A frase do dia

“Vergonhoso o lobby de procuradores para retomar o auxílio moradia do Judiciário. Num país em que 7,7 milhões de famílias não tem moradia digna, querem voltar a receber o benefício mesmo tendo casa própria e salários de quase R$40 mil. Menos privilégios, mais direitos.”

Guilherme Boulos, líder do MTST

Coimbra: “Eleições presidenciais foram fraudadas”

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O professor Marcos Coimbra, do Instituto Vox Populi, não tem dúvida de que as últimas eleições foram fraudadas. Coimbra participou, nesta sexta-feira, dia 14, do Seminário Mídias Sociais e Comunicação Digital, organizado em Belo Horizonte, pelo PT MG e pela Secretaria de Organização Nacional do Partido dos Trabalhadores. Também participaram do evento o ex-ministro Franklin Martins e o coletivo Mídia Ninja. Coimbra revela que a denúncia foi levada à presidente do STF, Rosa Weber.

A ministra, de acordo com o seu relato, não deu atenção ao caso. De acordo com interlocutores que apresentaram a denúncia, Weber não entendeu a dimensão da ameaça à democracia ou se omitiu, alegando que a grande preocupação do STE era com relação à confiabilidade nas urnas eletrônicas.

Marcos Coimbra defende que a esquerda não deve deixar o assunto de lado, pois “se isso ocorrer, estará normalizada uma poderosa distorção na democracia brasileira, fazendo com que as futuras eleições não passem de rituais, com o final conhecido anteriormente”.

É urgente, para o professor, que o PT e o conjunto da esquerda façam uma autocrítica. Entretanto, esclarece, não a autocrítica que a mídia, Globo à frente, cobra da esquerda.

Para ele o que deve ser feito é um balanço e erros e acertos, para indicar as estratégias de atuação em um mundo que inegavelmente mudou.

Para comprovar a sua afirmação, o pesquisador apresentou gráficos, que contêm os resultados dos principais institutos de pesquisa do país.

O comportamento das curvas, que representam a evolução da intenção de votos em Jair Bolsonaro, indicam com bastante clareza uma súbita elevação da sua média histórica, que oscilava entre 20% a 25% da preferência do eleitorado.

Segundo os gráficos, a cerca de uma semana antes da realização do primeiro turno, os números mudaram de uma maneira que foge do padrão histórico das movimentações da opinião pública.

Haddad, que vinha em um consistente movimento de crescimento, sofreu um baque e teve sua trajetória interrompida. Enquanto isso, Bolsonaro iniciava um avanço atípico, em um padrão que nunca fora registrado antes no histórico das pesquisas de opinião realizadas no Brasil.

O que explica isso, para Marcos Coimbra, foi a ilegal utilização das redes sociais, principalmente o WhatsApp, para disseminar mentiras e calunias contra Fernando Haddad e o PT. O professor apresentou um exemplo da artificialidade desse movimento nas redes sociais.

A partir de dados que chegaram a ele, somente uma página da Internet, com endereço no mesmo local onde funcionava o site Bolsonaro Presidente, disparou em um só dia mais de 600 mil mensagens com informações falsas e caluniosas contra Haddad, todas elas abordando a questão moral, como o kit gay, um suposto estupro cometido pelo candidato, estímulo a jovens para se relacionarem com outros do mesmo sexo e coisas nessa linha.

Coimbra alerta que esta foi apenas uma das páginas envolvidas na operação de desconstrução de Fernando Haddad. De acordo com dados que chegaram a ele, a operação foi em grande escala, “apenas um dos contratos com empresas responsáveis por disparos em massa de WhatsApp, que foram alvo da reportagem da Folha de S. Paulo, atingia R$ 12 milhões”.

Os disparos não foram realizados ao acaso, informa o professor, “o alvo foi preciso, pessoas de baixa renda da região sudeste, focalizando principalmente no público evangélico”. As curvas dos gráficos da evolução da intenção de votos dos principais institutos do Brasil sugerem uma grande possibilidade de que esta tese seja real.

