Decodificando Danilo e os seus escrotos

POR WILSON GOMES, no Facebook

Não, o que Danilo Gentili fez não foi uma bravata, não foi uma piada, não foi um exercício de liberdade de opinião. Foi um ato da mais pura violência, em um padrão de brutalidade raramente visto nessas circunstâncias.

Que circunstâncias são essas? Trata-se de uma celebridade e não de um troglodita de algum grotão. Foi encenado na frente de uma câmera, não foi um flagrante de violência capturado secretamente. Foi gravado e distribuído conscientemente em mídias sociais, não uma dessas brutalidades que são praticadas apenas quando protegidos das luzes e do olhar público. A pessoa a quem se destina a violência e o ato de humilhação é uma parlamentar da República, não uma Maria obscura e indefesa ante o macho ameaçador.

Por que, então, dadas todas essas circunstâncias (visibilidade, publicidade, possibilidade de reação etc.), ainda assim Gentili fez o que fez? Porque se garante? Porque tem certeza de que sairá impune? Sim, certamente, mas principalmente porque:

1) Gentili representa muitos, legiões. Ele se sente representante porque muitos se sentem por ele representados. A alcateia ao seu redor se sente representada no seu desrespeito por mulheres, na sua ojeriza a políticos, na sua afronta ao que chamam de politicamente correto, no seu desprezo por Direitos Humanos, minorias, esquerda.

2) o ritual do desacato, afronta, insubordinação, desprezo, desconsideração, desaforo, ultraje, insulto (para eles, “irreverência”) tem como resposta a admiração e o afeto dos representados. Por esta razão, o ato não poderia ser oculto, discreto, tem que ser exibicionista, ostentatório e, literalmente, obsceno. Ele se destina a alimentar e a satisfazer a alcateia e de reforçar os seus vínculos identitários ao redor do seu macho alfa.

3) a alcateia já não se contenta com pouco. Dizer horrores escatológicos a Maria do Rosário (sempre ela, o alvo feminino preferido dos orcs e trolls), Bolsonaro já o fez. No país da banalização do assédio sexual, do estupro, do feminicídio, haja hipérbole para chamar ainda a atenção dos embrutecidos que agora estão em alta. Seria preciso alcançar um nível muito alto de vulgaridade e sordidez, seria preciso algo realmente muito sujo, sórdido, grosseiro, rebaixado para conseguir mexer com a massa feroz que Gentili representa. “Que tal passar a notificação no pau malcheiroso (o cheiro foi ele mesmo quem tematizou) do macho, em desafio, para mostrar a todos que a ela caberia apenas a submissão humana e sexual ao lobo alfa da nossa alcateia? #Xupa Bolsonaro, a degradação chegou ao nível hard, supera essa, cumpadi!”.

A espiral do embrutecimento neste país vai em grande velocidade, meu amigo.Vai vendo.

Goleiro do Coelho mira duelo contra o líder Papão na sexta

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Fator casa. Esse vem sendo um dos trunfos nesta temporada do goleiro João Ricardo, são 21 jogos com o América Mineiro em 2017, sendo nove em casa. O desempenho é bastante positivo, são três vitórias, cinco empates e apenas uma derrota, totalizando 66,6% de aproveitamento. Além disso, sofreu somente quatro gols nestes confrontos, média de 0,44 por partida.

Ciente da importância dos jogos no Independência, o arqueiro do Coelho valoriza os bons números da equipe em casa. “Dentro do nosso estádio não podemos dar chance para o adversário. O América costuma ser forte em casa, e nesse ano não pode ser diferente. São números bem positivos, que nos motivam para seguir em frente e manter, ou quem sabe até, melhorar o desempenho. Sem dúvidas o fator casa vai ser um grande aliado nesta Série B”, destacou o atleta de 28 anos, que já defendeu o Papão.

