Aos 80 anos, o engenheiro mineiro Carlos Fabiano Peixoto de Brito transforma histórias de sustos e livramentos de toda uma vida em livro sobre proteção e destino

Aos 80 anos, o engenheiro mineiro Carlos Fabiano Peixoto de Brito – profissional que construiu uma longa trajetória na engenharia civil, com passagens por empresas como Seitec, MRV e SAS – decidiu transformar episódios marcantes de sua vida em um livro de memórias. Em “Meu Zeloso Guardador”, ele reúne histórias de perigos, coincidências e superações que atribui à proteção de um guardião invisível.
O título remete à conhecida oração ao anjo da guarda, aprendida por muitas crianças no século XX. No caso de Fabiano, a prece ensinada pela mãe, Anacirema Peixoto de Brito, acabou se tornando o fio condutor de uma reflexão sobre acontecimentos que marcaram sua trajetória.
Embora se declare agnóstico, o autor admite que alguns episódios parecem difíceis de explicar apenas pela lógica. No livro, ele narra situações de risco vividas desde a infância – como um quase afogamento no rio Jequitinhonha – até momentos da vida adulta, envolvendo perigos reais em viagens, acidentes evitados por pouco e desafios de saúde, incluindo o enfrentamento de um câncer e problemas cardíacos.
Natural de Salto da Divisa (MG) e formado em 1968 pela Escola de Engenharia da UFMG, Fabiano trabalhou por mais de cinco décadas na área e se aposentou apenas em 2025. A ideia de escrever o livro surgiu a partir de anotações guardadas ao longo da vida, que registravam episódios curiosos e inesperados.

Com leveza e humor, “Meu Zeloso Guardador” mistura lembranças pessoais e reflexões sobre destino, coincidência e proteção – convidando o leitor a pensar se certos acontecimentos são apenas acaso ou sinais de que, em alguns momentos da vida, parece haver algo mais olhando por nós.
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