As últimas do Rio

Últimas do futebol carioca, segundo o craque Gilmar Ferreira (do jornal Extra):

1) Apesar de ter conduzido o Vasco de volta à Série A, Dorival Júnior não está confirmado em São Januário para a temporada 2010.

2) Botafogo já decidiu: caindo ou não para a Série B, Estevam Soares não fica. O sonho é Celso Roth. Para o time, a ideia é trazer Dodô e repatriar Maicosuel.

3) Shalke 04 concordou em prorrogar empréstimo de Zé Roberto ao Flamengo por mais um ano.

Morre beque titular da Seleção de 50

palmeiras51_g_20091031

Juvenal é o terceiro da esquerda para a direita. Era titular do Palmeiras de 1951.

Morreu na última sexta-feira o ex-zagueiro Juvenal Amarijo, que era titular da seleção brasileira vice-campeã mundial em 1950, quando o Brasil perdeu a final em pleno Maracanã para o Uruguai por 2 a 1. O ex-jogador tinha 86 anos e estava internado havia 20 dias em um hospital em Camaçari, na Bahia. A causa da morte não foi divulgada.

Juvenal nasceu em Santa Vitória do Palmar (RS) e começou sua carreita no Cruzeiro de Porto Alegra. Depois, defendeu o Palmeiras entre 1951 e 1954, quando conquistou a Copa Rio (em 1951), torneio pelo qual o time do paulista luta para reconhecer como um Campeonato Mundial. Na sequência, ele passou por Bahia e Ypiranga-PE, antes de se aposentar em 1959.

O ex-zagueiro vinha sofrendo com uma série de problemas de saúde, que faziam com que ele mal conseguisse andar. “Ultimamente ele estava fumando muito e bebendo também. Isso prejudicou ainda mais a sua saúde”, contou a viúva Alvanira ao jornal A Tarde. (Do R7)

Rock celebra 25 anos do Hall da Fama

31_MHG_cult_rock_hall

Nova York se estabelece definitivamente como a capital do rock nesta semana. Na sexta à noite, no Madison Square Garden, tocaram juntos inicialmente Metallica, Lou Reed, Ozzy Osbourne e Ray Davies, do Kinks. Depois, outra jam session reuniu no mesmo palco U2, Patti Smith, Bruce Springsteen e Black Eyed Peas, cuja vocalista Fergie chamou o convidado-surpresa: Mick Jagger (foto). Os eventos marcam os festejos pelos 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame. Segundo o site da revista Rolling Stone, os encontros foram “épicos”. Não duvido. (Com informações do Globoonline)

Hamilton sai na pole; Barrichello em 4º

0930449

Lewis Hamilton (na foto) confirmou o favoritismo estabelecido nos treinos livres e garantiu a pole position no GP de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, programado para este domingo. O piloto marcou 1min40s948. Rival de Rubens Barrichello na briga pelo vice-campeonato do Mundial de Pilotos, Sebastian Vettel será o segundo colocado. O brasileiro, por sua vez, sai em quarto, pouco atrás do outro piloto da Red Bull, Mark Webber, terceiro. (Da ESPN)

Como a disputa é pelo segundo lugar no Mundial, não tem erro. Barriquebra na cabeça. 

Tribuna do torcedor

Por Cláudio Santos

Ultimamente, tem se ouvido e lido, insistentemente, que Remo e Paissandu, tem que trabalhar, usando a política de “pés no chão” e, ainda dizem mais, que os mesmos devem contratar jogadores baratos, aqui da terra, por exemplo, uma vez que, segundo o que essas pessoas pensam, o mais importante é vc pagar em dia os salários e sanear o clube. O grande problema, na minha visão, é que essas mesmas pessoas que falam em pés no chão, não conseguem entender que Remo e Paissandu podem sim fazer times baratos, com uma folha salarial de no máximo 150 mil, o que para a dupla Re-Pa seriam folhas salariais muito baixas. Agora, como fazer? Essas pessoas falam, tudo isso, mas não dizem como. Falam que determinado técnico não tem condições de treinar Remo e Paysandu, mas não dizem quais, então, seriam os que teriam condições. Falam que o Cinturão de Aço não serve para comandar o Remo, mas não dizem quem serve. Falam que Remo e Paissandu tem que contratar os jogadores certos (e baratos), para não incorrer nos erros dos anos anteriores, mas não dizem quem seriam as pessoas certas (que entenda de futebol) para fazer tais contratações. Na minha opinião, essas pessoas só querem criticar a ter que dar uma parcela de contribuição, com seus conhecimentos (se é que tem), para o engrandecimento de Remo e Paissandu. Quando vc só pensa em criticar, as vezes fala ou escreve coisas, sem pensar, olha só:
DO BLOG DO GERSON- TRIBUNA DO TORCEDOR – Antônio
“Sobretudo, o Remo precisa buscar se imunizar destes nefastos agenciadores de jogadores e técnicos, ainda que para isso tenha que abdicar do título do campeonato. O mais importante, a curtíssimo prazo, é o Remo conseguir voltar às competições nacionais sem aumentar, além do estritamente necessário, o atual passivo que já se mostra próximo do impagável.
 
