Galáctico vai abrir o cofre no Real

Responsável pela “era galáctica” vivida pelo Real Madrid entre os anos de 2000 e 2006, Florentino Pérez reassumiu nesta segunda-feira a presidência do clube espanhol e já apresentou sua primeira contratação expressiva.

Um dos símbolos da primeira passagem de Pérez pelo time madrileno, o ex-jogador francês Zinedine Zidane fará parte da nova diretoria. Ele assumiu o cargo de conselheiro do presidente. O argentino Jorge Valdano, que também defendeu o Real como jogador, será o diretor-geral, enquanto Miguel Pardeza irá assumir como diretor-esportivo.

Pérez, que contratou Ronaldo, Michael Owen, Luís Figo e David Beckham em sua gestão anterior, era candidato único à presidência do clube da capital espanhola. Em sua segunda passagem pelo Real, ele promete novamente uma postura agressiva no mercado.

Segundo a imprensa espanhola, há pelo menos três grandes negociações pela primeira contratação “galáctica” do novo presidente: o português Cristiano Ronaldo (Manchester United), o brasileiro Kaká (Milan) e o sueco Zlatan Ibrahimovic (Inter de Milão).

Orgulho paraense – 4

De Lucilo Alves Chaves Filho:

Gerson,

Quero me unir a todos aos meus conterrâneos pelo sentimento de revolta na exclusão da cidade de Belém dos jogos da Copa em 2014, e creditar o seu comentário de ontem no Bola na Torre absolutamente como verdadeira na sua avaliação sobre o GT-2014. Acreditar que a Fifa usaria o critério técnico para a escolha da sede seria muita ingenuidade desse grupo e do governo do Estado.

Fico triste com a classe política do meu Estado pela falta de comprometimento, e alienação quanto aos projetos que alavanquem o desenvolvimento social e econômico da cidade de Belém. Residindo entre Manaus e Belém, como já relatei anteriormente em sua coluna, reitero a união dos políticos do Amazonas em prol de uma causa tão importante para a cidade de Manaus. Enquanto aqui a classe política continua com as picuinhas que tanto atrasam o desenvolvimento do nosso Estado. 

Quando tínhamos um político forte no Congresso Nacional, tiraram o tapete dele e agora estamos órfãos de um representante com a força que a população do Pará merece. Não podemos aceitar compensações através de eventos paralelos sem importância da Copa. O que queríamos eram jogos de futebol entre seleções. Agora, se as obras projetadas para a Copa em 2014 forem continuadas e concluídas com a ajuda do governo federal, que sejam bem-vindas porque a cidade necessita de obras estruturais desse porte.

Um abraço e mais uma vez parabéns pelos comentários sensatos e inteligentes na sua coluna diária.

Lula dispara e chega a 81%

Por Keila Santana:

A avaliação positiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a subir no mês de maio em relação à pesquisa de opinião de março. Segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada desta segunda-feira, a aprovação pessoal do presidente passou de 76,2% para 81,5% e a aprovação do governo subiu de 62,4% para 69,8%.
O efeito econômico é o principal fator de recuperação do crescimento da aprovação do governo Lula, segundo Guedes. Na pesquisa CNT/Sensus, 50,4% das pessoas entrevistadas acreditam que o Brasil está lidando adequadamente com a crise. A maioria, 55,3%, ainda acredita que a crise continua, mas 55,9% acham que o país vai sair mais fortalecido após a turbulência internacional.

As tramas desvendadas

Deu gosto ver o programa levado ao ar nesta segunda-feira, ao meio-dia, pela Rádio Clube do Pará, com a análise e decupagem das tramas que tiraram Belém da lista das 12 cidades que sediarão a Copa de 2014. Do Rio de Janeiro, o repórter Wellington Bagno entrou com matéria mostrando o histórico de situações nebulosas que envolvem a CBF sob a gestão Ricardo Teixeira. Os acordos milionários, as jogadas de alto calibre no negócio chamado futebol.

