Mês: agosto 2013
Brasileiro da Série B: Classificação geral
| Times | PG | J | V | E | D | GP | GC | SG | ||
| 1º | Palmeiras | 31 | 13 | 10 | 1 | 2 | 28 | 9 | 19 | 79.5 |
| 2º | Chapecoense | 29 | 12 | 9 | 2 | 1 | 29 | 12 | 17 | 80.6 |
| 3º | Sport | 24 | 13 | 8 | 0 | 5 | 25 | 21 | 4 | 61.5 |
| 4º | Paraná | 23 | 13 | 6 | 5 | 2 | 18 | 8 | 10 | 59.0 |
| 5º | Figueirense | 22 | 13 | 7 | 1 | 5 | 27 | 21 | 6 | 56.4 |
| 6º | América-MG | 22 | 12 | 6 | 4 | 2 | 25 | 17 | 8 | 61.1 |
| 7º | Joinville | 21 | 13 | 6 | 3 | 4 | 25 | 16 | 9 | 53.8 |
| 8º | Boa Esporte | 20 | 13 | 5 | 5 | 3 | 13 | 14 | -1 | 51.3 |
| 9º | Ceará | 17 | 13 | 4 | 5 | 4 | 17 | 17 | 0 | 43.6 |
| 10º | Icasa | 16 | 13 | 5 | 1 | 7 | 17 | 27 | -10 | 41.0 |
| 11º | Bragantino | 16 | 13 | 4 | 4 | 5 | 13 | 13 | 0 | 41.0 |
| 12º | Avaí | 16 | 13 | 4 | 4 | 5 | 16 | 19 | -3 | 41.0 |
| 13º | Oeste | 16 | 13 | 4 | 4 | 5 | 13 | 18 | -5 | 41.0 |
| 14º | Guaratinguetá | 14 | 13 | 4 | 2 | 7 | 17 | 22 | -5 | 35.9 |
| 15º | Atlético-GO | 13 | 13 | 4 | 1 | 8 | 9 | 19 | -10 | 33.3 |
| 16º | ASA | 13 | 13 | 4 | 1 | 8 | 13 | 24 | -11 | 33.3 |
| 17º | São Caetano | 13 | 13 | 3 | 4 | 6 | 15 | 16 | -1 | 33.3 |
| 18º | América-RN | 13 | 13 | 3 | 4 | 6 | 14 | 22 | -8 | 33.3 |
| 19º | Paysandu | 12 | 13 | 3 | 3 | 7 | 14 | 21 | -7 | 30.8 |
| 20º | ABC | 7 | 13 | 1 | 4 | 8 | 9 | 21 | -12 | 17.9 |
Os gols da vitória do Coelho na Curuzu
Capa do Bola, edição de quarta-feira, 07
Som na madrugada – Eric Clapton, Change the World
Capa do DIÁRIO, edição de quarta-feira, 07
Noite perdida na Curuzu (by Mário Quadros)
Paissandu x América-MG (comentários on-line)
Campeonato Brasileiro da Série B – 13ª rodada.
Paissandu x América-MG – Estádio da Curuzu, 21h50.
Na Rádio Clube, Ronaldo Porto narra e João Cunha comenta.
Renda per capita cresceu 32% em dez anos
De O Globo
Entre 2001 e 2011, a renda per capita das famílias brasileiras cresceu 32,6% (2,9% ao ano), passando de R$ 591 para R$ 783, apontou o estudo “Vozes da Nova Classe Média”, divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A pesquisa mostrou ainda que, entre a classe média, o ritmo de crescimento da renda foi acima da média. Nos últimos dez anos, o rendimento per capita desse grupo passou de R$ 382 para R$ 576, variação de 50%, ou 4,2% ao ano.
Segundo o relatório, baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE, o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. O estudo destaca que o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.
Ney Franco: Ganso é “fritado” por Rogério Ceni
Por Carlos Eduardo Mansur (O Globo)
Durou um ano a passagem de Ney Franco no São Paulo. E um mês após sair o treinador resolveu romper o silêncio diante das seguidas críticas de jogadores do clube, em especial de Rogério Ceni. Em setembro de 2012, num jogo pela Sul-Americana, torneio que o São Paulo conquistou, o goleiro gesticulou e reprovou publicamente uma substituição de Ney Franco, que o repreendeu. Desde então, a relação se deteriorou. O treinador diz que o goleiro extrapolou os limites do campo, participa da vida política do clube e mina, nos bastidores, profissionais cujas contratações não o agradam. Ney Franco revela que uma das vítimas da “fritura” de Ceni é Paulo Henrique Ganso.
Como encarou as críticas de alguns jogadores após sua saída?
