Graças ao corte de cabelo, Neymar é o jogador da Copa mais citado no Twitter

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Com o término da primeira rodada de jogos do Mundial na Rússia, o Twitter realizou um levantamento para identificar quais os jogadores da #Copa2018 foram mais mencionados na plataforma globalmente durante os seis primeiros dias do torneio. O brasileiro Neymar lidera a lista, seguido pelo português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o também brasileiro Philippe Coutinho. O levantamento considera Tweets publicados em todo o mundo desde a última quinta-feira (14), data da primeira partida da #Copa2018.

Confira abaixo a lista dos 10 jogadores da #Copa2018 mais mencionados no Twitter globalmente até o momento:

1 – Neymar #BRA

2 – Cristiano Ronaldo #POR

3 – Messi #ARG

4 – Philippe Coutinho #BRA

5 – Antoine Griezmann #FRA

6 – Harry Kane #ENG

7 – James Rodriguez #COL

8 – Paul Pogba #FRA

9 – Romelu Lukaku #BEL

10 – Mohamed Salah #EGY

Nos EUA, filhos de imigrantes ilegais são separados da família e enviados para abrigos

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A apresentadora Rachel Maddow, da MSNBC, chorou ontem ao noticiar as medidas do presidente Donald Trump quanto aos filhos dos imigrantes ilegais que são separados das famílias e enviados a centros de detenção.

“A AP acabou de encaminhar uma notícia urgente”, disse ao vivo a âncora do canal norte-americano MSNBC, Rachel Maddow. “Isso é inacreditável… a administração de Trump tem enviado bebês e crianças jovens…”, continua a jornalista até que, emocionada, interrompe a fala. “Para pelo menos três abrigos…”, Rachel tenta continuar a leitura. “Coloquem as imagens disso”, pede para a produção. “Acho que vou ter que parar por aqui”, desabafa. As imagens viralizaram nas redes sociais.

A história que Rachel Maddow tentou, sem sucesso, contar é o resultado de uma investigação da Associated Press (AP) que demonstrou que o governo Trump tem enviado bebês e crianças pequenas para “abrigos”, após serem forçadamente separadas dos pais. “Médicos e advogados que visitaram os locais o descreveram como ‘salas de jogos’ nas quais crianças em idade de pré-escola estão em crise”, noticiou a AP. “O governo planeja, ainda, construir um quarto abrigo para que centenas de crianças sejam colocadas”, afirma o texto.

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Após o ocorrido, a jornalista escreveu em seu perfil:

A administração de Trump está enviando bebês e crianças pequenas, que foram forçadamente separadas dos pais, para, pelo menos, três “abrigos de tenra idade” no sul do Texas. Médicos e advogados que visitaram os locais o descreveram como ‘salas de jogos’ nas quais crianças em idade de pré-escola estão crise. Décadas após o sistema nacional de bem estar infantil ter acabado com orfanatos por preocupação com o psicológico de crianças, o poder público está inaugurando instituições para manter crianças da América Central que foram separadas dos pais. “Pensar que eles colocarão crianças tão pequenas nessas instituições. É difícil para até pensar nisso”, disse Kay Bellor, vice presidente de programas sociais no Lutheran Immigration and Refugee Service. “Bebês estão sendo detidos”.

Top 50 das canções mais longas do rock

Os editores e leitores da revista Rolling Stone elegeram em 2007 as 50 melhores músicas do rock com mais de sete minutos de duração. Entre os listados, pesos pesados como BeatlesBlack Sabbath, Rolling Stones, Bob Dylan, Led Zeppelin e Pink Floyd. A lista é típica das escolhas da Rolling Stone pinçando curiosidades do rock, gênero que nem sempre seguiu a cartilha das execuções em rádio, cuja grade musical exigia músicas de no máximo três minutos de duração.

A lista, apesar de conter algumas abóboras pelo meio, prova que o rock sempre foi capaz de produzir grandes e interessantes obras, independentemente do tempo de duração.

