Incrível: Bolsonaro promete ganhar ‘guerra da informação’ sobre Amazônia

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Reportagem de Marcio Dolzan no Estado de S.Paulo informa que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse neste sábado, 17, que o Brasil tem um compromisso “com esse rico e sagrado pedaço de terra” que é a Amazônia, criticou todos aqueles que, segundo ele, tentam tirar a soberania da região e falou que o país vencerá a “guerra da informação”. Nos últimos dias, o mandatário recebeu críticas da comunidade internacional sobre sua política ambiental e sobre os dados sobre desmatamento, que culminaram com a demissão do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, e com a suspensão de repasses de recursos da Alemanha e da Noruega para o Fundo Amazônia. “Nós temos um compromisso com esse pedaço de terra, mais rico e sagrado do mundo(Amazônia)”, disse o presidente em seu discurso durante solenidade na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, no Rio de Janeiro, de entrega de espadins a 411 cadetes do 1º ano.

De acordo com a publicação, segundo o presidente, alguns países – sem citar nominalmente a Alemanha e a Noruega – estão tentando ganhar a guerra da informação, a fim de que o Brasil perca a soberania sobre essa Amazônia. “Mas vamos ganhar essa guerra da informação”, emendou Bolsonaro, destacando que não há honra, gratidão ou satisfação maior do satisfação maior do que “nossa missão cumprida”, completa o Estadão.

Patético.

Superação no momento certo

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POR GERSON NOGUEIRA

Embalado pela força e vibração que veio das arquibancadas do Mangueirão, o Remo conseguiu superar as dificuldades, os erros recorrentes e a marcação forte do adversário para alcançar ontem à noite uma vitória importantíssima na luta pela classificação à próxima fase. Com o resultado (2 a 0 sobre o São José), o Leão alcançou 26 pontos, voltou ao G4 e deu à torcida motivos para continuar acreditando.

Os primeiros movimentos foram preocupantes para os 29 mil torcedores presentes ao jogo. O Remo aceitava a marcação alta imposta pelo São José e, pelo menos até os 15 minutos, mostrou afobação e errou muito na saída de bola. Levou um susto aos 5’ quando a bola atravessou a pequena área, após raspar na cabeça de Eduardo Ramos e passar perto do poste esquerdo.

Diante da situação de tudo ou nada, sem direito a um novo tropeço, o time parecia sentir a responsabilidade de ter que garantir os três pontos. Com a troca de Garré por Zotti, ainda no aquecimento, Márcio Fernandes Os erros eram provocados pela forte marcação do São José, que começou criando obstáculo para as jogadas conduzidas por Eduardo Ramos e Zotti.

Aos poucos, essa estratégia de pressão foi arrefecendo e o Remo se soltando mais. Ramires acertou um cabeceio na trave direita de Fábio e Danillo Bala (que substituiu Djalma) quase aproveitou rebote da zaga no segundo pau.

Na etapa final, o São José começou a experimentar algumas estocadas, testando o setor defensivo azulino, que se manteve firme, a começar pela segurança de Vinícius, que chegou a se lesionar e correu risco de sair da partida no primeiro tempo.

Matheusinho e Claudio Maradona, os extremas do São José, avançaram mais sobre a linha de zaga, mas tanto Daniel Vançan quanto Gustavo Ramos (que recuou para o lugar que era de Djalma) se saíram muito bem.

No meio campo, Yuri e Ramires se desdobravam diante dos avanços de Karl e Rafael Carrilho, mas não podiam mais acompanhar as subidas dos meias. Neto quase acertou um cabeceio aos 5 minutos, mas o jogo seguia enroscado, com predomínio da marcação sobre a criatividade.

Aos 12’, Zotti resolveu arriscar de fora da área, pela primeira vez na partida, e acabou acertando em cheio. A bola passou entre dois zagueiros, tocou no gramado e entrou no canto direito da trave do São José. O gol incendiou a torcida e fez a partida ganhar em emoção porque o time visitante teve que sair em busca do empate.

Márcio Fernandes teve que substituir Zotti, contundido, por Emerson Carioca, que se juntou ao esquadrão de marcação e ensaiou algumas escapadas rumo ao ataque.

Quase conseguiu. Aos 25’, após arremesso lateral, o atacante Luiz Eduardo cabeceou na pequena área. Vinícius defendeu e no rebote Claudio Maradona tocou para as redes. O lance, porém, foi anulado porque o atacante do São José estava adiantado.

