente atrapalhado na maior parte do tempo. (Fotos: MÁRIO QUADROS)

(Coluna publicada no Bola desta terça, 31)

31 de maio de 2016 at 2:53 36 comentários

Rock na madrugada – Bob Dylan, Things Have Changed

31 de maio de 2016 at 2:50 Deixe um comentário

Capa do Bola – terça-feira, 31

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31 de maio de 2016 at 2:46 1 comentário

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