O professor revela que muitas outras empresas ou esquemas desconhecidos envolvendo mercenários ou robôs estavam envolvidos na operação, o que “custa muito dinheiro, não é barato”. Ele vê crimes eleitorais nesse episódio, destacando especialmente dois: o abuso do poder econômico, com a doação de empresas, o que é proibido; e a disseminação de calúnias e informações falsas.

Franklin Martins

O ex-ministro da comunicação social do governo Lula ressaltou a importância das novas mídias digitais. Segundo ele, as novas tecnologias digitais vieram para o bem e para o mal. Se por um lado, a Internet democratiza a comunicação e permite mais emissores no ambiente da comunicação social, por outro lado, grandes empresas como o Facebook ou o Twitter tem ampla capacidade de intervir no universo digital e intervir na comunicação.

Franklin adverte, no entanto, que a questão central é o conteúdo e a disputa pela agenda do que a sociedade vai debater. Ele lembra que sempre que uma nova mídia surge, há mudança de paradigmas. Quem sai na frente na utilização das novas mídias leva vantagem.

“Franklin Delano Roosevelt foi pioneiro no rádio, enquanto seus adversários tinham apoio dos grandes jornais impressos; Kennedy soube utilizar o potencial da recém-nascida TV, enquanto seu oponente, Nixon, ainda estava na era radiofônica”. Mas, tanto Roosevelt, quanto Kennedy, introduziram novas agendas que sensibilizaram o eleitorado.

O mesmo ocorreu no Brasil. FHC foi eleito com a agenda do combate à inflação, lembra Martins. E continua: “a agenda que levou Lula ao Planalto, na sua primeira eleição, foi a inclusão social. Depois, ao longo do seu mandato Lula agregou o crescimento econômico, que foi a plataforma que elegeu Dilma, na sua primeira eleição”.

Sem condições de disputar no campo da agenda da inclusão e do crescimento, porque não concorda com isso, a oposição tentou impor o seu tema clássico, que é a corrupção, recorda Franklin. Mas, ele avalia que a reeleição de Lula e a primeira eleição de Dilma, revelaram que a oposição estava perdendo a disputa pela agenda.

Inexplicavelmente, logo que assumiu a presidência, Dilma assumiu a agenda do adversário e iniciou uma cruzada de “limpeza”. Para o ex-ministro, a presidenta deixa de lado as conquistas dos governos petistas e, de maneira que merece profundas análises, passa a priorizar a agenda que interessava à oposição.

A surpresa ainda é maior, porque Dilma faz a opção pela agenda da corrupção e deixa em segundo plano a inclusão e o crescimento no momento que o país estava em uma posição econômica invejável, com os fundamentos econômicos sólidos, programas sociais consistentes e o menor desemprego da história, em torno de 4%.

Nas últimas eleições, Franklin Martins reconhece que houve a fraude com uso da internet, mas considera que “o PT não priorizou a luta pela imposição da sua agenda, com isso houve espaço para o crescimento da agenda de quem não quer debater a inclusão, a qualidade de vida da população e o crescimento com distribuição de renda”.

A extrema direita, sabendo que o seu verdadeiro programa seria fatalmente derrotado, porque não interessa à maioria, conseguiu impor uma agenda que a favorecia, o comportamento e os costumes. Martins observa que a agenda do comportamento também pavimentou o terreno para os ataques e calúnias moralistas contra a figura do candidato Fernando Haddad.

Franklin, conclui dizendo que a questão da internet é fundamental, como ocorre em todo avanço tecnológico nas comunicações, o assunto tem que ser debatido e o meio precisa ser priorizado pela esquerda, pelo seu potencial democratizante; mas o que é decisivo, para a disputa política na sociedade é a agenda.

Mourinho está virando Luxemburgo?

Por Renato Maurício Prado

Em que momento um treinador de ponta perde a mão e se torna superado? Fiquei me perguntando isso ao assistir, ontem, à indiscutível vitória do Liverpool sobre o Manchester United, por 3 a 1, que faz uma campanha indigna de sua história e do elenco estelar que possui.

Seu técnico (demitido hoje), o polêmico português José Mourinho, que já foi conhecido como “The Special One”, vive, há algum tempo uma espécie de inferno astral, que parece impedi-lo de montar uma grande equipe, mesmo tendo à disposição o maior orçamento do futebol mundial, à frente do Real Madrid, do Barcelona, do Bayern de Munique e do Manchester City.

