Independência e consciência ambiental

Peço a compreensão dos amigos internautas para um momento de corujice explícita. Nos dois registros fotográficos, o infante João Gerson aparece com os colegas de turma G10 do colégio Universo Criança, na manhã desta sexta-feira, festejando antecipadamente a Semana da Pátria em ritmo de consciência ambiental sob o arvoredo da praça Batista Campos. Lá no Universo é sempre assim. Nada da velha marcha em estilo militar, c0mo nos tempos da ditadura. Agora, todos os alunos são convidados a dedicar atenção e leitura a temas relacionados com a preservação da natureza. Sem dúvida, uma maneira mais inteligente e saudável de celebrar a Independência. Posso dizer que João, um defensor da natureza e dos animais, gosta muito dessas fuzarcas.

Pato circula agora com a miss Brasil

A miss Brasil 2010, a capixaba Débora Lyra, 20, foi fotografada nesta sexta-feira na cidade de Veneza, na Itália, em um passeio romântico com o jogador de futebol Alexandre Pato, que joga no Milan. Os dois passearam em uma gôndola, típicas da cidade famosa por seus canais, e visitaram a praça de São Marcos. Em algumas das fotos, o casal foi flagrado de mãos dadas ou aos beijos. A miss foi identificada pelos paparazzi italianos como a nova namorada do jogador. Após as fotos, a miss afirmou que não tinha como negar o namoro, já que as fotos já tinham sido divulgadas. “Estou feliz”, declarou.

Pato atualmente está se divorciando da atriz Stephany Brito, que cobra uma pensão milionária dele na Justiça. Já Débora participou no dia 23 de agosto do Miss Universo 2010, em Las Vegas, nos Estados Unidos, mas não ficou entre as 15 finalistas do concurso. Antes do Miss Universo, a imprensa de celebridades já falava de um suposto “affair” entre ela e o jogador, na época desmentido por Débora. (Da Folhapress)

Ministério Público barra “organizada” bicolor

Maior facção “organizada” do Paissandu, a “Torcida Bicolor”, antiga Terror Bicolor, está impedida de entrar com faixas, bandeiras, bateria e instrumentos musicais no estádio da Curuzu, neste domingo, por ocasião do jogo contra o São Raimundo. A proibição foi decidida anteontem pelo promotor de Justiça Marco Aurélio Nascimento. Ele liberou, em reunião com a Polícia Civil e a PM, somente a camisa do clube para uso da organizada. O principal motivo do ato do MP foi o ataque feito pela facção ao ônibus do time cearense à saída do estádio Mangueirão, depois da partida válida pela Série C. Menores, as demais torcidas organizadas do Papão estão livres da proibição, mas com recomendações expressas para se comportarem civilizadamente no estádio alviceleste.

Para Charles, Moisés está com “cabeça boa”

No coletivo desta sexta-feira, a grande novidade foi o aproveitamento do atacante Moisés (foto) pelo técnico Charles Guerreiro. Depois de conversar à parte com o jogador, Charles disse que ele está “com a cabeça boa”, mas sentiu cansaço e deve ser aproveitado “por 20 minutos” na partida contra o São Raimundo, domingo, na Curuzu. Sobre Tiago Potiguar, que foi poupado da movimentação, o técnico disse que ele está confirmado no jogo, embora a dupla Bruno Rangel-Fernandão tenha sido testada – e aprovada. (Com informações da Rádio Clube)

Zuenir e Veríssimo, hoje, no Hangar

A 14ª Feira Pan-Amazônica do Livro, que encerra domingo (5), promove nesta sexta-feira (3) um Encontro Literário, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, com Luís Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura. Juntos, eles conversarão com os presentes no espaço Machado de Assis, de 19h30 às 21h. A apresentação será da jornalista Adelaide Oliveira. Veríssimo é escritor, cartunista e cronista reconhecido pelo estilo único de suas obras. O primeiro livro, “O popular”, de crônicas e cartuns, foi publicado em 1973. Atualmente, escreve para os jornais Zero Hora, O Estado de São Paulo, O Globo e DIÁRIO DO PARÁ. Zuenir Ventura, por sua vez, tem como carro-chefe de suas obras o livro “1968 – O ano que não terminou”, que se tornou um best-seller e serviu de inspiração para a minissérie “Anos rebeldes”, de Gilberto Braga e Sérgio Marques, na Rede Globo. O DIÁRIO publica coluna semanal de Zuenir. Para embalar o público, a programação musical contará com o cantor Lenine, que fará show às 22 horas. Além dele, estarão no palco o Grupo de Marambiré, do quilombo de Pacoval, e Funk como Le Gusta.

