Improviso, acaso e potoca

Por Gerson Nogueira

A lenda de que o acaso protege os inocentes e distraídos se aplica perfeitamente ao universo boleiro. Sempre soou esquisita a teorização sobre fórmulas para controlar o jogo, como se fosse ciência exata. Por essa razão, passo longe de análises focadas apenas em estatísticas, como se fosse possível mensurar todas as variáveis existentes numa partida de futebol.

Até mesmo esquemas táticos bem concebidos, como o inovador Carrossel Holandês de 74 ou o recentíssimo Barcelona de Guardiola, não eram imunes às leis da improvisação. Em campo, felizmente, sempre há espaço para a subversão e a mudança de planos.

Futebol não é xadrez, onde as jogadas são marcadas e cientificamente estudadas. No tabuleiro, o intelecto prevalece sobre o impulso e a imponderabilidade. Risível é o esforço de alguns para dar verniz acadêmico ao futebol, um esporte que envolve basicamente força, improviso e velocidade.

Quando meias, volantes e laterais se esmeram em cruzar bolas para a área inimiga não estão exercitando um recurso estratégico baseado em conceitos científicos. Na verdade, apenas apostam no princípio primitivo do “seja o que Deus quiser”.

Algumas vezes acaba dando certo, a bola resvala em alguém, desvia na trave e entra. Outras vezes cai exatamente na cabeça de um atacante e dali é endereçada às redes. Ou, ainda, passa direto sem tocar em ninguém e engana o goleiro. Jogadas casuais são bem mais comuns do que lances conduzidos lucidamente pelos craques. Pelo simples fato de que os craques são cada vez mais raros.

Lances previsíveis de bolas alçadas são frequentes por serem mais fáceis de realizar. Não exigem esforço ou raciocínio. É bem menos trabalhoso fechar os olhos e dar um bico rumo à meta inimiga. Para que perder tempo pensando e buscando alternativas que exijam técnica e habilidade?

O lado cômico fica por conta dos treinadores supostamente cerebrais – Tite, o top of the tops; Luxemburgo, Mano Menezes, Oswaldo de Oliveira, Ney Franco – verbalizando sobre o nada, no afã de convencer que elaboram formulações revolucionárias a cada jogo.

Lorota pura. Poucas vezes um time vai além do básico estímulo à repetição de velhos macetes, como essa praga nacional chamada “ligação direta”. A atual Série A é pródiga na troca de chutões entre goleiros, cuja repetição chega a irritar o torcedor.

Por vezes, os professores capricham tanto no fraseado que chegam a convencer gente qualificada. Seria tão mais simples se todos admitissem que o futebol é modalidade que depende de esforço de uns, genialidade (rara) de outros e uma torrente de lances acidentais na maioria das vezes.

Técnicos de perfil mais naturalista, como Felipão e Muricy Ramalho, tendem a ser mais coerentes. Gostam de times que marcam forte, cometem muitas faltas e adoram exploram bolas aéreas. Assumem isso sem dourar a pílula. Nada de teses sofisticadas sobre a quadratura do círculo, apenas a realidade fria do jogo. Melhor assim.

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PSCXAVAI confusao-Mario Quadros (19)

Por obra e graça dos baderneiros

A novela em torno do local (e data) do jogo contra o Oeste consumiu três dias de suspense no Paissandu. Até mesmo o encaminhamento do pedido de mudança de local à CBF resultou em processo lento e desgastante, com troca de acusações entre a diretoria do clube e a Federação Paraense de Futebol.

No fim das contas, diante da impossibilidade de uso do Mangueirão, a CBF determinou que a partida fosse transferida para o estádio da Curuzu. Claro que medidas severas de segurança devem ser adotadas, a fim de prevenir a ocorrência de novos tumultos.

E é justamente a tumultuada partida contra o Avaí que levará o Papão ao banco dos réus hoje, no STJD, com previsão de sentença pesada – algo como quatro perdas de mando. Que os atropelos gerados pela ação dos arruaceiros sirvam de lição definitiva para o clube e os órgãos responsáveis pela segurança nos estádios e em torno deles.

