Archive for dezembro, 2015

Que venha 2016!

A data é mais uma convenção do que um fato concreto. É uma marca no calendário, mas é um necessário pretexto para fazermos um balanço de nossas vidas, ajustarmos nossos eixos, acertarmos as horas do relógio. Este é o espírito da mudança de ano, que pode determinar a chegada de uma era ou simplesmente significar a busca por novos horizontes.

Seja o que for, é importante que estejamos preparados para encarar um 2016 cercado de tanta expectativa e que pode descortinar uma vida melhor para todos. Era com essa fé incontida que nossos bisavós, avós e pais vivenciavam (ou vivenciam) com emoção a data. Façamos o mesmo.

Feliz Ano Bom a todos os amigos internautas, baluartes do blog e seus familiares.

Que a Força esteja com vocês!

31 de dezembro de 2015 at 19:49 13 comentários

Enquete elege Maia o maior presidente do Papão

Chegou ao fim mais uma enquete vitoriosa do blog campeão. Desta vez, a pergunta era: “Quem foi o maior presidente da história do Papão?”. O vencedor foi Alberto Maia, que teve 58.22%  (761 votos). Em segundo lugar, Vandick Lima, com 22.04%  (288). O terceiro colocado é Rui Salles, com 10.25%  (134). Em quarto, Artur Tourinho, com 5.74%  (75). Asdrúbal Bentes e Giorgio Falângola empataram no quinto lugar, com 1.15%  (15) cada. Em sétimo, Miguel Pinho recebeu 0.99%  (13). Por último, Luís Omar Pinheiro, com 0.46%  (6). 
No total, votaram 1.307 internautas.
É preciso lembrar que a votação não permite votos repetidos. Isto dá um peso expressivo à pesquisa, embora sem fundamentação científica.
A próxima enquete vai ar nesta sexta-feira, 01 de janeiro de 2016.

31 de dezembro de 2015 at 15:00 19 comentários

Mancini é o novo reforço do Papão

O meia Mancini, de 35 anos, que defendeu o América-MG em 2015, deve ser o grande reforço a ser anunciado pelo Paissandu nos próximos dias. Com boas passagens pelo Atlético-MG e pelo futebol italiano (Roma), Mancini deve ser o “candidato a ídolo” que os dirigentes pretendem dar à torcida alviceleste em 2016. Alessandro Faiolhe Amantino, mais conhecido como Mancini, atua como meia-atacante, ala ou armador. Disputou a Série B pelo América, mas não teve sequência devido a lesões.

A diretoria do Papão não se pronunciou e só irá divulgar oficialmente as contratações no dia 4.

31 de dezembro de 2015 at 12:56 17 comentários

Crise se aprofunda e milhões protestam nas praias

Rio de Janeiro, praia de Ipanema, dia 27 de dezembro, às 9h55. (foto de Guttenbergh Martins)

31 de dezembro de 2015 at 11:15 11 comentários

Aplaudir a virtude alheia e vaiar os tropeços domésticos é um hábito de colonizado, não de sofisticação

POR PABLO VILLAÇA, via Facebook

O brasileiro no exterior é um ser em constante estado de admiração pelo prosaico. Um engarrafamento ganha o charme de ocorrer em pistas de direções opostas às nossas; o frio que enrijece as mãos é europeu, não vindo do vento das montanhas mineiras; a grosseria do atendente é divertida por ser em francês.

Apreciamos a pontualidade dos trens britânicos e invejamos sua organização – e nos esquecemos de que não possuem nosso calor humano ou algo como a Baía de Guanabara, o encontro do Rio Negro e do Solimões ou o pôr-do-sol visto do Mercado Modelo. Babamos diante de seus ídolos pop e esquecemos de nossos Hermetos, de nossas Cássias e de nossos Emicidas. (Mas não nos culpemos: até Seu Jorge se esqueceu de nossos Seus Jorges.)

Não se trata, claro, de ser ufanista ou de fechar os olhos para nossos desalinhos, mas apenas de reconhecer o óbvio: todos os países possuem seus charmes e seus problemas. Aplaudir a virtude alheia e vaiar os tropeços domésticos é um hábito de colonizado, não de sofisticação. O verdadeiro “cidadão do mundo” é aquele que, por muito viajar, percebe que somos todos os mesmos.

Em quinze dias fora do Brasil, por exemplo, fiquei preso no avião em Gotemburgo quando alguém se esqueceu de solicitar os ônibus que deveriam buscar os passageiros na pista; vi metade da frota de ônibus parada em greve em Londres; fui destratado gratuitamente por diversos funcionários de marcos turísticos franceses e vi pedintes mendigando sob o frio nos três países. Li manchetes sobre um escândalo de nove milhões de libras (36 milhões de reais) envolvendo o prefeito londrino, escutei guias turísticos apontando obras que deveriam ter ficado prontas paras as Olimpíadas de 2012 e que permanecem inacabadas e ouvi relatos de corrupção em toda a Europa.

