Rock na madrugada – Tom Petty & Heartbreakers, American Girl

25 de julho de 2017 at 0:58 Deixe um comentário

Aos trancos e barrancos, Remo passa pelo ASA

25 de julho de 2017 at 0:56 Deixe um comentário

Remo x ASA – comentários on-line

Campeonato Brasileiro da Série C 2017

Remo x ASA – estádio Mangueirão, 21h

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Na Rádio Clube, Valmir Rodrigues narra, Rui Guimarães comenta. Reportagens – Paulo Caxiado, Paulo S. Pinto, Mauro Borges e Carlos Estácio. Banco de Informações – Fábio Scerni

24 de julho de 2017 at 22:13 31 comentários

Diretora da seleção espanhola morou dois anos em hotel de luxo

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A diretora da seleção espanhola de futebol, María José Claramunt (os jogadores a chamam de A Chefa) não precisava sair à rua para ir ao cabeleireiro. As cabeleireiras iam até ela. E não em sua casa, mas a seu escritório na Federação Espanhola e, em alguns fins de semana, se houvesse algum evento, ao quarto do luxuoso hotel madrilenho cinco estrelas no qual morou por mais de dois anos. Quem a conhece garante que tinha um estilo de vida espetacular.

As revelações contra Claramunt vieram à tona depois do escândalo que abala o futebol espanhol e que levou à prisão Angel María Villar, presidente da Federação Espanhola de Futebol há 29 anos e vice-presidente da FIFA. Também foi preso seu filho Gorka, dono de uma empresa que trabalhou para várias federações sul-americanas.

Claramunt nega ao EL PAÍS que tenha levado uma vida de luxo. Destaca que “apenas uma vez” foram arrumar seu cabelo na Federação e que foi a Federação que lhe ofereceu o hotel cinco estrelas sem que ela tivesse pedido, e que durante esse tempo não recebeu nenhum pagamento. “Me sentia feliz na Federação”, afirma. Garante que tinha dinheiro de uma alta indenização que recebeu depois de deixar seu trabalho anterior no Valencia. E afirma que alguns inimigos propalam falsamente sua suposta opulência para prejudicar sua imagem.

Fontes consultadas afirmam que em cenas em restaurantes de luxo que ela pagava, alardeava sua boa relação com a maioria dos jogadores: “Me liga el capi [em alusão a Iker Casillas, um dos seus xodós entre os jogadores] e me disse: ‘Chefa, tenho que encontrá-la para…”. “Queria reforçar que ela era a chefe”, acrescentam essas fontes.

Alguns de seus amigos e conhecidos revelam que não dissimulava seu poder econômico. E que em mais de uma ocasião expressou seu receio porque parte do dinheiro que recebia, além do salário, era dado “em dinheiro, na mão”. “Dava a sensação de que sua preocupação, mais do que pela quantidade de dinheiro que recebia, era como justificar à Fazenda”, afirmam. Claramunt nega ter cobrado em cash: “É mentira, jamais disse isso”. Não eram bônus em si o que recebia, diz, e esclarece que nas competições da seleção entregava a todo o corpo técnico as chamadas “bolsas de viagem”, que incluíam retribuições econômicas. Diz que durante anos trabalhou como autônoma para a Federação e que só teve um contrato com ela “há dois anos e meio”, pelo qual recebe “250.000 euros brutos por ano [mais de 900.000 reais]”.

A Guarda Civil espanhola lacrou na semana passada a sede da Federação de Futebol e levou documentos de vários escritórios, entre eles o de Claramunt, filha de um famoso jogador espanhol dos anos 1970. A Chefa (ou a boss, como a chamava Iker Casillas) deixou o suntuoso quarto do hotel cinco estrelas no coração de Madri (com preços atuais por duas noites de hospedagem que ultrapassam os 1.000 euros, cerca de 3.600 reais) há pouco mais de dois anos. Quem a conhece destaca suas paixões (“por Casillas, por Piqué…”) e suas fobias (“quando não ia com a cara de um jogador, implicava com ele”). A esposa de Xabi Alonso não gostava dela, nem ele. “Comprava de tudo e nos melhores lugares”, afirmam pessoas que a conheceram de perto. “Não tinha onde guardar tantos sapatos e bolsas, da Louis Vuitton, da Gucci, da Fendi, Chanel, Prada, Christian Dior…”.