Em meus mais de 40 anos de carreira, já vi vários treinadores perderem a mão e o rumo. O caso mais emblemático, no Brasil, é o de Vanderlei Luxemburgo, que até hoje encabeça a lista dos maiores vencedores do Campeonato Brasileiro, com cinco conquistas, mas há anos não consegue emplacar um trabalho decente e parece já esquecido pelo mercado – seu nome só continua a aparecer nas listas de possíveis contratados dos grandes clubes por causa da amizade que cultiva com vários jornalistas. Na prática, ninguém mais o quer.

Desconfio que Mourinho, como Luxemburgo, perdeu o respeito dos novos jogadores. Por pura empáfia, treinadores como eles não conseguem ver que o mundo mudou e, com ele, seus comandados.

Na época áurea de Vanderlei, no Cruzeiro, em dia de decisão, ele entrava no vestiário com uma fralda e uma faixa de campeão na mão e perguntava o que seu time usaria ao final da partida. “Vão se borrar ou levantar a taça?”, reforçava, com voz inflamada.

Anos depois, usando discurso semelhante, provocou risos debochados de Ronaldinho Gaúcho, no vestiário do Flamengo, e pouco depois acabou demitido numa queda de braço com o jogador.

Brigar com as estrelas do elenco costuma ser também um sinal de decadência e tentativa inútil de se afirmar diante dos mais jovens. No Manchester United, por exemplo, Mourinho resolveu colocar no banco de reservas dois de seus principais craques: o francês Paul Pogba e o espanhol Juan Mata. No momento, seu agora ex-time ocupa apenas a sexta colocação na tabela de classificação, 19 pontos atrás do líder Liverpool e 18 do Manchester City.

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Não à toa, o prestígio do outrora “Special One” está em queda livre e hoje em dia na Europa ele é considerado muito inferior ao alemão Jurgen Klopp e ao espanhol Pep Guardiola. Sua demissão do United parecia questão de tempo e o nome do francês Zinedine Zidane já é cotado para o seu lugar.

Conseguirá o convencido português dar uma volta por cima, como acaba de fazer por aqui, Luiz Felipe Scolari, ou estará fadado ao triste fim de Vanderlei Luxemburgo? Façam suas apostas.

Demarcação de Raposa do Sol não pode ser revista

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O presidente Jair Bolsonaro não pode rever a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, conforme anunciou ontem (17). Esse é o entendimento do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, que relatou a ação que reconheceu os direitos dos indígenas sobre o território em 2009. “A decisão transitou em julgado. Foi uma decisão histórica. Para os índios, é direito adquirido”, disse o ex-ministro ao colunista Bernardo Mello Franco, de O Globo.

Bolsonaro confirmou nesta segunda-feira que prepara um decreto para rever a demarcação. “É a área mais rica do mundo [a Raposa Serra do Sol]. Você tem como explorar de forma racional. E no lado do índio, dando royalty e integrando o índio à sociedade”, afirmou o presidente eleito.

Ayres Britto ressalta que o assunto já foi “exaustivamente” tratado pelo Supremo, que estabeleceu 19 salvaguardas antes de decidir a favor dos índios no conflito com os arrozeiros.

“Tivemos o cuidado de conciliar os interesses dos índios com os interesses nacionais. Não há motivo para rever nada, nada, nada”, afirma o ex-ministro. “As terras indígenas pertencem à União. Qual é o perigo para a soberania nacional? Nenhum”, defende.

De acordo com as salvaguardas do Supremo, “o usufruto dos índios não alcança a pesquisa e a lavra das riquezas minerais” e as Forças Armadas não precisam consultar os índios ou a Funai para atuar na região. “Ficam dizendo coisas imprecisas, e até equivocadas, para projetar antipatia contra os índios”, diz Ayres Britto. “Depois que o Estado paga uma dívida histórica, civilizatória, ele não pode mais estornar o pagamento e voltar a ser devedor”, observa.

