Frustrados com a derrota, belgas reagem com arrogância

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A seleção belga mostrou a que veio nesta Copa do Mundo, mas deixou a desejar contra a França. Eliminada na semifinal, a equipe deixou o Mundial com a sensação de que poderia ter ido mais longe. Pelo menos é o que pensa o zagueiro e capitão Vicent Kompany, que defendeu a atuação de seus companheiros e afirmou que não há equipe superior aos belgas no Mundial.

– Não nos sentimos inferiores a esse time na França, tivemos o controle do jogo e sabíamos que ele seria decidido nos detalhes. Desde o início, parecia que seria decidido em uma bola e infelizmente isso não foi a nosso favor. Estou muito desapontado, mas o futebol é assim e você tem que respeitar o vencedor e parabenizá-los. Quem vencer a Copa não será mais forte que nós – disse o zagueiro, esquecendo que contra o Brasil a Bélgica agiu como os franceses, recuando e levando um sufoco que durou até o fim do jogo.

O que se viu em campo foi uma Bélgica organizada antes do gol sofrido e outra depois, perdida e desorganizada. Kompany concorda que o tento sofrido foi um baque, mas elogiou a organização da França e o bom contra-ataque do adversário. Com a eliminação, a Bélgica disputará o terceiro lugar no próximo sábado, às 15h, contra o derrotado da partida entre Croácia e Inglaterra.

– Não é frustrante até a gente tomar o gol, depois se torna muito frustrante. Eu respeito qualquer plano de jogo, que esteja dentro da regra. Eles são organizados, defendem a área muito bem, tentam jogar no contra-ataque, jogam por uma bola, agora temos de lidar com as consequências. Eles merecem ser finalistas, não há contestação quanto a isso.

Lucas Jagger rebate no Twitter comentários de Galvão sobre Mick

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Segundo publicação do UOL, Mick Jagger levou o filho, Lucas, de seu relacionamento com Luciana Gimenez, para assistir o jogo da França contra a Bélgica, nesta terça-feira (10), em São Petersburgo.

Não demorou muito para os dois serem flagrados pelas câmeras de televisão e Galvão Bueno, que narrava a partida da Copa, logo brincou sobre a fama de pé frio do líder do Rolling Stones e questionou para qual time ele estaria torcendo.

Em segundos, Lucas fez questão de responder a Galvão em seu Instagram. “Não estamos torcendo pra ninguém, filho. Para de inventar”, escreveu ele, em uma foto no estádio.

O garoto ainda mostrou uma torcida de verde e amarelo no estádio, provavelmente que tinha esperança de ver o Brasil na semi-final no lugar da Bélgica, e completou: “Eu sou igual a você e igual a esses que estão aqui. Queria ter assistido ao Brasil, mas não deu”.

A mãe, Luciana, também acompanhou a resposta do filho, dizendo que é preciso parar de culpar os outros pelas derrotas do Brasil. “Pé frio é você, Galvão Bueno. Cafona!”, escreveu.

França prova que diabo não era tão feio assim e garante presença na grande final

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A França venceu a Bélgica, por 1 a 0, em partida muito disputada, na tarde de hoje (10), em São Petersburgo, e está classificada para a final da Copa do Mundo da Rússia. Será a terceira decisão do time Les Bleus, que foi campeão em casa em 1998 e vice em 2006, quando perdeu a final para a Itália nos pênaltis, na Alemanha.

Sem a rede balançar, o começo do primeiro tempo foi marcado pelo domínio dos diabos vermelhos, principalmente com jogadas de Hazar e De Bruyne. Depois dos 20 minutos, a França tomou as rédeas do jogo, trocando passes curtos em velocidade, com Griezman e Mbappe esbanjando habilidade.

Na segunda etapa, os franceses abriram o marcador logo aos cinco minutos através do zagueiro Umtiti, que, após cobrança de escanteio de Griezmann pelo lado direito do ataque, se antecipou à marcação de Fellaini e desviou para o fundo do gol.

Aos 19, Dembelé foi trocado pelo avançado Mertens, que deu maior poder ofensivo aos belgas, que insistiam em alçar bola na área. Nervosos, os vermelhos começaram a disparar chutões e cometer faltas violentas, recebendo dois cartões amarelos seguidos.

