Águia e Paissandu empatam

Mais um gol de Bruno Rangel e o placar final em Parauapebas, na tarde deste sábado, ficou 2 a 2 entre Águia e Paissandu. Resultado bom para ambos, que só dependem de suas próprias forças para se classificarem à segunda fase da Copa do Brasil. O Paissandu, que inovou usando três atacantes (Zé Carlos, Torrô e Balão), jogou bem no primeiro tempo, mas caiu de rendimento no segundo tempo. O Águia lidera a chave com 10 pontos, seguido pelo Paissandu (com um jogo a menos), com 7.

Direto da Paulicéia

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Por Waldemar Marinho

Queridos amigos, neste sábado, 20/06/2009, saí vagabundando pela região do meu bairro. Eu tinha que chegar na Praça do Patriarca pra fotografar a mais recente obra de arte de São Paulo, lembram?
O casarão assobradado – que nem na música famosa do Adoniran Barbosa – fica na esquina da Augusta com a Dona Maria Antônia. O sobrado azul, ao lado, na Maria Antônia, é a famosa boate Caribe. A única famosa que não fica na Augusta lado B  – o lado classe A fica nos Jardins. Em outro dia mostro para aqueles que não moram em São Paulo.
Nessa região da Augusta que estamos vendo aí, se concentra a maior parte dos inferninhos paulistanos. Vou entregar: a maioria não, todos.
Costumo brincar com as minhas colegas de trabalho que é o melhor lugar pra se sair da depressão, levantar o astral. É só passar depois das sete e meia da noite, quando as casas de diversão masculina começam a funcionar, que as funcionárias, aplicadíssimas, interessadíssimas, começam a massagear o teu ego em voz alta: “Ei, lindão!”, “Ei gostosão!!!”; “Vamos tirar o estresse???” – você sai de lá com o ego inflado e a bola cheia. Só não pode é cair em tentação e entrar, porque aí elas vão te depenar. São demais os perigos desta vida.

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“Se a gente não tivesse dito tanto coisa, se não tivesse feito tanta coisa, podia ter vivido um amor Grande Hotel (Ca´d´oro). Um dia um caminhão atropelou a paixão, sem o seu carinho e sua atenção,  o nosso amor se transformou em “bom dia!”, qual o caminho pra felicidade??? Será preciso ficar só pra se viver? Qual o caminho pra felicidade? Ficar só, pra se viver.” Paula Toller, muitos anos depois da Jovem Guarda, quando o famoso grande hotel já tinha entrado em decadência e perdido todo o seu glamour.
Todos os grandes hotéis da Augusta foram embora pra zona sul, pra região da Berrini, onde se concentra a maior renda per-capta do país atualmente.

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Na fachada do prédio está escrito que é uma “Casa de Diversões” – em letras bem pequenas, quase ilegíveis: Só para homens.
Dá para imaginar o que acontece lá dentro. Como disse desde o começo: essa é a rua Augusta lado B.
Na condição de repórter que tem que informar, pesquisei preços – com todo o respeito às senhoras e até padres, que lêem a minha revista eletrônica. As “Primas da Augusta” como são conhecidas pelos seus clientes, cobram a partir de R$ 100,00 por uma “brincadeira” como elas mesmas denominam e que só dura uma hora. Conforme as exigências ou necessidades do cliente esse preço pode até triplicar.
Desculpem, só estou prestando uma informação. E garanto que só entrei lá para fazer o meu TRABALHO.

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Família Mancini – Tratoria. Predominância de turistas de todas as nacionalidades e classe média alta de São Paulo.
No auge do escândalo do mensalão, um deputado federal do PT, conhecido como professor Luizinho, comemorou o aniversário dele aí, com uns cinco amigos mais chegados. A conta deu pouquinho, totalizou míseros R$ 3.500,00 o que acabou gerando protestos, escândalo e bate-boca com os outros “contribuintes” que sabiam que o professor estava gastando o dinheiro deles. Professor Luizinho admitiu: “pouco me importa o dinheiro é de vocês mesmo”. A história foi parar nas colunas sociais dos jornais da cidade. Adivinha se ele se reelegeu? Nunca mais.

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Jeremias O Bom, foi um personagem do caricaturista Ziraldo para a revista “O Cruzeiro” na década de 60. É uma espécie de pub, também da Família Mancini. Sua proposta é a de reunir altos executivos no fim do dia para lhes proporcionar uma ótima happy hour.
 
Boa tarde e boa sorte.
 
Waldemar Marinho
Correspondente do blog na Paulicéia

Ainda o diploma em debate

Jornalistas, diplomas e a coletividade de Gilmar Mendes

Do Blog do Sakamoto

Sempre defendi o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, confirmado, nesta quarta, pelo Supremo Tribunal Federal.

