Coluna: Sobre o peso das camisas

O estrondoso sucesso de Leandro Cearense no Cametá, paralelamente ao fracasso de Ró na transição do Independente para o Remo, insere na ordem do dia o velho debate sobre o aproveitamento pelos grandes clubes da capital de jogadores revelados por times medianos. Isso motiva reações meio engraçadas e marcadas pelo exagero.
É quase unânime a avaliação de que o Remo contratou o homem errado. Torcedores e até cronistas esportivos apostam na tese de que, ao invés de trazer Ró, o clube deveria ter ficado com Leandro, cuja contratação também chegou a ser cogitada. De minha parte, sempre menosprezei as conclusões dos chamados engenheiros de obra pronta, aquelas figuras presunçosas cuja alegria está em criticar coisas que não dão certo – depois que elas não deram certo, obviamente.
Pela simples comparação entre os desempenhos de Leandro e Ró não resta dúvida de que a opção pelo primeiro seria a mais indicada, em tese, mas há um aspecto menos objetivo e racional que precisa ser levado em consideração. Trata-se da sempre complexa adaptação à camisa de um time tradicional e de grande torcida. Ró tinha excelente média de gols no Independente e sucumbiu depois de contratado pelo Remo. Quem garante que Leandro não seria vitimado pelas mesmas circunstâncias adversas?
Preencheria todas as páginas do Bola com a simples menção aos boleiros vindos de clubes emergentes que não conseguiram se adaptar às camisas de Remo e Paissandu. Soares, Joãozinho, Marçal, Rico, Sinésio, Flamel, Michel, Fitti, Ciro, Leandrinho, Max Jari e Hélcio, para ficar apenas nessa dúzia de bons atletas surgidos nos últimos oito anos.
Todos os citados são reconhecidamente bons de bola, mas, por um detalhe qualquer, que nem sempre depende do potencial do próprio jogador, não emplacaram na dupla Re-Pa. No sentido oposto, são contados os casos recentes de relativo sucesso – Landu, Trindade, Magrão, Beá, Marlon, Mael, Dadá e alguns outros.
Por essas e outras, considero prematura a condenação dos que optaram por Ró – que ainda terá o returno para mostrar serviço. Da mesma forma, avalio como bastante arriscado afiançar que Leandro Cearense está fadado a se consagrar no Paissandu, caso venha a ser contratado. Tem feito uma tonelada de gols no Cametá, mas jamais sofreu as pressões inerentes a quem encara as massas torcedoras no Baenão ou na Curuzu. 
 
 
Todos os que bradaram contra o presidente da CBF diante da esdrúxula exclusão de Belém da lista de cidades-sede da Copa-2014 têm a chance de um pequeno acerto de contas, nem que seja para encher a paciência do cartolão. O deputado carioca Anthony Garotinho busca apoio para instalar CPI que investigue a gastança do comitê de organização do mundial. Pelo andar da carruagem, é improvável que consiga atingir seu intento, mas vai deixar Ricardo Teixeira na marca do pênalti, descendo de seu pedestal. Já é alguma coisa.  

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 18)

37 comentários em “Coluna: Sobre o peso das camisas

  1. Sinceramente, mas já estou tão desanimado com essas notícias sobre o Remo, principalmente agora que a coisa ficou assim:
    – As pessoas que sempre apostaram no Ró(que de todos foi o que mais teve chance e, o que mais jogou), pedem para dar mais uma oportunidade a ele(e, ainda querem todo o 2º turno(égua)), para terem mais uma chance de provar que não são incompetentes(dirigentes) e, não vão conseguirm vou logo avisando.
    – Em contra partida, pedem a saída de Pardal, que sequer teve oportunidade de mostrar seu futebol, até porque não foi avalizado por eles e, sim pelo técnico.

    – Entrevistado pelo Caxiado, ontem, se o Pardal sairia, juntamente com outro jogador, o Comeli disse ao repórter(percebendo sua insistência para demitir o rapaz), que o Ró foi quem teve mais oportunidades e não vingou(logo, ELE, o Ró é que deveria ser o 1º a ser dispensado) e, o Caxiado se fazendo de desentendido, desconversou.
    Amigos, volto a dizer: SÓ A TORCIDA DO REMO, E COM PRESSÃO, PODERÁ REVERTER ESSE QUADRO. O REMO ESTÁ CAMINHANDO PARA O FUNDO DO POÇO. AGUARDEM. É a minha opinião.