Em meio a mais um grave transtorno causado pelas gangues surge a oportunidade histórica para que Polícia, Ministério Público, Justiça e clubes tomem as providências necessárias para extirpar a violência que ameaça o futebol paraense. Ainda há tempo para isso.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 06)

39 comentários em “Improviso, acaso e potoca

  1. Gerson é como se escreve por ai nas redes sociais

    100% FATO

    Já pensei também, em se seria possível fazer “ciência com o futebol”, será quem alguém não vai escrever algum dia um livro do tipo “Princípios Básicos de Futebol”, “Esquema 4-4-2, com dois centro-avantes”, “Inovações táticas para o ano de 2014”, etc, as vezes me pergunto mesmo até se de fato os treinadores não são mais do que o termo bem popular “professores” não seriam “psicólogos”? tem aqueles lances em que o cara faz antes uma palestra motivacional, etc. até nisso eu penso se é verdade ou se está sujeito a análises como essa de que não passam mais do que velhas máximas do tipo “seja o que Deus quiser”, o próprio técnico “Naturalista” Muricy já disse não ver efeito nessas palestras motivacionais.

    Eu não tenho uma opinião formada sobre esse assunto, sobre qual é a natureza do funcionamento do futebol, sou curioso no assunto, como se diz sou “leigo”, os profissionais no assunto é que fazem a coisa funcionar, mas os leigos são importantes, quanto maior a quantidade, maior o marketing, maior a audiência, enfim, os leigos é que pagam a fatura.

    bom dia a todos

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  2. Eu por diversas vezes já coloquei aqui meu pensamento a respeito de toda essa conversa de plano tático, esquemas mirabolantes, teorias que não passam de teorias, e os teóricos se aproveitam tanto dessa balela, que até cursos para formar novos teóricos é realizado por todo o mundo, e o interessante é que eles estão enganando tanto, que daqui a pouco, para se tornar técnico de futebol, o camarada deverá ter curso superior. Na contra mão de tudo isso, chega o Jaime de Almeida, num time como o Flamengo e onde tantos famosos pseudos professores vacilaram , ele vem com simplicidade e arruma a casa. Provando que a simplicidade e a mola mestra para se formar uma equipe de futebol competente. Dias atrás o professor Benazzi, meteu o pau nos colegas de profissão que antecederão ele , alegando que eles eram os culpados do bicolor estar numa situação complicada no brasileiro. Eu pensei em uma coisa, se o Benazzi é tudo isso, porque o Bragantino também ainda corre risco de rebaixamento, já que ele começou o trabalho por lá ,e mesmo assim com toda a competência do estupendo Treinador , o conhecido Braga não decolou na competição, tanto não decolou que ele foi dispensado de lá e veio desembarcar em Belém. Acho bom os clubes brasileiros acordarem e pararem de dar muita confiança para esses camaradas , e procurarem soluções mais baratas e simples para comandarem as suas equipes nas competições esportivas. Vejam o Fluminense, cheio de professores comandando a equipe em 2013 e mesmo assim deverá desembarcar na segunda em 2014. Fora os teóricos e coveiros do futebol brasileiro.

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  3. Verdade, amigo Valentim, e isso, só é possível, com um bom técnico no comando, pra estudar corretamente o adversário e montar uma boa estratégia em campo… Foi assim que Benazzi venceu a 1ª partida, fora de casa, depois de 32 rodadas, ou seja, quase no final da série B.
    Papão com Benazzi, é outro, se tornou um time difícil de ser batido, inclusive fora de casa… É nesse bom estudo aos adversários e os jogadores seguirem tudo que ele pedir, que o Papão permanecerá na série B..

    Uma coisa é um técnico local assistir a um vídeo do adversário.. Ele só vai assistir mesmo… Outro, é um bom técnico, fazendo isso…

    Bons técnicos brasileiros, são vitimas dos péssimos dirigentes de clubes brasileiros…

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  4. Vejam o que acontece com o Remo: 25% dos jogadores que formarão o elenco profissional, são da base, 2º o Dr. H.Custódio… Esses jogadores estão nas mãos do C.Guerreiro, aí ficam lá, sem nenhum ensinamento, pois o técnico, não sabe…

    Aí, o que acontece: Pensam em contratar um bom técnico, já no sufoco, o cara chega e ver que os da base subiram de forma errada, pois não aprenderam, sequer, os fundamentos básicos lá atrás e barra eles, pois não tem tempo pra isso, e por esse motivo, acaba caindo nas “garras” da mídia, como quem não olha pra esses garotos, e começa a ser “fritado” por ela… Cansa um pouco, falar as mesmas coisas, as mesmas lambanças todo ano, amigos..