Claramunt declara que trabalha há 20 anos sem férias, que não tem filhos nem propriedades (exceto, esclarece, um apartamento de 80 metros quadrados que comprou recentemente na praia de sua cidade natal). E nega a questão das bolsas. “Há cinco anos não compro uma bolsa. O dinheiro que tenho vem do meu trabalho e do que cobrei do Valência, com o qual ajudei minha família e até meus pais quando tiveram um baque econômico. E faria tudo de novo”.

Contam em seu entorno que ela mesma se gabava dos presentes que recebia dos patrocinadores. Ela distribuiu muitos ingressos para as partidas da Seleção Espanhola, em sua recente e gloriosa época. Presenteando-os, buscou cumplicidade com pessoas de alto poder aquisitivo, “que inclusive foram levadas em avião particular a algumas partidas”. Pelo menos é o que ela conta. As fontes acrescentam que ficavam surpresas quando Claramunt descrevia o gasto em viagens e hotéis pagos pela Federação a familiares de jogadores e ao corpo técnico: esposas, pais, sobrinhos, irmãs, amigos… Ela mesma convidou às vezes sua mãe, seu pai, sua irmã. Era a chefa. (Do El País)

24 de julho de 2017 at 10:27 Deixe um comentário

Maravilhas de Tucanópolis

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24 de julho de 2017 at 10:24 Deixe um comentário

Meritíssima mutreta

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Quando você pensa que já viu tudo  em matéria de privilégios para a casta judicial, sempre aparece uma mutreta nova para suas Excelências “se darem bem”, com menos trabalho e mais dinheiro.

Folha revela hoje, com dados estatísticos, que suas majestades – digo, magistrados – data vênia, “picam as férias no calendário para terem mais dias gozados e menos contabilizados, gerando um saldo que vão receber em dinheiro.

No gráfico aí de cima você vê a concentração de pedidos de férias de 5, 12 e 19 dias de duração.

Não é por acaso: emendando os finais de semana, são férias corridas de 9, 16 e 23 dias.

Mesmo as menores, nove dias, dão para fazer uma bela viagem, como aquela que o ex-presidente do Tribunal – hoje secretário de Geraldo Alckmin-  Jose Renato Nalini, considerava necessárias para comprar ternos em Miami.

Como os meritíssimos têm duas férias anuais, picando assim, em tese, ele poderia tirar até 12 férias de 5 dias que, na prática, representariam 108 dias (12 x 9 dias corridos). Somando o recesso de final de ano (oficial, de 20 de dezembro a 6 de janeiro, inclusive) dá 125 dias, mais de quatro meses de férias. Sem contar, claro, os dias de licença prêmio – 90 a cada 5 anos, ou 18 por ano.

Mas claro que nem todos os que apelam para o “picadinho” querem isso tudo de férias, até porque são certamente homens e mulheres cônscios de seus deveres com a sociedade, que lhes paga salários e penduricalhos à farta.

Então, o que fazem eles? Simples, “vendem” os dias não gozados das férias formais, facilmente supríveis com a fórmula “meio picadinho, meio recesso”.

Só no ano passado, segundo a Folha, foram R$ 148 milhões  pagos pelo Tribunal em indenizações por férias não tiradas. Como são aproximadamente 2.500 juízes e desembargadores, dá uma média de R$ 60 mil “extras”, que ajudam suas excelência a enfrentar a vida dura que, segundo o Dr. Nalini, os deixa em depressão.

Quem sabe não seja o mínimo que possamos fazer para esta camada de gente ética, cheia de moralismos na boca e dinheiro no bolso?

Enquanto isso, a turma da “eficiência” acaba com a CLT, este entrave ao progresso do Brasil, não é? (Por FERNANDO BRITO, no Tijolaço)

24 de julho de 2017 at 10:23 1 comentário

A sentença eterna

“Toda arte é local antes de ser regional, mas, se prestar, será contemporânea e universal”.

Ariano Suassuna

24 de julho de 2017 at 1:40 1 comentário

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