Na Argentina, Luciana supera Messi

Para os estrangeiros, a escolha pode surpreender, mas na Argentina ninguém estranhou. Por ampla maioria de votos, a jogadora Luciana Aymar, da seleção argentina feminina de hóquei, superou o astro Lionel Messi na escolha de atleta do ano, feita pelo Círculo de Periodistas Deportivos de Buenos Aires. Modelo e símbolo sexual no país, Luciana integra a equipe nacional, carinhosamente apelidada de “Leonas”.

Quem vai ficar com Ronaldinho Gaúcho?

Por Paulo Vinícius Coelho

A Gazzetta dello Sport desta sexta-feira confirma que o resultado da reunião entre Adriano Galliani, vice-presidente Milan, e Assis, irmão e representante de Ronaldinho Gaúcho, terminou com a conclusão de que o craque brasileiro voltará a atuar em seu país. 
A Gazzetta também diz que, embora os jornais brasileiros publiquem o preço de 8 milhões de euros para fechar o negócio, o desfecho pode ser diferente. Ronaldinho tem contrato até junho e o Milan vai estudar as condições da liberação, de acordo como investimento que cada clube interessado possa fazer.
Segundo o jornal italiano, o Milan já descartou a hípótese de emprestá-lo para um clube europeu. O Paris Saint-Germain, porta de entrada de Ronaldinho na Europa, em 2001, demonstrou interesse, mas dificilmente ficará com o melhor do mundo de 2004 e 2005.
Então, as alternativas, segundo o diário italiano, são pela ordem:
1. Grêmio – Ronaldinho estaria disposto a voltar a sua cidade natal, Porto Alegre.
2. Flamengo – Ronaldinho toparia o desafio de jogar pelo clube de maior torcida do Brasil e com Vanderlei Luxemburgo.
3. Palmeiras – Ronaldinho reencontraria Luiz Felipe Scolari, seu treinador na campanha do título mundial de 2002.
O Grêmio é, portanto, favorito para ter Ronaldinho Gaúcho. Mas o desfecho deve se dar apenas no dia 7, data em que, dizem os italianos, Ronaldinho fará seu último treino em Dubai, pelo Milan.
Ronaldinho fará bem a qualquer clube brasileiro, ainda que hoje não faça diferença no Campeonato Italiano, como demonstram suas seguidas aparições no banco de reservas, mescladas com entradas apagadas na equipe de Massimiliano Allegri.

Adeus a um grande presidente

Até os mais ranhetas críticos do metalúrgico deveriam ouvir com atenção essas palavras. Nenhum presidente brasileiro teve a lucidez de Lula – é fato. Nenhum outro entendeu a pobreza, por vir justamente dos rincões mais pobres. Nenhum outro sabia o que é ver a família com fome, por nunca ter experimentado falta de comida em casa. Nenhum outro sabe da aflição de um pai sem dinheiro diante de um filho doente, simplesmente porque nunca soube o que é ficar liso. Com Lula, o povo do andar de baixo pela primeira vez foi verdadeiramente representado no andar de cima. O Brasil dos doutores abriu uma janela para o Brasil dos pobres. Lula fez essa ponte, abriu os portões para os barrados no baile. Por isso, por vir das mesmas camadas que eu, trabalhando duro como trabalhei, teve sempre meu voto. A ele, meu eterno reconhecimento.