Para o ex-ministro, quem defende a revisão dos direitos dos indígenas sobre suas terras demonstra que não compreende a Constituição. “O índio não deixa de ser índio porque usa uma calça jeans. A lógica da Constituição não foi substituir a cultura dos índios pela dos brancos. Foi somá-las. Quando a pessoa não entende a lógica da Constituição, fica difícil”, critica.

Bolsonaro disse a deputados na semana passada que não demarcará “um centímetro quadrado a mais de terra indígena”. “Os índios foram desalojados e usurpados. O que sobrou deles foi muito pouco, e mesmo assim não conseguem ocupar suas terras”, afirma Ayres Britto. “A sociedade brasileira é muito conservadora. Persegue negros, mulheres, índios. Nós conseguimos dar um passo à frente, e agora querem botar um pé atrás”, lamenta o ex-presidente do Supremo.

Raposa Serra do Sol é uma área de terra indígena com 1,7 milhão de hectares. Em 2009 o Supremo pôs fim a uma disputa judicial entre a União, o estado de Roraima e produtores de arroz ao confirmar a demarcação da reserva. Houve confrontos entre arrozeiros e indígenas. A região é ocupada pelos grupos ingaricó, macuxi, patamona, taurepangue e uapixana. O Brasil tem atualmente cerca de 600 terras indígenas, que abrigam 227 povos, com um total de aproximadamente 480 mil pessoas. Essas terras representam 13% do território nacional, ou 109,6 milhões de hectares. (Do Congresso em Foco) 

“Bohemian Rhapsody”: o filme do Queen é melhor que a banda

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Por Roger W. Lima

Eu era menino e estava na sala de estar ouvindo as revoluções criadas em minha cabeça por Beatles, Dylan e Stones quando meu irmão Ricardo apareceu com um disco branco de uma banda nova chamada Queen (devia ser por volta de 1976 ou 77). Algumas faixas me impressionaram pelo vigor e a diferente sonorização como, “Bohemian Rhapsody”.

Era algo meio parecido com os discos de música clássica de meus pais, misturado com uma guitarra vigorosa, coisas que curtia ouvir em demasia bem garoto.

Não fiquei pegado, não me comoveu, não virei para meu irmão e disse “pusta som, hem?!?!”. Mas observei algo diferente nos caras. Nada como a sensação que tive ao ouvir The Clash (London Calling) ou David Bowie (Heroes) ou Loki do Arnaldo Baptista.

A vida seguiu e o Queen cavou seu espaço na história do rock com competência e profissionalismo ímpares. Quando chegou aos cinemas o tão badalado e incensado “Bohemian Rhapsody”, resolvi tirar a limpo esse hiato histórico de minha formação.

O filme é poderoso, com requintes e detalhes da reconstrução da história da banda e principalmente de seu cantor Freddie Mercury —  ou Farrokh Bulsara (de uma família de migrantes oriundos de Zanzibar, residente em Londres), estudante de arte e com uma auto estima acima do convencional, somados ao apreço de gosto duvidoso pelo dramalhão operístico.

Algo que se confirmou para mim ao longo do filme: a química de um grupo de “nerds universitários” adicionada a um artista de assinatura inconfundível fazem do Queen uma banda de obra singular, beirando o cafona em alguns momentos.

Freddie, um grande performer, com poder vocal indiscutível e um carisma glamouroso e afetado, se somava às qualidades do baterista Roger Taylor (ex-futuro dentista), o talentoso guitarrista Brian May (ex-futuro astrofísico ) e o equilíbrio do baixista John Deacon (ex-futuro engenheiro elétrico) em um amálgama vigoroso.

Como diria Rita Lee, “esse tal de rock and roll” criou e pode fazer fortunas e egos descontrolados. Freddie não foi uma exceção à regra.

Seu talento foi do tamanho de sua ambição e ele virou ídolo também de pessoas oprimidas pelo preconceito e não aceitação da sua sexualidade. O fantasma do HIV começaria a ceifar vidas de maneira cruel e Freddie virou referência de resistência.

O drama estava completo e a peça operística tomava lugar no mundo real: Freddie estava no centro do palco vigoroso e soberano. A Rainha deveria brilhar!

