Imagens da chegada do Papão a Rio Branco

A delegação do Paissandu chegou a Rio Branco (AC) na manhã deste sábado para a partida de domingo, às 16h, na Arena da Floresta, contra o Rio Branco. Ainda no aeroporto, os jogadores aparecem aguardando o ônibus para o hotel e, em seguida, a chegada ao centro da capital, onde o bicampeão paraense está hospedado. O time está praticamente definido pelo técnico Charles Guerreiro: Fávaro; Bosco, Da Silva, Paulão e Edinaldo; Tácio, Romeu, Marquinho e Fabrício; Lúcio e Bruno Rangel.  (Fotos: TARSO SARRAF/Bola)

Golaço de Diego no campeonato alemão

Foi contra o Hannover, neste sábado. De bicicleta, o meia brasileiro abriu caminho para a vitória do Wolfsburg por 2 a 0.

Folheando o álbum secreto da família Corleone

James Caan, Marlon Brando, Francis Ford Coppola, Al Pacino e John Cazale: só craques no set de filmagens de O Poderoso Chefão, parte I, em Nova York. Fotos como esta, inéditas, aparecem num belo livro lançado por Steve Schapiro. Além da famosa imagem de D. Vito Corleone acariciando seu gato, muitas outras imagens até então desconhecidas compõem a obra, que se constitui em importante documento sobre a saga dirigida por Coppola. “The godfather family album”, de Steve Schapiro, é um “álbum de familia” dos Corleone de mais de 500 páginas sobre os três filmes mais emblemáticos produzidos sobre a máfia. Marlon Brando, Al Pacino, Robert De Niro, James Caan, Robert Duvall e Diane Keaton estrelam a maior parte dos registros fotográficos.

A célebre cena, no cassino cubano, quando Michael (Pacino) beija o irmão Freddo (Cazale) e revela que sabia da traição. Um grande momento do cinema como arte.

Cena que reúne toda a família Corleone posando para a foto de casamento da única filha de D. Vito, nos quintais da grande casa.   

D. Vito na grande reunião com os chefões da máfia italiana nos EUA.

Por que o interesse pela Carta Capital?

O Conversa Afiada informa que a dra. Sandra Cureau, procuradora da Justiça Eleitoral enviou ofício à Carta Capital para saber quais instituições do governo federal anunciam na revista. Qual será a nobre intenção da dra. Cureau? Será que considera que empresas do governo não podem anunciar na Carta Capital como em qualquer publicação? Ou será que acha que essas verbas só devem ir para Veja, Folha e cia.?

O que terá movido a dra. Cureau? Alguma denúncia? Alguma constatação? Seria interessante em nome do interesse público que ela esclarecesse essas questões. No site do TSE nada aparece. É possível imaginar que a dra. Cureau, como funcionária dedicada apenas ao interesse público, esteja preocupada em saber como andam sendo investidas as verbas governamentais para propaganda, que afinal são dinheiro meu, seu, dela e nosso. O fato de isso ocorrer em período eleitoral é mera coincidência, naturalmente.

Aproveito o nobre propósito da procuradora eleitoral para sugerir que dê uma olhadinha no uso do dinheiro público do Estado de São Paulo, coisa pouca, cerca de R$ 9 milhões, na aquisição, em maio desse ano, de assinaturas de jornais e revistas para o chamado Projeto Sala de Leitura, da Rede Estadual de Ensino, cuja relação público abaixo.

E já que anda tão interessada na Carta Capital, a dra. podia indagar por que só a Carta Capital não foi contemplada em tão generosos contratos, que nem de publicidade são, mas de compra direta de milhares de assinaturas – cada uma representando 52 exemplares – de revistas feitas pelo Governo de São Paulo. E nenhuma delas da Carta Capital. Que discriminação…

As assinaturas do Serra:

•27/maio/2010
Contrato: 15/00548/10/04
– Empresa: Editora Brasil 21 Ltda.
– Objeto: Aquisição de 5.200 Assinaturas da “Revista Isto É” – 52 Edições – destinada às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura
– Prazo: 365 dias
– Valor: R$ 1.203.280,00
– Data de Assinatura: 18/05/2010

•28/maio/2010
Contrato: 15/00545/10/04
– Empresa: S/A. O ESTADO DE SÃO PAULO
– Objeto: Aquisição de 5.200 assinaturas do Jornal “o Estado de São Paulo” destinada às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São Paulo – Projeto Sala de Leitura
– Prazo: 365 dias
– Valor: R$ 2.568.800,00
– Data de Assinatura: 18/05/2010.

•29/maio/2010
Contrato: 15/00547/10/04
– Empresa: Editora Abril S/A
– Objeto: Aquisição de 5.200 assinaturas da Revista “VEJA” destinada as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São de Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura
– Prazo: 365 dias
– Valor: R$ 1.202.968,00
– Data de Assinatura: 20/05/2010.

•8/junho/2010
Contrato: 15/00550/10/04
– Empresa: Empresa Folha da Manhã S.A.
– Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 assinaturas anuais do jornal “Folha de São Paulo” para as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura
– Prazo: 365 dias
– Valor: R$ 2.581.280,00
– Data de Assinatura: 18-05-2010.

•11/junho/2010
Contrato: 15/00546/10/04
– Empresa: Editora Globo S/A.
– Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 assinaturas da Revista “Época” – 43 Edições, destinados as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura
– Prazo: 305 dias
– Valor R$ 1.202.968,00
– Data de Assinatura: 20/05/2010.