Histórias (muito) mal explicadas

Da coluna Repórter Diário, no DIÁRIO (ed. de sexta-feira, 3)

Diferença
Causou estranheza no Remo recente declaração do presidente do clube, Amaro Klautau, à imprensa, garantindo que havia depositado R$ 350 mil na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul para quitação de dívida com o jogador Jorge Mutt. À época da polêmica, o advogado remista assegurara que o depósito tinha sido de apenas R$ 50 mil. Agora – a ser de fé a manifestação do advogado – conselheiros estão querendo saber o paradeiro da diferença. Aliás, R$ 350 mil foi também o valor declarado ao Conselho Fiscal do Leão.
 
Suspeita
Opositores de Klautau não esquecem também que a Prefeitura de Belém doou a Remo e Paysandu R$ 140 mil para a reforma de seus ginásios poliesportivos. O Papão, relatam, reformou por completo o ginásio e já até o inaugurou. O Remo sequer iniciou as obras. A mando do presidente, dizem, o telhado foi destruído, o que provocou, com o inverno, ruína do piso de madeira corrida. Há suspeita de que a indiferença com o ginásio visava demonstrar necessidade de formação de caixa e desestimular o tombamento do Baenão.

Coluna: No terreno da incerteza

Ao contrário do que deu a entender, na entrevista de quarta-feira, o presidente do Remo, Amaro Klautau, terá muito a explicar aos conselheiros do clube. Dois assuntos encabeçam a sabatina: a venda do estádio Baenão, que ainda não foi sacramentada (como ele afirma), e a grotesca remoção do escudo do clube que dominava o pórtico do Baenão.
AK escapou desses questionamentos ao viajar a S. Paulo no dia da reunião do Conselho Deliberativo e talvez tenha bons motivos para se esquivar do encontro, previsto para depois da Semana da Pátria. Promotores que integram o Condel analisam itens legais que permitam enquadrar o mandatário remista.
Soma-se a isso uma terceira questão, cada vez mais mencionada entre sócios e beneméritos: o motivo pelo qual o presidente deixou de cumprir os acordos trabalhistas celebrados no Projeto Conciliar. A comparação direta com o procedimento do presidente do Paissandu, Luiz Omar Pinheiro, que vem honrando todos os compromissos do clube – inclusive dívidas herdadas de outras gestões –, não favorece AK.  
O teor das recentes declarações do presidente adiciona ainda mais combustível à crise azulina. No entendimento dos conselheiros, ao dizer que a transação com as incorporadoras Agre e Leal Moreira é irreversível o presidente parece tentar impedir que uma nova proposta de compra seja apresentada. Tal atitude é considerada lesiva aos interesses do Remo, que deve buscar conseguir a venda do estádio pelo melhor preço possível.
A insistente dúvida quanto à localização e capacidade da prometida Arena do Leão é outro item da pauta do Condel. No Bola de ontem, AK caprichou na indefinição entre Marituba, terreno inicialmente agendado, e Icoaraci. Quanto à capacidade do estádio, os conselheiros exigem uma palavra final sobre o projeto, que já previu 24 mil lugares, depois caiu para 22,5 mil e agora encolheu para 15 mil – sem qualquer menção ao propalado centro de treinamento. Além disso, o valor (R$ 18 milhões) destinado à obra é, por todos os cálculos, visto como insuficiente.
Números atualizados indicam que, para construir uma arena de primeira linha, gastam-se R$ 2 mil por espectador sentado. Nem que os operários trabalhassem de graça e tijolos e cimento fossem doados, o dinheiro daria para concluir a praça de esportes. As outras dívidas, sempre cercadas de imprecisão (como o pagamento de R$ 350 mil ao jogador Jorge Mutt), também devem ser abordadas na aguardada reunião.
Diante de tantas interrogações, os conselheiros entendem que o torcedor azulino precisa ser devidamente informado sobre a real natureza (e conseqüência) do polêmico negócio.
 
Em meio às incertezas que rondam o futuro do Remo, cabe destacar, novamente, o papel conciliador e equilibrado da Justiça do Trabalho, que não mediu esforços para encontrar soluções que resolvessem as pendências, facilitando ao máximo as oportunidades de quitação. Que fique claro: críticas e análises sobre a situação do clube dirigem-se a gestores e conselheiros, únicos responsáveis pelo caos atual.  

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 3) 

Gil encanta multidão no Hangar

Mestre Gilberto Gil, que encantou multidão nesta noite de quinta-feira, no Hangar, num registro fotográfico do site Belém do Pará (link ao lado). Entre dezenas de hits de sua fantástica carreira, alguns momentos dedicados ao carinho que tem pelo Pará, onde já compôs até música (caso de “Refazenda”). O fato é que a presença luxuosa de Gil trouxe ainda mais brilho à Feira do Livro.