Invicto na Série B do Brasileirão, com dois empates e uma vitória, o América-MG volta a jogar em casa nesta sexta-feira (02) contra o Paysandu, líder da competição, que também não perdeu ainda. “É um jogo muito importante, contra um adversário direto, que certamente vai brigar pelo acesso. Eles têm uma equipe de qualidade e bastante perigosa, por isso é preciso concentração ao longo dos 90 minutos. Temos que manter essa pegada dentro de casa, isso será fundamental ao longo do campeonato”, concluiu.

A partida entre América Mineiro e Paysandu acontece às 19h15. (Da AV Assessoria)

Ziggy abre programação de junho com novidades e música alternativa

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Espaço Café Bar para encontros e lanches, happy hour para relaxar e reunir os amigos, soul e black music para dançar e muito rock com música autoral é o que se pode esperar no final de semana do Ziggy Hostel Club.

O mês de junho está só começando, mas o Ziggy inicia com a sua programação cheia de música e happy hour para se divertir. O primeiro dia do mês já chega trazendo desconto no chope e muita música, depois, a noite segue no club com a Soul Train, com os DJs Morcegão e Homero da Cuíca; muito rock na sexta-feira (2), de uma Roquerági com show da banda Aeroplano e mais DJs; e o sábado (3) é de festa Compacto, trazendo show da banda Suzana Flag  e as discotecagens em vinil com os DJs Leo Bitar, Mizinho e Damasound.

A programação do mês já começa com o pé direito no Ziggy, em um happy hour no Café Bar, com desconto no chope e discotecagem do DJ Damasound. Esta será a segunda edição do Happy Hour no Café do Ziggy e ela já traz mudanças: ao entrar, o cliente paga o valor de R$ 10 e recebe 2 chopes de consumação e uma pulseira para entrar no club e participar da Soul Train. O funcionamento do caixa será da seguinte forma: as pessoas farão seus pedidos, pagam antecipadamente e retiraram as fichas para os pedidos no balcão e, assim, consumir tudo até o final do seu funcionamento. O happy hour está programado para acontecer todas as quintas-feiras, começa às 18h e encerra às 20h.

O happy hour termina no Café Bar e a Soul Train começa no club. Nessa quinta-feira (1), a partir das 21h, os DJs Morcegão e DJ Homero da Cuíca tocam o melhor da música funk, soul, hip hop e black music em geral, e não deixam ninguém parado.

O Café Bar do Ziggy está em pleno funcionamento e abre toda semana de quarta a sábado, das 16h às 22h (nas quintas, por conta do happy hour, o Café funciona até 21h). O espaço tem um ambiente aconchegante e conta com músicas agradáveis para o público relaxar, tomar um café e marcar reuniões de trabalho, aproveitar o cardápio de lanches ou até beber uma cerveja e drinks. Neste sábado (3), o Café do Ziggy abre especialmente às 15h para que o público possa assistir a final do campeonato de futebol UEFA Champions League.

A sexta-feira (2) é dia de rock autoral com a banda Aeroplano (foto). O quinteto formado por Eric Alvarenga, Erik Lopes, Bruno Almeida, Felipe Dantas e Diego Fadul, acaba de lançar um novo single chamado “Inverno”, a música, inspirada nos sons da década de 90, antecede o próximo e terceiro disco que será lançado pelo grupo. Se depender do single novo, a Roquerági será de timbres, camadas de guitarra e texturas. Além do show, os DJs Jeft e Tércio fazem a pista rock do club, que abre às 22h.

A Compacto volta em mais uma edição com a pista embalada por discotecagens em vinil, um show e uma homenagem a um compacto. A banda da vez é a Suzana Flag, que depois de uma temporada sem tocar nos palcos de Belém, se apresenta no porão do Ziggy nesse sábado (3). E as discotecagens, especialmente em vinis, ficam por conta dos DJs Mizinho, Leo Bitar e Damasound. A Festa começa às 22h. (Divulgação)

SERVIÇO

Happy Hour do Ziggy

1 de junho, Happy Hour de 18h às 20h

Chopp Brahma: R$ 5

DJ: Damasound

Entrada: 2 chopes como consumação

 

Soul Train

1 de junho

A partir de 21h

DJs: Morcegão e Homero da Cuíca

Ingresso: R$ 10

 

Roquerági

2 de junho, a partir das 22h

Show: Aeroplano

DJs:Jeft e Tércio Souza

Ingresso: R$ 15 até 23h, R$ 20 após.