In Memory of Elizabeth Reed – The Allman Brothers Band
Bela Lugosi’s Dead – Bauhaus
B-Boy Bouillabaisse – The Beastie Boys
Hey Jude – The Beatles
War Pigs/Luke’s Wall – Black Sabbath
Tender – Blur
Bel Air – Can
Pictures of You – The Cure
Station to Station – David Bowie
Layla – Derek & the Dominoes
The End – The Doors
Sad-Eyed Lady of the Lowlands – Bob Dylan
Maggot Brain – Funkadelic
The Message – Grandmaster Flash
Jesus of Suburbia – Green Day
Estranged – Guns N’ Roses
Isn’t It a Pity? – George Harrison
In-A-Gadda-Da-Vida – Iron Butterfly
Three Days – Jane’s Addiction
Scenes from an Italian Restaurant – Billy Joel
Funeral for a Friend – Elton John
In the Court of the Crimson King – King Crimson
All My Friends – LCD Soundsystem
When the Levee Breaks – Led Zeppelin
Free Bird – Lynyrd Skynyrd
Autobahn – Kraftwerk
One – Metallica
Chloe Dancer/Crown of Thorns – Mother Love Bone
Oh, Comely – Neutral Milk Hotel
Blue Monday – New Order
We’re In This Together – Nine Inch Nails

Champagne Supernova – Oasis
Sheep – Pink Floyd
Purple Rain – Prince
Can’t You Hear Me Knockin’ – The Rolling Stones
Svefn-g-englar – Sigur Ros
The Sprawl – Sonic Youth
Jungleland – Bruce Springsteen
I Am the Resurrection – Stone Roses
Frankie Teardrop – Suicide
Marquee Moon – Television
What Goes Around Comes Around – Justin Timberlake

Heroin – Velvet Underground
Only in Dreams – Weezer
Ball & Biscuit – The White Stripes
Won’t Get Fooled Again – The Who
Spiders (Kidsmoke) – Wilco
Starship Trooper – Yes

Cortez the Killer – Neil Young
Willie the Pimp – Frank Zappa

Leia a matéria original com links para arquivos de som de algumas das músicas

Método de escolha de professores é o segredo do celebrado sistema de ensino canadense

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Em algumas províncias do Canadá, como Ontário, os professores são contratados em função daquilo que o colégio precisa. Não há concursos públicos, são os diretores de escola que determinam quantos docentes são necessários a cada ano e para quais disciplinas. O candidato deve dar uma aula diante de um comitê de especialistas e ser aprovado numa entrevista pessoal. Se escolhido, é contratado e vira funcionário público. Durante os dois primeiros anos, o diretor do colégio revisará seu trabalho e, se estiver dentro dos padrões, voltará a enfrentar esse controle a cada cinco anos. Aos 54 anos de idade, esse professor poderá se aposentar, e sua pensão será uma das mais altas do corpo de funcionários de Ontário, 48.000 dólares canadenses por ano (136.200 reais). O salário médio de um professor nessa província, cuja capital é Toronto, é de 80.000 dólares por ano (227.000 reais).

O cenário descrito resume uma das principais diferenças com relação à Espanha: o método de seleção do magistério. O Canadá se encontra entre os 10 países do mundo em melhor posição no relatório PISA, um estudo elaborado pela OCDE em diferentes países para medir o rendimento dos alunos em matemática, ciência e interpretação de texto. Em 2015, o Brasil ficou em 63º. lugar, num total de 70 nações avaliadas.

Em Ontário, onde 94% dos alunos estão matriculados em escolas públicas, quando os alunos completam 14 anos podem escolher as disciplinas que mais lhes interessam e criar sua própria ementa. Além disso, podem escolher entre três níveis de dificuldade para cada uma dessas matérias: acadêmico (que lhes permite passar à Universidade), applied level (que conduz ao chamado college) ou locally developed (pensado para uma rápida incorporação ao mercado de trabalho). A educação obrigatória vai até os 16 anos.

