Archive for janeiro, 2011

Voltaço contrata ex-técnico do Paissandu

O Volta Redonda dispensou Márcio Bittencourt e contratou, na tarde desta segunda-feira, o técnico Dário Lourenço, que treinou o Vasco e o Paissandu. No próprio Volta Redonda, Dário chegou a um vice-campeonato carioca.

Todo mundo arranja emprego, até Dário Lourenço e Giba Jibóia, mas ninguém tem coragem de chamar o Edson Massaranduba Gaúcho. Quanta injustiça. Te dizer…

31 de janeiro de 2011 at 21:48 12 comentários

Tribuna do torcedor

Por Antonio Brito (nikobrito@yahoo.com.br)

Mais uma vez venho até você, para  questionar o comportamento de parte da imprensa esportiva paraense, em relação ao Remo. Após o jogo de 2ª feira (Remo 3 x 0 S. Raimundo) o que se ouviu, e leu foram rasgados elogios ao time mas, bastou um empate fora de casa (Cametá 2 x 2 Remo) para o mundo vir abaixo, creio que existiu um precipitação por parte da imprensa em relação aos dois jogos, calma gente nem tanto ao mar nem tanto a terra, o toque de bola do Remo foi muito prejudicado pelo estado lastimável do gramado(gramado?) que mais parecia um mangal, outro fator foi a complacência do árbitroem relação as jogadas violentas dos jogadores do Cametá. Ocorreu um lance na área do Cametá aos 32 do segundo tempo, que passou despercebido por toda a imprensa e também pelo árbitro e  seus auxiliares; após a cobrança de um escanteio favorável ao Remo, um atacante do Remo é derrubado ná pequena área por um zagueiro do Cametá com uma gravata – não deu para identificar quais os jogadores envolvidos no lance mas, basta ver no video tape e o que fato será comprovado. Você, que se posicionou contra a venda do Baenão na administração passada, me diga agora qual a sua posição após o presidente atual admitir a venda do estádio, fato que o mesmo omitiu na sua campanha.

31 de janeiro de 2011 at 19:42 62 comentários

A frase do dia

“Transmissão de TV não tira público do estádio. O que tira torcedor é time ruim”.

De Ney Messias, secretário estadual de Comunicação.

31 de janeiro de 2011 at 12:30 36 comentários

Velha mídia ignora protestos no mundo árabe

O blogueiro Francisco Bicudo chamou a atenção para um fato curioso nas capas das revistonas desta semana. Nenhuma delas deu manchete para as explosões populares que abalam as ditaduras pró-EUA no mundo árabe. “Quem aguardava análises e relatos de fôlego sobre Tunísia, Egito e afins deu com os burros n’água”.

As capas da Veja, Época e IstoÉ

A Veja, que mais se parece como uma sucursal rastaqüera do império, deu na capa o “bom-mocismo” de Luciano Huck e Angélica. É certo que o ator global foi um dos principais cabos eleitorais do demotucano José Serra e que vem sofrendo inúmeras críticas na sociedade – por crimes ambientais e outros. Mas é evidente que este assunto, tipicamente plantado, não tem maior relevância do que a explosão social no Egito. Já a revista Época, da Editora Globo – que mantém fortes ligações com os EUA desde o sinistro acordo com a Time-Life –, trouxe na capa outro tema momentoso: “O guia essencial dos imóveis”. E a IstoÉ destacou “O novo astro da fé”, sobre o ex-lavrador que comanda a igreja evangélica que mais cresce no país. Apenas a revista CartaCapital, única que faz um jornalismo mais crítico, trouxe na manchete “A convulsão árabe”.

As suspeitas razões editoriais
O que explica a opção editorial destas três revistonas? Não dá para dizer que foi falta de tempo para um trabalho jornalístico mais acurado. Afinal, as explosões de revolta nesta região estratégica já ocorrem há duas semanas – tendo resultado na derrubada do presidente da Tunísia e em mega-protestos no Egito. Não dá para afirmar, também, que o assunto tem pouca relevância. O fim destas ditaduras, fantoches dos EUA e de Israel, pode alterar radicalmente a geopolítica mundial. O possível declínio da hegemonia ianque fortaleceria movimentos de independência nacional e de integração regional. Numa região rica em petróleo e conflagrada, a conquista da democracia resultaria em governos menos submissos aos EUA.

Defesa das ditaduras “pró-ocidente”
O que explica, então, esta comida de bola editorial? No caso da revista Veja, ela não vacila em confessar sua opção. Em matéria nas páginas internas, alerta para o perigo da vitória dos “grupos radicais islâmicos”, num discurso típico do Departamento de Estado dos EUA. Teme o fortalecimento do “eixo do mal”. Na prática, a famiglia Civita prefere as ditaduras árabes “pró-ocidente”, do que as revoltas populares por democracia. No que se refere às outras duas revistas, as razões não foram explicitadas. Há episódios, no entanto, que devem causar calafrios em toda a mídia hegemônica. Na Tunísia, um dos primeiros alvos dos manifestantes foi o prédio da maior emissora privada de televisão do país, que sempre fez o jogo sujo da ditadura local.
Em toda esta onda de protestos no mundo árabe, as redes sociais superaram a velha mídia na mobilização da sociedade. A “revolução do jasmim” na Tunísia já foi apelidada, erroneamente, de revolução da internet. No Egito, o ditador Mubarak ainda tenta se safar censurando a internet e os celulares. Estes e outros fatores talvez expliquem porque as revistonas preferiram minimizar a explosão popular na região.

Já imaginaram se os protestos tivessem acontecido na Venezuela ou em Cuba?

31 de janeiro de 2011 at 12:16 8 comentários

Capa do Bola, edição de segunda-feira, 31

31 de janeiro de 2011 at 11:36 10 comentários

Calvário vascaíno

A diferença entre a letra i e o Vasco é o ponto no i.

Os ônibus não estão mais parando perto do clube: não tem ponto.

A melhor solução para o Vasco é chamar Pedro Álvares Cabral e começar tudo de novo.

Cartão de crédito Vasco da Gama é o melhor do mundo: não vence nunca.

Há uma grande diferença entre o Titanic e Vasco: o Titanic afundou no mar e o Vasco no Rio.

Os dois piores times do mundo são os titulares e os reservas do Vasco.

A situação está tão boa que até o site perdeu ponto – wwwvascocombr.

Se você receber uma multa de trânsito faça uma boa ação: transfira os pontos para o Vasco.

O diretor do filme “Lixo Extraordinário” fará um documentário sobre o Vasco.

É melhor ser manifestante no Egito do que vascaíno no Rio.

31 de janeiro de 2011 at 11:27 15 comentários

Capa do DIÁRIO, edição de segunda-feira, 31

31 de janeiro de 2011 at 11:22 1 comentário

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