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  2. Ró já teve sua oportunidade no maior do norte e minguou. A verdade é que quando o cara é bom para Remo e Paissandú, no mínimo não passa despercebido. Esse pardal pode até aprender a voar, mas não aposto. Outra é que a situação do JAVALI não ajuda e a torcida é pé frio. É a minha opinião.

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  3. O Pardal pode até jogar futebol, mas precisa de muito treino e posicionamento pois, na ultima partida perdeu no mínimo dois gols que qualquer atacante regular poderia fazer, o Leão precisa contratar um nome conhecido para o ataque e não jogador de youtube.

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  4. Do Twitter do Remo100%:
    – Bom dia, Fenômeno Azul! Chegou a sexta-feira e nesse fim de semana não tem Leão em ação. Aproveite para curtir um passeio com a madame! 🙂
    hace 4 minutos vía TweetDeck

    – Égua, mais eu vou te contar. E eu pensando que o torcedor do Remo estava pensando em protestar contra a atual gestão do Remo. E olha que eu jurava que o Remo ía jogar nesse fim de semana. Te dizer……..

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    1. Esse não é primeiro que jogou a toalha, amigo Cláudio, mas qual incentivo tem esse cidadão para continuar se matirizando? O torcedor é ignorado pelo clube, que só lembra destes para gastar seu dinheiro pedindo para irem ao estádio para incentivar uns bando de pernas-de-pau que em casa não comeram o Mapará, pelo contrário, o Mapará que digeriu o leão em fogo brando.

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    2. Caro Cláudio, a recomendação do Remo 100% não surpreende, visto que o time está fora das finais do turno. Além disso, seria esperar muito, mas muito mesmo, do torcedor azulino protestar contra alguma coisa, visto que teve cartola irresponsável que destruiu o símbolo maior do clube e ainda é elogiado – inclusive pelo amigo. Em qualquer lugar do mundo era para a torcida botar o elemendo pra correr, e todos ficaram olhando, passivamente.

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  5. Já há alguns anos que o Remo, ou perde o parazinho para ele mesmo, ou é elimindo por algum “emergente”. O paissandu é velho freguês; sempre que se cruzam, os bicolores se cagam de medo e não jogam nada.
    Pelos jogos que assisti deste campeonato o Remo é o menos pior, mas não tem técnico. Esse rapaz que aí está é um teórico sem graça que não sabe armar times, muito menos escalar jogadores, vide aquele beque central e o tal do Pardal. O Remo foi eliminado pelo Cametá por culpa exclusiva deste técnico, num jogo que poderia ter goleado facilmente.
    A propósito do assunto do post, gostei muito da entrevista do Levy ontem num programa da Rádio Clube, na hora do almoço. Referindo-se ao Ró, afirmou que o Remo pode ter errado ao contratá-lo junto ao clube no qual estava arrebentando, mas por uma questão de caráter haveria de arcar com o erro até, pelo menos, ao fim deste campeonato. É isso mesmo.
    Gostei também quando colocou a público a promiscuidade que existe entre aquele covil que é a FPF e a diretoria do paissandu na liberação de verbas de patrocínio e/ou empréstimos. Nada que ninguém já não soubesse, apenas é bom que isto seja exposto, até para eles saberem que podem fazer suas falcatruas, mas não estão enganando ninguém.

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      1. Cara, desculpa a franqueza: não desejo mais trocar recados contigo, ok?… Daqui pra frente, por favor, façamos nossos comentários de forma genérica e não mais direcionada a algo que um ou outro tenha escrito, pode ser? Não é por nada não, apenas acho inútil.

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      2. Soeiro mas a ultima vez que remo e Paysandu se encontraram numa final deu Papão, final do 1º turno do 2010 , parece que o remo só ganha quando não vale nada. Portanto é inverdade o que vc disse, e a meu ver é o remo que treme quando é jogo decisivo, já tremeu para São raimundo, Aguia, Paysandu e agora Cametá, sempre em finais.

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      3. Soeiro, isso não é Orkut. Aqui não se pode bloquear ninguém, se quiser ignora e pronto, ou então não provoca reação amigo.