Nosso sistema não é academicista; não se baseia em memorizar conteúdos de livros de texto, e sim na aplicação prática”, diz Bruce Rodrigues, ministro da Educação de Ontário, que concentra 40% da população total do Canadá. A igualdade é uma das prioridades do programa educacional num país onde 22% dos habitantes nasceram no exterior. “Temos muito em mente coletivos como o LGTBI, e modificamos os programas em função das características dos habitantes das diferentes regiões”, afirma Rodrigues.

Cita um exemplo: se houver um grupo grande de crianças imigrantes que não viveram em países onde havia jardins nas casas, elimina-se esse tipo de conteúdo dos enunciados ou perguntas dos exercícios em classe. “Estamos identificando as novas narrativas que os alunos usam; aí está a inovação”, diz o ministro. Seu gabinete participa de forma “muito ativa” na nova medição de competências lançada pelo PISA para 2018, a chamada “competência global”, um novo questionário que analisará o pensamento crítico, a capacidade de interagir com respeito, a empatia, a compreensão dos conflitos mundiais e o conhecimento intercultural dos alunos de 15 anos.

Rodrigues começou sua carreira profissional como professor de matemática e confia plenamente na capacidade dos diretores e dos chamados school boards (comissões escolares) para desenvolver os programas acadêmicos e contratar professores. Como podem estar seguros de que o processo é justo e transparente? “Todos os professores precisam se associar, e temos um corpo regulador que gere isso. Os diretores supervisionam se sua maneira de dar aula é a correta e, se não a cumprirem, podem ser demitidos”, detalha o ministro provincial.

O orçamento destinado pelo Ministério de Educação de Ontário para a educação infantil, primária e secundária no ano letivo 2017-2018 é equivalente a 77,8 bilhões de reais, frente aos 14,1 bilhões entregues às universidades e colleges (centros de ensino superior com um enfoque mais prático que as universidades).

Todd Bushell é o diretor do colégio público Don Mills Collegiate Institute, em Toronto. “Focamos o pensamento crítico, porque a informação está na Internet”, diz, enquanto percorre algumas das salas de aula mais inovadoras do centro, como a de arte e design gráfico, ou a de green industries (sobre a mudança climática). Uma das chaves do sistema educacional canadense é que as habilidades emocionais sejam parte da avaliação. “Medimos os hábitos de trabalho, o autocontrole, a responsabilidade, a organização, a colaboração e a iniciativa própria. São os indicadores de sucesso na vida adulta do aluno”, observa.

Esse colégio tem 90 estudantes estrangeiros. A espanhola Marta Velasco é uma delas. Chegou em agosto para cursar um ano de intercâmbio. Tem 16 anos e estuda no colégio subvencionado Gredos San Diego, em Guadarrama, na província de Madri. Está no penúltimo ano do ensino médio. “A principal diferença com relação à Espanha é que aqui você se autorregula. Fico com o celular em cima da mesa e eu decido se tenho uma ligação urgente para atender.” Acha curioso que quase todos os seus colegas trabalhem em um parque de diversão nos finais de semana. “Na Espanha tudo é anotar. Aqui as coisas são decididas por consenso, o professor nos pergunta em que dia nós achamos que está bem entregar o trabalho. Não há tanta disciplina.”

Conta que vai muito mal em matemática, mas que neste ano escolheu a modalidade intermediária e está avançando num bom ritmo. Tem aulas de Direito (legislação do Canadá), antropologia e parenting (criação dos filhos), uma disciplina em que é ensinado o processo de gestação e a necessidade de igualdade na criação. Nela, os alunos levam para casa durante quatro dias um robô com forma de bebê. A matrícula para alunos estrangeiros custa 14.000 dólares canadenses por ano (cerca de 40.000 reais), ao quais se somam 1.200 de alojamento em uma família por mês (3.400 reais).