– Tudo muito bonito né, agora vejam só: ora, amigos, se o Remo abdicar do título do Paraense, como, em curtíssimo prazo, voltará as competições nacionais, ficando fora da série D, novamente em 2010? Totalmente sem nexo.

DA COLUNA DO GERSON:
“desvantajosa quando envolve equipes do mesmo porte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Ao contrário do Leão paraense, clubes como Goiás, Avaí, Santo André e Barueri têm baixa inserção popular, mas se sobressaem a partir de estruturas profissionais e gestões modernas. No futebol, comportam-se estrategicamente. Jamais contratam por atacado, preferem revelar ou buscar jogadores pouco conhecidos, mas promissores. De custo baixo e retorno garantido.
Os salários (inclusive dos técnicos) são compatíveis com o orçamento anual. Se os jogos não conseguem grandes arrecadações, a receita é garantida pela negociação de atletas com outros clubes do Brasil ou do exterior. Para esses emergentes, futebol é um negócio e, como tal, precisa dar lucro.

– Gerson, esses clubes, a que vc se refere, não tem revelado jogadores pelo menos nos últimos 10 anos e, a menor folha de pagamento dos 4 é do Avaí, que beira os 600 mil, aliás o Barueri contratou sim, por atacado. Yarlei, Fernandão, Marcelinho Carioca, Val Baiano, são alguns jogadores conhecidíssimos no futebol brasileiro, alem de caros. Os técnicos desses clubes, ganham muito bem e, fora da realidade de um clube paraense.

-AINDA DA COLUNA DO GERSON:
Claro que essa fórmula austera enfrenta resistências e sofre pressões quase insuportáveis num clube de massa, mas ao Remo não resta outra saída. Com trabalho sério e transparente, os dirigentes podem driblar esses obstáculos. O primeiro mandamento é não errar nas contratações.

Mas, meu amigo, Gerson, como não errar nas contratações, se quem contrata não entende de futebol?

– O que muita gente não tem coragem de dizer, ou não sabe dizer, digo agora o que penso para Remo e Paissandu fazerem times com pés no chão, com uma folha de 150 mil: contratem primeiramente um bom técnico, na faixa de 60 a 70 mil: Roberval Davino, Edson Gaúcho, Vica, PC Gusmão.., de posse de um bom técnico, este fará com que Mael, Paulo de Tárcio, Dadá, Ednaldo, Heliton, Diego Azevedo, San, Michel, Bernardo, Ademilton, Moisés e outros jogadores baratos, a que vocês se referem, renderem o que se espera de um bom jogador. Esses jogadores tem potenciais, só precisam ser melhores orientados. Agora sim, defendi o falado pés no chão, mas mostrando, na minha opinião, como se faz. Assim não é melhor? Quem contrataria? No Remo, Tonhão ou Jones Tavares; no Paissandu, se tivessem humildade e pensassem mais no clube era só consultar o Tourinho. 

Vamos lá, Papão. Vamos lá, Leão. Contra tudo e contra todos.

“Mala”: Tricolor e Timão trocam farpas

Da ESPN

A confusão da suposta “mala branca” envolvendo o Barueri colocou mais uma polêmica na relação entre São Paulo e Corinthians. Sem citar o nome do rival, o técnico Mano Menezes afirmou que “muita gente” ganhou campeonatos nos últimos anos usando o artifício contestável. Do outro lado, a diretoria do atual tricampeão brasileiro se defendeu das insinuações do comandante alvinegro.

“Temos o time que está mesmo ganhando títulos de expressão nos últimos anos, mas não adotamos essa prática, que vai contra a ética esportiva. Isso é algo que repudiamos. A nossa equipe realmente vence campeonato todo ano, mas mala branca foge do espírito do esporte e tenho certeza de que não é ética”, afirmou o diretor de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, em contato por telefone.

Nesta sexta-feira, ao falar sobre o episódio envolvendo o Barueri, Mano Menezes deu início à polêmica entre os rivais. “Muita gente está fazendo isso sempre nos últimos anos, ganhando campeonatos, e ninguém fala nada. É algo muito velho no futebol”.

No entanto, o dirigente tricolor garante que seu clube não se enquadra no comentário do treinador corintiano. Além disso, Jesus Lopes também ironizou a possibilidade de alguém oferecer um incentivo financeiro aos adversários do São Paulo. Para o dirigente, todo clube já atinge sua motivação máxima simplesmente por ter o clube pela frente.

Remo e Penalty apresentam uniformes

Clube do Remo e Penalty lançam, na próxima quinta-feira, 5, às 19h, na sede social da avenida Nazaré, a nova coleção de uniformes do clube para a temporada 2010. A parceria foi firmada há três meses, mas só agora será apresentado o resultado inicial do acordo. “O futebol faz parte do DNA da Penalty e essa parceria com o Remo nos aproxima da Região Norte do país”, diz Carlos Saraiva, gerente de Relações Esportivas da marca.

