Só para não cair no esquecimento…

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O timaço da longa lista de denunciados pelos delatores da Odebrecht.

11 de dezembro de 2017 at 13:05 Deixe um comentário

Operação da Polícia e do MP mira dirigentes e chefes de torcida no Rio

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A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especializada do Desporte e Defesa do Torcedor (Gaedest), do Ministério Público do Rio, deflagraram, nesta segunda-feira, a segunda fase da Operação Limpidus, que tem como alvo dirigentes de futebol, funcionários de clubes e integrantes de torcidas organizadas do Rio. Os agentes visam a cumprir nove mandados de prisão de suspeitos de envolvimento num esquema de repasse de ingressos por parte dos clubes para torcidas organizadas — outros cinco envolvidos já estão presos.

Nesta segunda-feira, seis pessoas foram presas: Artur Mahmoud (foto abaixo), assessor de imprensa da presidência do Fluminense; Filipe Dias, gerente de operações de arenas e jogos do tricolor; Alesson Galvão (foto acima), presidente da Raça Rubro-negra; Leandro Schilling, coordenador da Imply, empresa responsável pela confecção de ingressos para jogos do Flamengo; Monique Patrício dos Santos Gomes e Vinícius Carvalho, funcionários da Imply. No início da tarde, Claudio Tavares de Lima, funcionário da tesouraria do Flamengo, foi levado para a Cidade da Polícia. Ele era o responsável por receber o pagamento da torcida organizada e entregar os ingressos dos planos corporativos de sócios-torcedores para os líderes. Todos os presos serão transferidos ainda nesta segunda-feira para a Polinter.

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De acordo com a denúncia, a empresa repassaria ingressos para organizadas. Em nota oficial, a Imply nega a acusação e afirma “que todos os ingressos dos jogos do Clube de Regatas do Flamengo são entregues direta e exclusivamente ao clube e registrados em protocolo. A empresa não compactua e não tolera qualquer ato que comprometa os valores éticos estritamente seguidos desde a sua fundação, há 15 anos”.

A delegada Daniela Terra, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), esteve na casa do policial Edmilson José da Silva, o Tubarão, chefe de segurança do Vasco. Ele é considerado foragido. Outro alvo dos agentes é Rodrigo Granja dos Santos, o Batata, também funcionário cruz-maltino.

— Existem regras estabelecidas pelo Ministério Público e pelo Estatuto do Torcedor. A partir do momento em que um clube de futebol, que tem como objetivo impedir atos de violência,simplemente não liga para isso e continua fornecendo ingressos para torcidas banidas, ele está sim fomentando a briga no futebol, os atos de violência. Assim, a gente nunca vai conseguir ter paz — afirmou Daniela. — As pessoas que estão ali para torcer não são facções criminosas. Mas as que dirigem essas torcidas e não cumprem com as regras são sim, na minha opinião, considerados como se fossem uma facção criminosa. É um esquema muito grande. (De O Globo) 

11 de dezembro de 2017 at 13:01 Deixe um comentário

Favoritas do blog

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Vi pela primeira vez Bérénice Marlohe em ação no papel de uma sedutora bondgirl em “Skyfall” (2011), 23º filme da série 007. Sua escalação para o filme estrelado por Daniel Craig como James Bond surpreendeu inicialmente, mas sua atuação confirmou o acerto da escolha.

Depois, ela apareceu ainda mais provocante no filme “Encontro Marcado”, de 2015. A história começa quando o escritor iniciante Brian (Anton Yelchin) conhece casualmente Arielle (personagem de Bérénice), que é a esposa de um diplomata francês. A partir de um breve encontro de rua, eles se sentem atraídos e se tornam amantes.

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Mesmo com diversos problemas a enfrentar, como o fato de Arielle ser casada e mãe de dois filhos e Brian pertencer a uma família conservadora, eles se apaixonam profundamente. O filme é romântico e tem um final previsível, mas vale pela visão sempre majestosa da bela Bérénice a passear majestosamente pela tela.

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Filha de um médico e de uma professora, Bérénice Lim Marlohe é francesa, tem 37 anos e participação em vários filmes e séries, além de trabalhar eventualmente como modelo. Consolida-se como uma das mais bonitas atrizes de sua geração.

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11 de dezembro de 2017 at 12:42 Deixe um comentário

Haverá seis golpes até 2019, mas há um antídoto

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POR GUSTAVO ANTONIO GALVÃO DOS SANTOS

Já está mais do que evidente, para quem entende minimamente de comportamento eleitoral, que será impossível acharem algum candidato que possa vencer Lula em 2018.

