Archive for janeiro, 2017

A sentença eterna

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31 de janeiro de 2017 at 23:43 1 comentário

Independente x PSC – comentários on-line

Campeonato Paraense 2017 – segunda rodada

Independente x Paissandu – estádio Navegantão, em Tucuruí, às 20h30

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Na Rádio Clube, Jorge Anderson narra; João Cunha comenta. Reportagens – Paulo Sérgio Pinto e Dinho Menezes. 

31 de janeiro de 2017 at 19:30 119 comentários

Teremos panelaço?

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Fonte: O Globo.

31 de janeiro de 2017 at 19:30 Deixe um comentário

Agências de risco ignoram recorde na taxa de desemprego

O Brasil bate recorde na taxa de desemprego no governo Temer. O IBGE informa hoje que o índice alcançou 11,5% (11,8 milhões de pessoas desempregadas). Apesar disso, como que por milagre, desapareceram as agências de risco que viviam fazendo os piores vaticínios durante o governo Dilma, insuflando a instabilidade econômica.

Abaixo, o panorama do desemprego em 2014 durante o governo Dilma e antes da movimentação golpista.

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31 de janeiro de 2017 at 19:28 1 comentário

O legado e a relevância política de “Animals”, 40 anos depois

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POR DAIV EICKHOFF

Depois de lançar seus dois álbuns mais bem-sucedidos até aquele ponto, Dark Side of the Moon (1973) e Wish You Were Here (1975), e estando em um ponto alto de sua popularidade, o Pink Floyd lançava há exatamente 40 anos seu álbum mais arriscado: Animals chegou às lojas em 23 de janeiro de 1977. As críticas não foram nada amigáveis. Um escritor da revista Rolling Stone chamou o trabalho de “um show de laser procurando uma trilha sonora”. No entanto, muitos fãs da banda enxergam Animals como seu tesouro enterrado, ofuscado pelo sucesso de seus clássicos mais comerciais, e uma obra-prima que exemplifica bem o gênero de rock progressivo.

Animals tem cinco faixas, sendo que duas delas com menos de 90 segundos de duração e as outras três faixas ultrapassam os 10 minutos – o que conferiu ao disco a total impossibilidade de ser tocado nas rádios. Um álbum conceitual que oferece uma visão desdenhosa da situação político-social da Grã-Bretanha dos anos 1970, Animals também apresenta uma ligeira transformação no estilo de seus trabalhos anteriores.

Foi durante essas sessões que as brigas entre os membros tornaram-se mais frequentes. O tecladista Richard Wright chegou a deixar a banda temporariamente. O baterista Nick Mason, assim como Wright, pouco contribuíam com ideias. O guitarrista David Gilmour esteve distraído com o nascimento de seu primeiro filho, mas, além de um crédito parcial em “Dogs”, contribuiu um pouco mais com as composições. O controle criativo do grupo começava a ser tomado pelo baixista Roger Waters.

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“‘Animals’ foi um obstáculo. Não foi um disco divertido de se fazer, mas foi quando Roger realmente começou a acreditar que ele era o único compositor da banda. Ele acreditava que era só por causa dele que ainda estávamos juntos, e obviamente, quando ele começou a desenvolver suas viagens do ego, a pessoa com quem ele teria conflitos seria eu”, contou Richard Wright.

Apesar da acusação do tecladista, o fato de o baixista ter assumido o controle criativo não foi inicialmente uma coisa ruim do ponto de vista dos fãs. Afinal, a tomada de rédeas culminou com o lançamento daquele que viria a tornar-se o 23º álbum mais vendido de todos os tempos: The Wall (1979).

INÍCIO DAS GRAVAÇÕES

Em 1975, o grupo comprou um prédio de três andares que ganhou o nome de Britannia Row, em Londres. O acordo da EMI com a Harvest Records, por tempo ilimitado de estúdio em troca de uma porcentagem reduzida da venda de discos, expirou e eles converteram a antiga igreja em um estúdio de gravação e espaço para armazenamento de instrumentos. A construção durou a maior parte daquele ano, e em abril de 1976 a banda começou a ensaiar e gravar seu 10º álbum de estúdio na nova instalação.

“Raving and Drooling” e “You’ve Got To Be Crazy” eram duas músicas não tão bem realizadas conceitualmente, mas eram apresentadas ao vivo regularmente a partir de 1974 e chegaram a ser cogitadas como parte do álbum Wish You Were Here, lançado no ano seguinte. Posteriormente foram retrabalhadas como “Sheep” e “Dogs” para se adequarem ao conceito de Animals. Além disso, deram inspiração a Waters para escrever “Pigs (Three Different Ones)”. A faixa se referia à vida privada do baixista e de sua futura esposa, Carolyne Anne Christie.