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      4. 1o turno não é campeonato. Ano passado foram 4 jogos: 2 vitórias do Remo, 1 empate e 1 vitória do paissandu. Este ano foram 2 jogos: 1 empate e 1 vitória para o Remo. Não tem pra vocês… São fregueses do Remo. Em comparecimento de torcida então, vocês despertam pena.

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    1. Penso, amigo Soeiro, que quando vc é correto, vc tem que ser correto sempre e com todos. Como que o Levy pode ter uma opinião para o Ró(só porque foi ele quem trouxe) e, quer que o Comeli tenha uma diferente para o Pardal, que estava na mesma situação(só porque não foi ele quem contratou)? Desculpe, mas ao que me parece, é desculpa de INCOMPETENTE e, tem torcedor que ainda acredita, mas também, o que seria do Incompetente se não existisse esses torcedores… Te dizer..

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      1. Penso que são situações bem diferentes. O Pardal veio por empréstimo, tanto que já está voltando ao seu clube de origem. Já o Ró, não, foi contratado. Ele estava bem no Independente e abriu mão de tudo para jogar no Remo. Dispensá-lo agora certamente seria jogar o cara no desemprego. Além do mais, acho que ele está jogando mal por culpa do técnico… Fez algumas partidas na posição errada e nesta última entrou no fogo. Parecia que o Comelli desejava queimá-lo.
        Não sei se o Levy é incompetente. Na gestão dele o Remo foi campeão paraense 100%, campeão da Série C (quando só classificavam 2) e uma bela permanência na série B, no ano que o paissandu desceu. A meu ver, tudo de ruim que está acontecendo no Remo deve-se a RR e, principalmente, ao seu ídolo Klautau. Desculpe, mas é o que eu penso.

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      2. Pardal, amigo Soeiro é bom jogador e, o Fortaleza só está esperando o Remo demitir esse jogador para contratá-lo. Ele veio sim por empréstimo, como também veio o Ró(não há diferença). A grande diferença está no pensamento de muitos, pois, enquanto eu penso no bem do Remo tem gente pensando no bem do Ró, eu vou te dizer…

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      3. Nunca esqueça, amigo Soeiro, que não foi Levy quem montou elenco de 2005 e sim Tonhão(todos sabem disso, inclusive foi o mesmo que tomou a frente e demitiu o Valtinho e, que ali o Remo começou a ganhar aquele título) a única coisa que o Levy fez, foi ir ao camisa 13 e dizer que ELE a partir daquele momento iria escolher o técnico e que tinha que ser local e pra isso tinha contratado o Samuel Cândido, que se o Giba não chega, teria levado o Remo para a série C(história que todos sabemos), já naquele ano. Esse foi seu “grande” feito e, eu como torcedor, não posso esquecer, sob pena de estar apoiando um Incompetente, pensando que ele é a salvação e, no final…….

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    2. De onde o tirastes, amigo Soeiro, essa de que o Remo ganhou duas do Paysandu ano passado? Eu hein! E outra: verifique quais os 10 maiores público da história do Mangueirão e diga depois se sentirá pena da torcida bicolor.

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  6. Como de praxe, perfeita coluna Gerson. Só não concordei inteiramente com a questão do Ró, que na minha opinião já teve oportunidade pra ser observado e não agradou, e foi o que mais jogou de todos como disse o Cláudio.

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  7. Gerson Nogueira e Amigos do Blog;
    Penso que deveríamos aproveitar a oportunidade e encher as caixas de correios dos parlamenteres paraense, no congresso nacional, exigindo deles o apoio à CPI do Garotinho, e também enviar e-mail ao proponente da ação parabenizando-o, o futebol paraense não deve temer a cbf, pois dela só leva ferro.
    Muito bom também, seria uma ação via twiter, lembram do “cala a boca Galvão” as coisas, com certeza, começariam a mudar.

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  8. Cada louco com suas manias, nada contra. Agora parece que certas mentes servem de adubo para imaginação e engano próprio e mais, conforta-se com mentiras. Há amarelão por força da natureza, cor vitalizada na espécie, e há o amarelão de anémico e (ou) hépático disfarçado num roxo que compromete, ainda mais, a aparência. Assim é O JAVALI, que um dia já teve boa cotação.