    Eles(Thiago e Dr HCustódio), são bem intencionados, mas não entendem do óbvio, o Futebol… Isso, dá medo, quando penso que ainda temos um Presidente que manda em tudo, e que é pior ainda, quando o assunto é esse… Te dizer..

    – Bom, pelo menos, o torcedor do Remo ganhará uma Arena, nova, para fazer seus amistosos em 2014, sem ter que se aventurar pelo interior…

    É a minha opinião.

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  5. Fiquei assustado com o futebol apresentando pela Chapecoense, ontem, o time ruim, como o mesmo está na segunda posição ? a resposta está associado com a coluna.

    Para piorar, os números das camisas, 67, 83, 54, 23, a marcação é tanta que já estão copiando o modelo do futebol americano, pelo menos em relação a numeração da camisa.

    E o camisa 33, vem de fora ?

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  6. Prezado Gerson Nogueira,

    Em São Paulo, a torcida Mancha Verde, como outras torcidas no Brasil, recebem regalias das diretorias dos clubes. Na ocasião, por conta de problemas no aeroporto, quando o time do Palmeiras foi hostilizado, a diretoria do clube decidiu não liberar mais ingressos de graça para a torcida organizada. Quando perguntaram o que o Valdivia achava sobre isso, surpreendentemente ele respondeu que agora a torcida tinha o direito de vaiar e xingar, pois estavam pagando ingressos. Assim, ocorre aqui. No ultimo jogo do Paysandu em Belém, pouca gente sabe, mais a torcida que causou aquela baderna na Curuzú e que todos nós sabemos quem é, foi hostilizada pela própria torcida de verdade do Papão. Então Gerson, eu sei, a polícia sabe, a imprensa, a diretoria e os jogadores do Paysandu sabem qual foi a torcida que causou os problemas, pq não foi tomada nenhuma atitude em relação a extinção dessa torcida? Quero entender que “forças ocultas” ou “quem” impede que esse problema seja resolvido.

    É engraçado que o verdadeiro torcedor, como eu me considero, tem que pagar ingressos (sou sócio torcedor) e não tenho regalias nenhuma.

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  7. 90 % dos treineiros top só se dão bem com times que há jogadores com habilidades acima da média e um ou mais craque..

    Os esquemas sao o grande nó no futebol brasileiro,nossos chutadores tem enormes limitações para compreender suas funcionalidades.

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  8. Técnico de verdade só há dois no Brasil, Cuca e Marcelo Oliveira. Mesmo com elencos limitados, ambos sempre montaram times ofensivos, porém demoraram um tempão pra ganhar um título de expressão. Os demais são apenas marketing e enrolação.

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  9. Um bom técnico não precisa estudar tanto um adversário. Ele faz mudanças durante o jogo de acordo com suas observações, quanto aos pontos fortes e fracos de seu time e do adversário.
    Agora, existem elencos tão bons que jogam sempre da mesma maneira, o adversário que se preocupe em criar o máximo de dificuldades, parece até que prescindem de técnico. Hoje em dia, a ciencia da preparação física é a mola mestra do esporte de alto rendimento.

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  10. O Charles Guerreiro foi treinado por grandes técnicos, chegou a seleção brasileira, já ganhou títulos como técnico, era o “xerife” do Flamengo, logo, não podemos afirmar que ele não tem nada a ensinar..Entendimento contrário, pode ser, inveja, emulação, dor de cotovelo, ignorância, burrice, mediocridade, arrogância, cumulativos ou não.