Aliás, para poder impedir que Lula em 2019 vença no 1º turno, eles vão ter que colocar como candidatos todas as celebridades disponíveis: dois juízes pavões, um apresentador de TV, dois “gestores”, um santo, dois esquerdistas refinados, dois esquerdistas bravos, uma fada da floresta, um messias armamentista, um banqueiro ministro, um verde, um bando de pastores mui santos etc.

Será um zoológico de candidatos como nas eleições de 1989. Na prática, todos contra a vitória do Lula no primeiro turno. Com muito esforço, muito dinheiro, muitos belos discursos e muitas mentiras, talvez consigam juntos impedir que Lula vença no primeiro turno. É o máximo que podem conseguir.
Eles sabem disso.

O golpe não foi dado para devolver o governo para o escolhido do povo e, assim, correr o risco de perder as “conquistas” que Temer ofereceu aos ‘donos do poder’. Por isso darão todos os golpes possíveis para impedir que Lula volte a ser presidente.

Haverá assim, pelo menos, mais 6 tentativas de golpe.

A primeira, todo mundo já sabe, será a condenação do Lula no TRF4, onde julga o compadre do Moro.

Enquanto isso, tentarão dar o segundo golpe, o do parlamentarismo ou “semipresidencialismo”.

O terceiro seria o que o genial Wilson Ferreira do blog Cinegnose chama de bomba semiótica. No caso, seria uma operação de sabotagem planejada teatralmente com a grande imprensa para ser divulgada de forma espetacular.

Algo que possa chocar a Nação tipo um assassinato ou uma queda de avião. Isso pode ser contra inimigos ou aliados em potencial de Lula. Se for contra um inimigo seria algo que pudesse depois ser atribuído a Lula ou a algum apoiador. Se for contra um aliado pode ser algo que elimine uma base de sustentação fundamental a Lula e derrube a confiança de seus apoiadores. Esse alvo espetacular pode estar no Congresso, no judiciário, nas Forças Armadas ou ser alguém que tenha importância eleitoral. Pré-candidatos, juízes ou militares tendem a ser os alvos mais óbvios.

A quarta tentativa de golpe será a fraude eleitoral. O sistema de voto eletrônico brasileiro já convive com fraudes há muito tempo e nada pode ser feito contra elas porque o sistema é inauditável. Na prática, é possível escolher quem será eleito, sem nenhum vestígio legalmente comprovável de fraude. Além disso, quem vai investigar e julgar os acusados de fraude é o mesmo órgão que define todas as regras, administra todas as urnas, seus algoritmos e toda logística da eleição, Ou seja, quem podem fazer a fraude é quem vai julgá-la. E não é preciso pesquisar muito para saber de que lado esse órgão está. A fraude eleitoral em Honduras foi só mais teste antes de ser usado no Brasil.

A quinta tentativa de golpe será militar. Um golpe militar está sendo preparado no Brasil pelo menos desde 2013. Para isso adestraram uma parte da população para apoiar entusiasticamente tanto um golpe militar quanto qualquer tipo de saída através da violência. O fanatismo em torno da candidatura de Bolsonaro, adulado como “O Mito” por seus seguidores, é só uma evidência mais óbvia.

A sexta tentativa ocorrerá depois da reeleição de Lula em 2018. Será uma reedição do ‘Grande Cerco contra Dilma’ após a eleição de 2014. ‘O Grande Cerco contra Dilma’ já é uma figura clássica de golpe, quando se utiliza todas as armas simultaneamente contra um chefe de governo.

A sexta tentativa de golpe é a combinação das cinco acima citadas. Elas serão redirecionadas, no caso de não serem bem sucedidas, para ao menos produzir um Congresso e uma mídia mais hostil, um judiciário e um ministério público mais persecutórios e um clima de ódio, divisionismo e conflito civil ainda maior.

A sexta tentativa de golpe é a união de todas as armas golpistas articuladas para tentar colher pequenos recuos cumulativos por parte do futuro Presidente Lula a partir de 2019. Uma vez reeleito, à medida que Lula for cedendo espaços e recursos de poder, perderá a credibilidade frente aos apoiadores e capacidade de reação. Ao mesmo tempo, os recuos farão os inimigos se recuperarem dos desgastes do governo Temer e das derrotas em múltiplas tentativas de golpe.

É a única forma de impedirem que Lula reorganize seu novo governo a tempo de obter resultados, consolidando novamente uma fortaleza inexpugnável de popularidade. Se os inimigos de Lula puderem colher recuos, vacilações e quebras de promessas como colheram de Dilma em 2015, poderão novamente acumular recursos de poder e credibilidade junto ao povo para um golpe definitivo.