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  9. Gerson, estou de acordo que o futuro desempenho do regional Leandro Cearense no paysandu é uma incógnita, o “peso das camisas” é algi q

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    1. CONTINUANDO: o “peso das camisas” da dupla Re/pa é uma realidade que historicamente tem se imposto como fator limitante do sucesso de jogadores oriundos dos “emergentes”. Mas, quanto ao Ró,é preciso admitir que aos críticos dos que o contrataram não se pode atribuir a condição de “engenheiros de obra pronta”. Deveras, tratou-se de transferência que nunca foi vista com bons olhos pela franca maioria dos torcedores e dos profissionais da crônica. No máximo, a operação mereceu a condescendência de alguns poucos cronistas e torcedores, dadas as circunstâncias negativas de déficit financeiro e suposta falta de opções no mercado, enfrentadas pelo Remo na ocasião em que se decidiu pela alternativa do Ró. Numa palavra, a contratação foi previamente rejeitada por sólida maioria e apenas tolerada por alguns poucos. O exame das postagens aqui no blog pode dar uma pequena amostra do que foi o quadro geral da reação da prévia opinião dos torcedores/cronistas sobre este caso e confirmar o que foi dito acima. E a rejeição deveu-se menos a qualquer tipo de prevenção quanto aos locais/emergentes, e mais porque o fator “peso de camisa” e o próprio futebol jogado pelo Ró não o credenciava (vale a ressalva que lá no Remo existem no elenco certos importados que jogam o mesmo ou até bem menos que o Ró). E a prática acabou provando que as más expectativas não eram infundadas. Com efeito, sou da opinião que o Ró já foi testado o suficiente, cumprindo ao Remo buscar outras alternativas. Não dá para apostar no segundo turno. Afinal, no segundo turno tudo milita contra o Remo, eis que os atletas azulinos estão psicologicamente em baixa, os adversários já estão melhor condicionados física, técnica e taticamente, o nº de mandos de campo é menor etc.

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  10. Esse negócio de camisa de clube que é pesada ou leve, penso que é folclore e continua sendo utilizado por cartolas megalomaníacos prá justificarem contratações estapafúrdias e fora da realidade local, verdadeiros desatinos, alguns, pavimentando futura carreira político parlamnetar; Wellington Silva, Max Jarí e Ró, são matadores natos, não se desaprende fazer gol de uma hora prá outra, no caso do Ró, ele, pelo time pequeno, fez gols nos grandes, então não se justifica essa queimação em cima do Regional; o que entendo é que o esquema do Comelli é prá não tomar gol’s, se der faz, não adianta trazer, pardal, preá, ou até o Fabuloso Luís Fabiano, com esse esquema do Comelli, ninguém fará gol, só os zagueiros, anotem!!

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  11. A minha opnião, à respeito desse assunto e que, e muito relativo afirmar que tanto o Leandro Cerense, Robinho, ou quem sabe outros jogadores, oriundos de equipes menosres de nosso estado, podem dar certo em Paysandu e Remo. Isso já e um assunto, extremamente batido, por nossa imprensa local, que da conta de muitos casos de jogadores que arrebentaram, em clubes pequenos, mais quando chegaram aos dois titãs do nosso estado sucumbiram.
    Acho que esse problema e de indentidade, e/ ou de personalidade, não creio que seja outra coisa, pois os mesmo vem de clubes muitas vezes, sem nenhuma estrutura, e quando chegam ao Paysandu e Remo, encontram algo de outro mundo em relação ao que eles viveram em seus antigos clubes, não que Paysandu e Remo, tenham uma estrutura de um São Paulo futebol clube ou Cruzeiro de Minas, mais tem mais que os nossos nânicos de nosso estado, isso e fato! Mais eu penso que, tem que tentar, se for olhar para traz, existe muitos casos que não deram certo nos grandes, mais neste caso e, nesse atual momento os mesmos derem certo e ai, que será o beneficiado? Então tem de investir mesmo e, minha opnião!