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  11. Amigo Cláudio, admiro seus pertinentes comentarios aqui no blog, sempre observo seus incentivos e sempre acreditar que nossos clubes possam chegar à vitória, vejo isso durante os jogos do Paysandu na serie B. A minha insatisfação com o seu comentário a respeito do Remo, pelo jeito antecipando o insucesso no próximo ano, suscita acredito eu, uma certa incoerência de vossa parte, mesmo eu sabendo que você não credita confiança nos técnicos regionais. Respeito sua opinião amigo Cláudio, mas se for mesmo o Charles o técnico em 2014, prefiro acreditar que o meu Leão alcance os objetivos propostos, dê a alegria ao torcedor, e no final quem sabe até elogios de vossa parte. Só não quero é que se concretize a última parte do seu comentário. Abraço ao amigo.

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  12. A decisão da CBF em anular seu ato administrativo e marcar o jogo do PSC para a Curuzu é um acinte e deveria ser combatido em defesa da ética. Essa decisão é um prêmio a baderneiros em conveniência com seus dirigentes. Um absurdo.

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  13. Vocês viram o último balanço financeiro liberado pelo Clube do Remo?
    Apesar da fatura que o sub-20 nos proporcionou, estamos no operando no VERMELHO, amigos.
    O Baenão está em obras para melhorar o conforto dos espectadores e um elenco (bom no papel) está sendo montado com afinco pelos dirigentes; Tudo isso gera custos que, no fim, acabam sendo repassados aos torcedores; Nós.
    Pedir a saída de Charles (cujo contrato foi feito ainda na era Cabeça) é ir na contra mão de todas as conquistas administrativas atuais. Não há 500 mil para pagá-lo e, por enquanto, não há motivos claros para demití-lo.
    Finalmente, pegando um gancho do Ronaldo Passarinho: “O Remo não pode se endividar todo por um título estadual”. Então, sugiro aos torcedores e baluartes do blog o seguinte: Tenhamos a sabedoria de aceitar o que não podemos mudar…Charles vai ficar. Não tumultuemos o ambiente.

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  14. Com todo respeito, Cláudio, algumas de suas BOMBAS acabam minando o já combalido planejamento de nossos clubes. Eu gosto de ler elas, de verdade, mas entendo que algumas sejam prejuduciais.

    Você anunciou a vinda de Herrera de prima, e logo a notícia se espalhou em todas as redes sociais como um surto viral. Pode ter atrapalhado as negociações.
    Já vi você anunciando que o “novo técnico” do Remo só chegaria em dezembro. É o tipo de notícia que tumultua e enfraquece o trabalho dentro do clube.
    Cuidado com as bombas, amigo. Elas podem estar prejudicando o glorioso.

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  15. Engraçado que dizem que o amigo Cláudio Santos simpatiza com o Clube do Remo. Agora lendo os comentários dele aqui no blog, percebe-se o contrário. O bicolor todo desarrumado e ele diz que o Benazzi arrumou o time e ainda de vez em quando ele coloca aqui uma mensagem de otimismo para o listrado, do tipo Eu acredito ! Quanto ao mais querido o campeonato nem começou e ele vem dizer na maior cara dura , que o Remo está montando uma arena para jogar amistosos em 2014, logo percebe-se que o amigo torce contra o Remo . Nada contra afinal em uma democracia, temos o direito a escolha. Eu já disse aqui, que não vem técnico nem um de fora e que a diretoria do Remo ainda não anunciou nem um contratado, e tudo que se disser é simples especulação. Eu acredito num Remo forte e vencedor em 2014. Com Charles ou sem Charles, quem vai dizer se ele fica ou não é o seu trabalho, venceu fica, perdeu sai, é assim em qualquer clube brasileiro. E como disse um azulino num comentário acima, um cara que jogou em grandes clubes e até na seleção brasileira, com certeza pode passar algum aprendizado aos mais novos.

