A sentença eterna

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19 de setembro de 2017 at 0:58 Deixe um comentário

CSA abre vantagem e fica perto do acesso à Série B

19 de setembro de 2017 at 0:46 1 comentário

O passado é uma parada

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Jogadores do Botafogo comemoram a conquista da Copa Conmebol de 1993, após vitória sobre o Peñarol na final, no Maracanã.

19 de setembro de 2017 at 0:08 Deixe um comentário

Rock na madrugada – Franz Ferdinand, Matinee

19 de setembro de 2017 at 0:05 Deixe um comentário

Após polêmica do gol de Jô, CBF adota árbitro de vídeo no Brasileirão

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A CBF comunica que o Árbitro de Vídeo (AV) vai ser adotado já na próxima rodada do Brasileirão neste fim de semana. A decisão partiu do presidente Marco Polo Del Nero, após a enorme repercussão do gol de braço de Jô na vitória do Corinthians contra o Vasco no domingo (17/9). Coincidência ou não, a providência foi tomada na mesma tarde em que Del Nero se reuniu com Eurico Miranda, presidente do Vasco, na sede da CBF. Outra decisão importante da entidade: não punir o colegiado da arbitragem que validou o gol de Jô no jogo no Itaquerão.

De acordo com bastidores da CBF, Del Nero se sentiu incomodado com a pressão e repercussão negativa do polêmico gol do Corinthians. Cartola teme ser acusado de bancar um Brasileirão contaminado por lances ilícitos, neste caso a favor do clube paulista. Daí a urgência em recorrer ao Árbitro de Vídeo, uma tentativa de atenuar os erros crassos da arbitragem na maioria dos jogos da principal competição do País, lugar-comum nesta edição de 2017 do Campeonato Brasileiro.

Pesaram, e muito, as “ponderações” de Eurico Miranda, indignado com a derrota do Vasco em cima do erro da arbitragem ao validar o gol de Jô. Os outros 19 clubes participantes do Brasileirão, segundo informações não oficiais, não foram consultados a respeito da implantação do AV em regime de urgência.

Diante de uma possível retaliação dos clubes, alegando que o uso do AV no meio do campeonato fere o regulamento, a CBF se resguarda com uma autorização da Fifa liberando o Árbitro de Vídeo para para a edição do Brasileirão 2017.

Chama atenção que a CBF havia adiado o uso do Árbitro de Vídeo apenas para o Brasileirão 2018, sob argumento do alto custo dos equipamentos e logística para implantar a tecnologia ainda na atual temporada.

Veja a nota da CBF divulgada nesta tarde no site oficial da entidade:

“A Comissão de Arbitragem da CBF projetava o uso do Árbitro de Vídeo (AV) nas rodadas finais do Brasileirão 2017. Ao longo deste ano, representantes da entidade e árbitros brasileiros participaram de treinamentos teóricos e práticos sobre o tema, incluindo a capacitação que vem sendo realizada desde a semana passada na sede da Conmebol, em Assunção, no Paraguai.”

“Entretanto, em função da incidência de erros recentes que poderiam ser evitados com a utilização da tecnologia, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, reuniu a equipe, nesta segunda-feira (18), e determinou que o Árbitro de Vídeo seja aplicado o quanto antes nas partidas do Brasileirão – Série A”.

“O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Marcos Marinho, está trabalhando para acertar os detalhes e viabilizar o AV o mais rápido possível.”

Nesta terça-feira, o coronel Marinho vai comandar uma reunião na CBF para definir detalhes da implantação do sistema. A ideia é adotar já na 25.ª rodada no próximo fim de semana. Mas pode ser adiada se a CBF não conseguir instruir os árbitros sobre os procedimentos do AV.

Do quadro de árbitros da CBF, três deles – Wilton Sampaio, Sandro Meira Ricci e Anderson Daronco – estavam em Assunção, Paraguai, em treinamentos do AV na Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que se estende de 14 a 22 de setembro. Os três foram chamados às pressas para retornar ao Brasil e participar dos preparativos da implantação do AV no Brasileirão.

Conmebol já adiantou que vai usar a tecnologia do AV nos jogos das semifinais da atual Copa Libertadores. (Do Chuteira F.C.)

19 de setembro de 2017 at 0:00 3 comentários

STF concede liminar e clubes não podem ser rebaixados por dívidas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ontem liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5450 para suspender dispositivos do Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03) que condicionavam a participação de times em campeonatos à comprovação de regularidade fiscal e trabalhista. As normas questionadas foram introduzidas no Estatuto pela Lei 13.155/2015, que criou o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

O Profut estabeleceu que os clubes deveriam apresentar Certidão Negativa de Débitos Federais, regularidade de contribuição ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), regularidade nos pagamentos de obrigações trabalhistas e nos contratos de imagem dos atletas sob pena de serem rebaixados. Com a decisão do STF, esta imposição está suspensa. A liminar será submetida a referendo do Plenário.