O programa desvendou ainda a estreita ligação entre a CBF e a Federação Amazonense de Futebol. Entrosamento é tão grande que o presidente da entidade foi comunicado da escolha de Manaus, quatro dias antes, pelo próprio Teixeira. A partir daí, foi organizada a festa de domingo no Vivaldão, com a presença da banda J. Quest e patrocínio da Coca-Cola.

E o ouvinte da Clube ainda ficou sabendo o que já era pedra cantada: o presidente da FPF, coronel Antonio Carlos Nunes, não se sente constrangido e vai chefiar a delegação do Brasil na Copa das Confederações, atendendo convite de seu “amigo” Ricardo Teixeira. Tudo como dantes e Belém que se dane.

Acabou a farsa

Por Juca Kfouri:

Fez-se de conta que é a Fifa quem escolhe as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e não a dona CBF

 

O PRESIDENTE da CBF acredita que vive num país de néscios, razão pela qual passou meses repetindo que a Fifa é quem escolhe as cidades-sede da Copa do Mundo.

Verdade que há ex-jornalista em atividade que repete a falácia na TV, apesar de saber que o formal não existe no futebol, só existe o informal e a politicagem.

Mas vale saudar a escolha de quatro cidades do Nordeste, região que mais tem a ganhar com a Copa.

E lamentar a escolha de Cuiabá, no Mato Grosso do governador “motosserra de ouro”, título dado a Blairo Maggi pelo Greenpeace, em homenagem ao maior produtor de soja do mundo e um dos maiores desmatadores do país. Para uma Copa que se pretende ecológica, nada menos apropriado, embora Maggi tenha bem mais de um milhão de razões para influenciar decisões no mundo do futebol.

Tão natural como a escolha de Manaus para representar a espoliada Amazônia, apesar de Belém ter mais tradição futebolística, teria sido a de Campo Grande para mostrar as belezas do Pantanal.

Mas, de tudo, o que mais salta aos olhos é a indefinição sobre quem fará a abertura da Copa.

Claro está que Ricardo Teixeira esperará quanto tempo puder para se definir entre São Paulo e Minas Gerais, ou melhor, entre José Serra e Aécio Neves, além de guardar Brasília como uma terceira hipótese, mais para constar e disfarçar o que está, de fato, em jogo.

Não fosse a dúvida sobre qual dos dois será o candidato tucano à sucessão de Lula e o cartola já teria se resolvido pelo ungido, embora seu coração penda claramente para Neves, seu amigo e mais parecido com o yuppie Fernando Collor -até pelo silêncio que impõe à imprensa mineira, como se fosse a alagoana-, a quem o ex-genro de João Havelange chamava de “meu presidente”.

Se ele pudesse ver José Serra pelas costas já estaria vendo, também pela presença de José Luís Portella no governo paulista, alguém que Teixeira desgosta tanto que ameaçou não entrar na cerimônia de lançamento do Museu do Futebol, no Pacaembu, quando soube da presença do atual secretário dos Transportes Metropolitanos no local. Portella, lembremos, foi o arquiteto do Estatuto do Torcedor.

A fragilidade do primeiro projeto de reforma do Morumbi foi a senha para justificar a dúvida, embora até o mais ignorante dos cartolas da Fifa saiba que São Paulo é a principal cidade do país, palco óbvio, ao menos, para a abertura da Copa.

Que o Mineirão é mais agradável que o Morumbi ninguém pode negar. Só que como nada justifica a construção de uma arena para a Copa em São Paulo, a não ser a ganância dos de sempre, a festa inaugural tem de ser mesmo na casa tricolor. De resto, é bom dizer que orgulha trabalhar num jornal que tenha feito o editorial que esta Folha fez, no sábado, sobre a miséria de nosso futebol.