Todas essas tentativas de golpe acontecerão. É tão inevitável quanto uma picada em quem confia em escorpião. Os inimigos da vontade popular estão obcecados e tem à disposição todos os recursos necessários para promover esses golpes com, aparentemente, um mínimo custo ou risco.

Mas acredito que todos esses golpes fracassarão. Lula até agora teve muita sorte. Algo nos diz que essa sorte não acabará enquanto ele estiver defendendo as causas básicas do povo.

Todavia, sem um dispositivo amplo de defesa, cada golpe poderá causar grandes feridas e sofrimento. E não convém só contar com a sorte.

O antídoto aos golpes, um dispositivo amplo de defesa e reação contra esses golpes vai muito além de campanhas eleitorais. É preciso fortalecer vínculos sólidos com um conjunto de aliados mais amplo. Aliados que possam reagir contra cada uma das tentativas de golpe citadas, mas que sejam realmente leais, mesmo após as eleições.

Uma lealdade real só pode ser conquistada com a comunhão de ideais, caminhos, projetos e utopias. Hoje o PT ainda está oferecendo muito pouco nesse sentido. Está se baseando quase que apenas na recuperação das conquistas de seus governos.

Isso é insuficiente para conquistar partes importantes dos empresários produtivos, da classe média, do funcionalismo público, das forças armadas, da intelectualidade, dos outros partidos e políticos de esquerda, dos sindicatos, movimentos sociais recalcitrantes e dos jovens.

Todos esses setores se sentem parcialmente descontentes, não contemplados ou pouco entusiasmados com o simples retorno ao que foi o governo Lula. Promessas específicas a cada um desses setores tendem a ter um impacto pequeno porque carecem de credibilidade. Além disso, podem gerar contradições e objeções mútuas entre esses grupos ou, ainda, com outros grupos de aliados fiéis ou potenciais de Lula.

O antídoto a todos esses golpes é conseguir um discurso unificado que garanta aliados fiéis em todos os grupos citados acima e que, não por acaso, são base de apoio fundamental em todos os tipos de golpe.

Esse discurso precisa se alimentar de um arcabouço e uma narrativa que sintetize e unifique o interesse de todos esses grupos e ao mesmo tempo seja já conhecida, compreensível e crível.

Essa narrativa existe e é compatível com as propostas e história do Lula. É o nacional-desenvolvimentismo de Vargas, de Juscelino, de Jango, de Brizola e de parte dos militares nacionalistas. O nacional-desenvolvimentismo propõe altas taxas de crescimento, investimento pesado em tecnologia e infraestrutura, além de Estado e Funcionalismo Fortes. Essas políticas favorecem os setores mais receosos em relação a Lula.

Se Lula abraçar com credibilidade esse discurso, terá em mãos o antídoto que eliminará boa parte do isolamento e da indiferença em relação a ele nos grupos que podem desmontar os golpes vindouros antes que causem grandes danos. Essa credibilidade precisa ser conquistada por meio da atração de aliados leais que sejam historicamente ligados ao discurso e aos interesses beneficiados pelo nacional-desenvolvimentismo. Caso contrário, será visto como um discurso meramente eleitoreiro.

Se nenhum desses golpes der certo – como os planos do Cebolinha para roubar o coelhinho da Mônica – Lula tomará posse em 2019 e fará seu melhor governo até 2022, quando o Brasil terá muito que comemorar no bicentenário de nossa independência!

Gustavo Antônio Galvão dos Santos – Doutor em economia

11 de dezembro de 2017 at 12:42 1 comentário

Suplício de uma saudade

POR GERSON NOGUEIRA

A nostalgia costuma flechar corações sensíveis. Quarenta anos acompanhando futebol geram, inevitavelmente, algumas convicções e servem para abarrotar a alma de lembranças, cuja avaliação vai mudando ao sabor do tempo. Alguém ladino já disse que nossa memória é seletiva e costuma pregar peças. Isso vale para livros, comidas, filmes, amizades, músicas e futebol, não necessariamente nessa ordem.

Por vezes, revisitar certas coisas que nos encantaram ao longo da infância e adolescência revela-se frustrante. Descobrimos que o gosto daquele doce ou comida não é exatamente como nos acostumamos a acreditar que fosse. Alguns filmes decepcionam quando revistos em outro contexto de nossas vidas. O mesmo efeito pode ser sentido em relação a livros e músicas.

A respeito dessas reminiscências, o caderno Bola deste domingo destacou em manchete de capa os “Heróis da resistência”, campinhos suburbanos que resistem ao tempo afetivo de nossas lembranças. Alguns ainda conseguem sobreviver, como o simpático areião do São Joaquim, na Marambaia.

