Papão vai em busca dos 3 pontos contra o Oeste

41708239720-2289cd9525-o

Sob o comando do técnico Guilherme Alves, o Paissandu realizou na sexta-feira o último treino de preparação para o confronto deste sábado contra o Oeste, em Barueri (SP), às 19h. O treinamento na Curuzu foi recreativo e terminou com uma longa conversa do treinador com os jogadores.

A lista de jogadores relacionados para o jogo é a seguinte:

  • Goleiros: Renan Rocha, Marcão
  • Zagueiros: Diego Ivo, Edimar, Perema
  • Laterais: Diego, Mateus Silva e Mateus Miller
  • Volantes: Cáceres, Lucas Geovani, Nando Carandina e William
  • Meias: Alan, Pedro Carmona e Thomaz
  • Atacantes: Claudinho, Dionathã, Mike e Moisés

O provável time para encarar o Oeste está assim desenhado: Renan Rocha; Mateus Silva, Diego Ivo, Edimar e Miller; Carandina, William, Carmona e Thomaz; Claudinho e Moisés.

Ninguém acredita na vida real

duascabecas

“Eu te dou a vice”; “Fulano ganha 20 segundos no horário eleitoral”; “Libera o 38, pelo menos”; “Não conheço do habeas corpus por falta de legitimidade do impetrante”. Tudo isso que você lê no noticiário político – pouco mais, pouco menos com estas palavras – é  apenas a “casca da ferida” deste país machucado.

O mundo real, fora deste universo paralelo onde vive a elite política (que inclui a das corporações de Estado e as empresariais) está batendo à porta, cada vez mais furiosamente e eles teimam em não ouvir.

Nem o Caged, registro do Ministério do Trabalho que contabiliza as vagas formais de emprego em empresas estruturadas, conseguiu mais sustentar o engano dos números positivos.

O desemprego volta a crescer, agora sobre um patamar já imenso. O Serasa, longe de ser uma instituição “lulopetista”, aponta um recorde de inadimplência: 62 milhões, quase, ou seja: 40,3% da população adulta está inadimplente.

O IPCA-15, divulgado esta semana pelo IBGE, foi o maior em 14 anos e isso sendo medido sobre uma elevação imensa, a de junho, provocada pela paralisação dos transportes. preços coletados depois da normalização, na média, subiram, mesmo com a retração naqueles absurdos 10 reais pela batata ou pelo tomate.

Não é preciso indicador nenhum para ver a pobreza crescendo pelas calçadas, ao menos aqui no Rio e nos bairros de classe média, onde ainda se pode colher os magros frutos da “caridade” que sobraram. Daí que sobre essa realidade, o latifúndio de Geraldo Alckmin no horário gratuito tem um significado e este significado tem um preço.

Torna-o o candidato explícito do status quo por representar, nas palavras de comentarista política Maria Cristina Fernandes, “uma candidatura que reúne quase toda a Esplanada dos Ministérios, em um governo que tem 94% de rejeição”.

“Dize-me com quem andas e te direi quem és”, percebe a sabedoria popular. A menos, claro, que fosse um personagem com significação própria, o que Alckmin está longe de ser. É por isso que o seu inegável triunfo da disputa pelo tempo de televisão tem de ser relativizado.

Em primeiro lugar, porque não foi exclusivamente dele, mas tem indisfarçável “dedo de Temer” no “convencimento” do Centrão.

Em segundo lugar, por isso mesmo, o identifica com o “tudo o que está aí”. Ninguém acredita na vida real, cantou Caetano veloso, mas ela existe. (Por Fernando Brito, no Tijolaço)

História de desenhista brasileiro ganha o Eisner, o Oscar dos quadrinhos

marcelo-dsalete-1532182119033_v2_900x506

O artista brasileiro Marcelo D’Salete ganhou na sexta-feira (20) o prêmio Eisner com sua graphic novel “Run for it”. A premiação, considerada o Oscar dos quadrinhos, aconteceu durante a San Diego Comic-Con nos Estados Unidos. A obra de D’Salete reúne histórias sobre resistência à escravidão no período colonial brasileiro e foi indicada à categoria de melhor edição americana de material estrangeiro.

Neste sábado, o artista comemorou o prêmio e relembrou a repercussão que a HQ teve junto ao público. “Apesar das críticas positivas, meus livros anteriores não tinham chegado a um público muito amplo. Cumbe rompeu todas as expectativas. Não apenas pela premiação atual, mas por ter tido uma ótima recepção pelo público em diversos locais”, celebrou ele em sua conta do Facebook.