Para tramitar sua estadia, ela recorreu à consultoria de educação The Lemon Tree Education, com sede em Madri. Essa empresa administra os intercâmbios de 200 alunos espanhóis por ano, e 70% deles viajam para o Canadá. “A maioria embarca no quarto ano do ESO [equivalente ao 1º ano do ensino médio no Brasil], mas depende da maturidade do aluno”, afirma Rubén Castillo, cofundador da empresa.

A consultoria examina cada caso: mede as expectativas do aluno, suas notas e sua experiência mais complicada, entre outras questões. Trabalha com um gabinete externo de psicólogos. Cobre as 10 províncias do Canadá, e seus honorários chegam a 3.000 euros (11.000 reais). “Do ponto de vista acadêmico, o Canadá é um dos países mais avançados do mundo. Sua visão sobre o respeito aos outros é essencial e isso se transmite muito bem nos colégios. Os alunos voltam transformados”, diz Castillo. A Fundação Amancio Ortega oferece 500 bolsas por ano para que alunos espanhóis do quarto ano do ESO possam passar um ano grátis no exterior. (Por Ana Torres Menárguez, El País) 

O levante dos enjeitados

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POR GERSON NOGUEIRA

A primeira rodada da Copa do Mundo fechou em grande estilo, mostrando que algumas placas tectônicas parecem se mover no sentido de instaurar equilíbrio mais democrático ao jogo. Times como México, Japão, Islândia, Suíça e Senegal, todos do chamado terceiro escalão futebol, exibem uma desenvoltura técnica jamais vista na principal competição do planeta. É quase uma revolução dos enjeitados, erguendo-se bravamente contra a dominação dos vencedores de sempre.

Pode até ser que o desdobramento da Copa traga frustrações quanto a esses franco-atiradores, mas é evidente que algo começa a mudar na geografia do esporte mais popular do mundo. Pela maneira como os jogos têm sido decididos, com os favoritos enfrentando extrema dificuldade, não é improvável que o seleto clube de campeões mundiais – Brasil, Alemanha, Itália, Uruguai, Argentina, França, Inglaterra e Espanha – ganhe novo integrante na Rússia.

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Talvez esse privilégio não seja destinado ainda a um dos azarões citados lá em cima, mas pode perfeitamente sorrir para uma das forças secundárias, que há muito tempo mostram-se cotadas para chegar e acabam ficando pelo caminho. Nesse aspecto, Bélgica e Portugal talvez sejam os mais cotados.

Os belgas têm um dos times mais elogiados deste mundial, repleto de grandes jogadores. Portugal nem é um time excepcional, mas tem um fora-de-série para resolver seus problemas. Na estreia contra a Espanha, essa condição ficou patente quando Cristiano Ronaldo assumiu o papel de salvador da pátria lusitana e liderou a reação que levou ao empate (3 a 3) com gosto de vitória.

Por ora, prefiro concentrar minha atenção nos patinhos feios, países que vão às Copas como meros figurantes e sempre voltam para casa depois de três jogos, geralmente com o balaio cheio de gols. Desta vez, há a real possibilidade de que façam alguma ferida, ameaçando o poderio dos gigantes.

Na Copa de 2014, esse papel coube solitariamente à Costa Rica, que caiu no chamado grupo da morte e começou logo batendo no Uruguai (3 a 1), depois derrotou a Itália (1 a ) e empatou com a Inglaterra. Nas oitavas, passou pela Grécia e só foi perder fôlego nas quartas de final. Mesmo assim, saiu na série extra de penalidades contra a Holanda.

Há uma tendência universal de torcer pelos mais fracos. Vale para tudo, até mesmo para guerras entre países. No futebol, quase ninguém escapa a essa mania, embora seja óbvio que em geral nos solidarizamos com a fraqueza por nos sentirmos fracos também.

No caso da Copa, torcer pelos mais fracos é também um gesto egoísta e estratégico, pois no fundo queremos mesmo é ver o circo pegar fogo com a queda dos favoritos. Torcedores brasileiros, por exemplo, querem ver Alemanha e Argentina atropeladas pelas zebras, pois isso teoricamente nos favoreceria na disputa pelo título.

