No sufoco, Leão vence Gama e avança na Copa Verde

Remo 1×0 Gama-DF (Augusto, Carlos Alberto, Kevem, Pingo e Fredson)

Na estreia da Copa Verde, na tarde desta quarta-feira (27), o Remo suou para vencer o Gama-DF por 1 a 0, no estádio Mangueirão. O resultado garantiu a classificação remista às quartas de final da competição. O jogo começou com emoção logo de cara: Salatiel recebe de Ricardo Luz e acertou a trave.

Aos 22 minutos, o Remo aproveitou a cobrança de um escanteio para abrir o placar: o zagueiro Keven aproveitou a bola aérea para cabecear em direção ao gol. A bola não tocou no goleiro e nem no atacante Salatiel. Com a vantagem, o Leão controlou as ações e ainda teve boa chance com Tcharlles.

Salatiel foi empurrado dentro da área, mas o árbitro mandou o lance seguir. O Gama tentava chegar e quase empatou em lance com o atacante Caíque.

No segundo tempo, o jogo ficou mais equilibrado, pois o Remo mostrou sinais de cansaço. Ainda assim, com a entrada dos meias Felipe Gedoz e Eduardo Ramos, deu vida nova ao time, que passou a criar ataques perigosos em contragolpes.

Ramos lançou Wallace, Gedoz e Tcharlles, que desperdiçaram as oportunidades para ampliar o marcador. Tcharlles chegou a passar pelo goleiro, perdeu o tempo da bola e quando finalizou mandou na trave. No final, o Gama passou a cruzar bolas na área remista, criando algumas situações perigosas.

REMO: Vinicius; Ricardo Luz, Fredson (Mimica), Gilberto Alemão e Keven; Gelson, Pingo e Carlos Alberto (Felipe Gedoz); Salatiel (Eduardo Ramos), Tcharles e Augusto (Wallace). Técnico: Netão

GAMA-DF: Leo; João Pedro (Weverton), Igor, Gustavo Rambo e Junior Alves; Kaefer, Kasado (David Fernandes) e Mirray; David Souza, Caique e David Barboza. Técnico: Victor Santana

ÁRBITRO: Breno Vieira Souza (GO).

Ex-gestor da seleção olímpica será o novo executivo de futebol do Remo

O Clube do Remo já tem um novo executivo de futebol. É Thiago Alves, de 42 anos, que ocupará o cargo na temporada 2021. Ele é natural de Campos dos Goytacazes-RJ.  Atualmente estava trabalhando no Boavista, onde passou 15 anos de sua carreira exercendo o cargo de supervisor, gerente de Futebol e diretor executivo de Futebol.

O novo executivo azulino é ex-goleiro. Formado em Gestão Desportiva, tem no currículo curso de Gestão Desportiva da CBF – 3 turma de 2017 e foi gerente geral do Duque de Caxias na Série B do Brasileiro nos anos de 2009 e 2010.

Além disso, desde 2019 é administrador da Seleção Brasileira Masculina Olímpica de Futebol, sendo campeão no Torneio de Toulon na França em 2019, vice-campeão do Torneio Pré-Olímpico em janeiro de 2020 na Colômbia, conseguindo classificar o Brasil para os Jogos Olímpicos de Tóquio no Japão.

Com exclusividade ao site oficial azulino, Thiago comentou sobre o trabalho à frente do Leão: “Encaro como uma honra muito grande porque o Clube do Remo é um time grande, torcida apaixonada e um dos maiores clubes do Brasil. Hoje estar aqui vestindo a camisa do Remo é um passo importante na minha carreira, é um privilégio ser executivo de um clube grande. Temos trabalho árduo pela frente, com muita competência e preparado para assumir esse desafio na carreira. Com certeza junto com toda a diretoria, comissão técnica, jogadores, funcionários e torcedores vamos fazer um trabalho a altura do que o Remo merece. A única coisa que posso prometer é muito trabalho e dedicação”.

Thiago já está em Belém e acompanha a partida diante do Gama, pelas oitavas-de-final da Copa Verde, no Mangueirão na tarde desta quarta-feira, 27.

Relatório da Violência contra Jornalistas aponta 2020 como o ano mais violento desde 1990

Segundo o Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil 2020, o ano que passou foi o mais violento, desde o começo da década de 1990, quando a Fenaj iniciou a série histórica. Foram 428 casos de ataques à categoria – incluindo dois assassinatos – o que representa um aumento de 105,77% em relação a 2019, ano em que também houve crescimento das violações à liberdade de imprensa no país.

Sozinho, Jair Bolsonaro respondeu por 175 registros de violência contra a categoria (40,89% do total de 428 casos): 145 ataques genéricos e generalizados a veículos de comunicação e a jornalistas, 26 casos de agressões verbais, um de ameaça direta a jornalistas, uma ameaça à Globo e dois ataques à Fenaj.

Como no ano anterior, a descredibilização da imprensa foi uma das violências mais frequentes: 152 casos, o que representa 35,51% do total de 428 registros ao longo de 2020. Bolsonaro, mais uma vez, foi o principal agressor. Dos 152 casos de descredibilização do trabalho dos jornalistas, o presidente da República foi responsável por 142 episódios.

Reinaldo agradece a Casão e cita dupla na Seleção Brasileira

Ex-atacante do Atlético, o ídolo Reinaldo agradeceu ao comentarista e ex-jogador Walter Casagrande por elogiá-lo durante a transmissão do canal Premiere da vitória do Galo sobre o Santos, por 2 a 0, nessa quarta-feira, no Mineirão. Casão disse que considerava Reinaldo um ídolo.

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O Rei respondeu nas redes sociais. “Ontem (terça-feira), na transmissão do jogo do Galo, Walter Casagrande Jr. revelou que gostaria de ter jogado ao meu lado no Atlético e que fui um dos seus ídolos no futebol. Na Seleção, nós fizemos dupla de ataque. Essa foto é de um Brasil x Argentina. Valeu, Casão!”, postou.  

Nessa terça, Casagrande disse que gostaria de ter jogado com a camisa do Atlético. “Eu tenho uma admiração pelo Atlético tão grande que gostaria de ter jogado com a camisa do Atlético, principalmente se fosse para fazer dupla com o Reinaldo, que era um dos meus grandes ídolos. Eu fiz dupla com ele na Seleção Brasileira em alguns jogos, mas seria legal ter jogado no Atlético com ele”, revelou Casão, que atualmente é comentarista dos canais Globo.

Reinaldo é o jogador que mais marcou gols pelo Atlético: 255 em 475 jogos. Para muitos, ele é um dos maiores atacantes da história do futebol. Pelo Galo, o ‘Rei’ ganhou oito Campeonatos Mineiros pelo Galo (1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983 e 1985), além de duas Taças Minas Gerais (1975 e 1976). Ele foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1977, com a marca de 28 gols em 18 jogos. Naquele ano, o Atlético foi vice-campeão brasileiro, curiosamente, sem perder nenhuma partida na competição.