Sururu em Santarém

Terminou de maneira inamistosa o prélio que se pretendia amistoso entre São Raimundo e Nacional, sábado à noite, em Santarém. Um sururu terminou por envolver grande parte dos jogadores a partir dos 20 minutos do segundo tempo. O atacante Edinho recebeu um safanão de um jogador baré e revidou. Foi o que bastou para que integrantes do banco de reservas do Nacional invadissem o campo tentando agredir o jogador do S. Raimundo, que partiu para a briga.

O tumulto durou mais de cinco minutos, com troca de socos e pontapés entre jogadores das duas equipes. O fato obrigou o árbitro Reinaldo Pimentel a encerrar o jogo, que registrava o placar de 1 a 1, gols de Michel (S. Raimundo) e Ricardo (Nacional).

A diretoria do S. Raimundo ficou de reunir na noite desta segunda-feira para definir quais as medidas a serem adotadas, embora seja provável a permanência de Edinho no elenco. Restam apenas duas semanas para a estréia na Série D e o técnico Valter Lima preocupa-se em preservar o ambiente de tranquilidade no Panterão.

As qualidades de Torrô

Torrô fez um gol e disparou o chute que Magrão desviou para as redes do Águia no jogo de sábado, em Parauapebas. Produção impecável para um atacante. Se a defesa não tivesse cochilado, o Paissandu teria comemorado sua primeira vitória – graças a Torrô. Apesar do empate, a performance do atacante não passou despercebida aos olhos de quem realmente interessa: do técnico Edson Gaúcho.

Bem ao seu estilo direto e franco, Gaúcho observa que Torrô tem problemas sérios em fundamentos técnicos. Quem acompanha a carreira do centroavante sabe que o treinador tem razão. Torrô mata de canela, não cabeceia corretamente e finaliza mal. Mas a força de vontade para superar essas deficiências é sua principal arma. E foi justamente sua humildade e empenho que cativaram Gaúcho. Na Curuzu, o treinador reconheceu a importância de Torrô no jogo contra o Águia e até vê virtudes no jogador. “O Torrô tem qualidades, até porque nunca trabalhou fundamentos”, diz Gaúcho.

Muricy: revelações da queda

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Por José Trajano

Somos vizinhos há mais de dez anos. E raramente nos vemos no condomínio. Moramos em prédios diferentes, e jamais fora a seu apartamento. Nossos filhos, porém, são amigos. Jogam bola e participam de torneios de videogame no salão de festas. Na noite de sexta-feira, o vizinho do 74 era o nome mais falado da cidade. Todos os telejornais e sites divulgavam com alarde que ele havia sido demitido do emprego. Um emprego e tanto! E, então, decidi visitá-lo.

Resolvi interfonar para não usar a prerrogativa de ser vizinho. Ele não estava, mas deixei recado com sua mulher que se chegasse e estivesse disposto a conversar, me telefonasse. Poucos minutos depois, ele ligou e pediu que fosse até lá. No caminho, fiquei pensando que deveria estar cercado de gente, de amigos, ex-companheiros de clube ou coisa parecida. Qual não foi a minha surpresa quando me recebeu com a porta já aberta e sozinho na sala.

Ao contrário do que imaginava, estava tranquilo e sereno. Sem nenhuma ponta de mágoa, rancor, bronca. Parecia ter tirado um peso das costas. Seu rosto revelava a certeza de que havia saído de cabeça erguida e com a sensação do dever cumprido. Fora o momento que se queixou de Cuca, por ter ligado ao presidente Juvenal para pedir conselho se deveria sair ou continuar no Flamengo, atitude que ele enxergou como falta de ética, o vizinho conversou sobre tudo com muita tranquilidade.

Para ele, a diretoria anda mais preocupada com o Morumbi do que com o time. Os cartolas só pensam no estádio, na Copa do Mundo de 2014, e os problemas do time ficaram em segundo plano. E havia problemas no elenco. Falta de parceria, disse. Que eu entendi como ciumeira de alguns jogadores com os novos que chegaram este ano.

