Trivial variado da terra dos Januários impunes

“A Folha falar mal do Bolsonaro é tipo assim.. os pais do Freddy Krueger se perguntando o q fizeram de errado..”. Dani Bacedo

“A Folha foi só a primeira. Precisou atingir o bolso dos grandes jornais p/ que entendessem que criaram uma besta-fera que se acha indomável à tutela das instituições democráticas. Cabe uma autocrítica aí, Folha, por ter criado e alimentado corvos que hoje te arrancam os olhos?”. George Marques

“O motorista de aplicativo que me trouxe para o aeroporto quer o AI-5, fechar o congresso, chama todo mundo de vagabundo, acha que tem que matar baderneiro e acha gostoso falar de política. Já eu acho gostoso descer do carro viva e denunciar o constrangimento”. Rosana Hermann

“Deltan, Chequer, Carlos Fernando e todos o chamados Filhos de Januário, o Paludo, são membros de uma Organização Criminosa que roubava enquanto faziam o povo acreditar que combatiam a corrupção. Precisam ser presos rapidamente junto com o Chefe Moro!”. Glauco Silva

“A pergunta que fica é…… Quem e como reparar todos os males e prejuízos morais e financeiros que a operação Lava Jato causou?”. João Mikhail

“A agonia de uma democracia / Passei uma semana percorrendo um país que mergulha numa destruição profunda do estado de direito e das liberdades. Conto, nesta reportagem, o que vi em uma semana na Hungria. E qualquer semelhança não é mera coincidência”. Jamil Chade

“Se eu fosse Lula eu ia embora desse país e deixava esse povo se foder! O que adianta ele ter lutado pra melhorar a vida de tanta gente que hoje chama ele de ladrão? Muita gente que fazia churrasco todo final de semana na era Lula e mete pau nele! Tem mais é que deixar a ovo mesmo”. Catarina M

“Já a procura de uma mansão no Morumbi pra eu frequentar e depois chamar de minha… ‘Não importa em nome de quem está a escritura, o verdadeiro dono é quem frequenta a propriedade’”. Monica Fortes

Leão fecha com meia e encaminha contratação de dois atacantes

O Remo já fechou acordo com o meia Robinho (foto), 25 anos, que pertence ao Operário (PR) e virá por empréstimo, por indicação do técnico Rafael Jacques. vem emprestado pelo Operário (PR). Robinho foi um dos destaques da equipe paranaense na Série B 2019. O anúncio da contratação deve ocorrer nos próximos dias.

O Leão tenta agora acertar com dois atacantes. Um deles é Giovanni, 26 anos, que pertence ao Pelotas (RS). As negociações estão adiantadas, mas a contratação ainda não foi sacramenta.

O técnico Rafael Jacques chega neste domingo a Belém, acompanhado de dois auxiliares. Na segunda-feira, ele será oficialmente apresentado como novo comandante da equipe.

Só Jesus salva

Depois de vencer a Taça Libertadores e o campeonato brasileiro, Jorge Jesus continua a somar conquistas. O técnico português visitou, nesta quinta-feira (28), a secção de pediatria do Inca (Instituto Nacional de Câncer) no Rio de Janeiro e, no final, prometeu doar os direitos do livro “Mister Jesus, Quebrando Paradigmas no Futebol” para a realização de projetos do hospital.

“Hoje à tarde tive a oportunidade de visitar o Inca, conhecer o setor de Pediatria e conversar com familiares e pacientes. Em dezembro será lançada uma biografia e o dinheiro referente aos direitos autorais que cabem a mim, serão doados para projetos do Inca”, disse o técnico em sua conta de Instagram, em que publicou algumas fotos do momento.

Durante a visita, o técnico português distribuiu abraços, sorrisos e muita alegria a crianças e adolescentes que atravessam uma fase menos positiva na vida. Recorde-se que Jorge Jesus sagrou-se campeão brasileiro no passado domingo, um dia após ter vencido a Taça Libertadores. O Flamengo não conquistava este troféu há 38 anos.

A imprensa brasileira adianta que os direitos da biografia do treinador do Flamengo podem chegar a um milhão de reais (230 mil euros), mas a assessoria de Jorge Jesus não confirma esse valor. (Do JN, de Lisboa)

Escândalo Paludo põe a Lava Jato nas cordas outra vez

O colunista Ricardo Noblat foi direto ao ponto ao indicar “a lata do lixo” para a Operação Lava-Jato em Curitiba, seu berço e sustentáculo. Doleiro dos doleiros, Dario Messer foi grampeado pela Polícia Federal em mensagem na qual revela o pagamento regular de propina que beneficiaria o procurador Januário Paludo, considerado o mais influente do grupo liderado por Deltan Dallagnol. Sua influência é tanta que o grupo de Whatsapp dos procuradores se chama ‘Filhos de Januário’ em homenagem.

“Caso se confirme que o doleiro Dario Messer pagou propinas mensais ao procurador da República Januário Paludo, a Lava Jato do Paraná irá para o lixo. A ascendência de Paludo sobre os colegas era tal que eles criaram um grupo no Telegram com o nome de ‘Filhos de Januário’.

Acompanhe:

Ricardo Noblat, colunista da revistas Veja

Caso se confirme que Dario Messer, o doleiro dos doleiros, preso recentemente pela Polícia Federal em São Paulo, pagou propinas mensais ao procurador da República Januário Paludo em troca de proteção, a Lava Jato do Paraná terá sofrido o mais duro golpe em sua credibilidade. Difícil que se recupere.

Paludo não é apenas um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato naquele Estado. É o mais antigo desde sua criação em 2014. Sua ascendência sobre os colegas é de tal monta que eles criaram no aplicativo Telegram um grupo com o nome de “Filhos de Januário”. Ali tramavam os novos lances da Lava Jato, mas não só.