E, a cada experiência destas, podia imaginar inúmeros “só no Brasil” ditos com um tom de autodesprezo por quem mal pisou além de nossas fronteiras.

Pois o fato é que não há um “só no Brasil” – para o bem ou para o mal. Há apenas humanos tentando fazer seu melhor e cometendo atrocidades indizíveis movidas por ganância e fome de poder em todos os cantos do planeta.

Ou melhor: há, sim, um “só no Brasil”. É só aqui que você e eu vivemos e construímos nossas trajetórias.

Então, o mais inteligente a fazer é aprender a perceber que somos lindos e feios como todo o resto. Mas também aprender a amar o fato de sermos brasileiros. Com tudo o que isso significa.

O que nos falta é enxergar que nosso prosaico também pode ser belo

31 de dezembro de 2015 at 10:56 4 comentários

O maior inovador na história da imprensa: como Joseph Pulitzer criou a mídia moderna

POR PAULO NOGUEIRA, no DCM

Ao longo da história, qual foi o jornalista mais inovador?

Uma resposta boa para essa pergunta é Joseph Pulitzer, alemão de origem que fez história nos Estados Unidos no final do século 19 com seu jornal World.

Foi Pulitzer quem rompeu com a tradição de publicar as notícias na ordem cronológica. Ele estabeleceu a hierarquia no noticiário. Estava inventada a manchete, assim, bem como a primeira página. Era um jornalista brilhante, ambicioso, e inevitavelmente acabou tendo seu próprio jornal. Sua lógica como empreendedor no jornalismo era irretocável: “Circulação significa anúncio, anúncio significa dinheiro, dinheiro significa independência.”

Essa independência não era estendida para os jornalistas que trabalhavam para ele. Pulitzer disse a um deles: “Acima de tudo, você é pago para veicular minhas idéias, meus anseios, meu julgamento.” Se aquele funcionário fosse talentoso como ele próprio, Pulitzer lembrou, já teria “seu próprio jornal”. Nunca um barão da imprensa foi tão claro, como Pulitzer, em relação a quem manda na redação.

Sua visão de jornalismo é ainda hoje perfeita. “Para se tornar influente, um jornal tem que ter convicções, tem que algumas vezes corajosamente ir contra a opinião do público do qual ele depende”, afirmou.

Era um idealista, um liberal, um homem quase de esquerda. “Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma do jornal reside em sua coragem, em sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua ansiedade em servir à sociedade”, escreveu.

Tinha uma frase que me me tem sido particularmente cara na carreira: “Jornalista não tem amigo.”  Como a “Deusa Cega da Justiça”, afirmava Pulitzer, ele ficava ao largo das inevitáveis influências que amizades com poderosos trazem. “O World, por isso, é absolutamente imparcial e independente.”

Era um intelectual, um leitor voraz. Certa vez reconverteu Shakespeare do alemão  para o inglês apenas para ver a qualidade da tradução alemã. Lia Platão e Aristóteles em grego. Quando problemas nos olhos o deixaram cego, empregou secretárias para que lessem para ele.  Tinha um prazer particular em ouvir histórias eróticas em alemão.

Seu catálogo de inovações inclui a fundação de uma escola de jornalismo na Universidade de Colúmbia, na qual o principal ensinamento deveria ser “ética”, e a criação de um prêmio jornalístico que se tornaria o mais importante do mundo, e que hoje conserva vivo o sobrenome do seu mentor.

Não bastasse tudo, Pulitzer inventou indiretamente ainda o formato dos tablóides. Pouco antes de 1900, ele contratou um jovem jornalista que vinha sacudindo a imprensa inglesa  para cuidar de uma única edição: a da virada do século. Foi dado ao inglês, Alfred Harmsworth, poder total nessa edição. Ele decidiu reduzir o formato do jornal para algo mais aproximado de um livro. Surgia o tablóide.  (Harmsworth faria posteriormente história no jornalismo inglês.)

Ele só não conseguiu uma coisa: ser feliz.  Foi essêncialmente um gênio atormentado. Epicuro escreveu que felicidade é saúde, é ausência de dor – e a cegueira foi apenas um dos males de Pulitzer. Não suportava barulho em seus últimos anos. Nos hotéis em que ficava, nenhum quarto no andar do seu era ocupado para a obtenção de silêncio.

Jamais chegou “perto da felicidade”, segundo o relato de seu filho Joseph. Se você quer aprender a viver, esqueça Pulitzer. Mas se quer aprender jornalismo estude-o com profundidade.

31 de dezembro de 2015 at 10:51 Deixe um comentário

Rock na madrugada – Cássia Eller, 1º de Julho

30 de dezembro de 2015 at 23:47 Deixe um comentário

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