A partida continuou intensa, disputada palmo a palmo, com poucas chances claras de gol. Até que, aos 39’, Neto Baiano foi lançado na área e sofreu falta quando ia disparar em direção ao gol. Na cobrança, o próprio Neto mandou rasteiro e sem defesa para Fábio.

Depois disso, o Remo controlou o jogo sem grandes problemas, explorando o desespero e a afobação do São José. Um resultado justo pela produção azulina e merecido pela entrega da equipe, lutando em todos os lados do campo e demonstrando determinação na busca pela vitória.

Márcio Fernandes terá problemas para formatar o Remo para o clássico Re-Pa. Perdeu Djalma e Garré, lesionados. E não terá Gustavo Ramos e Zotti, suspensos. Perdas importantes para um elenco já tão desfalcado nas últimas rodadas da Série C.

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Fenômeno Azul dá show à parte no Mangueirão

A torcida azulina é conhecida como Fenômeno Azul em face de inúmeras demonstrações de lealdade às cores remistas, comparecendo sempre aos estádios para apoiar o time, mesmo em situações adversas.

Ontem a história se repetiu. Em plena sexta-feira à noite, mais de 28 mil pagantes foram ao estádio Jornalista Edgar Proença mostrar que continuam a confiar no sonho do acesso, mesmo que o time nem sempre se mostre confiável.

O público – de 25.872 pagantes – foi o maior da Série C até o momento. Mantém o Remo na liderança da competição da presença de torcida em estádios, com média superior a 15 mil pagantes.

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Papão cresce e se estabiliza com Tomas Bastos  

Na Curuzu, o técnico Hélio dos Anjos foi certeiro na frase usada para resumir a arrancada do PSC dentro da Série C. Os resultados refletem o acerto do trabalho, afirmou logo depois do triunfo categórico de quinta-feira à noite sobre o Luverdense.

Com 27 pontos na classificação, o PSC pode passar ao mata-mata mesmo que não vença o Re-Pa da 18ª rodada. A situação excepcional foi possível pelo encaixe de um jeito de jogar, centrado na marcação forte e no trabalho de criação desempenhado por Tomas Bastos.

A presença do meia é a novidade que ajuda a explicar a evolução bicolor até no número de gols marcados. Em apenas três jogos, Tomas marcou cinco vezes, contribuindo com assistências para que o ataque passasse a funcionar e permitindo ao Papão ostentar um saldo de 7 bolas.

(Coluna publicada no Bola deste sábado, 17) 

Com o país em crise, presença de Bolsonaro nos estádios custou R$ 201 mil

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Reportagem de Luís Adorno no UOL revela que o presidente Jair Bolsonaro acompanhou, pessoalmente, três jogos da seleção brasileira durante a Copa América realizada no país nos meses de junho e julho: o jogo de abertura, em São Paulo, a semifinal, em Minas Gerais, e a final, no Rio de Janeiro. Mas, para acompanhar a seleção canarinho, foi necessário gasto público.

Dados da Secretaria Especial de Comunicação Social da Secretaria de Governo da Presidência da República, obtidos com exclusividade pelo UOL via LAI (Lei de Acesso à Informação), apontam que foram gastos R$ 201,6 mil para que o presidente pudesse acompanhar as três partidas. Em média, um gasto de R$ 67,2 mil a cada jogo.

De acordo com a publicação, as despesas contemplaram gastos com a equipe de segurança, saúde, transporte, cerimonial, imprensa, comunicações e apoio técnico necessário ao presidente, segundo a secretaria. O presidente participou das cerimônias de abertura e de premiação, no primeiro e no último jogo da competição, e acompanhou a semifinal das tribunas. No primeiro jogo, o Brasil venceu a Bolívia no estádio do Morumbi por 3 a 0. Na semifinal, no Mineirão, a seleção brasileira venceu a argentina por 2 a 0. E na final, no Maracanã, o Brasil venceu o Peru por 3 a 1.

Nas vezes em que foi mencionado ou apareceu, Bolsonaro foi recebido com vaias e aplausos. Na semifinal, contra a Argentina, Bolsonaro afirmou que as vaias foram direcionadas aos hermanos, não a ele. Na ocasião, a federação de futebol da Argentina formalizou uma crítica à presença de Bolsonaro no estádio, completa o portal.

Marielle será patrona de curso de formação do Instituto Rio Branco

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O DCM reproduz nota da Associação dos Diplomatas Brasileiros:

A Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB/Sindical), que congrega mais de 1500 associados, vem a público reiterar os valores de integridade, ética, respeito e isenção política, ideológica e partidária que fundamentam a atuação dos funcionários do Ministério das Relações Exteriores.

