Santa proteção, Batman!

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22 de março de 2017 at 17:31 Deixe um comentário

Dewson comanda o Re-Pa

Em sorteio realizado na tarde desta quarta-feira, na FPF, Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA) foi escolhido para apitar o clássico Re-Pa de domingo, 26.

22 de março de 2017 at 17:15 4 comentários

A frase do dia

“Calma, Excelência. Vazamentos não são exclusividade de ninguém”.

Juca Kfouri, cirúrgico, ao comentar a detenção do blogueiro Eduardo Guimarães, por ordem do juiz de Maringá. 

22 de março de 2017 at 17:03 Deixe um comentário

O juiz que sequestrou um jornalista

POR FELIPE PENNA (*)

“Tenho Pena dele” é o nome da página no facebook que minha mulher fez pra mim.

No começo, não achei a ideia boa. Argumentei que não ficaria bem perante a minha comunidade, mas acabei cedendo às pressões do amor midiático da Karlinha, esposa amada e zelosa.

Como sabem, sou juiz da Liga de Futebol de Várzea do meu bairro. Quando me visto de preto, todos me respeitam a abaixam a cabeça. Apito com força e conhecimento. Sou formado pela Soccer Judge Association, em Harvard, capital intelectual do esporte.

No campo, minhas decisões são rápidas. Não hesito em distribuir cartões vermelhos. Já mandei muita gente pro chuveiro mais cedo. Em alguns casos, deixo o jogador trancado no vestiário por meses até que ele entregue o técnico que o instruiu a entrar de carrinho no adversário. Aí expulso o técnico, o massagista e até o porteiro do clube. Sou o justiceiro da liga.

Os torcedores me amam. Quer dizer, a quase totalidade me ama. Os de amarelo amam um pouco mais. Tiram até selfies comigo quando vou a restaurantes, shows e homenagens. Mas, no ano passado, tivemos um pequeno problema de comunicação e minha dileta consorte pediu vênia para fazer a tal página no livro dos rostos.

“Será um desagravo a você” – dizia, com uma admiração karnal, ultrapassando a metafísica e querendo me defender de um episódio controverso.

Ela se referia ao fato de eu ter divulgado gravações de conversas com os jogadores durante uma partida. Na época, vazei tudo para a imprensa, mesmo sabendo que era ilegal. O importante era garantir a transparência do jogo através do grampo no meu apito. Mas o pessoal da federação não gostou e puxou a minha orelha. Quer saber? Obrei pra eles.

O problema mesmo é que ficaram irritadinhos porque chamei o capitão do time adversário pra uma conversa coercitiva com meus lindos e poderosos bandeirinhas. Nada demais, só uma vasculhada nas gavetas e duas ou três invasões de domicílio pra causar um AVC nos familiares.

E ainda fui obrigado a adiar a conversa porque um jornalista cretino vazou a operação. Quem ele pensa que é? Só quem vaza informação nesse jogo sou eu, meu querido. “Vai se arrepender” – pensei, e aguardei um ano pra dar o troco. Um ano de paciência, mas a hora do sujeito finalmente chegou.

Hoje, meti uma coercitiva nele. O meliante do microfone foi arrancado de casa pelos meus bandeirinhas musculosos (comandados por um hipster todo trabalhado no fascismo) e conduzido para a sede da federação dos juízes. E ainda levei computadores, celular, tablet e aquela parafernália eletrônica do blog. Se ele conseguir sair do cativeiro, vai ficar um bom tempo sem trabalhar.

Os colegas do cara nem reclamaram. São todos meus amigos e vivem das informações que vazo pra eles. Se não fosse por mim, não teriam notícias. Acha que alguém é louco de me peitar nesse bairro?

O futebol é meu esporte.

Sou o dono da bola e faço as regras aqui na várzea.

Os poucos que não se enquadram enfrentam a fúria de Karla, minha esposa, minha protetora e minha blogueira.

Entrem na página que ela fez pra mim no facebook.