De toda sorte, é bom saber que o futebol bem jogado já não é de exclusivo domínio de alguns poucos países. Que a Copa permita que gente boa de bola consiga brilhar perante o mundo. Este deve ser o espírito da coisa.

Além disso, o futebol já se justifica ao provocar a explosão de alegria dos senegaleses no centro de São Paulo, ontem, após a vitória sobre a Polônia, tendo por um dia motivos para fazer festa.

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Desespero e afobação atrapalham o Leão dentro de casa

O Remo jogou razoavelmente bem, mas perdeu de novo. A parada era duríssima, todo mundo sabia. Melhor time do campeonato, bem organizado e com jogadores jovens, o Atlético-AC se comportou à vontade, sem temer os donos da casa. Levou um gol, ganhou um pênalti, perdeu e ainda assim empatou sete minutos depois. Depois, aproveitou uma brecha e virou o marcador. Permitiu o empate, mas deixou excelente impressão quanto à proposta de jogo e à capacidade de buscar sempre a vitória.

Não se pode diminuir o valor da atuação do Remo no 1º tempo, quando o meio-campo e o ataque funcionaram bem, com a defesa razoavelmente segura. O time marcou dois gols, mas a arbitragem anulou, errando no segundo lance, pois o jogador a quem a bola se dirigia (Ruan) não estava em impedimento.

Depois disso, após muito insistir com jogadas pelo meio, com Everton fazendo uma espécie de falso centroavante, o gol aconteceu em cobrança perfeita de falta por Rodriguinho. Pressionada pelos lados, a zaga acabou permitindo a penalidade, que Vinícius defendeu com muito arrojo. Pena que na sequência tenha saído ligeiramente atrasado, afastando a bola nos pés de Neto, que empatou o jogo.

Ainda surgiriam mais duas boas chances para o Remo, com Elielton e Rodriguinho, mas a velha afobação de sempre acabou sabotando as boas intenções. Logo no início do 2º tempo, veio o castigo pelo desperdício de chances na etapa inicial.

Em meio a uma sucessão de ataques, com boas chances de marcar, o time afrouxou a marcação e sofreu um contragolpe mortal, resultando no gol de Rafael Bastos logo aos 4 minutos. Aí o Remo resolveu abandonar tudo o que vinha sendo feito positivamente para embarcar numa aventura de chutões e ligações diretas.

Conseguiu empatar após esperta cobrança de escanteio de Rodriguinho para Nininho, mas não teve mais a mesma constância na troca de passes em velocidade e infiltrações em diagonal. Rafael Bastos substituiu Ruan, mas não manteve presença ofensiva. Everton cansou e, na melhor investida do segundo tempo, ia marcando gol após passe de Gabriel Lima, mas Jayme o atrapalhou no melhor estilo beque da roça.

A jogada tabajara é a demonstração mais clara dos desacertos que o time passou a ter quando optou pelo velho jogo do abafa, com cruzamentos sem objetivo, até porque o Remo não tinha atacantes altos na área do Atlético.

Como no caso de Rafael, a entrada de Jayme mostrou-se contraproducente. A troca de Elielton por Gabriel Lima ocorreu com atraso. Gabriel teria sido mais útil como companheiro de tramas de Everton no primeiro tempo, por ser mais hábil e finalizar melhor que Elielton, que saiu sob vaias por desperdiçar várias situações propícias para marcar.

O mais preocupante – além da posição desesperadora – é o claro desespero que toma conta de todos, inclusive de Artur, após mais um resultado ruim. Sem frieza e serenidade, o cenário pode ficar ainda mais trágico.

Só restam quatro jogos em Belém. Mesmo que ganhe todos, a pontuação será insuficiente para evitar a queda. Isso obrigará o Remo a ações kamikazes fora de casa, pela obrigatoriedade de vencer para seguir vivo.