Nesse sentido, a entidade esclarece que a escolha da Vereadora Marielle Franco como patrona da turma de 2016 do Curso de Formação do Instituto Rio Branco não representa necessariamente opção ideológica dos formandos, menos ainda dos integrantes do MRE, que abriga servidores dos mais diferentes matizes ideológicos, sem que isso interfira no histórico empenho do Itamaraty na promoção incansável dos interesses nacionais.

A eleição do patrono/patrona de cada turma é democrática, e ao longo dos anos já foram homenageadas personalidades que perpassam todo o espectro político. 

A escolha do nome da vereadora representou essencialmente ato de repúdio a seu covarde assassinato e de defesa da liberdade de expressão, um dos princípios básicos da democracia, e como tal deve ser respeitada e entendida.

Embaixadora Maria Celina de Azevedo Rodrigues

Presidente

Em grande noite de Tomas Bastos, Papão vence e põe um pé no mata-mata

POR GERSON NOGUEIRA

Com objetividade e frieza, o PSC obteve sua segunda vitória consecutiva na reta decisiva da Série C, derrotando (e rebaixando) o Luverdense por 3 a 1, em Lucas do Rio Verde, e assumindo a vice-liderança temporária do grupo B, com 27 pontos e 7 gols de saldo. Em dois jogos, o time de Hélio dos Anjos marcou sete gols e sofreu apenas um, evidenciando a evolução da equipe e aumentando as chances de classificação à próxima fase da competição. No total, a invencibilidade bicolor já é de 13 partidas.

O primeiro tempo teve equilíbrio nos primeiros minutos, mas aos 18 minutos surgiu o gol de abertura. Em jogada ensaiada na cobrança de um escanteio, o jogador Caíque desviou para as redes do Luverdense antes que o goleiro Edson tocasse na bola. O Papão, a partir daí, se dedicou a controlar os ataques do time da casa.

Desesperado com o placar negativo, o LEC alugou o campo de defesa alviceleste até o minuto final do primeiro tempo. O problema é que era uma pressão improdutiva. Apenas um dos ataques levou perigo relativo. Em bola cruzada da esquerda, houve um desvio da zaga para escanteio.

Sem se precipitar, o PSC se defendia e levava a melhor nas bolas aéreas que Juninho Tardelli e Kauê cansaram de lançar sobre a área. Por outro lado, sem mobilidade no meio-campo, o time de Hélio dos Anjos não soube aproveitar os espaços concedidos pela defensiva do Luverdense.

O segundo tempo nem bem havia começado e o PSC foi logo marcando o segundo gol. Um balde de água fria na expectativa de reação do Luverdense. Tomas Bastos, o principal jogador em campo, cobrou falta sofrida por Vinícius Leite (que havia substituído Wesley). Mandou a bola com perfeição no ângulo direito da trave de Edson. O goleiro saltou atrasado, tocou na bola, mas não impediu o gol.

Logo na saída de bola, aos 3′, um espasmo de esperança para para o Luverdense. A bola foi tocada na área e Tozin desviou rasteiro, superando Mota e descontando para o time da casa. Animado, o LEC partiu com tudo para conquistar o empate. Teve até duas boas chances para isso. Uma com Anderson Ligeiro e outra com Tozin, que cabeceou sozinho diante de Mota e mandou a bola longe da trave.

Quando a pressão era mais forte, Elielton (que havia substituído a Higor Silva) foi derrubado quando disparava em direção à área adversária. Na cobrança, Tomas (olha ele aí de novo!) bateu cruzado e Nicolas desviou de cabeça, aos 17′. A bola entrou junto ao travessão, passando pelo goleiro Edson, que saltou fora de tempo.

O triunfo fez com que o PSC chegue aos 27 pontos, igualado ao líder Juventude, mas atrás na tabela pelo número de vitórias (6 contra 7 dos gaúchos). Foi o primeiro jogo da 17ª rodada e os bicolores torcem agora para que Ypiranga-RS, São José-RS e Volta Redonda não vençam na rodada. O PSC pode alcançar a classificação se pelo menos empatar com o Remo na próxima rodada. 

Já o Luverdense foi matematicamente rebaixado na partida desta quinta-feira. Está na 9ª colocação, com 13 pontos, não tendo mais como alcançar o Boa Esporte, o 8º, com 17.