A consagração de Toy Story 3

 

Saiu o ranking dos maiores sucessos do verão americano e o filme número 1 foi uma animação (sensacional e que já nasceu clássica): Toy Story 3, que já rendeu mais de um bilhão de dólares em todo o mundo. A terceira parte da saga dos brinquedos mais inteligentes do planeta tem encantado adultos e crianças por toda parte – caí no choro, confesso, ao ver o filme junto com o infante João. O filme é tão bom quanto o primeiro da série e um pouco superior ao segundo, que também é muito bom. Deixou para trás, por larga diferença, Iron Man 2, que chegou a 312 milhões (e 622 milhões no mundo). Eclipse foi o terceiro, com 298 milhões (e 655 milhões no total).

No Twitter, a reação à manchete da Folha

Nesta segunda-feira (6/9), a Folha de S. Paulo bombou no Twitter. A hashtag #DilmaFactsByFolha ocupou o terceiro lugar no Trending Topics mundial, e foi citado no ranking divulgado pelo jornal britânico The Independent. No final desta tarde, a tag ocupa o sexto lugar. Com a campanha, os internautas questionam a imparcialidade da Folha no tratamento dado à candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT).

O movimento virtual começou depois que a Folha publicou a manchete “Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma”, na edição de domingo (05/09). De acordo com os posts dos twitteiros, que abordaram o assunto com humor, a Folha destacaria Dilma como ‘culpada’ em várias situações, muitas delas inusitadas. Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se pronunciou sobre o assunto. (Com informações do Comunique-se)

Papão faturou R$ 86 mil contra o Mundico

A assessoria de imprensa da Federação Paraense de Futebol informa que a renda total de Paissandu x São Raimundo, domingo, na Curuzu: R$ 151.848,00. Descontadas as despesas (R$ 65.298,57), restou R$ 86.549,43. Público pagante: 7.877. Com 710 credenciados, público total foi de 8.587 pessoas. Um excelente público, que praticamente lotou o estádio alviceleste, que parece encolher a cada dia.  

No flagrante abaixo, do fotógrafo Tarso Sarraf (do Bola), garotos que entraram em campo como mascotes do Papão dão péssima demonstração de espírito esportivo, xingando e hostilizando o técnico visitante Sebastião Rocha. A arte de bem receber, desde criança, se aplica também ao esporte. E nunca se deve esquecer que isto é apenas futebol.

Novela Moisés-Paissandu perto do desfecho

O presidente do Paissandu, Luiz Omar Pinheiro, garantiu que o motivo foi critério técnico, mas pouca gente se convenceu quanto ao corte do atacante Moisés da lista de relacionados para o jogo de domingo contra o São Raimundo. Depois do jogo, nem a suada vitória arrefeceu as desconfianças em torno da situação do jogador.

Na verdade, descobriu-se depois que o dirigente articula o empréstimo do Moisés ao Internacional (RS) e pretende fechar o acordo ainda hoje, com a ida de Moisés até São Paulo para definir os termos do contrato. Caso o atleta não aceite o negócio, Pinheiro garante que vai entrar com uma ação na Justiça por quebra de contrato.

“Eu quero dedicar essa vitória àquele que foi ídolo e hoje se tornou o inimigo dessa grande torcida, que é o Moisés”, declarou LOP, sarcástico, depois da partida de ontem. A confusão em torno do atacante voltou a ganhar força após a proposta do Inter, que pretende ter o jogador por um ano. “Ele pensa que é o Pelé, mas está longe disso e pode ir para onde bem entender, mas de graça, não vai. Os empresários não vão ganhar dinheiro. A proposta está de pé, o jogador está pronto para viajar. O clube vai pagar pelo empréstimo dele, de um ano, com um salário compatível”, bradou LOP.

De olho na torcida, o presidente garante que os empresários do atleta querem 15% do valor negociado e diz que só vai tratar do assunto com o clube interessado e Moisés, assegurando que a proposta gaúcha é bem superior à do Santos. LOP informou que viajaria na madrugada desta segunda-feira para S. Paulo e que mandaria a passagem para que Moisés viajasse à tarde.

A frase certeira (34)

“O Remo fez uma excelente partida. Esteve bem postado em campo, segurou a pressão do adversário, buscou o gol a todo momento e está no caminho certo. O esforço não está sendo só meu, mas também dos jogadores, comissão técnica, diretoria, funcionários e torcedores para que o clube possa conquistar o seu principal objetivo, que é subir à Série C”.

De Giba, técnico do Remo, depois da batalha contra o timaço do Vila Aurora.

Tribuna do torcedor (45)

Por Márcio Rátis (marcioratis@yahoo.com.br)