O conceito de Animals é vagamente baseado na história política do livro de George Orwell chamado “A Revolução dos Bichos”, em que as letras do álbum rotulam várias classes na sociedade como variedades de animais diversos: os cães antagônicos, os suínos ditatoriais e o “rebanho não-pensante” de ovelhas. A fábula concentra-se no stalinismo, mas o álbum é na verdade uma avaliação do capitalismo, onde as ovelhas se rebelam para derrotar os cães. O álbum foi criado a partir de uma variedade de canções desconectadas em um conceito que possibilitou mostrar o declínio social e moral da humanidade, semelhante à da natureza bárbara dos animais.

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“Pigs on the Wing Part 1”

“Pigs on the Wing” é dividido em duas partes, que são a primeira e última faixas do álbum. Cada parte contrasta com as três outras canções mais cínicas de Animals e sugere que a companhia pode nos ajudar a superar nossas falhas. Segundo Nick Mason, e confirmado por Roger Waters, é uma canção de amor dirigida à nova esposa de Waters na época, Carolyne Anne Christie. O baterista afirma que ela era uma das poucas pessoas a manter-se em uma discussão com o baixista. “Você tinha que ser muito bom com a semântica para ganhar um argumento contra Roger”, disse Nick.

“Dogs”

A música foi escrita em 1974 por David Gilmour e Roger Waters, com letras de Waters, e originalmente intitulada “You’ve Got To Be Crazy”. Posteriormente, Waters alterou as letras e a rebatizou simplesmente como “Dogs”, associando o comportamento humano aos animais. A canção centra-se no lado destrutivo do homem e aborda a história de um empresário impiedoso e ganancioso no competitivo mundo empresarial. Os “cães” desejam ardentemente tornar-se “porcos”, e mostram-se inconformados por sua situação de ascendentes.

“Pigs (Three Different Ones)”

Para Roger Waters, esta canção representa as pessoas com prosperidade e controle, que manipulam o resto da sociedade e os encorajam a serem cruelmente competitivos e impiedosos, o que, por sua vez, permite que os porcos permaneçam no comando. Os três versos da canção definem três “porcos” diferentes, cujas identidades permanecem desconhecidas. Em outubro do ano passado, durante a apresentação de Waters no festival Desert Trip, “Pigs” foi executada com imagens pesadas e citações contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no telão. O porco que sobrevoa a plateia nesta parte do show também trazia mensagens contra o polêmico muro que Trump prometeu erguer na fronteira dos Estados Unidos com o México.

“Sheep”

Uma paródia do Salmo 23 (“O Senhor é meu pastor e nada me faltará…“) é falada ao fundo como uma clara crítica à Igreja e à forma pela qual a religiosidade age para tornar o povo submisso e seguidor de lideranças previamente determinadas. Perto do fim da música, as “ovelhas” se revoltam e matam os “cães”, mas depois se retiram e voltam para suas casas como se estivessem esperando por novos “cães” para controlá-las.

“Pigs on the Wing Part II”

“Pigs on the Wing Part II” traz um tema de desesperança e segregação que é forçado sobre as ovelhas. Resultado conseqüente das pressões sociais que trabalham para separar as massas, um tema desenvolvido durante “Dogs”. Waters carrega um tema otimista na última parte da faixa, exemplificando a força e a proteção emocional que sentiu ao encontrar sua nova esposa, Carolyne.

A CAPA

Com o álbum devidamente gravado e mixado, era hora de pensar na embalagem. Hipgnosis, designer das capas de álbuns anteriores da banda, apresentou três conceitos, um dos quais era uma criança pequena encontrando seus pais fazendo sexo. “Copulando, como animais”, disse o designer à época. No entanto, todos os conceitos foram descartados em favor de um projetado por Waters. Na época, o baixista vivia perto da Battersea Power Station. Uma imagem da usina termelétrica foi selecionada para a capa do álbum. A banda contratou uma empresa alemã, Ballon Fabrik, que constrói aeronaves tipo “zeppelin”, e o artista Jeffery Shaw para construir um balão em formato de porco, que ganhou o apelido de Algie. O balão de 12 metros foi inflado com gás hélio e manobrado para a posição (entre as chaminés). Mas o tempo severo interferiu a sessão de fotos e o balão desprendeu-se de suas ancoragens.

O porco voou sobre o aeroporto de Heathrow, em Londres, ocasionando o cancelamento de uma série de voos. Mais tarde, o porco voador apareceria em Kent, no Reino Unido, recuperado por um fazendeiro local, que contou que o balão havia “assustado suas vacas”. Embora as filmagens e fotos continuassem ao longo de três dias, foram as imagens tiradas na primeira sessão as escolhidas para a artwork final. O céu escuro e ameaçador reflete aquilo que ouvimos no álbum. É um casamento perfeito entre imagem e música.

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A TURNÊ

A In The Flesh Tour, turnê de apoio a Animals, começou em Dortmund no mesmo dia em que o álbum foi lançado, com Algie se tornando a inspiração para uma série de temas usados durante as apresentações. Um porco inflável flutuava sobre o público. E em cada show, os porcos eram substituídos por uma versão barata e descartável.