E tenha dado a cobertura que deu, ontem, sobre a escolha das sedes, revelando quem é quem na Fifa e suas folhas corridas. Em vez da celebração acrítica que cabe aos publicitários e aos donos da bola, o dedo nas feridas. E não porque a CBF discrimina a Folha, mas porque o jornal não bajula a CBF para ter furos.

Outro que pula fora da Série D

O Sousa, campeão paraibano de 2009, não participa da série D do Brasileirão. O time alega dificuldades financeiras. A desistência foi confirmada pelo empresário e presidente do clube, Aldeone Abrantes, dia 27, prazo final dado pela CBF para que o clube confirmasse a participação no certame nacional.

No entanto, segundo informações da imprensa local ainda especula-se que essa decisão teria sido negociada com o Treze de Campina Grande, o vice-campeão estadual, time que ocupou a vaga do desistente Sousa Esporte Clube na série D do brasileirão.

Para Blatter, Belém fica no Nordeste

Por Rodrigo Matos, da Folha de S. Paulo:

A escolha das sedes brasileiras para a Copa 2014 foi puramente técnica. Era o que repetiam os dirigentes da Fifa e da CBF após anunciar Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo para receber o Mundial.

Mas, na prática, o relatório técnico de inspetores da Fifa foi apenas o ponto de partida, que fez o primeiro corte e apenas definiu as nove mais bem preparadas. Havia dúvida da Fifa sobre as últimas três vagas, que foram definidas pelo deslumbre de cartolas, política e até por erros das campanhas. 

“Foi difícil a definição de três. Duas estavam definitivamente fora. Outras nove já eram garantidas. Então, tínhamos seis para três vagas. Essas seis tinham condições de ser sede”, afirmou o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke.

Apesar de o cartola ter se recusado a dizer quais as seis cidades, Belém e Manaus disputavam uma vaga no Norte; Cuiabá e Campo Grande, um lugar no Centro-Oeste: e Natal e Florianópolis brigavam pela última vaga entre as 12.

Mas os dirigentes do Comitê Executivo da Fifa, que deram a palavra final sobre as sedes, tinham pouco conhecimento sobre as cidades candidatas, segundo apurou a reportagem. Na entrevista coletiva, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, chegou a achar que Belém era uma cidade do Nordeste, após a pergunta de um repórter.

Em compensação, na reunião do Comitê Executivo, os cartolas só falavam na floresta amazônica, identificando-a com o Amazonas. Manaus, portanto, era a mais simbólica. Ainda tinha o lobby dos patrocinadores da Fifa Coca-Cola e Sony, com sede na cidade.

Em relação a disputa do Centro-Oeste, cartolas da Fifa não gostaram das cartas enviadas por representantes de Campo Grande diretamente para eles. O apoio político do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, também teve peso.

Isso foi negado por Blatter, que admitiu que houve diversos pedidos de políticos. “Não ouvimos interferências políticas. Houve gente que disse que deveríamos ir aqui ou ali. Mas pensamos no esporte”.

Só que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, fez questão de receber governadores e prefeitos das cidades na entidade.

Na terceira briga, o Nordeste, mais próximo da Europa e mais quente, pesou em favor de Natal, e contra Florianópolis. “É uma região muito agradável [o Nordeste], que também tinham candidaturas muito técnicas. Claro que as cidades são bonitas”, disse Blatter, que não vê problemas nas largas distâncias entre as escolhidas.

Enquanto isso, Teixeira ressaltava o alto nível técnico “de todas as candidaturas”.

Fiscalização do uso das verbas

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Por Paulo Calçade (ESPN):

A experiência dos Jogos Pan-Americanos serve para balizar os cuidados que a sociedade deve ter com a Copa do Mundo. Comparado ao Mundial, o Pan do Rio é insignificante, minúsculo. Mas assusta: o orçamento explodiu, gastou-se dez vezes mais.