No início, fiquei surpreso. Já passei em várias equipes e sempre saí numa boa, com o desgaste natural de um técnico. Mas é preciso filtrar algumas coisas. Fiquei um ano no São Paulo e, na primeira parte, o trabalho foi muito bom, com título. Havia quatro anos que o clube não conquistava um título, havia três que não ia para a Libertadores. Assumi um time que estava ganhando um jogo e perdendo outro no Brasileiro. Fizemos a melhor campanha do segundo turno (em 2012). Havia um diálogo, e este comando perdemos depois, na Libertadores. Sei que são declarações infelizes, que se aproveitam do momento.
Por parte do Rogério Ceni?
Talvez pelo problema que tivemos. Não sei se ele leva isso até hoje. O tempo dirá quem está certo. Fechamos bem o ano (2012), ele na dele, e eu fazendo o meu trabalho com respeito. Só que, a cada turbulência, esse assunto voltava. Não sei se ainda mexia com ele.
Rogério extrapolou os limites de um jogador?
Sem dúvida. Extrapolou o limite. Até participa da vida política do clube, há uma disputa por seu apoio político. Ele tem consciência do que representa.
E isto atrapalhou seu trabalho?
Em 2013, não tive nele o capitão de que precisava. Havia a preocupação de quebrar marcas individuais. Até em contratações: se chega um nome que é do interesse dele, ele fica na dele; se não é, reclama nos corredores. E isso chega aos contratados, como Ganso, Lúcio. E eu, como técnico, ficava no meio disso.
A evolução do Ganso pode ser prejudicada por Rogério?
Ganso chegou num ambiente… Percebeu claramente as coisas. Chegou ao ouvido dele. Havia uma fritura por trás e pode atrapalhar. Nos corredores, era o que se escutava, que quando Ganso jogava o time tinha um jogador a menos.
É difícil que um profissional não aprovado por Rogério dê certo no São Paulo?
Mais ou menos isso. Se está bom para o Rogério, este profissional vai bem. Se não, se chega um profissional que ele não concorda, a tendência é ser minado. E nos dois últimos meses de trabalho eu sabia que havia interesse de parte do grupo na minha saída. Depois, Rogério disse que meu legado no clube foi zero. Antes de trabalhar no São Paulo, vários jogadores da base do clube se valorizaram comigo na seleção. Quando cheguei, Jádson e Osvaldo cresceram. O Lucas teve um boom e foi negociado. E subi jogadores. Além de termos ganho a Copa Sul-Americana no fim de 2012.
E o Mílton Cruz (auxiliar técnico do São Paulo)?
Ele é muito ligado ao clube. Em qualquer problema que envolva alguém que tenha poder de convencimento no São Paulo, ficará deste lado. Antes da minha queda, me foi dito que ele já tinha ligado para outro treinador. Fico à vontade para falar, porque não tive qualquer problema direto com ele. No primeiro treino, eu e meu auxiliar (Éder Bastos) o chamamos para o campo. Ele não quis. Não o afastamos. Meu auxiliar foi massacrado. Ele trabalha muito e, pela primeira vez, vi um profissional ser penalizado por trabalhar muito. Se ele tirou espaço de outro, é porque este profissional não ocupou um espaço.
E você achou que agora era hora de se posicionar?
Ele (Rogério) direcionou de uma forma que, se o São Paulo não der certo na temporada, eu sou culpado. Se der certo, é porque chegou outro treinador e consertou. O time era quinto colocado quando saí. E não é verdade que estava mal fisicamente. Tenho os dados. E alguns jogadores que estão no clube me ligaram, dizendo que não concordam com a forma como as coisas aconteceram, como estou sendo tratado. Mas têm medo da forma como Rogério lida. Nem tudo foi minha culpa. Há uma oposição declarada, uma pressão no clube minando o trabalho. Não era o Ney Franco, era qualquer um que estivesse ali.
Já recebeu convites para voltar a trabalhar?
Tive três sondagens de clubes da Série A do Brasileiro. Em duas não tive interesse. A outra, que me interessou, foi do Fluminense. Eles me ligaram, mas fecharam com Vanderlei Luxemburgo.
Acha que pode se queimar?
Eu tenho conquistas, não é um momento ruim que vai apagar tudo o que já fiz. Agora quero ver jogos, repensar, ver o que deu certo no São Paulo e o que não deu. E não vou ficar me culpando por tudo. Espero pegar um time de Série A que possa ganhar a Copa do Brasil ou o Brasileiro, embora, em tese, quem trocar de técnico no Brasileiro será por estar embaixo na tabela.
Você se vê numa elite de técnicos brasileiros?
Acho que sim. Tenho uma média de um título por temporada. Quem pegar o currículo vai ver. Tenho conquistas e também revelei muitos jogadores. Outro dia mesmo fiquei feliz por ter sido lembrado pelo Renato Augusto. Toda mudança de técnico que acontece em clubes grandes me procuram. O que já fiz me credencia a dirigir qualquer equipe. Não vou deixar as críticas me jogarem para baixo.