Sem levantar a voz ou tentar se desculpar pelos maus resultados, o vizinho lamentou não ter conseguido Conca como reforço. “Ele esteve duas vezes aqui, mas o negócio não vingou”, disse. Um bom meia de ligação teria feito o time jogar diferente, com mais liga entre a defesa e o ataque, sem precisar jogar à base de lançamentos longos para o setor ofensivo.

O vizinho desconfiava que, mais cedo ou mais tarde, a demissão iria acontecer, porque ele não tem o jeitão que alguns dirigentes imaginam para um técnico do São Paulo. Não é de frequentar bons restaurantes para fazer companhia aos cartolas, não gosta de interferências na contratação de reforços e acredita até que a maneira de se vestir deixava essa turma incomodada. “É o meu jeito, simples, sem frescura, sem afetação, que as vezes eles não gostam.”

Toquei na decisão que tomamos em não mais ouvi-lo depois de uma entrevista que achei grosseira . Ele disse que não guardou mágoa e que somos meio parecidos na defesa de quem trabalha com a gente. Até os filhos brincaram com ele, achando que andava meio rabugento.

Já era de madrugada quando fui embora. Um pouquinho antes de sair, chegaram Pi e Fabinho, dois de seus três filhos. O vizinho me contou que o Pi (sou testemunha que joga muita bola) voltou muito irritado do Morumbi depois da derrota para o Cruzeiro e prometeu não torcer mais pelo São Paulo. O vizinho discordou do filho e disse que não podia abrir mão de sua paixão, que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Voltei para casa com a impressão de que meu vizinho é mesmo aquilo que diz. Gosta de ficar em casa, em companhia da família, dos cachorrinhos que leva sempre para passear, de lavar louça para passar a ansiedade e de ir ao sítio em Ibiúna para descansar. É um cara simples, um trabalhador do esporte. Sem banca, sem arrogância, não tem nada de “professor”.

Ele sabe que foi a derrota da arquibancada para a numerada. Mas sabe também que saiu por cima. A torcida gritou seu nome a todo instante, e isso ele não esquecerá nunca. Quer dar uma parada, já jogou no lixo tempos atrás uma proposta milionária do Catar, mas não creio que fique parado por muito tempo. Continuo achando que precisa ter mais educação nas entrevistas, após uma partida, mas me conquistou pela sinceridade e autenticidade.

É um bom sujeito o vizinho do 74. Boa sorte para ele.

O clone de Luxemburgo

Do blog do Paulinho

Mano Menezes é um Luxemburgo disfarçado.

Envolvido em transações de jogadores, o treinador é daqueles que calcula muito o que vai falar. E quase sempre se dá bem. Menos quando é flagrado em um momento de nervosismo, ou até de relaxamento. É nesta hora que a verdade surge, e a máscara cai.

Em um passado não tão distante, o treinador corinthiano ofendeu um companheiro de profissão, ao citar um momento trágico de sua vida, no intervalo de uma partida. Com o sorriso amarelo, no outro dia, Mano Menezes tentou amenizar sua declaração. A imprensa amiga, tratou de esquecer.

Mas ontem, novamente, ele faltou com respeito a um profissional. E recebeu uma resposta à altura de sua idiotice. “Você é interino, seu técnico é o Muricy. Deixa eu falar com o árbitro” – foram as palavras de Mano Menezes, na clara tentativa de desvalorizar o trabalho do oponente.

Milton Cruz não deixou por menos: “Você ganhou o que? Eu sou tri-campeão do mundo”. “Sou funcionário do clube há 15 anos e não tenho suspeita de p… nenhuma”.

Fez bem. É nos momentos de sucesso que o caráter verdadeiro do ser humano aflora. Mesmo daqueles que costumam esconder sua verdadeira personalidade. Este é o caso do treinador corinthiano.

Diploma: OAB manifesta preocupação

O Colégio de Presidentes de Conselhos Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil, por unanimidade, lamentou na última sexta-feira (19) a decisão do Supremo Tribunal Federal que pôs fim ao diploma de jornalista, bem como ao registro profissional no Ministério do Trabalho. Em sessão plenária dos 27 presidentes da OAB dos Estados e Distrito Federal, conduzida pelo presidente nacional da OAB, Cezar Britto, o Colégio expressou sua preocupação com as consequencias de tal decisão para a sociedade brasileira, em seus aspectos técnicos e, sobretudo, éticos.