A França perdeu duas chances, com Mbappe e Pogba. O jogo terminou com o placar de 1 a 0. A França aguarda agora o vencedor do confronto entre Inglaterra e Croácia, amanhã (11), às 15h, no estádio Lujniki, em Moscou, para saber quem será o adversário na grande final de domingo, ao meio-dia, na capital russa.

Fora, Tite e o futebol pragmático!

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Por Paulo César Caju, n’O Globo

Eu, definitivamente, devo viver em outro planeta. Quase 100% dos comentaristas de tevê e jornal apoiam a permanência de Tite. Os motivos são incontáveis: “deixou um caminho pavimentado”, “mudou a cara de nossa seleção”, “tem o grupo na mão” e blá blá blá!!!

Que cansaço!!! Teve um, na tevê, que chegou a duvidar que existisse alguém no mundo que não gostasse do trabalho do professor: “Liguem para a redação e se apresentem”, sugeriu. Se o nível do futebol está ruim, o dos comentaristas, com exceções, nem se fala. Querem discutir futebol, de verdade? Então me respondam qual a diferença das seleções do 10 x 1 do Felipão (7 da Alemanha mais 3 da Holanda), do Dunga e esta do Tite? Me apontem alguma evolução tática ou técnica de uma para outra.

Era óbvio que nas Eliminatórias o grupo estava insatisfeito com o Dunga. Jogador derruba o técnico que quiser, isso é muito comum no futebol. O que mudou na seleção, me digam? Saiu um professor sisudo e entrou um pastor, um palestrante de autoajuda. Mudou apenas o discurso. E, se Dunga tinha zero de apoio da mídia, porque nunca fez questão de ser simpático, Tite teve uma aprovação retumbante. Aí fica mais fácil trabalhar. Mas pensem comigo.

Sua técnica de autoajuda não melhorou em nada, por exemplo, o lado psicológico de Neymar, que até o último minuto tentou ludibriar o árbitro com suas quedas. O Tite psicólogo falhou. Como uma seleção chega no ponto alto da Copa com tantos jogadores em frangalhos, contundidos? O Tite departamento médico falhou. Como uma seleção consegue dar 50 passes errados em um jogo tão importante? O Tite fundamentos falhou. Como uma seleção não tem uma jogada ensaiada, um contra-ataque mortífero, um toque de bola envolvente e coloca o centroavante para marcar como um cabeça de área? O Tite técnico falhou. Como olhar para o banco e ver Fernandinho, Renato Augusto e Firmino como as principais alternativas? O Tite convocação falhou.

A verdade é que o “genial” Tite falhou além da conta, mas a imprensa continua passando a mão em sua cabeça, e a CBF já garantiu a sua permanência, a do filho e a do papagaio até o ano 3000. É preciso mudar não só o Tite, mas toda a cúpula da CBF que transformou a seleção em um balcão de negócios. E olha que essa seria a chance de ouro de Tite & Cia brilharem porque o nível dessa Copa está abaixo da crítica. Pelo menos as seleções em que apostei, tirando a Espanha, continuam no páreo: Croácia, França, Bélgica e Inglaterra. O Brasil perderia para as quatro até porque não somos mais a melhor seleção do mundo faz tempo. Mas o pior é que agimos como se fôssemos. E não seremos tão cedo se essa escola retranqueira, covarde, do futebol de resultado, pragmático, que preza o futebol força e ama os velocistas, permanecer no poder.

Nós temos nossa própria forma de jogar, que foi enterrada sem dó nem piedade por Parreira, Mano, Felipão, Dunga e Tite. Já deu. E não me venham com essa de romantismo, isso é o que precisa ser feito porque a tecnologia está a favor de todos, correr todos sabemos, mas nenhum outro país do mundo tem o dom para o futebol como o brasileiro, em nenhum outro país surgem tantos garotos bons de bola.

O problema é que estão sendo engessados nas escolinhas. Ali, na mão dos professores de Educação Física travestidos de técnicos de futebol, eles sofrem a primeira lavagem cerebral e passam a trocar o drible pelo carrinho, os gols pela ajuda na marcação. Precisamos nos libertar, clamamos por novos ares, por mais leveza, temos que partir em busca de nossas raízes. Mas a mídia precisa comprar essa briga e não se deixar levar por discursinhos chatos e ensaiados. Não queremos mais pastores, gestores de pessoas e fabricantes de brucutus.