Tenho plena convicção de que a atividade jornalística não deve ser monopólio de quem é diplomado, podendo ser realizada por quem não passou por uma cadeira de faculdade. Conheci, andando pelo interior desse Brasil, muita gente que nunca viu um diploma, mas que é mais jornalista com um microfone de uma rádio comunitária na mão ou fazendo um pequeno jornal mural do que alguns que passaram quatro anos nos bancos de universidades. Refletir sobre sua própria prática, dentro de uma ética específica, sabendo o que significa o papel de intermediar a informação na sociedade, ter a consciência dos direitos e deveres atrelados à liberdade de expressão são desafios que não são aprendidos necessariamenente na academia.

Ao mesmo tempo, com as novas tecnologias da comunicação e a possibilidade de todos se tornarem difusores de notícia e de análise sobre fatos, o nosso jornalismo terá que se reinventar. A decisão do STF vem em um momento interessante, de mudança.

O que não significa, contudo, desprezar a faculdade de jornalismo como local de estudo, pesquisa e reflexão da profissão e de seu ethos. Técnicas podem ser passadas no dia-a-dia de uma redação e em cursos de treinamento de jornalistas das empresas de comunicação, ou seja é a parte fácil da formação. Mas há outras coisas que o mercado não entende ou permite (pois passa pela subversão de seus próprios princípios – ou alguém realmente acredita que o jornalismo para as empresas de jornalismo não é, acima de tudo, um negócio?) que precisam de um local para florescer. O curso superior continuará tendo sua função e, hoje, se tivesse que escolher, faria novamente a faculdade, mesmo com as deficiências e problemas e os picaretas presentes nesse curso.

Não quero tentar esgotar esse tema, que é vastíssimo, nessas poucas linhas. Prometo retornar a ele posteriormente. Até porque, com a decisão, deve ganhar importância a criação de outras formas de formação de profissionais e de reflexão da profissão para além do cursos superior como em outros países. E a categoria dos jornalistas vai ter que aceitar em seus sindicatos, em definitivo, quem não tem diploma, muitos destes que trabalham e lutam pela dignidade da profissão mas que não são reconhecidos pelos próprios colegas.

Por fim, não poderia deixar de comentar as justificativas bizarras do presidente do Supremo, Gilmar Mendes, na defesa do fim da obrigatoriedade. Fiquei espantado com o baixo nível da argumentação e me perguntei se ele chegou realmente a estudar o caso ou falou algo de improviso. Pincei apenas um trecho para terem idéia:

“A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia – nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão.”

O jornalismo causa danos mais amplos e profundos do que a queda de uma ponte ou um erro médico. A incompetência, preguiça ou má fé de nós, jornalistas, pode acabar com vidas de um dia para noite. Não fazer uma faculdade não significa exercer a profissão sem critérios e sem se responsabilizar pelas conseqüências, uma vez que elas podem ser imensas.

Afinal de contas, se ele acha que a profissão é tão inofensiva, porque reclama tanto da imprensa? 

Em andamento, Paissandu 2 a 1

O Paissandu vai derrotando o Águia, por 2 a 1, em Parauapebas. O jogo está no intervalo. O time marabaense saiu na frente, aos 17, com Bruno Rangel. Dois minutos depois, Torrô empatou, em chute forte que ainda desviou na zaga e enganou o goleiro Adriano. Aos 41 minutos, em rápido contra-ataque, puxado por Mael, Torrô desempatou. Detalhe: na origem do lance, uma firula do lateral-esquerdo Ednaldo, que tinha a chance de fazer cruzamento mas preferiu tentar um drible a mais.

Insegurança já cerca Ricardo Gomes

Por Cosme Rímoli

Copa do Nordeste era um torneio disputado apenas entre times da região. Com exceção do Maranhão e do Piauí. O campeão deste torneio em 1999 foi o Vitória da Bahia. Este é o único título brasileiro pelo treinador contratado pelo São Paulo para substituir Muricy Ramalho.

Ricardo Gomes.

Ele venceu a Copa da França 1998, a Copa da Liga Francesa 2006. De personalidade completamente diferente de Muricy Ramalho. Ele é calmo, contido, frio para dar suas explicações. Uma mistura de Oswaldo de Oliveira com Paulo Autuori.

Não é um disciplinador. É mais um homem de diálogo. Muitas vezes, até demais.

Foi sob seu comando que a Seleção Brasileira, que deveria ser Olímpica, deu um dos seus maiores vexames da história. Com Gomes, Elano, Diego, Nilmar, Robinho e, agora o seu jogador, Dagoberto, o Brasil não conseguiu se classificar para as Olimpíadas de 2004, na Grécia. Este pré-Olímpico do Chile é uma mancha enorme no currículo de Ricardo Gomes.

A escolha, a contratação foi feita ontem mesmo. Ricardo Gomes foi dispensado do Monaco. Faltando duas rodadas para o Campeonato Francês acabar, ele foi avisado que não continuaria. O clube ficou na péssima 11ª colocação.