(Coluna publicada no Bola desta quarta-feira, 20)

Identificados torcedores brasileiros que assediaram jovem russa

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Um vídeo em que homens brasileiros aparecem assediando uma mulher russa durante a Copa do Mundo viralizou nas redes sociais na última semana. Nas imagens, eles se divertem cantando músicas em alusão à cor do órgão sexual da mulher. Fica claro, no vídeo, que a mulher não entende o idioma português e os homens a incentivam a repetir a frase dita pelo grupo como se fosse um hino de torcida.

Um dos agressores identificado é o policial militar Eduardo Nunes, de Santa Catarina. A PM do estado divulgou, na manhã de hoje, uma nota sobre o caso. Segundo a corporação, apesar de estar de férias, Eduardo terá de responder pela atitude e será aberto um processo administrativo.

“A corporação não corrobora com este tipo de atitude que é incompatível com a profissão e o decoro da classe, previsto no Regulamento Disciplinar e no Estatuto da PMSC, independentemente de estar em período de férias, folga de serviço ou qualquer outra situação de afastamento, devendo portanto, responder por suas atitudes”, diz a nota divulgada pela PM-SC. (Do Pragmatismo Político)

Anfitriã Rússia elimina Egito de Salah e se classifica à próxima fase

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Rússia e Egito abriram a 2ª rodada da fase de grupos da Copa, com uma vitória dos anfitriões por 3 a 1. Dessa vez a seleção egípcia contou com a presença da estrela do time Mohamed Salah, que não jogou a primeira partida porque se recuperava de uma lesão no ombro.

Mas o craque, assim como a fraca defesa do Egito, não conseguiu segurar os russos, que marcaram três gols nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Pelo menos Salah conseguiu deixar sua marca com um gol de pênalti, diminuindo o placar.

O resultado garantiu a seleção russa nas oitavas de final do campeonato, em que o adversário deverá ser Espanha ou Portugal. A Rússia ainda enfrenta o Uruguai no jogo que irá definir a liderança do grupo A.

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Japão bate Colômbia em jogo histórico para o futebol asiático

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Nesta terça-feira, o Japão conseguiu uma importante vitória na estreia do time na Copa do Mundo de 2018, diante da Colômbia. O placar de 2 a 1 faz com que os japoneses tenham suas chances aumentadas para avançar da fase de grupos, mas, além disso, foi o primeiro triunfo de uma seleção asiática diante de uma sul-americana na história dos Mundiais.

Durante a partida, os japoneses tiveram forte domínio nas estatísticas, como por exemplo na posse de bola. A equipe asiática teve 59% contra 41% dos colombianos, número surpreendente já que o Japão prefere dar a bola para o adversário e tentar explorar os contra-ataques, ponto forte do time comandado pelo técnico Akira Nishino.

Uma outra estatística que os Colombianos perderam foram no número de cartões vermelhos (neste caso, ter a mais é pior). A expulsão do volante Carlos Sánchez, com quase três minutos de jogo, mudou totalmente a situação da partida, já que os colombianos ficaram com um jogador a menos desde o início. Essa foi a segunda expulsão mais rápida da história das Copas do Mundo, atrás apenas do cartão do uruguaio José Batista, em 1986, que conseguiu o “feito” com apenas 54 segundos de jogo.

Com um jogador a mais desde o início, os japoneses conseguiram ter mais chances reais de gol (foram 13 finalizações), oferecendo perigo constante para o goleiro colombiano Ospina. No segundo tempo, os colombianos não conseguiram impor o ritmo que tiveram no final da primeira etapa e o número de finalizações não aumentou quase nada, permanecendo em apenas cinco chutes.

Outro ponto negativo da equipe colombiana foi o segundo gol que sofreu para os japoneses, após cobrança de escanteio. Apesar de estarem com um jogador a menos desde o começo, os colombianos tiveram um grave erro de marcação se levar em conta o fato da seleção do Japão ser uma das mais baixas desta edição da Copa do Mundo. (Da Gazeta Esportiva)