Números do Ibope: Dilma soma 51%, Serra tem 25%, Marina 11%.
Números do Vox Populi: Dilma 51%; Serra 24%; e Marina, 8%.
Números do Ibope: Dilma soma 51%, Serra tem 25%, Marina 11%.
Números do Vox Populi: Dilma 51%; Serra 24%; e Marina, 8%.
Por Jaime Pacheco, de Atlanta/Georgia (EUA)
Gerson, já que ninguém sabe onde localizar a nova arena do Leão, eu tive que pesquisar e realmente é um absurdo o que este cidadão Amaro Klautau está querendo fazer com o Remo. O Conselho do clube não pode deixar que se troque ou venda o Baenão. Morei vários anos na Cidade Nova e sei da fumaça e do mau cheiro que vêm do lixão do Aurá. Tenho certeza de que ninguém vai conseguir ficar alojado neste centro de treinamento. Moro nos EUA e já enviei outros e-mail para você. Realmente pode-se constatar no Google Map as áreas que podem ser o terreno da nova arena do Remo. Veja no mapa toda a dificuldade e a logística, para se ter acesso ao novo estádio. É o mesmo que trocar uma barra de ouro por uma barra de cereal. Desculpe, Gerson, apesar de estar morando em Atlanta, Geórgia, USA há mais de quatro anos nao consigo acreditar que ninguém, como disse o seu Amaro Klautau, teve uma ideia para salvar o clube. Ora, se ele, que é o presidente que foi eleito por um conselho omisso, não tem ideias, que tenha a hombridade de pedir para sair. Seria uma atitude mais inteligente do seu cérebro de ervilha. O clube pode pedir concordata (insolvência financeira) e ganharia 2 anos para se reestruturar. Congelaria as dívidas e manteria sua única fonte de renda, que é o estádio. Pode dar para a Justiça 30% da renda, os patrocínios e outros valores como garantia. Formaríamos um time regional para manter as atividades do futebol até que o clube se reerguesse, não importa se vamos ganhar títulos ou não. O que importa é a sobrevivência do clube e a não entrega de seu mais valioso bem.
O presidente do Clube do Remo, Amaro Klautau, acaba de pôr fim ao mistério em torno do local da Arena do Leão. Informou – em entrevista ao repórter Paulo Caxiado, da Rádio Clube – que a arena será construída no distrito do Aurá, em Marituba, a cerca de 2,5 quilômetros da rodovia BR-316. Garantiu, ainda, que o terreno (de 200 mil metros quadrados) fica a mais de cinco quilômetros da área do lixão e que não há risco de caminhões de lixo passarem à frente do futuro estádio remista. Custará R$ 2,5 milhões. AK não falou nada sobre as dimensões da arena e nem sobre o CT ou a piscina olímpica. Antes de encerrar, assegurou que sua obsessão pela venda do Baenão nada mais é do que “amor pelo Clube do Remo”.
Te dizer…
Em meio ao cipoal de informações e boatos em torno da venda do estádio Evandro Almeida, o Conselho Deliberativo do Remo reúne na próxima segunda-feira para discutir todos os problemas do clube e votar um possível embargo à transação entre o presidente Amaro Klautau e as empresas Agre/Leal Moreira. A Justiça do Trabalho estabeleceu o dia 21 de setembro como data-limite para efetivação do acordo entre AK e os compradores, mas já se especula que a homologação do negócio só deve ocorrer em outubro.
Com tantas especulações e nenhuma declaração por parte da presidência do Remo, dá-se como provável a escolha de uma área no bairro Anita Gerosa, em Marituba, às proximidades do lixão do Aurá, como local da futura Arena do Leão. A respeito do documento, as empresas teriam apresentado um memorial descritivo incompleto à Justiça do Trabalho. As especificações técnicas não constam do documento, pois não há um terreno definido para a obra. Em sentido contrário, conselheiros e grandes beneméritos se movimentam para sustar a transação da maneira como o presidente do clube tem encaminhado.
O grande benemérito Ronaldo Passarinho irá apresentar na reunião do Condel documentos que, em sua opinião, comprovam irregularidades no processo de venda. “Há muita coisa está errada e tenho como provar. Quero deixar bem claro que nós não somos contra a venda do Baenão, e sim da forma como as coisas estão sendo feitas. Acreditamos que por R$ 28 milhões (sem contar os R$ 1,2 milhões de patrocínios e mais R$ 4 milhões para a compra do terreno) esse será o ‘negócio do século’ da construtora”, disse, chamando atenção para o valor.
Estudos desenvolvidos pelos conselheiros indicam que o estádio Evandro Almeida valeria R$ 54 milhões, conforme a cotação atual do mercado imobiliário em Belém. “Isso deverá ser seriamente discutido na reunião do Condel. A venda do estádio é uma alternativa para o Remo, mas o valor não é o correto. O valor proposto não daria para pagar as dívidas. Ainda existem R$ 5 milhões de dívidas cíveis. Vamos acabar perdendo a sede social”, completou Ronaldo Passarinho. Ele também não poupou críticas à participação do Remo na Série D, estranhando que o presidente Amaro Klautau esteja aparentemente satisfeito com a campanha do clube. “Nossa desclassificação foi vergonhosa. Tínhamos um plantel fraco, um técnico mentiroso e agora estamos sem série”, desabafou.