O Colégio de Presidentes das Seccionais da OAB referendou posição do presidente nacional da entidade, Cezar Britto, de que o Supremo não avaliou corretamente o papel do jornalista e suas implicações para a liberdade de imprensa no país. Para os dirigentes das seccionais, a decisão pode prejudicar a independência e qualidade futuras do jornalismo brasileiro, antes garantidas pelo diploma e o registro profissional do jornalista abolidos pelo STF. Além disso, eles manifestaram preocupação com o precedente que a medida pode representar, colocando em risco conquistas históricas de outras profissões regulamentadas no país.

Em Belém, nesta segunda-feira, um grupo de jornalistas se reuniu na praça da República para um ato público de protesto contra a decisão do STF. Aproximadamente 100 pessoas compareceram, marcando posição diante do ato do tribunal que derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Na foto abaixo, enviada pelo Wildes Lima, um registro da manifestação.

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Aproveite bem o seu dia

Por Adriano Silva – Revista Exame
 
Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite oru de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.  
 
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.
 
Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.

Dica de cinema: Shorlock

Caiu na rede o novo pôster de “Sherlock Holmes”, estrelado por Robert Downey Jr. e Jude Law. Nele, Downey Jr. (Homem de Ferro) aparece como Holmes. Law (Um Beijo Roubado) interpreta seu parceiro Watson. A trama é baseada na junção das clássicas histórias escritas por Arthur Conan Doyle com os quadrinhos ainda inéditos criados por Lionel Wigram. Nesta nova versão, Holmes será especialista em artes marciais e terá que enfrentar um novo inimigo para desarmar uma trama mortal que ameaça a segurança do país.

Em janeiro, o tabloide britânico The Sun informou que Downey Jr. teria se aborrecido com o diretor Guy Ritchie. Motivo: Ritchie teria obrigado o ator a usar saltos nos sapatos para ficar da mesma altura do fiel escudeiro Watson (Law). Segundo uma fonte anônima, ele “está tropeçando por aí e culpando o diretor pelos sapatos estúpidos”. “Sherlock Homes” estreia no dia 20 de novembro de 2009 nos cinemas brasileiros.

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Show de violência e arbitrariedades

Além da bandidagem institucional, expressa na execução de um homem por uma dupla de policiais militares da Rotam, no sábado à noite, no bairro de Canudos, um tenente da Polícia Militar, identificado como Sullivan, da Companhia de Policiamento Escolar (Cipoe), cometeu outra arbitrariedade durante a apresentação dos presos na Seccional de São Brás, no final da tarde de domingo.

Descontrolado, Sullivan partiu para cima da equipe de reportagem do DIÁRIO, que cobria a prisão dos policiais criminosos, ameaçando com palavrões e dedo em riste a repórter Adriana Oliveira. Tudo sob a vista complacente dos demais oficiais, policiais e delegados presentes.

O tal tenente, veja só, queria impedir que a repórter anotasse informações sobre o crime praticado pela dupla de PMs. “Tu não vai escrever nada. Se tu escrever qualquer coisa, vais ver o que te acontece”, ameaçou, aos gritos. Alterado, gritava em defesa da dupla: “Eles não são bandidos”, baseado na lógica caolha que distingue bandidos fardados de criminosos comuns. 

Sullivan deveria saber que bandido é quem pratica crime e os dois militares estão inseridos nessa prática, pois saíram à paisana para executar um civil. Usavam armamento de uso exclusivo da PM e coletes à prova de balas – aliás, essa providência evitou que morressem no confronto com a própria Polícia Militar.

Os dois acusados são o cabo Francisco Canindé da Paixão Ribeiro e o soldado Alberto Araújo Fausto, ambos da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam). Eles mataram Bruno Ricardo Bezerra Gomes, 23 anos, e balearam outras duas pessoas. Na hora do crime, passou pelo local uma viatura da PM e os acusados trocaram tiros com os próprios colegas de farda. É bandidagem pura e simples ou não é?