 

Compacto – Suzana Flag

3 de junho, a partir de 22h

Show: Suzana Flag

DJS: Mizinho, Leo Bitar e Damasound

Ingresso: R$ 15 até 23h, R$ 20 após.

 

Café Bar Ziggy Hostel Club

Funcionamento: quarta a sábado, 16h às 22h.

Entrada gratuita, exceto em dias de happy hour.

 

Ziggy Hostel Club – Trav. Benjamin Constant, 1329, entre Av. Nazaré e Av. Braz de Aguiar

Remo negocia permanência de atacante

O atacante João Victor, cujo contrato com o Remo está findando, terá reunião nesta quinta-feira, às 9h, com a diretoria do clube. O jogador é uma das revelações da base azulina e teve boas atuações quando escalado no Parazão e na Série C. Uma sequência de lesões impediu que brigasse pela titularidade desde o começo da temporada.

Ainda nesta quarta-feira, a diretoria reintegrou o atacante Nano Krieger ao elenco. Ele tem contrato até o final de julho e ficará à disposição do técnico Josué Teixeira para ser aproveitado na Série C.

Clube vê exagero no pedido de punição

Divulgado nesta quarta-feira, o inquérito que apontou o uso de e-mails falsificados pelo Inter no processo do caso Victor Ramos causou preocupação aos torcedores colorados diante da ameaça de exclusão do clube do Campeoanto Brasileiro da Série B. O Inter, no entanto, diz que recebeu o resultado das investigações com tranquilidade e vê exagero no pedido de punição feito pelo auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva, responsável pela investigação.

A investigação conduzida pelo auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) apontou que o Inter não foi o autor da falsificação, mas anexou e-mails adulterados ao processo que buscava a punição do Vitória pela suposta escalação irregular do zagueiro. Na conclusão, ele sugeriu a suspensão do ex-presidente do clube Vitorio Piffero e advogados, além de aplicação do Artigo 61 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê a exclusão do clube de competições oficiais.

Em entrevista ao programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha, o vice-presidente jurídico do Inter, Gustavo Juchem, disse que o relatório do STJD comprovou que o clube não foi o responsável pela adulteração dos documentos. O dirigente elogiou o trabalho de investigação do auditor, mas viu “erros” nos pedidos de punição, entre eles a exclusão do clube de competições oficiais.

– A apuração merece elogios. Já o enquadramento jurídico é questionável e, no meu entender, há uma série de equívocos. Não se justifica o enquadramento e muito menos a punição sugerida. Isso está nas mãos do procurador-geral Felipe Bevilacqua e ele vai decidir pela instauração ou não de processo para julgamento – disse Juchem, antes de ser questionado se temia alguma punição. – Quem não deve, não teme.

O CASO VICTOR RAMOS – Em 1º de dezembro, o Inter apresentou no STJD um documento com 42 páginas pedindo para fazer parte no processo que investigou supostas irregularidades na inscrição do zagueiro Victor Ramos, iniciado pelo Bahia. Na luta contra o rebaixamento, o clube gaúcho pedia que o tribunal reabrisse o caso para punir o clube baiano com a perda de pontos nas partidas em que o zagueiro atuou no Campeonato Brasileiro.

A principal linha sustentada pelo clube gaúcho diz respeito ao não cumprimento das normas do Transfer Matching System (TMS), que regulamenta as transferências internacionais no futebol. O jogador, que pertence ao Monterrey, do México, estava emprestado ao Palmeiras até se transferir ao Vitória, em fevereiro do ano passado. Na visão dos advogados do Inter, essa negociação ocorreu de maneira irregular.