Você se arrependeu de ter deixado a CBF antes das Olimpíadas?
Nunca, de forma alguma. Foi uma decisão madura, tomada de forma segura. E a passagem pelo São Paulo foi boa, pelo título sul-americano, pela valorização e pela parte econômica. Quem sabe no futuro, com novos títulos, não volto para a CBF para dirigir a seleção principal? É um sonho.
Por falar em seleção, como viu o trabalho do Felipão e o título da Copa das Confederações?
Felipão e Parreira têm experiência de seleção brasileira. E Felipão é expert em competições de tiro curto, em fechar o grupo e fazer os jogadores darem o máximo. E, ao contrário do que se prega, é antenado, sim. Conhece o futebol europeu. Ele mobilizou o time e deu à seleção muita disciplina tática.
Papão enfrenta Coelho com equipe modificada
Marcelo; Pikachu, Fábio Sanches, Bispo e Pablo; Esdras, Zé Antonio, Diego Barbosa (Tallys) e Eduardo Ramos; Careca e Héliton (João Neto). Esta é a provável formação do Paissandu para encarar o América-MG na noite desta terça-feira, no estádio da Curuzu, pela 13ª rodada da Série B. O técnico Arturzinho, que assumiu ontem o comando da equipe, não teve tempo de ministrar nenhum coletivo e vai se basear nos relatórios do auxiliar Rogerinho Gameleira, que deve ficar orientando o time ao lado do gramado. Em 19º lugar na tabela, com 12 pontos, o Papão não pode desperdiçar pontos em casa. Terá pela frente o sétimo colocado América, que tem 19 pontos.
Em seis jogos como visitante, os bicolores acumulam seis derrotas, daí a necessidade de pontuar como mandante. Com as ausências de Raul, Capanema, Djalma, Marcelo Nicácio e Iarley, o time tem como opção para o ataque Careca, Héliton e João Neto. Na lateral-esquerda, a entrada de Pablo pode ser a novidade, enquanto Esdras, Zé Antônio, Diego Barboza e Eduardo Ramos devem formar o quarteto de meio-campo.
A diretoria já oficializou as dispensas do zagueiro Jean e do lateral esquerdo Rodrigo Alvim. Ainda hoje devem ser anunciados novos desligamentos. O lateral esquerdo Janílson e o zagueiro Diego Ourém estão entre os cotados para deixar o clube. O jogo contra o América começa às 21h50. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)
Copa Sub-20: Leãozinho garante lugar na semi
No sufoco, o Remo venceu o Ananindeua por 1 a 0 na noite desta segunda-feira no estádio Baenão, pela segunda rodada do grupo B da Copa Norte Sub-20. Com o triunfo, o Leãozinho garantiu presença nas semifinais do torneio. O time está em segundo lugar na chave, com seis pontos ganhos em duas partidas disputadas. O líder é o Holanda-AM, que possui 6 pontos, mas tem oito gols de saldo positivo, contra cinco do Leão. Com duas derrotas consecutivas, Ananindeua e Baré-RR já estão eliminados. O único gol da partida aconteceu aos 36 minutos do segundo, depois de escanteio cobrado por Alex Juan e desviado por Jaime. Os remistas dominaram amplamente a partida, mas erraram muito nas finalizações. Insatisfeito, o presidente Zeca Pirão disse que a equipe está mal treinada.
A última rodada da fase classificatória da Copa Norte Sub-20 acontece nesta quarta-feira (7). Pelo grupo A, Flamengo-PI e Santos-AP jogam às 14h e JV Lideral-MA e Desportiva jogam às 16h, ambos no estádio Mangueirão. Com um empate, Flamengo e Santos garantem a classificação. O time maranhense só se classifica se vencer por dois gols de diferença e o primeiro tenha um vencedor. A maior decepção da competição até aqui é a Desportiva, campeã paraense sub-20, que ainda não venceu. Pelo grupo B, no estádio Baenão, Ananindeua e Baré-RR jogam às 18h. No jogo principal, às 20h30, Holanda-AM e Remo decidem o primeiro lugar da chave.
Remo – Jader; Índio, Ian, Gabriel e Alex Juan; Biro, Nadson e Alexandre (Tsunami); Jaime, Rodrigão (Edcleber) e Guilherme (Rodrigo). Técnico: João Neto. Ananindeua: Labilá; Rafael, Astorga, Alexandre e Vitinho, Kellerson, Anderson (Tiago Costa), Desenho e Renan; Lennon (Alan) e Bruno Bryan (Robinho). Técnico: João Rosário.
Árbitro: Benedito Pinto da Silva. Cartões amarelos: Gabriel (REMO); Bruno (ANA). Cartões vermelhos: Alexandre (ANA); Biro (REMO). (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)