O site UOL teve acesso a um relatório da Polícia Federal datado de outubro do ano passado com mensagens trocadas por Messer com sua namorada, Myra Athayde. Na época, os dois estam soltos. Nelas, Messer diz que uma das testemunhas de acusação contra ele teria uma reunião com Paludo. E acrescenta a certa altura:

“Sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês.”

Os “meninos” eram outros doleiros que trabalhavam para Messer. Presos pela Polícia Federal viraram delatores. O relatório foi encaminhado à Lava Jato do Rio e, por ela, à Procuradoria-Geral da República, em Brasília, a quem caberá definir o que fazer. Procurado pelo site, Paludo não quis falar a respeito.

Paludo é personagem de reportagens do site The Intercept sobre os bastidores da Lava Jato do Paraná. No dia 24 de janeiro de 2017, ao saber que Marisa Letícia, mulher de Lula, fora vítima de um acidente vascular cerebral e estava em um hospital, o procurador Deltan Dallagnol escreveu no grupo “Os Filhos de Januário”:

“Um amigo de um amigo de uma prima disse que Marisa chegou ao atendimento sem resposta, como vegetal”.

Ao que Paludo respondeu dez minutos depois, curto e grosso:

“Estão eliminando testemunhas”.

Dois anos mais tarde, a propósito do pedido da defesa de Lula para que ele pudesse ir ao enterro do seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, Paludo comentou no mesmo grupo de conversas:

“O safado só queria viajar”.

Por que não comprar discurso de vitimização da Folha

Por Arnóbio Rocha

Folha de S. Paulo é o jornalão falido que se dedicou (e continua a se dedicar) a atacar o PT, Lula e a esquerda em geral, com afirmações de que são autoritários e que iam/irão romper a democracia, entre outras barbaridades.

A Folha de São Paulo era das primeiras publicações nos vazamentos e apoio ao famigerado juiz Moro e à Lava Jato, abraçou a causa como golpe de morte ao PT e à esquerda, nem pestanejou em vazar TUDO. Ao contrário, se locupletava.

A Folha de São Paulo jamais fez uma crítica ao impeachment de Dilma. Ao contrário, fez editorial de apoio à tremenda farsa, defendendo o rompimento da democracia.

Ano passado, privilegiou os ataques a Haddad, chegando à heresia de dizer que ele e Bolsonaro eram dois lados da mesma moeda, que defendiam projetos autoritários.

A Folha de São Paulo omitiu dos seus leitores sobre quem era Bolsonaro e sua família. Aliás, assim como seus parceiros da Globo e Estadão, achavam que domariam o monstro que alimentaram.

A Folha de São Paulo e seus parceiros foram rejeitados por Bolsonaro, não porque este ou aqueles pensem diferentemente a respeito do projeto econômico e de destruição de direitos, fim da democracia. São iguais, o que os separam é a disputa para comer o bolo das verbas publicitárias do Estado.

Por que deveríamos cair no conto do vigário e defender esse tipo de imprensa? Existe mesmo contradição com Bolsonaro? Por que Folha e os demais fazem editoriais defendendo Guedes-AI5? Por que defender jornal que apoia prisão em segunda instância e defende os absurdos do TRF4 e Lava Jato?

Chegam a ser inacreditáveis os que defendem e querem nos convencer de que a Folha de São Paulo é vítima do Bolsonaro. Não, não é, ela é igual. Algumas vezes pior, pois, em tese, a família Bolsonaro são apenas aventureiros fugazes, os jornalões, não.

Ser oposição a Bolsonaro não nos obriga a qualquer relação de solidariedade com seus aliados, que continuam, repito, nos atacando como se fôssemos iguais a eles. Então: “Quem pariu Mateus, que o balance”.

Simplesmente, é impossível, com alguma honestidade intelectual, defender a Folha, O Globo e Estadão. Que se virem com suas arminhas e cretinices verde-amarelas, patos e paneleiros.

Aqui não, violão!

.x.x.x.x.

Arnóbio Rocha é advogado, membro da Associação Juristas pela Democracia.

Cruzeiro troca Abel por Adilson para tentar se salvar

Abel Braga não é mais o técnico do Cruzeiro. E o clube já tem um novo treinador: Adilson Batista. Abel deixou a diretoria à vontade para uma mudança após a derrota por 1 a 0 para o CSA, nesta quinta-feira (28), no Mineirão. A cúpula cruzeirense, então, entrou em contato com Adilson, que topou rapidamente o convite para as rodadas finais do Campeonato Brasileiro.

Em suas palavras, Abel disse à diretoria que não conseguia mais “tirar nada” do elenco na dramática luta contra o rebaixamento e achou melhor deixar o cargo à disposição. Pressionada e diante da necessidade do que chamou de “tentar algo novo”, os comandantes do clube mineiro optaram pela troca.

Adilson Batista desembarcará em Belo Horizonte na manhã desta sexta-feira (29). Momentos após o acerto, ele conversou com integrantes do departamento de futebol e buscou mais informações sobre o time. O trabalho em campo começará tão logo o novo treinador assine o contrato. Na segunda-feira (2), ele comandará a equipe no duelo contra o Vasco, em São Januário, no primeiro dos três jogos que terá para livrar o time do rebaixamento.

Os dois jogos finais do Cruzeiro no Brasileirão serão contra o Grêmio, também fora de casa, e o Palmeiras, no Mineirão. A Raposa ocupa atualmente a 17ª colocação, dentro da zona da degola, com 36 pontos – um a menos que o Ceará, ex-time de Adilson.