(Do blog de Paulo Henrique Amorim)

Embriague-se

 Bacco, por Caravaggio.

Por Charles Baudelaire

É preciso estar sempre embriagado. Isso é tudo: é a única questão. Para não sentir o horrível fardo do Tempo que lhe quebra os ombros e o curva para o chão, é preciso embriagar-se sem perdão. Mas de que? De vinho, de poesia ou de virtude, como quiser. Mas embriague-se.
E se às vezes, nos degraus de um palácio, na grama verde de um fosso, na solidão triste do seu quarto, você acorda, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, pergunte ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunte que horas são e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio lhe responderão: “É hora de embriagar-se! Para não ser o escravo mártir do Tempo, embriague-se; embriague-se sem parar! De vinho, de poesia ou de virtude, como quiser”.

(Enivrez-vous
Il faut être toujours ivre. Tout est là: c’est l’unique question. Pour ne pas sentir l’horrible fardeau du Temps qui brise vos épaules et vous penche vers la terre, il faut vous enivrer sans trêve. Mais de quoi? De vin, de poésie ou de vertu, à votre guise. Mais enivrez-vous.
Et si quelquefois, sur les marches d’un palais, sur l’herbe verte d’un fossé, dans la solitude morne de votre chambre, vous vous réveillez, l’ivresse déjà diminuée ou disparue, demandez au vent, à la vague, à l’étoile, à l’oiseau, à l’horloge, à tout ce qui fuit, à tout ce qui gémit, à tout ce qui roule, à tout ce qui chante, à tout ce qui parle, demandez quelle heure il est et le vent, la vague, l’étoile, l’oiseau, l’horloge, vous répondront: “Il est l’heure de s’enivrer! Pour n’être pas les esclaves martyrisés du Temps, enivrez-vous; enivrez-vous sans cesse! De vin, de poésie ou de vertu, à votre guise.”)

Som na madrugada – Lulu Santos, Aquilo

Pequena homenagem ao mega-hitmaker, que toca hoje aqui em Belém – e, infelizmente, não pude ir, outra vez… 

Tem maluco pra tudo

Jogadores do clube El Porvenir, da quarta divisão do futebol argentino, foram personagens de uma história que bem poderia servir de roteiro para uma tragicomédia. Na quinta-feira (16), o treino da equipe foi interrompido por um cortejo fúnebre de um torcedor que pediu, antes de morrer, para se despedir do elenco antes de ser enterrado. Quem conta a história é o jornal argentino Olé. Os torcedores do clube invadiram o treino com o caixão de Javier Suldini, torcedor que fez o inusitado último pedido. Eram cerca de 60 pessoas. Três torcedores chamaram o técnico da equipe para conversar e explicaram que gostariam que os jogadores se despedissem de Suldini. No entanto, durante a conversa, outros torcedores começaram a protestar pela má campanha da equipe.
Um dos jogadores do Porve, como é chamado o time, relatou ao Olé a cena que presenciou. “Fomos surpreendidos por dois carros de funerária e um monte de gente entrando pelo portão. Eles se aproximaram e pediram para darmos os pêsames ao morto. Os outros estavam bêbados, drogados e começaram a xingar. Se exaltaram mais e invadiram o campo”, disse. A invasão ao campo terminou em briga e alguns jogadores foram agredidos. O clube ainda acusa os torcedores de roubarem alguns uniformes. Após o incidente, o presidente do Porve (cuja torcida aparece na foto acima) procurou a polícia e a Associação de Futebol da Argentina. (Do R7) 

Mino Carta responde à procuradora eleitoral

Por Bob Fernandes (do Portal Terra)

O diretor de redação e sócio majoritário da revista Carta Capital, Mino Carta, recebeu da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau ofício em que a integrante do Ministério Público cobra, no prazo de cinco dias, “relação das publicidades do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título”. A respeito deste ofício, ouvi há pouco o diretor de redação da Carta Capital, Mino Carta.

Temos aqui o teor de um ofício encaminhado a você e à revista Carta Capital pela procuradora Sandra Cureau e gostaríamos de saber o que o senhor, como diretor de redação, tem a dizer.
Mino Carta – Eu penso que isso é uma atitude indevida, não teria sentido sequer se fosse dirigida a mesma requisição às demais editoras do País. Entenderia que assim se fizesse junto ao próprio governo federal.

Isso, na prática, tem qual significado?
Mino Carta – Significa que a senhora Cureau entende que nós somos comprados pelo governo federal, via publicidade. Se ela se dedicasse, ou se dedicar, porém, à mesma investigação junto às demais editoras de jornais, revista, e outros órgãos da mídia verificaria, verificará, talvez com alguma surpresa, que todos eles têm publicidade de instituições do governo em quantidade muito maior e com valor maior do que Carta Capital.

O que você…
Mino Carta – Aliás, me ocorre recordar que durante o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, dito FHC, fomos literalmente perseguidos pela absoluta ausência de publicidade do governo federal. E a pergunta que faço é a seguinte: então, alguém, inclusive na mídia, se incomodou com isso? Ninguém considerou esse fato estranho? Uma revista de alcance nacional não receber publicidade alguma enquanto todas as demais recebiam?

Mino é fera. Que ninguém brinque com o homem. Curiosamente, essa pressão sobre a Carta Capital acontece logo depois da reportagem devastadora, de Leandro Fortes, sobre a quebra de sigilo fiscal de 60 milhões de brasileiros pela filha de José Serra, Verônica.