O mesmo ocorre com o estadinho Martiniano Almeida, na Sacramenta, heroicamente salvo da febre imobiliária por um abaixo-assinado que juntou assinaturas de mais de cinco mil moradores do bairro. No Jurunas, havia o campinho do Oratório, palco de duelos encarniçados do mundo peladeiro.

Nem tudo era divino, pacífico e maravilhoso nesses espaços. Havia confusão, baderna e nem sempre o ambiente permitia o surgimento de bons jogadores. Mas, de maneira geral, representavam um desafogo para a garotada que não dispunha de locais apropriados para bater uma bolinha. Com isso, acabavam cumprindo importante função social.

Lá pelos idos de 1970 e até meados dos anos 80, Belém contabilizava mais de cem campinhos de pelada, divididos democraticamente pelos diversos bairros, verdadeiros centros de formação de futuros boleiros profissionais.

Chaminha, Evandro, Zeca, Elias Flor da Rocha, Nilson Diabo, Edson Cimento, Jáster, Reginaldo, Marinho, Waltinho, Humberto, Leônidas, Amaral e Almeida Cambalhota são alguns dos nomes que pontificaram na chamada várzea, antes de serem descobertos pelos grandes da capital.

Clubes simpáticos do subúrbio como Sacramenta, Tiradentes, Sporting, Liberato de Castro, Santa Rosa e Sacramenta, que disputavam o Campeonato Paraense, socorriam-se desse manancial in natura. Jogadores surgidos nas peladas e que conseguiam jogar em nível profissional, às vezes ganhando oportunidades no trio de grandes clubes da capital.

À época, o certame estadual não tinha a presença dos clubes interioranos, permitindo a participação dos chamados nanicos dos bairros de Belém. Pois bem, os campinhos foram sumindo e com eles foi-se a oportunidade para a garotada da periferia, com fome de bola e apetite para fintas.

Não por acaso, o futebol do Pará passou a ter uma estiagem de revelações. Dá para contar nos dedos a safra de boleiros revelados dos anos 90 em diante. Ganso, Pikachu, Roni, Leandro Carvalho, Cicinho e alguns poucos. Nada contra a era das arenas, mas a saudade dos campinhos traz também a quase certeza de que éramos felizes e não sabíamos.

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As jovens tardes de domingo que já não temos

Leitores atentos têm escrito à coluna observando o tom saudosista da coluna nos últimos dias. Admito brisas de banzo explícito em alguns escritos, talvez saudades do que já vivi e a desconfiança de que nada será como antes, como na velha canção de Milton e Lô Borges.

Dezembro apenas começa e já não temos futebol para apreciar, como naquelas velhas tardes de domingo.

Que o futuro nos compense de alguma maneira.

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Final Brasil x Alemanha, se ocorrer, será replay de 2002

A coluna pisou na bola ao cravar Brasil x Alemanha como palpite de final inédita para a Copa 2018. Na verdade, ocorreu em 2002, na Copa asiática, com triunfo da Seleção dirigida por Felipão e estrelada por Ronaldo e Rivaldo. Que os 27 fiéis leitores me perdoem essa canelada.

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Direto do blog

“Parabéns pra Diretoria do Papão! Vou comprar as duas camisas a ‘Valentia’ e a ‘Raça’. Todo bicolor que for ver essa postagem do Gerson vai querer comprar as duas. Realmente fazer referência à Copa do Mundo e às seleções da Argentina e Uruguai, que são nossas adversárias e não inimigas, foi uma sacada de mestre se considerarmos que a camisa da Argentina realmente sempre foi muito bonita e o nome do nosso clube tem origem no Uruguai azul celeste. Anotem aí: vai ser recorde de venda! E vai garantir o faturamento do clube. Que sacada de mestre, mesmo. Que a Diretoria não cometa erros na contratação de meias e centroavantes, para que em maio a camisa na versão da Seleção Brasileira seja um sucesso de vendas”.

Peixoto, baluarte do blog campeão e um alviceleste orgulhoso da nova linha de uniformes do Papão. 

(Coluna publicada no Bola desta segunda-feira, 11) 

11 de dezembro de 2017 at 1:22 3 comentários

Rock na madrugada – The Byrds, I’ll Feel A Whole Lot Better

11 de dezembro de 2017 at 1:16 Deixe um comentário

Capa do Bola – segunda-feira, 11

bol_seg_111217_01.ps

11 de dezembro de 2017 at 1:14 1 comentário

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