Infelizmente o caminho pode ser o mesmo. A Fifa é exigente, o padrão é muito alto e os critérios de escolha não foram totalmente técnicos. Nada contra as cidades indicadas. Quem não quer a Copa na vizinhança? O problema está no que vai acontecer depois.

Até o final da competição vai ser uma festa. Mas quem vai pagar a conta? Como serão mantidos os estádios nas cidades onde não há futebol verdadeiramente profissional? Quem vai se interessar em investir onde o retorno do dinheiro é duvidoso? A experiência do Pan mostra que o dinheiro público é a solução. E até poderia ser, desde que fosse investimento, financiamento, e não doação.

O futebol é uma importante atividade econômica do país, é uma indústria, movimenta vários setores, como a construção civil e o turismo, no caso do Mundial. Os cuidados com o evento são necessários porque é o nosso dinheiro que está em jogo. Se a Copa for beneficiar o país, tudo bem. Agora, se for para ajeitar a vida dos corruptos, dos espertos… É bom ficar de olhos bem abertos.

Até lá, não faltarão pautas para quem se propuser a fazer jornalismo.

Fico a imaginar o que vai ser do suntuoso Vivaldo Lima (imagem lá no alto), em Manaus, depois que a Copa passar. Um amigo jocoso acha que vai virar bumbódromo, para disputas entre Garantido e Caprichoso. Piadas à parte, desconfio que a coisa vai dar nisso mesmo.

Leonardo assume o Milan

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Fim das especulações. O Milan apresentou nesta segunda-feira o seu novo treinador: o brasileiro Leonardo, ex-diretor do clube, que assinou um contrato para comandar o elenco do clube italiano por dois anos. “Escolhemos Leonardo porque achamos que, para ser técnico, é preciso ter primeiro características humanas e de inteligência, mas também técnicas”, disse o chefe-executivo, Adriano Galliani. O dirigente acrescentou que, com Leonardo, o Milan quer percorrer o mesmo caminho que com Capello: “Primeiro um grande jogador, depois dirigente do clube e depois treinador”. (Com informações da ESPN)

Cuidado com as hienas

Em meio às lamúrias e esperneios pela derrota de Belém, despontam surpreendentes vozes acidamente críticas, quase furibundas, mas sem o menor respaldo moral.

Explico: são manifestações tardias (e hipócritas) de gente que se postou sempre contra a candidatura, por motivos vários – sobretudo político-partidários. Gente que se omitiu nos parlamentos, que se esquivou de ajudar, que fez campanha contra em jornais e emissoras de rádio e que, por conta disso, não tem o menor direito de dar lições e fazer cobranças depois que tudo aconteceu.

Formam uma fauna bem conhecida entre nós. São os famosos engenheiros de obra pronta, que só aparecem para apontar defeitos. Gente do contra, que jamais quis a Copa em Belém porque isso contrariava seus interesses. Não podem se misturar aos que defendiam a ideia e se posicionaram com clareza desde o começo da campanha.

Olho vivo com essas hienas.

A problemática remista

Do Cláudio Santos:

Está sendo organizada uma reunião de lideranças azulinas para o mês de junho,  em um local, na ilha de Mosqueiro. Será o que eles chamam de reencontro de vencedores(?) para lembrar os bons ventos que sopraram no passado nos tempos memoráveis do Remo. Estarão presentes: Sérgio Dias, Sérgio Cabeça, Zumero, Tonhão, Joãozinho Santos, Emir Chaar, Jones Tavares, Israel Vasconcelos, Albani Pontes, Pedro Minowa, Osvaldo Campos e outros.
Gostaria que essas pessoas enumerassem essas conquistas, para que o torcedor do Remo tambem pudesse sentir tanta saudade. Por favor, menos esse negócio de tri, penta… essas bobagens. Gostaria de saber, por exemplo: o que essas pessoas fizeram para o engrandecimento patrimonial do Remo (visto que o Remo em mais de 100 anos está estacionado ou pior)? Qual o trabalho que fizeram para sanear o Remo? Qual título brasileiro (este sim tem importância) que eles conseguiram? Continuo dizendo que essas pessoas têm que assumir o futebol e tão somente o futebol do Remo imediatamente, para a salvação do mesmo, mas com a fiscalização do Amaro (inclusive mostrando a eles o projeto, que será audacioso, conforme seu vice-presidente), para que os mesmos possam fazer um bom trabalho, sem afundar o Remo financeiramente. Aliás, para aqueles que dizem ter colocado muito dinheiro do próprio bolso no Remo, quando assumiram o mesmo, a torcida tem a dizer que competência, poucos têm.