No texto de agradecimento, o quadrinista lembrou de familiares e amigos. “Valeu cada uma das longas caminhadas até as bancas de jornal lá em São Matheus, SP, ao lado do meu irmão, onde comprávamos quadrinhos. Valeu o apoio dos familiares, a minha companheira Brisa, aos amigos e mestres”, disse.

imagens-da-hq-run-for-it-cumbe-que-venceu-o-premio-eisner-2018-1532183059262_v2_750x421

“Obrigado pelo apreço dos leitores em indicar e emprestar o livro para mais leitores. Esta obra se completa com o olhar e leitura de vocês”, completou. No Brasil, a HQ foi lançada em 2014 pela editora Veneta. “Cumbe” narra quatro histórias sobre a lutra dos negros no Brasil colonial contra a escravidão. Os relatos brutais abordam temas como perseguições a escravos que fugiam das fazendas, roubo de bebês e rebeliões. (Do UOL)

Com padrão Fifa, VAR corrigiria cerca de 100 erros de juízes no Brasileiro

var-arbitro-de-video-copa-2018-29062018110843274

Do Blog do Rodrigo Mattos, no UOL

Ao final da Copa do Mundo, a Fifa concluiu que foi bem-sucedido o uso do árbitro de vídeo e apontou que o impacto na atuação dos juízes foi significativo. Foram 17 alterações de decisões da arbitragem em 64 jogos. Com essa proporção, o Brasileiro teria um total de 101 erros de juízes corrigidos em todo o campeonato. Lembremos que a CBF e a maioria dos clubes optaram por não ter o VAR no Nacional em 2018. Embora com dinheiro em caixa, a entidade se recusou a pagar pelo mecanismo para o torneio de pontos corridos, e boa parte dos clubes votou contra ter de arcar com a tecnologia durante Conselho Arbitral.

No entanto, para a Copa do Brasil, a CBF decidiu que irá arcar com o VAR a partir das quartas de final. É certo que o uso do VAR não significa erro zero. A Fifa entende que o acerto das decisões revisadas pelo VAR foi de 99,3%. Mas há lances subjetivos que são avaliados pela comissão de arbitragem da entidade de uma forma, e podem ter outra visão de outros juízes. A correção de erros óbvios pelo árbitro de vídeo, no entanto, é inegável. No caso da Copa, foram 455 lances checados de forma silenciosa pela equipe arbitragem na frente da tela.

A partir daí, 20 desses lances sofreram revisões no vídeo pelo árbitro de campo, e 17 tiveram decisões alteradas. Com 380 rodadas, o Brasileiro teria um total de 101 equívocos corrigidos levando-se em conta a mesma proporção. Seria uma alteração de decisão a cada 3,8 partidas, isto é, praticamente três por rodada. Isso obviamente teria um impacto grande na tabela do Nacional.

O levantamento da CBF para erros de arbitragem no Nacional aponta que é esta a ordem de grandeza de equívocos. Em 11 rodadas, a comissão de arbitragem da apontou 25 erros de árbitros, no total de 110 jogos. Assim, seriam 86 equívocos de árbitros ao final do campeonato, um número um pouco menor do que o que seria obtido pelo padrão Fifa. A maioria dos equívocos tanto no Brasileiro quanto na Copa foi de pênaltis não marcados. Não por acaso houve uma explosão de penais durante o Mundial, sendo nove deles marcados por meio do auxílio do vídeo.

Um detalhe é que o árbitro de vídeo pensado pela CBF é significativamente menos complexo do que o utilizado pela Fifa. A entidade internacional usou até 35 câmeras em seu sistema de VAR. No caso da confederação, estuda-se sete câmeras além das imagens da televisão. Uma questão é que as emissoras transmissoras usam número de câmeras desigual em suas transmissões.

Um operário da interpretação

Ator de talento, engajado politicamente, Tonico Pereira revelou ao site Glamurama, ontem, detalhes de sua relação contratual com a Globo com o estilo despojado e direto de sempre.

tonicopereiratamanho

Por falar nisso, você é funcionário da Globo, ou trabalha por obra?
“Sou funcionário e me sinto muito feliz por isso. Sustenta as minhas doenças, cuida dos meus filhos. Talvez eles me mantenham como funcionário [e não encerrem o contrato e passem a pagar por obra, como tem acontecido bastante na emissora] porque estou velho e eles queiram me preservar um pouco. Nunca tenho projeto. Sou ator de aluguel. Tenho contrato e eles me escalam na hora que querem. Não sou de ficar me oferecendo, fico na minha, aguardando na trincheira o momento de sair pra luta”.

E nunca diz não para um convite da empresa?

Podendo, não digo não. Só se eu estiver impedido por motivos de saúde”.

Forbes revela valor da pensão paga por Neymar ao filho Davi

2706932-neymar-paga-o-equivalente-a-r-85-mil-po-650x488-3-600x451

De acordo com a revista Forbes, Neymar está entre a lista de famosos mais bem pagos de todo mundo: o craque do Paris Saint-Germain é a 13ª celebridade mais bem paga do mundo, atrás de personalidades como Bruno Mars, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

O veículo indicou ainda o valor pago pelo atleta ao filho, Davi Lucca: em 2012, o valor era de US$ 15 mil mensais, devidamente reajustado e atualizado conforme a inflação ao longo dos anos, gira atualmente em torno de US$ 21.978, valor equivalente a R$ 85 mil mensais. Além do valor mensal, a publicação indica que Carol Dantas, ex-namorada do craque, tem um apartamento em São Paulo para morar com o menino.

