A proposta de compra da sede social do Paissandu em Nazaré foi recebida oficialmente pelo presidente Luiz Omar Pinheiro e será discutida na próxima reunião do Conselho Deliberativo do clube. “Vou encaminhar ao Condel, eles vão decidir. Recebi do Mauro Guimarães a proposta e agora ela vai para discussão. Eu sou favorável à venda, como sócio, benemérito e presidente. Um clube de futebol como o Paissandu precisa de um centro de treinamento”, explica, frisando que o valor oferecido, R$ 6 milhões não é o ideal. “A proposta (financeira) eu achei braba”, disse, entre risos. (Do Bola)
A cada dia este presidente bicolor parece mais tresloucado. Primeiro afirma que é a favor da venda, para logo em seguida admitir que a proposta é baixa demais… LOP é ou não ruim da bola?
Será que venderia o seu navio por um valor abaixo do avaliado? Em todas as avaliações feitas da sede bicolor nos últimos anos o valor foi sempre acima, e muito, dos seis milhões. Este valor irrisório não paga nem as dívidas trabalhistas do Paysandu, sem contar as de outra natureza, que são inúmeras num clube de futebol. Como é que ele ainda fala em construir um CT?
O homem está, definitivamente, fora de si. Mas isso não é novidade para alguém que acha que pode administrar um clube de dentro de um navio e não passa mais que dois dias da semana em Belém…
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Bom dia Cleiton;
Talvez, não hajas lido corretamente a notícia, o LOP, também acha que o preço está baixo, mesmo sendo a favor da venda da sede social, ele entende que o prêço precisa melhorar, não há nada de errado ou desleal nisso, eu também; entendo o LOP, atrapalhado e meio, no entanto iso não me dá o direito de destratá-lo, ademais, quem vai analisar e julgar o caso é o conselho deliberativo, e é aí que mora o perigo, pois esse conselho não atua em nada! é um zero à esquerda, aliás, sou favorável, à mudança de nome dessa instituição para, Conselho Depreciativo, pois é isso, que a Omissão dele, proporciona ao nome e à moral do clube.
Fica a sugestão.
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Gerson. Sinto-me no direito de dizer que este Luiz Omar é um safado. O cara não tem palavra, por isso essas desavenças no clube. Declara em entrevista que Não, nem pensar e agora se diz favorável. Ser sócio torcedor para que se nossa colaboração é remanejada para outros fins. Condel pelo visto já deve está de acordo, restando como alternativa o protesto. Mais protestar na essência da palavra. Louco não pode ser conduzido com moderação.
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Silas, reconheço que nenhum de nós temos o direito de destratar outros, desde que não sejamos destratados. LOP chegou a chamar em público os remistas de “miseráveis”, abrindo a guarda para receber igual tratamento. No nosso caso, torcedores do clube bicolor, temos sido tratados como complementos e não é por aí. Basta lembrar que queriam nos impor o Diego Barros. Sinceramente, sangue de barata devem ter os remistas que se conformam com tudo.
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Berlli,
Se a menção à azulinos foi por força da venda do Baenão para construir um estádio melhor, entenda o seguinte: que o perigo reside se, a força-tarefa responsável, tem ou não, capacidade de gerir esse plano na íntegra. Se conseguirem valerá a pena.
Eu só não entendo, porque torcedores de ambos os times, relutam para compreender que os atuais e até os futuros comandantes de Leão e Paysandu não têm habilidades para elencar alternativas para sanear os dois Clubes, de forma imediata e a médio prazo, sem as eventuais transações já ventiladas. Outros tipos de processos, continuarão seguindo o padrão dos efeitos paliativos, fortalecendo cada vez mais a decadência. E, não é isso que queremos, bom, pelo menos eu não quero!
Na vida, nada permanece igual, logo, o Desenvolvimento Contínuo é fundamental para tudo, essencialmente para as Instituições e, seguindo essa verdade, quase todos compram a idéia do Desenvolvimento Contínuo, mas por definição é impossível melhorar, a não ser que mudemos.
Portanto, o que hoje, não atende às espectativas das torcidas, os Titãs, têm que assinalar: Ñ-aplicável. Reconstruir para melhorar, a grande questão aqui, é, Eles, são capazes de trabalhar, servindo os respectivos clubes?
Então, Berlli, perceba que a venda do estádio azulino, de forma alguma representa conformismo da torcida, até porque, os gritos não foram e acho que nunca será ouvido pela presidência do Clube do Remo, fato que me faz acreditar que, com vocês não será diferente, o que é uma pena, já que tantas mazelas poderiam ser evitadas se o torcedor tivesse força, tanto no “SIM” como no “NÃO”.
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Agora só falta a Tuna querer vender a sede támbém, ou o Pinheirense vender o Abelardo Conduru. Dirigente tem tara por se desfazer daquilo que não é dele. E AK e seu vice andam fazendo escola. Dá-lhe futebol paraense!!!!
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Na última eleição do Paysandu compareceram 540 sócios para votação. Daí se tira os conselheiros. Não tenho dados, e no chutômetro acredito que a nação bicolor tem aproximadamente mais de um milhão de torcedores e em torno de 100.000 que direta ou indiretamente acompanham o dia dia do clube. Como todos devem perceber as decisões que interferem na vida do clube fica restrita aos privilegiados do CD/PSC.
São poucos “iluminados” que detém o poder de se desfazer do patrimônio do clube.É tudo legal, porém imoral e sem representatividade. Eu acredito que deveria ter previsão estatutária para que venda de patrimônio, somente com autorização plesbicitária de toda torcida e não de um grupelho de privilegiados.
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Ta parecendo que alguem ou grupos, querem quebrar de vez os grandes clubes da capital.
Querem deixalos sem sedes, estadios, sem m..alguma. Ha’ algo de muito podre acontecendo.
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Uma pergunta, PARA QUE SERVE A SEDE SOCIAL DO PAYSANDÚ ?
Um clube de futebol não precisa de uma “sede” daquelas, precisa de um bom CT isso sim !
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Kelson, sede social é uma fonte de renda que atende principalmente os associados, acontece que mal gerenciado e no descaso acumulam despesas até porque neessita de constante manutenção, mas é rendável.
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Berlli, a justificativa chinfrim da venda da sede para comprar CT é semelhante a daquele que disse:”O dinheiro era pra comprar panetone para os pobres”. A sede bem poderia a longo prazo ser transformada em Museu do Papão e ser cobrado ingresso para visitá-la.
Que elaborem projeto de compra de CT e busquem recursos em outras fontes.E não com a venda de patrimônio. Viu, Kelson.
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Em resumo: Quem vende a sua casa e não compra outra se preocupa com aluguel e constantes mudanças. Acho que isso basta para esclarecer que vender patrimônio para investir nó inócuo passará sempre apuros.
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