Área do Carrossel deve ir a leilão judicial

O estádio Evandro Almeida deve ser preservado, mas o Remo corre o risco de perder a área do antigo Carrossel. A juíza Ida Selene Braga, titular da 13ª Vara do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 8ª Região, estabeleceu data para o leilão do Carrossel: será no dia 19 de novembro, às 11h, na 13ª Vara do TRT. O Remo tem três semanas para tentar pagar o débito no valor de R$ 8,5 milhões, correspondente a todos os processos trabalhistas de ex-funcionários e jogadores do clube. O leilão irá ocorrer, caso não haja nenhum embargo judicial, um dia antes da eleição do novo Conselho Deliberativo azulino. Na manhã deste sábado, circulou a informação (não oficial) de que a juíza Ida Selene ainda não formalizou o leilão da área do Carrossel. Isso deverá ocorrer, provavelmente, na próxima quarta-feira.

10 comentários em “Área do Carrossel deve ir a leilão judicial

  1. LEILÃO de patrimônio azulino. Novidade? SE leiloado a valor que correspondesse à realidade do mercado, menos mal, mas dificilmente isso ocorrerá. Perderá patrimônio e mesmo assim ainda vai continuar a dever.

    Curtir

  2. O que seria pior, foi desfeito.
    Agora, é conseguir elencar alternativas necessárias para reorganizar o Mais Querido do norte, o Clube do Remo.
    Com pés no chão e visão empreendedora o Leão Azul sairá do atual cenário (vergonhoso) para às conquistas.
    OBS: A venda da área do antigo carrossel não será levada a cabo!

    Curtir

    1. Tenho a mesma expectativa, caro Falconi. A tragédia que seria a perda (pela metade do preço de mercado) do Baenão está praticamente afastada. E os próprios critérios da Justiça, que antes insistia na venda do pacote completo (área total do Evandro Almeida) e agora estabelece leilão do Carrossel, indicam essa mudança de rumos. O maior desafio agora é retomar o clube para o controle de pessoas sérias, responsáveis e sinceramente interessadas com o seu soerguimento. Chega de aventureiros e especuladores.

      Curtir

  3. Por que não um novo acordo?Agora com pessoas sérias. A governadora poderia fazer esse acordo, ficando já o patrocínio retido pela justiça. Seria uma negociação correta, embora com sacrifício, mas não perderíamos um patrimônio. Negócios são feitos quando as duas partes tem bom senso.

    Curtir

  4. BERLI: Ideias existem, faltam homens no clube que queiram pô-las em ação. Esse Felicio Pontes é o grande causador de tudo, pois não pede a antecipação das eleições, para que o próximo presidente assuma o problema. O Amaro só vai largar o osso depois que pegar a sua comissão. Isso está claro. So não percebe quem não quer.

    Curtir

  5. Tenho 52 anos de idade e meu primeiro jogo como torcedor paraense foi aquele do gol de Alfredinho que supostamente rasgou a rede por fora, acho que foi em 1971. o Baenão tinhaa cabado de ser ampliado, suas arquibancadas foram “emendadas” com outros degraus superiores, do mesmo jeito que está até os dias de hoje, lá se vão quase 40 anos e nada foi feito, algumas pinturas e outras “meias solas”. As cabines de imprensa são uma vergonha. Neste periodo, já foram disputadas 10 Copas do mundo, já passaram mais de 20 diretorias e nada foi feito. O Clube do Remo era uma referência no Norte, hoje é uma caricatura. Um” trilhão” e meio de hipotecas foram feitas para leilão do patrimônio do clube. São dividas históricas. Que vez o outra diminuem, mas nunca acabam. Isso virou cultura no futebol do Pará. Esse “Carrocel” é um simbolo concreto da incompetêcia dos homens que presidiram o mais querido nestas 4 décadas. A justiça e suas leis, com seus infinitos recursos, vai tolerar pela enésima vez, mais um adiamento do leilão. E a vida segue esperando pelo próximo. E tudo fica como “dantes” no quartel de Abrantes.

    Curtir

Deixe uma resposta