Leão e Papão jogarão com novo patrocínio

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Remo e Paissandu entrarão no clássico deste sábado com novo patrocínio nas camisas e calções. As marcas do grupo Líder passam a estampar o uniforme dos grandes clubes paraenses. A única diferença é que Magazan e Castanheira estampam as laterais da camisa alviceleste e os calções azulinos.

Ramos e Iarley relacionados para o clássico

PSC Eduardo Ramos-Mario Quadros (3)

Depois do treino coletivo realizado na tarde desta quinta-feira, o técnico Lecheva liberou a lista dos 19 jogadores relacionados para regime de concentração visando o clássico Re-Pa, neste sábado, às 16h, no estádio Edgar Proença. A novidade é o atacante Iarley, jogador recém-contratado, e o zagueiro Marquinhos, oriundo das categorias de base. O volante Vânderson volta à lista, mas o lateral-esquerdo Rodrigo Alvim, outro recém-contratado, não foi relacionado. Os jogadores convocados se encontram em regime de concentração no hotel Vila Rica desde 21h desta quinta. Para a manhã desta sexta está programado o último treino, no campo do Kasa, às 8h30.

Jogadores relacionados:

Goleiros: Zé Carlos e Paulo Wanzeler.

Zagueiros: Diego Bispo, Tiago Costa, Raul e Marquinhos.

Laterais: Pikachu e Pablo.

Volantes: Vânderson, Esdras e Ricardo Capanema.

Meia: Eduardo Ramos (foto), Alex Gaibú, Lineker e Djalma.

Atacantes: Rafael Oliveira, João Neto, Heliton e Iarley.

Lecheva ainda indeciso quanto à escalação

caderno bola

Com algumas dúvidas na cabeça, o técnico Lecheva deve definir ainda hoje o time titular do Paissandu para o clássico de sábado diante do Remo. À espera da recuperação de Eduardo Ramos, o técnico trabalha com a hipótese de um meio-de-campo mais conservador, formado por três volantes – Vânderson (foto abaixo), Esdras e Capanema – e um armador, Alex Gaibu. Foi a formação usada no treino coletivo de quarta-feira. Mas a definição do esquema a ser usado no Re-Pa depende, ainda, do aproveitamento de Iarley. O meia-atacante prefere jogar no ataque, mas é pouco provável que Lecheva abra mão da dupla Rafael Oliveira-João Neto, responsável por oito gols no campeonato. A hipótese mais provável é que Iarley seja lançado apenas no segundo tempo, substituindo um meia ou um dos atacantes. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola) 

PSC Vanderson-Mario Quadros

Pará tem municípios que mais destroem Amazônia

Do Globo Rural

Em 2012, mais de 450 mil hectares de floresta foram derrubados na Amazônia. A porcentagem é 27% em relação à registrada no ano anterior. Mas a situação ainda está longe do ideal. Hoje, Pará é o estado que mais desmata. Quem navega pelas águas mansas do rio Xingu não imagina o contraste. Ao lado da bela paisagem está um cenário desolador. Motosserras não dão trégua e queimadas criminosas deixam a selva em cinzas. Essa região, no Pará, atualmente concentra os municípios que mais destroem a Amazônia brasileira. “Esse é um desmatamento que está fortemente ligado à ilegalidade. Então, a exploração de madeira é ilegal, a produção de gado é ilegal e a ocupação é ilegal”, diz Paulo Amaral, pesquisador da Imazon.

A constatação é do Instituto de Pesquisa Paraense (Imazon) que monitora a floresta há mais de 20 anos. De acordo com os cálculos dos pesquisadores, mais de 80% do desmatamento da Amazônia se acumula nos municípios de Altamira, Itaituba e Novo Progresso. Em uma operação realizada na região, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobrevoaram as áreas onde a mata está sofrendo todo o tipo de ataque. Formou-se um cemitério na selva. Até o rio morreu junto com a floresta. Em todos os lados há fogo. Em alguns pontos, o excesso de fumaça impede a visão do horizonte.

Produtor critica bandas que cantam em inglês

O renomado produtor musical Jack Endino, que já trabalhou com NirvanaSoundgarden e Mudhoney, criticou severamente as bandas brasileiras que cantam em inglês. “Por que vocês cantam em inglês? Eu nunca consigo entender nada! Qual o propósito disso?“, escreveu o produtor em sua página pessoal no Facebook. Ainda com um tom de revolta e usando letras maiúsculas, o autor continuou a criticar a atitude destes grupos. “Isso não trará sucesso para vocês fora do Brasil e não vejo como trará dentro do Brasil também“, opinou. “Eu sei que o Sepultura conseguiu, mas o inglês deles era excelente, as letras eram boas e eles trabalhavam em uma gravadora internacional. Quem mais conseguiu? Estou muito intrigado com isso“, escreveu. A reação negativa aos comentários do produtor foi imediata. Até a noite de quarta-feira (23/01), cerca de dois mil comentários foram publicados na página do texto, a maioria contra a posição de Endino. Boa parte dos comentários eram de brasileiros fãs de metal – muitos deles inclusive publicaram vídeos de outras bandas do Brasil.

Acho que Endino está certíssimo. Sempre achei macaquice essa história de bandas brasileiras arranhando no idioma da Rainha.