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  16. Preparo físico hoje é 70% de tudo… o resto fica para a organização tática e a repetição exaustiva de jogadas visando a boa execução nos jogos, bem como os fundamentos (que devem ser aprendidos na base), além do talento (hoje suplantado pela força e esquecido pelo futebol de chutões e ligações rápidas). Penso que se um time tiver preparo físico suficiente e organização tática (que requer o mínimo de inteligência dos jogadores) pode jogar no esquema 3-5-2, 4-4-2 e até mesmo o esquecido 4-3-3, pois se conseguir se impor com um futebol ofensivo, perderá uma partida ou outra, mas sairá vencedor na maior parte dos jogos. O problema é o foco: destruir jogadas e não produzí-las. A violência de fora das quatro linhas invadiu o campo e agride a beleza e a arte antes tão presentes em nosso futebol. A destruição imposta pelas torcidas é reflexo ou é estímulo para o péssimo futebol visto em nossos campeonatos brasileiros, onde um ou dois times se sobressaem a cada ano, e, pouco depois, caem vertiginosamente, como é o caso de Corinthians e Fluminense, que em 2012 foram muitíssimo bem e, agora, estão numa penúria. Penso que se o Paysandú não cair – o que será um milagre – é possível organizar melhor o time para o próximo ano, porém, se o descenso se concretizar, a coisa vai ficar muito feia.

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  17. Falando em potoca, seria verdade que o leãozinho já tá de olho na vaga da Tuna para poder disputar a Copa São Paulo?
    Égua, é de pequeno que se aprende mesmo!

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  18. José Maria Eiró, concordo com 99,9% do seu comentário. O 0,1% de discordância advém do fato de eu acreditar que fundamentos devem ser aprimorados, sempre. Veja o caso do futebol europeu: lá o jogo é mais veloz, a marcação é dura e em todos os espaços do campo que assim fica reduzido, mas o índice de acertos de fundamentos beira os 85% por cento (passes curtos, cruzamentos, arremates em gol, desarmes). Em comparação ao show de horrores de nossos principais campeonatos, pergunto: lá só há craques e aqui só perebas? Não. Lá, se treina mesmo, de verdade. Aqui prevalecem os rachões, as rodas de bobo e os aspectos meramente motivacionais dos “professores” que estão mais pra “psicólogos”. Simples.

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  19. Não existe um bom tecnico se o time não for bom, se o elenco não for forte, se este grupo não for unido ( pelo menos dentro das 4 linhas ).

    O que dizer do Tite, ano passado campeão do mundo e hoje o que é o Corinthians?

    E o Lecheva não é bom? Empatou em casa na 1° rodada e sabemos que com o pior time da competição que é o Time Negra.

    O Benazzi é um bom tecnico, pegou um grupo com o astral lá em baixo, grupo formados pelos outros e tem dado ao time o melhor entrosamento do ano.

    Tem suas falhas e suas teimosias, mas isso todo tecnico tem.

    SE um tecnico do perfil do Benazzi chega ao Paysandu pelo menos no final do parazão, não tenho duvidas que o time hoje estaria brigando pelo acesso, mas…

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  20. Concordo, Daniel Malcher… todo conhecimento pode e deve ser aprimorado, pelo que acolho seus argumentos e passo a fazer deles meus também. Um abraço e vamos continuar rezando pro Papão não cair.

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  21. É a segunda vez que o Paysandú fica numa distância enorme em relação ao maior rival. Em 2003, ano da disputa da Libertadores, ouviu-se dizer que o Papão iria montar um time “B” para o Paraense… Ano passado a subida aconteceu por um acaso e, no início de 2013, após ganhar o paraense perdendo TRÊS vezes pro vizinho, ouviu-se o falatório de que o time iria subir pra série “A”. Pura soberba… cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. O Yamato indicou jogadores do rival e esses não serviram; indicou atletas que não foram trazidos; foi mandado embora como se fosse o culpado de alguma coisa… esse Papão. Quanto ao Benazzi, penso que independente de manutenção na série B ou queda para a C ele deve ser mantido para, finalmente, começar a preparação para um outro ano com a Comissão Técnica já definida, mandando embora umas pencas que não jogam absolutamente nada e só enganam alguém que deve achar os caras bonitos ou coisa assim.

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  22. Amigos, Lucilo, Thiago e Rocildo, já falei aqui, que as vezes, gostaria de não conseguir ver com antecedência, muita coisa, que muitos só percebem quando acontecem(desculpem pela imodéstia)… Eu sofreria menos, amigos…

    Quando falava do Lecheva, que era pra agradecer a ele, dar uma boa premiação e contratar um bom técnico, pois série B, era mais embaixo, e tinha que usar o Parazão para montar o elenco, também falavam a mesma coisa que vocês falam agora… Amigos, nunca vou desejar o mal de Remo e Paysandu, mas passar por cima do que eu penso entender sobre planejamento de um clube, no futebol, vendo que estão fazendo besteiras e ficar calado porque posso não agradar… Ahhh, isso não… Prefiro desagradar agora, e mais tarde, infelizmente, ser reconhecido que eu estava certo..