(…)

República da bala

renatomachado

Todos “caíram de pau” na cena de Jair Bolsonaro “ensinar” a uma pequena menina, de colo ainda, a fazer o gesto de quem aponta uma arma de fogo.

Com razão.

Nem para alguns dos desavisados que acham que possuir uma arma é a solução para a segurança e o apóiam a coisa caiu bem.

Foi um daqueles atos que se praticam porque “é mais forte que a gente” e brotam da própria natureza do sujeito que a pratica.

Mas é bom não esquecer que, de olho nos alucinados que migraram do voto tucano para o voto “com cano”, o senhor Geraldo Alckmin também defendeu  facilitar o porte de armas para quem vive no campo.

“Porte de armas pode ter. Na área rural até deve ser facilitado”, disse.

Reparem, não é posse, doméstica ou profissional, de uma arma, o que já é um perigo, mas é e nunca deixou de ser legal.

A posse é permitida, desde que haja registro, com a comprovação de residência, ausência de antecedentes criminais e da aptidão psicologica e de manuseio. A posse “autoriza o seu proprietário a manter a arma de fogo exclusivamente no interior de sua residência ou domicílio, ou dependência desses, ou, ainda, no seu local de trabalho, desde que seja ele o titular ou o responsável legal pelo estabelecimento ou empresa”, pela Lei 10.826.

E ter 25 anos, ao menos, além de autodeclarar o motivo de querer tê-la. O cidadão, pasme, pode ter legalmente em casa até seis (!!!) armas de fogo.

Portar, que é o que Bolsonaro defende indiscriminadamente e Geraldo Alckmin sugere para a “área rural” – quem sabe igual ao “Velho Oeste”, deixando a arma na entrada da cidade – é outra coisa diferente. É andar armado em locais públicos, com a arma embalada e pronta para uso.

Por exemplo, quem sabe, numa “fechada” de automóvel, numa discussão com o vizinho, por causa de umas vacas fujonas ou uma cerca rompida. Ou atirar no garoto que foi roubar umas goiabas, Ou, quem sabe, sob os eflúvios da “marvada pinga”…

Porque, mesmo para a sempre alegada defesa da propriedade, até mesmo contra ladrões que invadem um sítio,  se você está nela, o efeito da posse e do porte é o  mesmo.

Em ambos os casos terá de ser provada a necessidade do uso e a proporcionalidade  que caracterize a legítima defesa.

O porte de arma é permitido desde que quem queira se habilitar a ele demonstre “a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física”.

Do contrário, seria o armamento “amplo, geral e irrestrito”, porque qualquer um poderia pedir e obter autorização para andar armado e fazer, deus nos proteja, uso da arma segundo seus próprios critérios e humores.

Num país onde se mata, em um ano, mais do que morreram norte-americanos no Vietnã em dez, fazer demagogia com armas, como faz Bolsonaro, é desqualificante para qualquer um, inclusive Alckmin. (Por Fernando Brito, no Tijolaço) 

Via Twitter, Liam lança apelo a Noel pelo retorno do Oasis

oasis-kUl-U101976413281c5C-1024x683@GP-Web

Por meio de seu perfil na rede social Twitter, o vocalista Liam Gallagher afirmou que perdoa o seu irmão, o guitarrista Noel Gallagher, e pediu o retorno da banda Oasis, comandada pelos dois entre as décadas de 1990 e 2000.

Em sua publicação, Liam Gallagher disse que agora “é o momento” para juntar novamente o “Grande O”, em menção à letra inicial do nome Oasis. O vocalista destacou, ainda, que desculpa o guitarrista pela briga que causou a separação da banda em 2009 – iniciada, curiosamente, quando Liam atirou uma ameixa na cabeça de Noel.

“Terra chamando Noel. Ouça r-kid, ouvi que você está fazendo shows onde as pessoas não podem consumir álcool. Isso é a coisa mais bizarra que você já fez. Eu perdoo você. Agora vamos reunir ‘o GRANDE O’ novamente e parar de besteira. Sobre os drinks, são por minha conta”, afirmou.

Questionado se está desesperado pelo retorno do Oasis, Liam Gallagher disse: “Não estou desesperado. Só acho que isso seria uma coisa legal para se fazer”. O Oasis deixou sete discos lançados em seu período de atividade – o último, “Dig Out Your Soul”, foi lançado em 2008. Mais de 90 milhões de cópias de seus álbuns foram vendidas desde 1991. (Do Whiplash.net)

oasis