Hoje, deixei um vídeo pra vocês. Amanhã, mostrarei as algemas do cativeiro e as fotos do sequestrado para aumentar o número de views.

Eu sei, eu sei: quando um juiz se preocupa com a popularidade, não faz justiça, faz política.

Mas quem se importa?

Isso é apenas futebol.

De bairro.

E de várzea.

Tenho pena de mim.

  • Felipe Pena é jornalista, escritor e psicanalista. Doutor em literatura pela PUC-Rio, com pós-doutorado pela Sorbonne III, foi visiting scholar da NYU e comentarista da GloboNews. É autor de 15 livros, entre eles o ensaio “No jornalismo não há fibrose”, finalista do prêmio Jabuti.

22 de março de 2017 at 17:00 Deixe um comentário

Recife festeja classificação e volta ao time titular do Papão

Um dos jogadores mais experientes do elenco do Papão, Augusto Recife está com motivos de sobra para comemorar. Após se lesionar na estreia da temporada contra o Castanhal, o volante retornou à equipe no encerramento da primeira fase da Copa Verde, quando o time comandado por Marcelo Chamusca venceu o Galvez por 2×0.

Ao entrar em campo, aos 15 minutos da etapa final, Augusto Recife completava sua partida de número 150 com a camisa bicolor. “É uma marca muito significativa. Estou na minha quarta temporada consecutiva defendo essa camisa que aprendi a respeitar e admirar. Tenho um carinho muito grande por todos do clube e pelos torcedores que sempre me trataram muito bem. Só posso agradecer a confiança da diretoria e dizer aos torcedores que seguiremos lutando para levar o Papão à conquistar os seus objetivos”, revelou.

Na noite desta terça-feira (21), pelo Campeonato Paraense, o volante foi titular na goleada de 3×0 sobre o São Francisco. Com o resultado, o Paysandu conquistou a classificação para às semifinais do estadual com duas rodadas de antecedência. “Fizemos um jogo consistente do início ao fim. Mesmo com alguns titulares poupados pela comissão técnica, sabíamos que esse resultado nos daria uma tranquilidade maior para a sequência da competição”, analisou.

No próximo domingo (26), às 16h, o Paysandu receberá o Remo no Mangueirão. Com vários Re-Pa no currículo, Augusto Recife reforça a importância de vencer um clássico. “É um jogo especial e sem favorito. Ela mexe com os torcedores e a gente percebe que o clima na cidade fica diferente . O clássico Re-Pa é sempre um espetáculo a parte e espero que os torcedores possam assistir a partida com tranquilidade e que o Paysandu saia vitorioso após os noventa minutos”, finalizou. (Da AV Assessoria) 

22 de março de 2017 at 16:33 Deixe um comentário

Papão exige antidoping e mudança de vestiário e banco de reservas

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A diretoria do Paissandu enviou ofício à Federação Paraense de Futebol (FPF), na última terça-feira (21), para solicitar a realização de exame antidoping no clássico do próximo domingo, válido pela 9ª rodada do Campeonato Paraense.

Outra providência diz respeito à exigência do Papão para, como mandante, ocupar vestiário e banco de reservas que ficam do lado B do estádio Jornalista Edgar Proença, espaços que normalmente são utilizados pelo Remo.

Para formular o pedido, os dirigentes alvicelestes se amparam no artigo 28 do Regulamento Geral das Competições, que diz o seguinte: “O clube que tiver o mando de campo, em estádios neutros, terá prioridade na escolha do vestiário a ser utilizado”.

Após a vitória em Santarém, ontem, a delegação retornou a Belém e o técnico Marcelo Chamusca deve definir até amanhã a escalação para o clássico, embora só deva divulgar momentos antes da partida. (Com informações da Rádio Clube)

22 de março de 2017 at 15:54 19 comentários

Capa do Bola – Quarta-feira, 22

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22 de março de 2017 at 15:42 Deixe um comentário

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