A ADI foi proposta pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e pelo Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas.

Para Alexandre de Moraes, não há razoabilidade em se impor critérios de âmbito exclusivamente fiscal ou trabalhista a fim de garantir a habilitação em campeonatos esportivos. E isso independentemente de qualquer adesão dos clubes e entidades ao regime do Profut, como ficou configurado na alteração promovida no Estatuto do Torcedor. Também entendeu sem razão a previsão legislativa de rebaixamento de divisão às agremiações que não cumprirem tais requisitos, os quais não apresentam nenhuma relação com o desempenho esportivo da entidade.

18 de setembro de 2017 at 23:45 1 comentário

Tribuna do torcedor

POR MANOEL BARROS NETO 

Tudo na vida é planejado? Nem sempre, mas, em uma empresa ou clube de futebol se o planejamento não funcionar, o prejuízo será grande. O Clube do Remo, dono de enorme e apaixonada torcida, nos últimos anos sofre com a incompetência e a falta de planejamento de seus dirigentes. Impondo suas vontades e vaidades acima dos interesses do clube. 

Tivemos um começo de anos 90 muito bom, com cinco títulos seguidos na administração do sr. Raimundo Ribeiro. Parecia que o clube estava às mil maravilhas. Engano. Foi uma administração desastrosa. No final, Ribeiro só deixou dívidas e o clube rebaixado. 

Em 2005, tivemos a sorte de ser campeões da Série C com o presidente Raphael Levy trazendo uma visão diferente de administração, mas seu projeto não foi em frente, sendo vencido pelo retrocesso, apesar do título brasileiro.

Eis que volta à cena o sr. Raimundo Ribeiro, com o discurso de colocar o clube na primeira divisão do futebol brasileiro. Apoiado pelos puxa-sacos, e com o objetivo de entrar para a vida política às custas do clube, deu com os burros n’água.

Com planejamento zero, dilapidou o patrimônio do Remo vendendo a sede campestre de Benfica sob o pretexto de pagar as dívidas. Entramos em uma rota de rebaixamentos, dívidas e mais dívidas, sem calendário chegamos ao fundo do poço, mas a apaixonada torcida não se deixou abater e cada vez mais apaixonada consegue reerguer o clube com o acesso à Série C.

Mas sem antes ver verdadeiros despreparados (aventureiros), como Amaro Klautau e Zeca Pirão, fazerem loucuras e mais loucuras, um querendo vender o estádio e o outro demolindo parte dele. Uns verdadeiros loucos, na minha opinião, querendo aparecer no clube com intuito político. Não deu certo, só ficaram as dívidas. Isso sem falar em Sergio Cabeça e Pedro Minowa, verdadeiros desastres administrativos.

Quando penso que vai melhorar com a administração do sr. André Cavalcante, que, se não era das melhores, tinha pés no chão e tentando outras alternativas de receita – como o Nação Azul, por exemplo. Não teve sucesso no futebol, mas estava tentando planejar o clube com novas ideias, mas isso mexe com os egos das velhas raposas .

Eis que surge das cinzas o “marechal da vitória”, sr. Manoel Ribeiro, com suas ideias ultrapassadas. No mundo do futebol de hoje não se aceita mais esse pensamento de que o futebol só vive de bilheterias.

Sem falar nas contratações de jogadores sem critérios, na base do favor de empresários, que enfiam goela abaixo os seus refugos que aqui se chamam de “reforços”. Jogadores que ninguém ouve falar, reservas dos reservas em clubes sem a menor expressão ou com meses sem jogar, encontram aqui mercado para enganar os pseudos dirigentes dos nossos clubes.

E depois ainda falam mal do Remo e do Pará, jogando o clube na justiça. Quem paga a conta é o clube ou a própria torcida. Já passou da hora de se planejar o clube a longo prazo com foco na valorização da base e dos jogadores locais, discurso de todo começo de ano.

Isso tem quer ser a regra: colocar as cartas na mesa expondo para a torcida a condição do clube no momento e sustentar essa política, pois o Campeonato Paraense tem que ser o laboratório para isso, não entrando na loucura desenfreada de contratações sem critérios diante do primeiro insucesso.

É bom lembrar que temos o maior tesouro que um clube pode ter, que é a paixão da  sua torcida.

18 de setembro de 2017 at 22:32 2 comentários

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