No dia 8 de dezembro, o auditor Glauber Guadelupe, vice-procurador-geral do STJD, arquivou o pedido do Inter. No dia seguinte, a CBF enviou um ofício ao STJD alegando que os documentos usados pelo clube no processo – a troca de e-mails entre o diretor da CBF e o Vitória – foram adulterados. A entidade pediu a impugnação dos documentos pelo tribunal.

E, insatisfeito com a decisão do tribunal, o Inter entrou novamente, no dia 12 de dezembro, com um pedido de reexame do caso Victor Ramos no STJD. Uma semana depois, o procurador-geral do STJD, Felipe Bevilacqua, optou por manter o caso arquivado.

Na última semana, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), comunicou de que a os laudos da perícia comprovaram a alteração nos documentos utilizados. Por sua vez, o presidente do Inter, Marcelo Medeiros, voltou a garantir a autenticidade dos e-mails utilizados. Sem obter sucesso no STJD, o Inter levou o caso à Suíça. Em janeiro desse ano, o clube ingressou com uma ação na Corte Arbitral do Esporte (TAS), com sede em Lousanne, para tentar reabrir o processo. Após a audiência de terça-feira, o julgamento foi suspenso por 48 horas para os árbitros analisarem a competência sobre o assunto. No dia 6 de abril, eles decidiram não levar o processo adiante, e o Caso Victor Ramos está encerrado. (Do GE)

Relatório-bomba: fraude em e-mails pode tirar Internacional do Brasileiro

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O STJD concluiu o inquérito que apurava as suspeitas de falsificação de documentos por parte do Internacional, no caso Victor Ramos. A Comissão que investigou o clube entendeu que dirigentes e advogados usaram e-mails adulterados para tentar provar sua tese. Uma das punições sugeridas pela investigação é a expulsão do clube do Campeonato Brasileiro. O relatório tem sido tratado nos bastidores do Tribunal como uma “bomba”. O inquérito também sugere a suspensão de dirigentes.

Entre as punições possíveis, estão o artigo 61 do Código Disciplinar da FIFA e o 234, da Justiça Desportiva Brasileira. A punição de expulsão está prevista na federação internacional como a mais grave possível para a infração de falsificação de documentos ou seu uso. Há também a possibilidade de o clube não poder contratar jogadores. No melhor dos casos, o clube pode receber apenas multa. A Procuradoria vai analisar o relatório e fazer a denúncia nos próximos dias.

Já o artigo 234 prevê suspensão de 6 meses até 2 anos. Estas seriam algumas das punições sugeridas aos dirigentes e advogados. Entre os apontados como culpados no relatório, estão o ex-presidente Vitório Píffero, e vice-jurídico, Gustavo Juchen. Mas o relatório também pede a condenação de advogados terceirizados do clube.

Durante todo o processo, o Internacional refutou com veemência que tenha adulterado os documentos. O clube também alegou que seus advogados foram impedidos de acompanhar a investigação e chegaram a ter um pedido de violação de prerrogativas avaliado pela OAB do Rio Grande do Sul. Em resposta, o STJD afirmou que o clube era investigado e não poderia ter acesso à íntegra das investigações.

Internamente, o relator do processo, o auditor Mauro Marcelo, tem sido exaltado pela profundidade de sua investigação. Ele teria ouvido diversos depoimentos, colhido provas técnicas, feito perícias. Ao todo, são três volumes de provas contra o Inter, afirmam.

No início do mês, o auditor esteve em Porto Alegre para interrogar Píffero e o vice-jurídico, mas ambos não foram ouvidos por terem outros compromissos. Na ocasião, o membro do STJD postou mensagens sugestivas em sua conta no Twitter, como comentários sobre o tempo nublado em Porto Alegre, com símbolos que faziam alusão à Justiça.