A Penalty tem parceria com diversos clubes nacionais e estrangeiros, além de contratos de exclusividade com alguns atletas de renome, como o goleiro Rogério Ceni e o atacante Kleber, ex-Cruzeiro.

 

Imagens preciosas do rock

09303399

Uma nova grande exposição de fotografia em Nova York tem como tema a ideia de que os olhos são tão importantes como os ouvidos para se apreciar e compreender o rock and roll. A extensa mostra “Who Shot Rock & Roll: A Photographic History, 1955 to the Present”, do Brooklyn Museum, foi inaugurada nesta sexta-feira como um estudo sobre os contrastes que permeiam a subcultura do rock como gênero musical.

Cerca de 200 fotografias, vídeos, capas de álbuns e mostras de slides, desde várias imagens de Jimi Hendrix a fotos de Amy Arbus mostrando Madonna andando por uma rua de Manhattan em 1983, apresentam mais de 50 anos de história do rock.

09303400

“Este é apenas o começo da conversa sobre a importância das imagens no rock and roll”, disse o curador Gail Buckland, autor de um livro com o mesmo título da mostra, publicado neste mês pela Knopf. “As imagens são como os enteados de sua história cultural, e eu quero que elas sejam parte do pantheon”, disse Buckland.

Em crônicas de eventos como a primeira capa de álbum de Elvis Presley e o dia do casamento de Amy Winehouse, em 2007, a exposição permanece até janeiro no museu, o segundo maior de Nova York.

Primeiros dias

A seção dos primeiros dias do rock inclui a primeira foto dos Rolling Stones, raramente vista, tirada do lado de fora do Australia Pub, em Londres, em 1963, apenas alguns dias depois de eles terem assinado contrato com um agente. Com uma pose em que tentavam se mostrar “maus e desagradáveis”, pelos padrões atuais os rapazes parecem doces e inofensivos.

Em imagens de performances ao vivo, a história recente da banda é mostrada em uma foto de 1969, do notório concerto no autódromo de Altamont, que resultou na morte de quatro fãs. No mesmo ano, Johnny Cash faz para a câmera um sinal ofensivo com o dedo, durante apresentação na prisão de San Quentin.

Um ponto alto da seção de retratos é um conjunto de tomadas individuais de Richard Avedon, dos Beatles, em 1967. Uma foto de 1960 mostra o quarteto em Hamburgo, quando eles eram cinco, e Ringo não fazia parte do grupo. Mais tarde, John Lennon e Yoko Ono posam alegremente na cama de sua casa para Allan Tannenbaum, em novembro de 1980. Duas semanas depois, Lennon foi assassinado.

Mais de cem fotógrafos estão representados, incluindo Diane Arbus, Annie Leibovitz e Linda McCartney, documentando as vidas e a arte de músicos como Blondie, Iggy Pop, Bob Dylan, Janis Joplin, Grace Jones, Kurt Cobain, Tina Turner, Marianne Faithfull, Patti Smith e Chuck Berry. (Da Folha de S. Paulo)

Botafogo sonha com Dodô, de novo

O Botafogo oficialmente abriu negociações para acertar a volta do atacante Dodô para General Severiano. O jogador, que teve passagens vitoriosas pelo clube, está impossibilitado de atuar até novembro, suspenso por doping, referente ao período em que defendeu o próprio Glorioso, em 2007. Nesta sexta-feira o vice-presidente de futebol do Alvinegro, André Silva, reconheceu que o clube está disposto a acertar o retorno do artilheiro.

Há duas semanas Dodô deu uma entrevista dizendo que tinha perdido a confiança nos dirigentes do Botafogo, mas logicamente se referindo à gestão passada, que estava no clube em 2007, quando aconteceu o episódio do doping, ocorrido na goleada por 4 a 0 sobre o Vasco no primeiro turno do Campeonato Brasileiro do próximo ano. Dodô chegou a ser absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), se transferiu para o Fluminense, mas acabou suspenso por dois anos em julgamento na Corte Arbitral do Esporte (CAS).

Ao saber das declarações de Dodô, o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, pediu a amigos que marcasse um jantar com o atacante, o que aconteceu na última semana. Embora André Silva tenha dito que a negociação ainda não começou, o Glorioso sonha em acertar com o atleta já esse ano para que ele possa treinar no clube, passando parte de sua experiência ao elenco, que luta contra o rebaixamento.

Dodô chegou ao Botafogo pela primeira vez no fim de 2001, e acabou se destacando no Torneio Rio-São Paulo de 2002. O jogador retornou ao clube em 2006, fazendo parte da conquista do título carioca daquele ano. Depois disso o artilheiro se transferiu para o futebol árabe, retornando no início de 2007. (Portal iG Esporte e Gazeta Esportiva)

O meu Botafogo não aprende mesmo. Dodô, que era adorado pela torcida e era tratado como ídolo, abandonou o clube por três vezes.