Queremos boleiros!!! E não me venham, novamente, com o papo furado de que o mundo mudou. Nós mudamos, nos influenciamos pela escola europeia e ela só estava tentando nos copiar. Evoluíram eles, regredimos nós.

Precisamos reverter essa situação trágica, mas para isso temos que agir com a tranquilidade e a serenidade de mestre Didi, após o gol da Suécia, na final de 58. Dá para virar esse jogo! Didi acreditou, eu acredito.

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Real confirma saída de CR7

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O que era tratado apenas como rumor e especulação se confirmou de foma oficial nesta terça-feira: Cristiano Ronaldo não é mais jogador do Real Madrid e vestirá a partir da próxima temporada a camisa da Juventus. O anúncio oficial foi dado pelo clube merengue, em nota oficial, anunciando a rescisão do contrato do português.

Depois de nove temporadas vestindo as cores do Real Madrid, o astro de 33 anos foi confirmado como novo reforço da Juventus, naquela que pode ser considerada a principal transação do futebol mundial nos últimos anos. O craque deixa o clube merengue após quatro títulos da Liga dos Campeões. CR7 é o maior artilheiro da história do Real, com 451 gols em 438 partidas.

“Creio ter chegado o momento de abrir uma nova etapa na minha vida e por isso pedi ao clube que aceitasse a transferência”, pode ler-se na carta de despedida de Cristiano Ronaldo, publicada hoje no site do Real Madrid. “Sinto que assim seja e peço a todos, especialmente aos nossos adeptos, que por favor entendam”, acrescenta no mesmo parágrafo de uma extensa carta.

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Considerando “maravilhosos” os nove anos passados no Real Madrid – “igualmente duros porque o Real Madrid é de exigência máxima” -, Ronaldo recorda ainda os títulos coletivos e individuais conquistados com a camisola merengue.

“O Real Madrid conquistou o meu coração, o da minha família, e por isso mais do que nunca quero agradecer ao clube, ao presidente, aos diretores, companheiros, treinadores, médicos, fisioterapeutas e trabalhadores incríveis que fazem com tudo funcione bem”, elogiou antes de deixar uma certeza. “Após muita reflexão sei que chegou o momento de um novo ciclo. Vou com a esta camisola, este emblema e o Santiago Bernabéu continuará como algo meu esteja onde estiver”, concluiu Ronaldo. (Com informações de O Jogo/Lisboa e Marca)

Mbappé x De Bruyne? Quem passa?

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França e Bélgica disputam a primeira vaga de fianlista da Copa do Mundo da Rússia. O jogaço será realizado em São Petesburgo e começa às 15h. Em campo, duas seleções tecnicamente fortes e cheias de grandes jogadores.

Os belgas, que fizeram o Brasil se despedir do Mundial na sexta-feira, não perdem há quase 2 anos. Os franceses apostam no jovem Mbappé, companheiro de Neymar no PSG, para derrubar a invencibilidade e a força ofensiva da Bélgica.

Pesquisadora brasileira recebe prêmio na Itália e dedica ao presidente Lula

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A pesquisadora brasileira Ligiana Costa, que também é cantora lírica, recebeu neste domingo (08/07) o Prêmio Flaiano de literatura na cidade de Pescara, na Itália, e dedicou a premiação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Este prêmio é dedicado a Luiz Inácio Lula da Silva, o nosso presidente. Uma pessoa que nunca fez universidade, e, no entanto, construiu dezessete universidades públicas, e encontrou um modo de fazer que este lugar fosse aberto a tudo e a todos”, concluiu a pesquisadora, que recebeu uma das maiores premiações literárias da Itália pelo livro “O Corego”, sobre a arte cênica italiana do século XVII.

A autora ainda pediu a liberdade do ex-presidente, segurando um cartaz com os dizeres “Free Lula” (Lula Livre, em inglês) e se referiu à prisão do petista afirmando que se trata de uma injustiça que ainda não foi compreendida. “Um dia compreenderemos todos a injustiça que se faz agora no Brasil”, disse.