Secretário quer explicações

Da Assessoria do Governo:

O secretário de Esporte e Lazer do Pará, Carlos Alberto Leão, disse que a Fifa deve explicações ao povo paraense. Segundo ele, a organização internacional contrariou todas as expectativas técnicas deixando Belém de fora da seleção das 12 cidades brasileiras que vão sediar a Copa do Mundo de Futebol em 2014.
Alberto Leão disse estar muito decepcionado com o resultado da seleção que foi anunciado no domingo (31) pelo presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter. “Todos viram que ele titubeou quando falou o nome de Manaus ao referir-se a critérios técnicos de escolha”, disse ele.
Quando Blatter estava a anunciar os nomes das cidades escolhidas, por ordem alfabética, disse, quando chegou a Manaus: “Na Amazônia, tivemos um probleminha e decidimos escolher por Manaus, por ser a capital da Amazônia”, disse ele.
De acordo com a imprensa especializada, Belém apresentou o terceiro melhor projeto de sediar a Copa do Mundo, entre as 17 finalistas que concorriam a uma vaga. No entanto, o lobby político e econômico por Manaus acabou superando o critério técnico, na opinião do secretário.
Maria Lúcia Penedo, coordenadora do GT Copa, grupo que o governo montou para atender rigorosamente a todos os critérios técnicos exigidos pela Fifa, ressaltou que o governador de São Paulo, José Serra, que é padrinho político do governador do Amazonas (cuja capital é Manaus), reuniu com a comissão técnica da Fifa e fez considerações negativas sobre Belém.
Teria dito que a capital paraense é muito violenta e que o sistema viário é ruim. “A imprensa tem dito que Eduardo Braga (governador do Amazonas) será vice na chapa de Serra para a presidência, então, naturalmente ele quer promover o governador do partido dele”, disse Lúcia Penedo.
O governo do Pará investiu mais de R$ 2,5 milhões e contratou uma consultoria internacional para atender aos critérios técnicos exigidos pela Fifa. Nessa fase de seleção, Belém foi a única capital a apresentar projeto de pré-viabilidade técnica, estudo elaborado e construído entre as secretarias de governo e a consultoria internacional.
“Belém tem tradição em futebol. Se um dos critérios da Fifa fosse mesmo a sustentabilidade do projeto, a capital paraense teria que necessariamente estar entre as cidades sedes. Manaus não tem tradição de futebol, não tem estádio nem aeroporto para comportar a demanda de uma Copa. Belém é recorde de público em eventos esportivos em todo o Brasil”, disse ela.
“Ademais, a grande festa patrocinada pelas multinacionais Sony e Coca-Cola em Manaus comprovam os interesses econômicos envolvidos na escolha da Fifa”, disse o secretário Alberto Leão.
Lúcia Penedo disse que a Fifa perdeu em credibilidade com a escolha. Lembrou que o blog de um jornalista anunciou antes exatamente as mesmas cidades escolhidas. “Se uma entidade desse porte internacional deixa vazar uma informação tão importante e sigilosa é porque não tem credibilidade”, disse ela.

Acho que a Fifa precisa se explicar, embora se saiba que jamais fará isso. E continuo achando que a governadora também deve explicações. Uma espécie de prestação de contas com a população. E não pode retardar muito essa atitude, pois a frustração nas ruas é muito grande.