Durante a turnê, a relação interna da banda azedava dia após dia. Roger Waters começou a chegar aos locais sozinho, bem como ia embora sem cumprimentar os companheiros. Em uma ocasião, Richard Wright voou de volta para a Inglaterra ameaçando deixar a banda (e de fato ele saiu do Pink Floyd temporariamente logo depois). O fim da turnê também foi um ponto baixo para David Gilmour, que sentiu que ao atingir o ápice do sucesso não haveria mais pelo que batalhar no futuro. A obra-prima The Wall jogaria por terra a teoria do guitarrista. Porém, o sucesso do álbum duplo concebido por Waters e o iminente controle criativo colocaria enorme tensão nos esforços futuros da banda.

No último show da turnê In The Flesh no Estádio Olímpico de Montreal, alguns fãs mais exaltados da primeira fila irritaram Waters a tal ponto que ele chegou a cuspir em um deles. Mais tarde, o baixista confessou ao produtor Bob Ezrin a sensação de isolamento na turnê. Para Waters, era como se ele tivesse construído um muro para se isolar da multidão. E assim era concebida a gênese para The Wall. Mas esta é outra (interessante) história.

O LEGADO

Em um breve resumo, “Sheep” (ovelhas) representam o povo, a classe social menos favorecida, que sempre sofre com as imposições da classe dominante (cães e porcos), sem poder questioná-los, “submissos e obedientes vocês seguem o líder […]”. Waters conceitua “Dogs” como os burgueses que fazem de tudo para alcançar os seus objetivos, e quem sabe um dia se tornarem “Pigs”, simbolizado pelos políticos, pessoas que detém o poder, totalmente sem sentimentos que focam apenas no acúmulo de capital e no individualismo justificado pela ganância do seu próprio bem estar.

O mote de Animals refletia bem o momento que o Reino Unido vivia em 1977. No epicentro da crise, havia o terremoto punk. Johnny Rotten e seus asseclas berravam “No Future” a plenos pulmões, os Ramones conquistavam corações com apenas três acordes; o Clash escancarava o caos social em “White Riot”… UK Subs, Stranglers, The Damned… enfim, os punk rockers tratavam de virar o cenário musical de pernas para o ar e romper com antigos valores.

À sua maneira, o Pink Floyd foi na contramão do som vigente, mas afinou o discurso com seus compatriotas e entregou aquele que talvez seja seu trabalho mais amargurado. Apesar do fundo político-social, e da constante busca em evidenciar as desigualdades e a ganância em suas letras, ouso dizer que Animals talvez seja o álbum mais “punk” que o próprio movimento punk não gravou.

Não foi à toa que Roger Waters resgatou essas canções em seus shows mais recentes e tem protestado contra Donald Trump. Quatro décadas depois, Animals segue mais relevante do que nunca. (Transcrito do Portal Rock Line)

31 de janeiro de 2017 at 14:10 1 comentário

Galeria do rock

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Pink Floyd em estúdio, há 40 anos: David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright (que quase abandonou a banda) e Nick Mason produzindo e mixando o legendário álbum “Animals”, em janeiro de 1977. Abaixo, o grupo em foto promocional.

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31 de janeiro de 2017 at 12:15 Deixe um comentário

Seel garante que catracas do Mangueirão não irão mais causar choques elétricos

A diretoria do estádio Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, informou nesta terça-feira (31) que já tomou as providências necessárias para evitar novas ocorrências de choque elétrico nas novas catracas eletrônicas do estádio, que é administrado pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). O local vai receber nesta quarta-feira, dia 1, às 20h30, o jogo Pinheirense x Remo, válido pela segunda rodada do Campeonato Paraense.

Segundo a diretora do Mangueirão, Claudia Moura, a empresa Imply, com sede no Rio Grande do Sul, responsável pela instalação das catracas eletrônicas, já diagnosticou a falha técnica que estava causando os choques elétricos: “A empresa que instalou as catracas já providenciou todas as correções. As causas dos choques elétricos já foram diagnosticadas, localizadas e foram tomadas todas as providências para a correção do problema. O público pode ficar tranquilo que não irá mais acontecer”, garantiu Claudia Moura.

O sistema das catracas eletrônicas do Mangueirão opera com dois softwares desenvolvidos pela Imply. Um total de 72 catracas já foram instaladas, cobrindo todas as bilheterias de acesso ao estádio, com tempo de sete segundos para leitura dos bilhetes. O novo sistema bloqueia qualquer tipo de tentativa de uso de bilhetes falsificados. O equipamento funciona igualmente ao vale-transporte digital ou a carteirinha de meia-passagem dos coletivos, ou seja, basta que o torcedor deposite o bilhete no campo de leitura da máquina para liberar a catraca. O torcedor gasta apenas sete segundos no procedimento.

As bilheterias de maior concentração de público receberam 10 catracas, sendo que nos portões B-1 e A-1 foram instaladas catracas para acesso das pessoas com deficiência (PCD’s). A entrada dos sócios torcedores também mudou. Os que são do Remo terão acesso pelos portões B-3 e A-2; já os do Paysandu vão entrar pelos portões B-2 e A-3. (Com informações da Ascom-Seel)

31 de janeiro de 2017 at 11:24 Deixe um comentário

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