Na imprensa gaúcha, Mauro Marcelo é apontado como “homem de confiança” de Marco Polo Del Nero por ele ter presidido o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo, quando o presidente da CBF era presidente da Federação Paulista. O auditor nega que tenha intimidade ou que sofra influência do dirigente.

A íntegra do documento foi divulgada na manhã desta quarta-feira. O relatório do inquérito será avaliado pela Procuradoria do STJD, que pode concordar ou não com os pedidos da investigação e encaminhar com seu parecer para julgamento final. (Com informações da ESPN)

Leia abaixo a nota oficial do STJD

O Auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva concluiu na manhã desta quarta, dia 31 de maio, o inquérito sobre a falsificação de e-mails juntados pelo Internacional em dois processos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol. De acordo com o relator, o Internacional não foi o responsável pela falsificação, mas fez uso dos documentos adulterados. Em sua conclusão, Mauro Marcelo opina pela denúncia do Internacional, do ex-presidente Vitório Piffero, ex-diretor jurídico Giovani Gazen, dos advogados do clube Felipe Baumann, Daniel Cravo, Rogério Pastl e Diego do Canto e do ex-gerente de Futebol do Vitória, Anderson Barros. Com a conclusão, o relatório será encaminhado para a Procuradoria da Justiça Desportiva.

No dia 7 de dezembro de 2016 o Internacional entrou no STJD do Futebol como terceiro interessado no caso Victor Ramos e reiterou a denúncia contra o Vitória por suposta escalação irregular do jogador. O clube gaúcho juntou como provas novas cópias de seis e-mails trocados entre a Diretoria de Registro e Transferência da CBF e o Vitória em conversa privada onde se discutia acerca da transferência do jogador (nacional ou internacional). Ciente da documentação, a CBF oficiou o STJD informando sobre a adulteração dos correios eletrônicos e com pedido de apuração da falsificação. Diante dos fatos foi aberta uma Notícia de Infração que resultou na instauração do presente inquérito 012/2017.

Aqui, o link do relatório.

“Nenhum político presta!” – guia prático para identificar aecistas

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POR PEDRO GOMES, no Facebook

Os eleitores de Aécio se comportam mais ou menos assim:
1) -“Não sou nem de esquerda, nem de direita, sou pelo Brasil!” – (é de direita).
2) -“Não tenho partido, meu partido é o Brasil!” – (vota no PSDB).
3) -“Quero que a corrupção seja combatida no PT, PSDB ou PQP!” – (quer que a corrupção seja combatida apenas no PT. No perfil pessoal, só tem publicações contra o PT. Contra o PSDB ou PQP, nada).
4) -“Não sou coxinha nem petralha, sou brasileiro!” – (é coxinha).
5) -“Quero meu país livre da corrupção!” – (vota em Alckmin há 15 anos).
6) -“PT gosta de sustentar vagabundo!” – (perdeu a escrava doméstica e tá tendo que lavar os pratos).
7) -“PT dá casa pra vagabundo!” – (é proprietário de várias casas para alugar e estão encalhadas).
8) -“Estou indignado com tanta corrupção!” – (segurou o cartaz ‘Somos milhões de Cunhas’).
9) -“Nenhum político presta!” – (é analfabeto político).
10) -“Tempos bons eram os de FHC!” – (é patrão e não paga direitos trabalhistas nem tira nota fiscal ).
11) -“Não sou de direita, mas tem que tirar essa vagabunda do poder!” – (votou em Aécio e está com o avatar de Bolsonaro na foto do perfil).
12) -“O PT não ensina a pescar e ainda rouba os rios e o anzol!” – (é fã de Lobão, assina a Veja, assiste e ri com Danilo Gentili, e publica ‘pensamentos’ de Arnaldo Jabor).
13) -“Não bato panelas contra partido A ou B, mas contra a corrupção!” – (tem que bater uma panela de pressão na própria cabeça).

(Adaptado por Samantha Costa)