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  12. Gerson

    Você disse tudo,realmente nada garante de que se o Leandro cearense estivesse no remo estaria rendendo o mesmo que no cametá,o fato é que a camisa pesa mesmo e definitivamente tem jogador que só rende em time pequeno. O interior de São Paulo está cheio desses atletas,jogadores que são craques no mirassol e outros do mesmo nível,mais que não se garantem nos grandes da capital,a mesma coisa que a gente pensa aqui em Belém ,o torcedor do Rio e São paulo pensa.Quem é bom para o madureira não quer dizer que é bom para o flamengo ou fluminense,quem é bom no botafogo de ribeirão preto não quer dizer quer bom para o palmeiras e são paulo.

    Muitos atletas saem de times pequenos e se destacam nos grandes,mais também existe um numero grande de atletas que só rendem em times pequenos.Nem todo jogador consegue render com pressão e isso independe de orientação de um bom treinador,a questão é mais com o atleta.

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    1. Penso amigo Marcelo, que muitos desses jogadores que não vingam em times grandes, mas com técnicos medianos, poderiam vingar nesses mesmos times, com um bom técnico. Penso, também, que um jogador só pode ser descartado, depois de passar pelas mãos de bons treinadores, pelo menos três deles. É a minha opinião.

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  13. Eu considero um erro a contratação do jogador Ró. Ele não consegue amortecer uma bola sem que ela vá parar nos pés dos zagueiros a 2 metros de distância dele. Não sei se é devido ao nervosismo ou falta de qualidade, mas pela continuidade nos jogos, acredito que é carência de habilidade com a pelota, mesmo. Portanto, é chegada a hora de traçar por alguém mais qualificado, mesmo porque o momento azulino dispensa qualquer tipo de experiência, seja com o Ró ou com qualquer outro jogador.

    Três problemas afetam o rendimento do time nas quatro linhas, são eles: a falta de atacantes finalizadores, limitação do técnico e ausência de um meia de ligação mais adequado às necessidades do time, capaz de deixar o avante em melhores condições que os atuais. No técnico, creio que não há tempo hábil para mexer, mas, o meia e o atacante, como é o caso de Nunes, são prioridades e fundamentais para o título do Parazão 2011.

    Neste momento o que menos interessa é achar culpados dos erros, eu mesmo é que, as coisas mudem pra melhor e rápido.

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  14. Da mesma forma que não acredito que os zagueiros do Paysandu tenham desaprendido, não posso crer que esses atacantes do rival tenham esquecido como se faz gol.
    Na minha “umirde” opinião eles estão sendo sacrificados pelo esquema ou pela falta de orientação técnica.

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  15. Quando o meu homonimo ALONSO foi a primeira vez par ao MILIONARIO foi tido como ruim que sequer sabia matar uma bola.Diziam que ele precisava de uma metralahdora pra “matar” a bola…e depois de uns anos voltou.Bom de bola todavida ,e fez gols no titulo da Libertadores DE 86…OU SEJA O QUE HAVIA DE FATO MESMO?Penso que a opinião de G,N é a mais acertada.E concordo com o CLAUDIO tem que dar oportunidadeS AMAIS PARA O JOGADOR SE SOLTAR,SE SENTIR LEVE NO CLUBE QUE SABIDAMENTE É CHEIO DE COBRANÇAS.O CASO DO RAFAEL É UM EXMPLO.AS PEESSOAS APRENDEM ,MELHORAM,LAPIDAM-SE EM TODOS OS ASPECTOS E SEGMENTOS…

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  16. Veja a enquete no Diario do Pará

    Você, torcedor do Remo, vai torcer para quem na final da Taça Cidade Belém?
    Paysandu – 74%
    Cameta – 26%

    A que ponto chegou o remo, torcer para o arquirival , creio que não exista situação mais humilhante depender do rival para conseguir uma vaga na ultima divisão do nosso futebol. 2009 foi São raimundo, 2010 Aguia e agora Cametá

    Vou fazer uma enquete para os amigos do Blog.
    O remo se transformou na terceira força do futebol paraense?
    a) não,

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  17. Veja a enquete no Diario do Pará

    Você, torcedor do Remo, vai torcer para quem na final da Taça Cidade Belém?
    Paysandu – 74%
    Cameta – 26%

    A que ponto chegou o remo, torcer para o arquirival , creio que não exista situação mais humilhante depender do rival para conseguir uma vaga na ultima divisão do nosso futebol. Vou

    Vou fazer uma enquete para os amigos do Blog.
    O remo atualmete é apenas a terceira força do nosso Estado?

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