O Live Aid abre e termina o filme de maneira épica. Enquanto outras estrelas e bandas sobem ao palco em tom caridoso e descompromissado, o Queen sobe ao palco com a faca nos dentes, ensaiado e pronto para fazer história. A atuação segura do ator Rami Malek fazem do filme um blockbuster fenomenal.

Mas a minha impressão continua a mesma: o filme é maior que a banda.

Manchester dispensa José Mourinho

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José Mourinho foi despedido do comando técnico do Manchester United e deixa alguns recordes negativos no “Teatro dos Sonhos”. Para além do atual sexto lugar na Premier League, a 19 pontos da liderança, os “red devils” nunca tiveram tão poucos pontos na 17ª jornada. São apenas 26, a pior pontuação de sempre do clube.

A defesa também não tem estado afinada e o United nunca tinha sofrido tantos golos. Os 29 sofridos na temporada 2018/2019 fazem da equipe que Mourinho liderava a pior defesa de sempre no campeonato inglês, segundo dados do “Playmakerstats”.

A Taça da Liga já não poderá ir para o museu do emblema de Manchester: Mourinho foi eliminado pelo Derby County de Frank Lampard nos pênaltis.

Na Liga dos Campeões, o objetivo da passagem aos oitavos de final foi cumprido e agora os “red devils” vão defrontar o PSG, já sob a orientação de novo treinador.

Mourinho estava no Manchester United desde maio de 2016. Em sua primeira temporada com o clube britânico, o treinador português conquistou três títulos: Supercopa da Inglaterra, Copa da Liga Inglesa e Liga Europa.

Apesar disso, o United não começou bem a atual temporada e Mourinho não resistiu. O clube ocupa apenas a sexta posição da tabela de classificação do Campeonato Inglês, com 26 pontos somados em 17 partidas, sendo sete vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Na última rodada, Mourinho viu o Manchester United perder para o Liverpool por 3 a 1.

Ainda de acordo com o clube, o técnico interino será nomeado até o final da temporada atual, enquanto os dirigentes do clube iniciam um “processo de recrutamento” para um novo treinador.

Conmebol sorteia grupos da Libertadores

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A Conmebol sorteou nesta terça-feira em sua sede, na cidade de Luque, no Paraguai, os confrontos das fases preliminares e os grupos da Copa Libertadores de 2019. À primeira vista, os clubes brasileiros que terão mais dificuldades são o Inter, que enfrenta River Plate e Alianza do Peru, podendo ainda ter o São Paulo no mesmo grupo.
O Palmeiras também caiu numa chave difícil, ao lado de San Lorenzo e Junior Barranquilla. O Athletico está na mesma chave de Boca Juniors e Jorge Wilstermann. Flamengo e Cruzeiro terão grupos menos complicados.
GRUPO A
River Plate-ARG

Internacional

Alianza Lima-PER

G4 (Palestino-CHI ou Independiente Medellín-COL x Talleres-ARG ou São Paulo)

GRUPO B
Cruzeiro

Emelec-EQU
Huracán-ARG
Deportivo Lara-VEN
GRUPO C
Olimpia-PAR
Sporting Cristal-PER
Godoy Cruz-ARG
Universidad Concepción-CHI
GRUPO D
Peñarol-URU
Flamengo
LDU-EQU
Bolívia 2
GRUPO E
Nacional-URU
Cerro Porteño-PAR
Zamora-VEN
G1 (Danubio-URU ou Atlético x E3 [Bolívia 4 ou Defensor-URU] ou Barcelona-EQU)
GRUPO F
Palmeiras
San Lorenzo-ARG
Junior Barranquilla-COL
G2 (Melgar-PER ou Universidad de Chile x E1 [Delfín-EQU ou Nacional-PAR] ou Caracas-VEN
GRUPO G
Boca Juniors-ARG

Athletico Paranaense

Jorge Wilstermann-BOL
Tolima-COL
GRUPO H
Grêmio
Universidad Católica-CHI
Rosario Central-ARG
G3 (Bolívia 3 ou Libertad-PAR x E2 [Deportivo La Guaira-VEN ou Real Garcilaso-PER] ou Atlético Nacional-COL)