Archive for janeiro, 2014

Galo garante primeira vitória (by Mário Quadros)

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31 de janeiro de 2014 at 19:22 6 comentários

O passado é uma parada…

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Time do Papão campeão paraense de 1984, contando com Nad, Ademilton, Charles Guerreiro, Luizinho das Arábias, Cabinho, Duarte e Paulo Sérgio, dentre outros. (Colaboração do amigo Antonio Rafael) 

31 de janeiro de 2014 at 17:20 12 comentários

Enquanto isso, no país da Copa…

“As empregadas domésticas foram os trabalhadores que mais tiveram aumentos salariais no ano passado. O rendimento médio anual da categoria aumentou 6,2%, mais que o triplo dos 1,8% registrados pelos trabalhadores em geral, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE”.

O Globo

31 de janeiro de 2014 at 16:24 Deixe um comentário

O dia em que os Beatles subiram no telhado

Do Estadão

Um dia histórico para os amantes da boa música, do rock, dos Beatles. Foi no dia 30 de janeiro de 1969 que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr faziam seu último show ao vivo. E escolheram aparecer no telhado do prédio onde ficava a Apple Records, em Londres. Esta última apresentação ao vivo do quarteto, que acabaria um ano depois, fez parte das gravações do filme (e do álbum) Let It Be. No repertório, Get BackDon’t Let Me Down,I’ve Got a FeelingDig a PonyGod Save the Queen e um trecho de I Want You (She’s So Heavy).

Claro que o evento acabou reunindo uma multidão, que se juntou na rua para olhar para cima e ver nada menos que os Beatles. Os rapazes estavam tocando em alto volume, e aí a polícia foi chamada, subiu no telhado e pediu para que o som fosse abaixado. Paul disse, que seria um grande final para aquele concerto se os Beatles tivessem sido presos. Grandes histórias de um grande grupo, vale lembrar no dia em que completa 45 anos dessa emblemática apresentação, que acabou influenciando outros grupos a fazerem algo semelhante, com o U2 em 2009, quese apresentou no edifício da BBC de Londres.

 

31 de janeiro de 2014 at 14:13 2 comentários

Tribuna do torcedor

Por Andréia Nóbrega (andreiassnobrega@hotmail.com)
Amigos do blog,
Com a proximidade do centenario bicolor constatei a nossa gritante superioridade frente ao nosso rival. Vou começar pelos estaduais, apesar do paysandu ser mais novo, temos plena vantagem, somos o maior campeão com 45 títulos. Nos Brasileiros nossa vantagem aumenta ainda mais, na série A são 21 participações do Paysandu contra 14 do remo ( vale observar que a última vez que nosso adversário disputou a elite no longíguo ano de 1994, a vitória ainda valia 2 pontos e o goleiro ainda podia pegar bola recuada, haja tempo rsrs) na serie B nem se fala, somos bi campeões nacionais, pra aumentar essa diferença ainda mais, somos campeão dos campeões, da copa Norte e encantamos o Brasil com nossa brilhante participação na Libertadores.
Clube que está sem divisão desde 2009 e todo ano mendiga participação na serie D querendo comprar vaga dos outros times do seu mesmo nível só pode ser considerado “time nanico” indigno de se fazer a miníma comparação com o maior campeão da amazônia.
Contra fatos não há argumentos, portanto amigos remistas, é muito mais digno vcs aceitarem nossa infinita superioridade do que ficarem pagando mico quando discutem futebol. 
Vou encerrar com a linda crônica do Armando Nogueira. Parabéns, Paysandu!.
 
PAYSANDU, A ALMA PARAENSE
“O Paysandu está pegando um Ita no Norte e desembarca com toda corda no Campeonato Brasileiro. É tricampeão dentro de casa, é campeão do Norte e acaba de ser pra sempre consagrado na Copa dos Campeões. Pra mim, que também sou daquelas bandas, o Paysandu é bem mais que um bom time de futebol. Se o Flamengo é um estado d’alma, o Paysandu é a própria alma paraense. É pimenta de cheiro, é o Círio de Nazaré, é tacacá com tucupi, é Eneida de Morais, tia de Fafá, mãe de Otávio, campeão botafoguense. É palmito de bacaba, é Billy Blanco, é açaí, é Jayme Ovalle, inventor do Azulão, tom profundo do azul-celeste, campeão dos campeões. E sempre será também Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Jane Duboc, canto e contracanto ao violão de Sebastião Tapajós, fluente como o rio que lhe dá o sobrenome.
O Paysandu é feijão de Santarém, é farinha de mandioca, é jambu, é manga-espada, é maniçoba que Raimundo Nogueira servia, declamando Manuel Bandeira:
“Belém do Pará, onde as avenidas se chamam Estradas. 
Terra da castanha
Terra da borracha
Terra de biribá bacuri sapoti
Nortista gostosa 
Eu te quero bem. 
Nunca mais me esquecerei 
Das velas encarnadas, 
Verdes, Azuis, da Doca de Ver-o-Peso 
Nunca mais
E foi pra me consolar mais tarde
Que inventei esta cantiga: Bembelelém, Viva Belém! Nortista Gostosa
Eu te quero bem.”
 
Paysandu, permita-me parafrasear Caymmi, cantando teu troféu de imensa glória: 
“Agora, que vens para cá
Um conselho que mãe sempre dá
Meu filho, jogue direito que é pra Deus te ajudar.”

31 de janeiro de 2014 at 13:49 64 comentários

A origem do tabu de 33 jogos

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A data de 31 de janeiro é histórica para os azulinos. Neste dia, em 1993, o Remo abriu a série invicta de 33 jogos sobre o Paissandu. O time da primeira partida do famoso tabu era o seguinte: Flávio; Marcelo, Belterra, Gilberto Cametá e Vanderley; Agnaldo, Dema e Serrano (Alex); Edson, Leco e Luciano Viana (Celso Reis), sob o comando do técnico Wanderley Carvalho.

31 de janeiro de 2014 at 13:40 26 comentários

Parazão 2014: classificação do turno

TIMES PG J V E D GP GC SG AP
Remo 13 6 4 1 1 12 5 7 72.2
Paissandu 10 6 3 1 2 10 8 2 55.6
Cametá 10 6 3 1 2 6 4 2 55.6
São Francisco 8 6 1 5 0 6 5 1 44.4
Paragominas 7 6 1 4 1 8 8 0 38.9
Independente 7 6 1 4 1 4 5 -1 38.9
Gavião 4 6 0 4 2 4 9 -5 22.2
Santa Cruz 2 6 0 2 4 5 11 -6 11.1

31 de janeiro de 2014 at 11:11 30 comentários

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