19 comentários em “Travessuras do moleque da Vila

    1. Hahaha, é verdade, Berlli. Apoio que, como se sabe, quase sempre é conquistado por vias tortuosas – ingressos gratuitos, empregos no próprio clube, agradinhos etc. É a tal paixão gratificada.

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  1. Considerando o encharco que é a defesa azulina esses filhotes de baléia deverão fazer muitas acrobacias por aqui. Isso se o São Matheus permitir. Lembrái-vos da ocasião que morreram nas PALMAS da mãos tocantinense.

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  2. Com esse timeco do papinha,não vai ter nem o segundo jogo em são paulo….e com esses cintura dura da defesa bicolinha,não vai dar nem pro caudo.
    Avante verdão.
    Ei berli,não esquece dos 6×1 do icasa e dos 9×1 do paulista,ainda está bem vivo na sua memória.

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  3. Para mim não consta,pois nem era nascido,mas esse s 9×0 do paulista no papinha,ainda esta fresquinho na memória,e do icasa também.
    Sobre esses contos de fadas,quero ver videos,senão não tem valor,hehehe.

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    1. Juca, nessa época ninguém da tua família existia, nem teu pai? tadinho de um pai que tem um filho dêsses.
      Carlos Berli, essa turma caiu no mundo, de paraquedas, por isso o passado não vale, nem à família que lhes deu a origem.

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  4. Dá gosto de ver o Santos jogando um belo futebol novamente. É o clube que, depois do São Paulo, nutro profunda simpatia. Santos, Cruzeiro e Botafogo formaram grandes equipes nos anos 60. Os três naufragaram nos anos 70 e somente o Santos renasceu no início dos anos 80 com a bela equipe do saudoso Formiga com Aluísio, Pita, Nílton Batata, Rubens Feijão, Joari e companhia. Santos e São Paulo protagonizaram no início de 79 uma das mais emocionantes finais de campeonatos de todos os tempos. Disputavam a final do campeonato paulista ainda da versão 78 (o campeonato não teve tempo de terminar antes das férias dos jogadores e a final teve que ser em 79) e à altura dos meus 10 para 11 anos, passei a curtir futebol e torcer pelo São Paulo em 1980, mas nesse jogo torci muito pelo Santos. Foram três confrontos. Depois de arrancar um empate heróico com uma bomba de Edu no jogo de domingo, o São Paulo precisava ganhar na quarta-feira durante o tempo normal para forçar uma prorrogação e ganhar também no tempo extra para ser campeão. O Santos era melhor tecnicamente, porém, com jogadores mais novos, apelidados de “Meninos do Formiga”. Os mais velhos eram o Aílton Lira e o tri-campeão do mundo Clodoaldo que estava se despedindo do futebol e entrava sempre no segundo tempo. Do outro lado, a experiente equipe do São Paulo com Valdir Peres, Tecão, Marião, Bezerra, Neca, Viana, Getúlio, Chicão, Edu e Serginho. No tempo normal, 2xo para o São Paulo que jogou com uma garra irreconhecível. Na prorrogação, 0x0 e o título dos “Meninos de Formiga”, com 30 minutos dos mais eletrizantes da história do futebol, mesclado pela raça e técnica nos dois lados. Após anos de ostracismo, eis que o Santos renasce em sua juventude na geração de Diego, Robinho, Elano e cia no início desta primeira década. Esse Santos renovado que agora conta com a experiência do Geovanni (mesmo no banco), está devolvendo a alegria do futebol-arte que técnicos retranqueiros e rancorosos estão nos roubando. Um ode ao Santos; um ode à alegria…

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  5. Já que o assunto agora é estádio novo, o Santos é um time que merece uma arena moderna pois o time costuma ser prejudicado nas grandes decisões. E também para fazer jus ao excelente trabalho em suas categorias de base que lhe garante a baixo custo grandes jogadores. Não esqueçam que há uma grande promessa sendo lapidada por lá: trata-se do garoto Jean Carlos Chera que alguns dizem que será melhor que Robinho e Neymar.

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