Rock na madrugada – John Lennon, How Do You Sleep

21 de agosto de 2017 at 23:23 Deixe um comentário

Fenômeno vence ‘Re-Pa das torcidas’ e amplia liderança na Série C

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Com a presença de 19.641 espectadores (18.124 pagantes) no Mangueirão para ver Remo x Botafogo-PB, neste domingo, a torcida remista quebrou seu próprio recorde na competição (15.835 contra o Confiança) e praticamente  dobrou a marca do Fortaleza, que tem o terceiro melhor público da Série C – 10.082 pagantes. De quebra, a massa azulina venceu a disputa do chamado “Re-Pa das torcidas” com a Fiel Bicolor, que proporcionou público de quase 12 mil pagantes na partida contra o Paraná Clube, no sábado à noite. (Foto: MÁRIO QUADROS) 

21 de agosto de 2017 at 11:26 8 comentários

Enquanto isso…

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21 de agosto de 2017 at 11:25 Deixe um comentário

Vitória suada e convincente

POR GERSON NOGUEIRA

A reta final do jogo deu a falsa impressão de um duelo complicado, com possibilidades iguais para cada lado. Na verdade, o Remo foi superior o tempo todo, impôs um ritmo seguro no primeiro tempo, fez seu gol e não permitiu chances ao visitante. Sofreu o empate no início da 2ª etapa, mas teve forças para assegurar a vitória a poucos minutos do fim. Um novo tropeço seria fatal para as pretensões na Série C e um castigo imerecido.

No aspecto geral, foi a melhor apresentação remista na Série C. Pela primeira vez, o Remo se mostrou organizado, acertando passes e exibindo um bom repertório de jogadas a partir da presença de Eduardo Ramos e Flamel, desfazendo a velha cisma de que ambos não poderiam ser escalados desde o início de um jogo.

Com o camisa 10 posicionado junto à linha ofensiva como meia-atacante, Flamel cuidou das articulações no meio, desincumbindo-se bem da tarefa. Mas, para que a dupla funcionasse, os volantes tiveram que se desdobrar, o que resultou em boas atuações de João Paulo e Dudu.

O lado mais forte do Remo era sempre o direito, embora o improvisado Ilaílson não apoiasse com a constância necessária. Apesar disso, Pimentinha causava um furor em cima da marcação do Botafogo, levando sérios perigos a cada arrancada. Logo no começo, deu passe precioso para Ramos, que chutou em cima do goleiro.

A jogada do primeiro gol surgiu aos 25 minutos após lançamento de Martony endereçado a Pimentinha na direita. O atacante passou pela marcação e tocou para Ramos na linha da pequena área. O meia chegou de carrinho, mandando para o fundo das redes do Belo.

Depois do intervalo, o Remo voltou agressivo, insinuante e perdeu duas boas oportunidades, com Ramos e Pimentinha. Depois, num descuido de marcação, uma falta cobrada com rapidez apanhou a defesa azulina em linha. A bola chegou a Dico, que finalizou na saída de Vinícius, aos 6’. O gol desnorteou os azulinos, que entraram em desespero com a iminência de mais um mau resultado em casa.

O atordoamento durou uns 15 minutos, mas, ainda assim, a equipe não desistiu de atacar com consciência, aproveitando as tabelinhas entre Flamel, Pimentinha, Edgar e Ramos. Em alguns momentos, o Remo colocava até seis jogadores junto à área adversária.

Aos 34’, Ramos desviou cruzamento perfeito de Edgar, mas a bola passou à direita do gol. Aos 40’, porém, veio o lance que fez o Mangueirão explodir: Flamel lançou na área, na cabeça de Ramos, que tocou de cima para baixo, marcando o gol da vitória. Foi o coroamento da parceria, provando que a qualidade de ambos pode ser utilíssima ao Remo.

Triunfo justo, que teve como fator crucial a intensidade do jogo executado pelos azulinos. No aspecto individual, Ramos, Flamel, Pimentinha, João Paulo e Martony foram os destaques da apresentação. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

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Dispersivo, Papão mantém jejum em casa

A cábula permanece. O Papão voltou a ter dificuldades para se impor e acabou empatando com o Paraná Clube, no sábado à noite. Como ocorre há algumas rodadas, o time não encontrou inspiração para triunfar dentro de casa. Apesar do esforço, foram infrutíferas as tentativas de chegar ao gol, quase sempre prejudicadas pela afobação no momento de definir.

No primeiro tempo, o Papão praticamente não incomodou o goleiro adversário. Só ameaçou de verdade em chute de Carandina e no disparo de Rodrigo, que desviou na defesa e quase entrou. No segundo período, com Rodrigo Andrade no meio, a equipe partiu para o abafa, mas sem a criatividade necessária para chegar ao gol.

O melhor momento da equipe veio já no final, entre os 40 e os 48 minutos. Foi quando ocorreu o polêmico lance do pênalti, depois de a bola bater no braço de um zagueiro do Paraná.

A demora nas substituições retardou a evolução do Papão na etapa final. Quando passou a ter Rodrigo Andrade e Diogo Oliveira na armação e nas puxadas de ataque, o time teve presença mais incisiva na frente, embora sem oportunidades claras de gol.

Mais fechado e rápido nas saídas, o Paraná tinha como estratégia esperar uma chance de contra-ataque. Quase conseguiu no começo do 2º tempo, obrigando Emerson a duas grandes defesas. No fim das contas, o empate fez justiça ao futebol apresentado. Ninguém mereceu vencer.

Do jeito como o Papão de Marquinhos joga, sem força pelos lados do campo e com um centroavante improdutivo, a ausência de um atacante como Bergson – que não tem medo de arriscar – acaba pesando muito.

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 21)

21 de agosto de 2017 at 10:55 9 comentários

O adeus do Rei da Comédia

JERRY LEWIS as Clayton Poole in BANCANDO A AMA-SECA Rock-a-Bye Baby 1958 (4)

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Jerry Lewis, um dos maiores talentos da comédia no cinema, morreu neste domingo, aos 91 anos. Considerado um gênio pelo meio cinematográfico americano, com vários filmes memoráveis, Lewis começou nos palcos ainda adolescente. Ganhou fama e prestígio a partir da formação da dupla com Dean Martin, que fazia o papel de “escada” para suas gags impagáveis. Era versátil, trabalhando como roteirista, compositor, cantor, diretor e dançarino.

Influenciou gerações de comediantes com seu estilo de palhaço ingênuo. Entre seus principais filmes estão “O Professor Aloprado”, “De Caniço e Samburá”, “Um Palhaço no Batalhão”, “O Rei do Laço” (versão completa, abaixo), “Bancando a Ama-Seca” e “O Rei da Comédia”.

jerry-lewis diretor

Os críticos franceses da Nouvelle Vague consideram Lewis um gênio da comédia e um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos. Nos EUA, era visto como um grande comediante, mas sem o mesmo prestígio. Só a partir dos anos 60, passou a ser respeitado e valorizado como um gênio do humor.

 

21 de agosto de 2017 at 10:53 1 comentário

Bola na Torre – domingo, 20.08

21 de agosto de 2017 at 0:51 Deixe um comentário

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