Ao mesmo tempo, conselheiros do clube ingressaram com pedido de tombamento do patrimônio imaterial do Evandro Almeida junto à Secretaria Municipal de Urbanismo, à Secretaria Estadual de Cultura e Patrimônio Histórico, a fim de impedir a venda do tradicional estádio de 75 anos de existência. (Com informações do Bola, Rádio Clube e Diário On-Line)
Depois de cinco anos sem um novo disco solo, chega este mês às lojas, “Clapton”, o 19º disco do guitarrista, com as participações de sua ex-namorada Sheryl Crow , seu ex-companheiro da banda Blind Faith, Steve Winwood, o trompetista de jazz Wynton Marsalis, o ícone do R&B de Nova Orleans, Allen Toussaint e o guitarrista do Allman Brothers, Derek Trucks. Clapton produziu este álbum com seu colaborador de longa data, Doyle Bramhall. O disco solo mais recente de Clapton foi “Back Home”, de 2005. Em 2006, o guitarrista lançou “The Road to Escondido”, com o guitarrista e amigo, J.J. Cale. Muitas vezes, pessoas mais jovens, me perguntam por que Clapton foi chamado de Deus da Guitarra? A primeira dica é assistir a algum documentário de sua banda dos anos 60, Cream; a outra, será, a partir de agora, ouvir este novo disco, com um bom fone de ouvido, sentindo Eric, sutilmente, mostrar o que uma guitarra é capaz de fazer e emocionar. Clapton nunca quis ser um solista pirotécnico ou velocista, preferiu reconstruir escalas de blues, experimentar com a psicodelia ou levar o reggae para as massas ao imortalizar “I shot the sheriff” de Bob Marley. Seu aspecto atual, de senhor comportado, por vezes pode mascarar o furioso guitarrista dos anos 60, que quase foi tragado pelas drogas.
Neste disco, Clapton escolheu algumas canções que, hoje, podem parecer esquecidas, mas são clássicos que ele mesmo declarou serem “naturais” para ele, pois já existiam como algo belo, mesmo antes dele se entender como gente: “É uma coleção eclética, de canções que realmente não eram conhecidas e eu gosto muito porque, se for uma surpresa para os fãs, é porque também foi uma surpresa para mim.” – disse ele em comunicado. Entre essas surpresas estão “Autumn Leaves”, uma canção de 1945, originalmente francesa, com o título de “Les feuilles mortes”, de autoria de Joseph Kosma e com letra de Jacques Prévert (o compositor americano, Johnny Mercer, fez a versão em 1947); a belíssima “How Deep is the Ocean”, de Irving Berlin, que já havia sido imortalizada por Frank Sinatra; a reverência a seu mestre, o bluesman Sonny Boy Williamson, está na versão de “Crazy About You Baby”; a super pra cima “When Somebody Thinks You’re Wonderful”, original de Fats Waller e ainda, “That’s No Way to Get Along”, um blues clássico para conhecedores, de autoria de Robert Wilkins. A audição é uma viagem agradável do começo ao fim, com muitas citações musicais e colaborações precisas dos ilustres convidados; Clapton consegue se superar nesta volta, coisa rara para um músico tão veterano, a ponto de ser o único a entrar para o Hall of Fame, por três vezes: como artista solo, com seu grupo Yardbirds e com o super trio Cream.
Por Alfredo José Tarrio dos Santos (alfredotarrio@gmail.com)
Caro Gerson, o que me causa espanto não é o Conselho que aprovou a venda tentar desaprovar agora. O que me espanta é que ninguém contesta os valores absurdos pelos quais o “despresidente” (se tem “desprefeito” pra quem não faz nada…) quer se ver livre do Baenão. O metro quadrado no centro de Belém gira em torno de R$ 2.300,00 a R$ 2.500,00, então 27.000 metros quadrados custa quanto? No caso do Baenão, exatos R$ 1.230,00. Por que será? Para onde irá toda essa diferença desvalorizada? Por que será que tucano adora vender as coisas dos outros por preços irrisórios? Vide Telebrás, Vale do Rio Doce, Celpa etc.?
Da BBC Brasil
O jornal espanhol El País diz na sua edição desta quinta-feira que o “jogo sujo está ofuscando o debate político no Brasil”. Para o jornal, o aparecimento de escândalos às vésperas das eleições está se tornando um costume que os cidadãos brasileiros assistem com impotência. “Milhares de brasileiros sonhavam com uma campanha eleitoral sem sobressaltos e centrada nas propostas dos candidatos, mas mais uma vez o jogo sujo está eclipsando o debate político.” O El País diz que, apesar das acusações de corrupção e tráfico de influências no círculo de confiança da candidata petista Dilma Rousseff, “tudo parece indicar que a novata de Lula pode mais que qualquer acusação jogada aos quatro ventos”.
Do G1
O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, anunciou oficialmente nesta quinta-feira (16) a demissão de Erenice Guerra da Casa Civil. O substituto interino é o atual secretário-executivo da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves. No Palácio do Planalto, o porta-voz leu a carta de demissão “em caráter irrevogável” redigida por Erenice. Ela classificou como “levianas” as denúncias contra ela e disse “necessitar de paz” para se defender. A decisão de substituir Erenice foi tomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após uma reunião com a ministra nesta quinta.
Segundo reportagem da revista “Veja”, Israel Guerra, filho da ministra, teria intermediado contratos de uma empresa de transporte aéreo MTA com os Correios mediante pagamento de propina. Nesta quinta (16), reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” diz que Israel também pediu uma comissão para obter no Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) empréstimo para uma empresa energética. De acordo com a publicação, os donos da companhia se reuniram com Erenice em novembro do ano passado. Desde que as denúncias começaram a aparecer na imprensa, no último sábado (11), Erenice se defendeu por meio de notas à imprensa.
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