O Prêmio Flaiano está em sua 45ª edição e é uma das maiores premiações de artes da Itália, que homenageia além da literatura, a cinema, o teatro, a televisão e o rádio. (Do Ópera Mundi)

Se não suportam Lula livre por algumas horas, estão frágeis

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Por Teresa Cruvinel, no JB

O que se passou no domingo no Brasil foi tão absurdamente grave, vergonhoso e preocupante que ainda não dá para mudar de assunto. Todo o resto ficou secundário diante do que já não pode ser negado, a contaminação da Justiça pela política. Só ontem ficou clara a repercussão internacional da guerrilha de despachos na novela solta-não-solta-Lula.

Ela foi nefasta para o Brasil, agravando a percepção externa sobre a extensão da crise em curso, e de certo modo favorável ao ex-presidente Lula, ao reforçar a ideia de que, para mantê-lo preso, a Justiça e o sistema político, de mãos dadas, fazem o diabo.

Partamos do princípio de que o desembargador Rogerio Favretto não tinha competência para conceder o habeas corpus pedido, como alegou Moro, e que a candidatura do réu não constituía fato novo, pois era conhecida antes mesmo da prisão.

Num Judiciário não contaminado pela política, não pressionado pelos que temem a candidatura Lula, ele teria sido solto sem drama, sem que Moro e os desembargadores do TRF-4 tivessem que se expor tanto.

Caberia então, como tantos deixaram claro ontem, inclusive o ministro do STF Marco Aurélio Mello, ao Ministério Público Federal recorrer da decisão. Não a Moro dar ordens à Polícia Federal. Derrubada a liminar, Lula seria preso novamente.

Quantos réus já não passaram por tal situação no Brasil? Mas, se o establishment não pode suportar a liberdade de Lula por algumas horas ou dias, a situação é de alta fragilidade. E não se resolverá com Lula preso.

Os principais jornais do mundo fizeram registros depreciativos do ocorrido mas vou me deter no do jurista André Lamas Leite, professor da Faculdade de Direito do Porto, “A barbaridade de uma justiça dominical”, publicado ontem pelo jornal “O Público”.

O acadêmico contesta Moro: “Não é verdade que o juiz de turno tivesse ou não a liberdade de decidir. Estava vinculado à decisão. Outra coisa é saber se havia motivo juridicamente fundado para o fazer”.

E passa então à questão que está no fundo de tudo isso, a execução antecipada da pena, a partir da condenação em segunda instância, contrariando o princípio constitucional da presunção da inocência: ninguém será considerado culpado até o completo trânsito em julgado da sentença.

Conclui ele que “Lula está em cumprimento inconstitucional e ilegal de pena de prisão”. E por isso, dá razão jurídica a Favretto. Mas, diz ele, como no Brasil não se sabe onde acaba a política e começa a Justiça, pesaram contra ele as antigas ligações com o PT.

Nem por isso, tinha Moro competência para “revogar” o despacho de magistrado hierarquicamente superior. Gebran Neto, sim, a seu ver poderia derrubar a liminar, quando o plantão terminasse. Lula já estaria solto, que fosse novamente preso.

Mas tudo, a seu ver, deriva do “entendimento indefensável” do STF sobre prisões antecipadas: “Um país que não respeita a sua lei fundamental descaracteriza-se e abre crises gravíssimas de desfechos imprevisíveis.”

Passando do Direito ao jornalismo, não menos áspero foi o comentário do jornalista, escritor e advogado (profissão que já não mais exerce) Miguel Sousa Tavares, no principal telejornal de Portugal, na SIC. Ressalvando seu amor pelo Brasil, definiu o ocorrido como uma “fantuchada jurídica”.

Palhaçada, cá para nós.

Censurou os petistas por recorrerem no dia do plantão de Favretto mas desancou mesmo foi com Moro, desejando que estivesse a ouvi-lo, já que passa férias em Lisboa. Em Portugal, sete diferentes juízes teriam feito todos os papeis que Moro acumulou em relação a Lula: juiz de instrução, de acusação, de sentença etc.

Conclui que a Justiça no Brasil está completamente contaminada pela política, não restando outra saída senão a refundação do país, por uma nova Constituinte.

Lamentavelmente, hoje faz sentido o apelido que Paulo Francis dava ao país nos anos 80: “o bananão”.

Lia Amancio

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