O tal Sullivan precisa urgentemente ser informado sobre o que é crime. E cabe à corporação tomar as providências cabíveis para punir o tenente despreparado, pela agressão verbal e tentativa de intimidação aos repórteres do DIÁRIO. Queixa nesse sentido já foi devidamente encaminhada à Corregedoria da Polícia Militar (cujo titular, aliás, testemunhou as diatribes do tenente), ao comandante geral da PM e ao secretário de Segurança Pública.  

Informações surgidas na manhã desta segunda-feira indicam que o soldado Araújo, baleado na perna durante o tiroteio com a guarnição da PM, seria motorista do próprio comandante geral da PM. Estaria de folga no sábado, quando foi ao bairro de Canudos acompanhar o cabo Canindé no “serviço” que vitimou Bruno Gomes.

A mulher de um dos militares acusados pelo crime, estimulada pelos chiliques do tenente Sullivan, também investiu contra a repórter e o fotógrafo, tentando impedir que os dois criminosos fossem fotografados ao chegarem à Seccional de São Brás.

Notas do jogo, segundo a Gazzetta

Notas da Gazzetta dello Sport para os jogadores da partida de domingo em Pretória:

Itália
Buffon 6,5; Zambrotta 4, Cannavaro 4,5, Chiellini 5 e Dossena 4,5; Pirlo 5,5, De Rossi 4,5 e Montolivo 4,5 (Pepe 5,5); Camoranesi 6, Toni 4 (Gilardino 6) e Iaquinta 4 (Rossi 6). Marcelo Lippi 4.

Brasil
Júlio César 6,5, Maicon 7, Lucio 8, Juan s/n (Luisão 7) e André Santos 6,5; Gilberto Silva 7,5 (Kleberson s/n), Felipe Melo 7, Ramires 6,5 (Josué s/n) e Kaká 7; Robinho 8 e Luis Fabiano 8. Dunga 8.

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Imprensa italiana não poupa Lippi

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Do iG Esporte

A imprensa italiana pediu nesta segunda-feira ao técnico Marcello Lippi mudanças para rejuvenescer a seleção, um dia depois da derrota humilhante de 3-0 para o Brasil, que eliminou os atuais campeões mundiais da Copa das Confederações. “Que fracasso!”, decreta La Gazzetta dello Sport. “Teria servido marcar um gol no Brasil para seguir na competição. Sofremos três em oito minutos. A um ano para o Mundial, é preciso refazer tudo”, completa na primeira página.

O jornal esportivo, que na sexta-feira chamou de “múmias” os jogadores italianos após a derrota de 1-0 para o Egito, voltou a usar a mesma palavra: “Múmias éramos e múmias continuamos sendo”. Para o jornal La Stampa, “os heróis de Berlim estiveram irreconhecíveis”. “Será precido mudar”, afirma o jornal, que considerou “surpreendente” o balanço da equipe na Copa das Confederações: “duas derrotas e uma vitória sobre os Estados Unidos, jogando durante uma hora com superioridade numérica”.

O Corriere dello Sport decreta “o fim de um ciclo” e o La Repubblica lamenta que Lippi tenha declarado depois da partida que tinha na equipe os melhores jogadores e não pensava em mudanças.

O Corriere della Sera tem como manchete “La Italietta (‘A pequena Itália’) varrida”. Mais pessimista que as outras publicações, o jornal de Milão afirma que no rosto dos italianos havia “medo” do futebol “alegre e brilhante” dos brasileiros. “Os jogadores velhos não estão bem e os jovens ainda não chegaram”, conclui.

Remo se reapresenta para treinos

Do site oficial do Remo

Jogadores executaram uma série de exercícios de musculação e trabalhos aeróbicos, na academia Carmen, sob a coordernação dos preparadores físicos José Jorge e Benedito Gamboa. O elenco azulino se reapresentou na manhã desta segunda-feira (22) e deu prosseguimento aos treinamentos para o jogo amistoso, que acontecerá na próxima sexta-feira (26), contra o Cristal, em Macapá (AP).
Os jogadores, comandados pelos preparadores físicos José Jorge e Benedito Gamboa, realizaram  uma série de exercícios de musculação e trabalhos aeróbicos. O grupo foi liberado após a atividade e retornará aos treinamentos à tarde, a partir das 16h, no Baenão, quando fará um treino coletivo contra o sub- 17.