Gerson, bom dia. Venho por intermédio deste relatar fato vergonhoso provocado ontém por um dos diretores do São Raimundo o “Dr.” Jardel, que também é delegado. Existe em Santarém um bar conhecido como Bar do João, que fica na rua Dom Amando a 30 metros da sede da Polícia Federal. Neste referido bar, desde o início da série C, alguns bicolores se reúnem para assistir aos jogos do Paissandu, sempre na maior tranquilidade, até que ontém por volta das 17h chegam o delegado Jardel e seu irmão. Esse irmão (não descobri o nome dele) chegou com uma revolta absurda e de cara arrancou uma bandeira de um torcedor que estava pendurada e ainda chamou a todos os bicolores presentes de vários palavrões, dizendo que “arrebentaria” qualquer um pelo simples fato de torcer pelo Paissandu (o delegado a tudo viu e ouviu e nada fez para acalmar o irmão). Tem início o jogo e fizemos 1 a 0. Um torcedor que chegou atrasado para assistir ao jogo e, portanto, não presenciou a confusão das 17h, torcia normalmente e de repente o irmão do delegado se levanta de onde estava e se dirige em direção ao rapaz, dá dois tapas no peito do bicolor e avisa que se ele falar “Papão” novamente levará outros dois tapas, só que dessa vez serão na cara. Nisso, um outro torcedor grita “Papão” no meio da rua e o cara sai correndo para cima do “novo” inimigo (e o pior é que o delegado a tudo via, mas nunca repreendia o irmão). Quando o delegado viu que o irmão ia apanhar, começou a falar alto com os torcedores e para intimidar chamou algumas viaturas da polícia. Depois que o jogo acabou e os torcedores se dispersaram, o delegado começou a falar com seus amigos, dizendo que em Belém era pior, que se alguém achou errado o que se irmão fez que tentasse ir à Curuzu para assistir um jogo contra o Paissandu. Gerson, sabemos que isso é mentira. Para a torcida do Paissandu só  interessa rivalizar com os remistas e vice e versa. Principalmente contra os panterinos, que sempre foram saco de surra, que rivalidade iríamos cobrar deles dentro da Curuzu?

Remo x Vila Aurora com ingressos a R$ 10,00

A diretoria do Remo decidiu adotar o bom senso como norma, depois das muitas críticas, e fixou o preço do ingresso em R$ 10,00 (arquibancada) para o jogo decisivo de domingo contra o Vila Aurora no Mangueirão, pelo mata-mata da Série D. Nos jogos anteriores, a direção insistiu com ingressos a R$ 20,00, arquibancada, atraindo pouco mais de 5 mil torcedores por partida.

Coluna: Devagar, quase parando

O Paissandu venceu e está classificado com uma rodada de antecedência. A torcida comemora o feito, mas certos problemas não podem ser ignorados. Como ocorreu em todos os últimos cinco jogos, o time não conseguiu envolver por completo o adversário – e o de hoje era, sob todos os pontos de vista, muito inferior. As jogadas, manjadas pela repetição, não se alteram. Saída pela esquerda com Aldivan, deste para Tiago Potiguar e daí para Bruno Rangel ou alguém que chegue pelo meio do ataque. Ou cruzamentos na área na tentativa de acertar a cabeça de Leandro Camilo, Paulão ou Rangel.
Contra adversários desatentos e mal posicionados, uma dessas tentativas acaba dando certo. Foi o que ocorreu no lance em que a bola foi lançada na área e chegou até Bruno Rangel, que conseguiu virar em cima de um beque e chutou para as redes. Nem a circunstância do gol, que expôs por completo a fragilidade da zaga do São Raimundo, o Paissandu conseguiu se aprumar em campo.
O fato é que o futebol insinuante dos primeiros jogos vem dando espaço a um padrão previsível, no qual nem mesmo um jogador arisco e habilidoso como Tiago Potiguar consegue se sobressair. Ontem, mesmo com a marcação frouxa de Pitbull, não repetiu seus bons momentos no Paissandu. Sua participação mais incisiva foi o arremate na trave depois de grande jogada com Sandro, no começo do 2º tempo. Como astro da equipe, não vem funcionando como fator de desequilíbrio. Prende a bola em excesso e às vezes abusa do cai-cai.
Além das dificuldades de Potiguar, o Paissandu sofreu com a apatia de Fabrício, que passou praticamente despercebido. No ataque, Bruno Rangel é a figura mais destacada porque não costuma desperdiçar oportunidades de gol. Fernandão entrou nos instantes finais e teve boa movimentação, credenciando-se a brigar pela camisa 9. Talvez tenha sido a melhor notícia de uma tarde que revelou, em cores vivas, a estagnação do time de Charles. A fraca exibição sinaliza para dificuldades crescentes nas próximas etapas.
 
 
Jogadores e o técnico Giba passaram a semana prometendo vencer e convencer contra o Vila Aurora. O discurso caiu no vazio depois de terríveis 90 minutos, durante os quais o Remo só criou uma chance real de gol – e aos 36 minutos do segundo tempo, num desvio de cabeça (de Frontini) que bateu no travessão. O mandante, mesmo com jogadores de baixíssima qualidade, ainda desperdiçou duas chances com a intervenção direta do goleiro Adriano. O resultado, apesar dos percalços, foi interessante, pois deixa a situação inteiramente favorável para o jogo de volta. 
Duro é entender como Giba não consegue dar ao time um mínimo de organização. A insistência em dar um lugar a Canindé beira a insanidade. O meia entrou na metade do tempo final, substituindo a Gian, mas só fez cobrar escanteios – dois deles para fora. Gilsinho, outro eleito do treinador, é dispersivo e não finaliza. Os laterais pouco apoiam e quem ainda segura as pontas é a dupla de volantes, Danilo e Júlio Bastos. Dos atacantes nem se pode falar porque só recebem bolas podres. Para ficar razoável, o Remo ainda precisa melhorar muito. (Fotos: TARSO SARRAF/Bola)   

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 6)

Revés do Águia deixa S. Raimundo na lanterna

O Rio Branco (AC) derrotou o Águia de Marabá por 2 a 1, na noite deste domingo, no estádio Arena da Floresta, e deixou a lanterna da chave com o São Raimundo, cada vez mais perto do rebaixamento. Ivan abriu o placar aos 33 do segundo tempo. Darlan empatou para o Águia aos 38, mas um minuto depois Anselmo desempatou. O Águia permanece na terceira posição, com 8 pontos. Mantém chances de classificação na briga direta com o Fortaleza, que tem 10 pontos ganhos. (Com informações da Rádio Clube)