    Conversei 2 vezes com o técnico pretendido pelo Remo e, nas duas, reclamou por ter que se apresentar só em 15 dezembro, ou seja, a 20 dias do início do Campeonato Paraense… Um absurdo, para quem conhece, como ele, a montagem de um time, sabedor que 3 meses é o mínimo

    – Levando em consideração que 2 dias antes de Natal e Ano Novo, serão perdidos( sem contar que toda a preparação física terá que ser refeita) o técnico, só teria 16 dias… Ao que parece, os dirigentes, com seu planejamento de araque, pensam assim:

    16 dias: Para uma boa comissão técnica

    5 dias- Pra preparação física adequada
    5 dias- Pra montar o time e dar consistência tática
    4 dias – Pra amistosos
    1 dia – Pra ensinar fundamentos aos garotos da base
    1 dia – A estréia da máquina…

    Quanta sabedoria, amigos…. E o técnico, já está avisando… Depois..

    Te dizer…

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  23. Te dizer…
    Os clubes deveriam baixar uma portaria onde multa e danos ao patrimônio seriam repassados ao (s) responsável direto pelo prejuízo.
    A sacanagem ia acabar num instante.

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  24. Thiago, você é estudante de medicina e acredito eu desconhece um pouco da ciência jurídica, infelizmente, por uma portaria, jamais se pode repassar a responsabilidade de determinado ato a outrem. O Paysandu foi multado e condenado por não tomar as providencias cabíveis aplicáveis ao caso e não por ter jogado objetos no campo. Olha, sendo muito razoável, a pena foi muito branda, é o que todos os colegas aqui do Ver O Peso pensam e eu tenho que concordar, afinal, a voz do povo é a voz de Deus.

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  25. Entendi, Cheirosinha…
    Voltando ao assunto; Só acho que a imprensa deveria ter cuidado, também, em divulgar informações como certas, mesmo quando estas não passam de possibilidades.
    Teve um Repórter que jurou de pé junto, uns 3 dias atrás, que Eduardo Ramos desceria de helicóptero no Baenão, vestido com a camisa 33…Até incentivou a diretoria do PSC a criar a camisa 7×0, em homenagem a um jogo realizado nos idos de 200ac.
    Isso deu um bafafá dos infernos, gerando inclusive animosidades diversas.
    Hoje, deu pra trás.
    Saldo da brincadeira:
    -negativo para ambas as torcidas, que se estressaram.
    -negativo para as diretorias.
    -negativo para o atleta.

    Perdeu um leitor. Ainda bem que o Diário ainda preza pela credibilidade.

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    1. Amigo Thiago, chegaremos realmente ao fundo do poço se até ações de marketing escudadas na paixão do torcedor (o verdadeiro, não os baderneiros) forem suspensas por receio de que possam conter algum tipo de provocação ao rival. Ora, ora, quando o Remo pensa em explorar o tal tabu de 33 jogos ou o Paissandu planeja eternizar o 7 a 0 em campanhas promocionais, não há por que ficar preocupado com os protozoários de sempre, que vivem buscando motivos fúteis para disseminar violência nos estádios. Abrir mão desse direito legítimo de propagandear feitos é capitular perante os covardes e arruaceiros, responsáveis novamente por mais um tremendo prejuízo ao Paissandu na forma dessa perda de seis mandos. Precisamos olhar para os fatos com olhos da razão, evitando a submissão e o medo aos bárbaros de sempre. Remo e Paissandu são muito maiores do que pequenos grupos de desordeiros.

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  26. Hoje já falaram que Valdivia seria o camisa 33.
    Alcino deve estar no céu, enolvendo uma morena com seu braço esquerdo, com um baseado na mão direita e rindo de toda essa sacanagem.
    Besta é de quem procura resolver esse mistério. Até dia 14/12, véspera da apresentação, muito nome ainda será ventilado…

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