Não se classificou para nenhuma competição importante da Europa. Os dirigentes do São Paulo garantem que Ricardo Gomes era pretendido pelo Benfica. A imprensa portuguesa não confirma. A desconfiança fará que, ao contrário do que acontecia com Muricy Ramalho, um contrato será assinado.

De um ano. Ricardo Gomes foi um jogador respeitado, com carreira marcante no Fluminense, na Seleção Brasileira. É grande amigo de Raí e Leonardo. Ele jogou e treinou o Paris Saint Germain, sem muito sucesso. Conselheiros afirmam que foi Raí quem lembrou do nome do treinador desempregado.

Não houve festa entre os principais dirigentes quando Juvenal Juvêncio mandou contratar Ricardo Gomes. O clima não foi de euforia. Muito pelo contrário. Mesmo os que trabalharam muito para derrubar Muricy Ramalho estão inseguros.

Queriam um treinador que despertasse mais confiança. Agora, a escolha foi feita. Os conselheiros e Juvenal Juvêncio torcem muito. Para que  Ricardo Gomes tenha a mesma sorte de 1999, quando ganhou brilhantemente a Copa Nordeste…

A Vingança dos Derrotados

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Por Bruno Meier

Em Transformers: a Vingança dos Derrotados (Estados Unidos, 2009), que estreia nesta terça-feira no país, Megan Fox surge em cima de uma moto, falando ao celular com o namorado – vivido por Shia LaBeouf –, vestida com um mini-short jeans, para melhor expor suas pernas, e uma regata branca decotada, para melhor insinuar o contorno dos seus seios cirurgicamente voluptuosos. Já nessa cena, fica bem estabelecida a sua função nesse segundo filme baseado em uma linha de bonecos para meninos: Megan é o brinquedo desejado pelos garotos crescidinhos. Em uma história dominada por criaturas mecânicas – carros que se transformam em robôs com nomes como Megatron (o mau) e Optimus Prime (o bom) –, a bela de 23 anos que já foi anunciada como sucessora de Angelina Jolie entra com o, digamos, calor humano.

Megan começou com papéis em filmes e séries de televisão inexpressivos e conquistou a atenção do público no primeiro Transformers, em 2007, ao se dobrar sobre o capô aberto de um Camaro. No ano passado, foi eleita a mulher mais sexy do mundo pelos leitores da revista masculina FHM – no ranking mais recente, acabou em segundo, desbancada pela cantora inglesa Cheryl Cole, do grupo Girls Aloud. Megan faz o gênero da pin-up meio doidinha que Angelina Jolie encarnava antes de se tornar atriz “séria” e mãe de seis filhos. Como Angelina, Megan tem um pendor para tatuagens e declarações escandalosas. Já contou, por exemplo, que viveu uma paixão devastadora por uma stripper russa chamada Nikita. “Ela tinha um cheiro gostoso de baunilha”, disse à revista GQ.

Em 2006, um paparazzo tirou fotos de Megan apalpando o então namorado (romperam o noivado no início do ano), Brian Austin Green, por baixo de uma mesa. No estilo provocante que assume nas entrevistas, Megan Fox já disse que gostaria de namorar Angelina Jolie – mas também admitiu que se sente intimidada pela antecessora: “É uma pessoa poderosa. Aposto que ela me comeria viva’’. Eis aí uma cena que muito marmanjo pagaria para ver.  

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Esporte no interior

Setecentos atletas de dez municípios participam desde quinta-feira (18), em Redenção, do V Jogos Abertos do Pará – Regional Sul. A competição terá a participação dos municípios de Água Azul do Norte, Canaã dos Carajás, Conceição do Araguaia, Eldorado dos Carajás, Ourilândia do Norte, Parauapebas, Redenção, Santana do Araguaia, Tucumã e Xinguara. Os jogos continuam até este domingo, 21. Os competidores e equipes estão divididos nas modalidades de atletismo, basquete, futsal, handebol, tênis de mesa e voleibol, nas categorias masculino e feminino. Os jogos estão sendo disputados no Ginásio Municipal de Redenção, Ginásio Sesar e no Ginásio do Colégio Cristo Rei. As equipes campeãs em todas as modalidades estarão classificadas para a fase Estadual, que será disputada no mês e novembro, em Belém, onde se tem uma estimativa da participação de 1.150 atletas.

Dica de (boa) leitura: História do Lance!

Por Antero Greco

A imprensa esportiva leva bordoada a torto e a direito. Há ocasiões em que até faz por merecer, mas muitas vezes o olhar enviesado que recebe carrega preconceito e paixão clubística. O alvo preferido costuma ser a televisão, por sua influência, alcance e estilo. A mídia impressa fica em segundo plano, no que existe de bom e ruim nessa relação acalorada. Merece menos atenção, mesmo como objeto de estudos acadêmicos.

Maurício Stycer rompe esse círculo com História do Lance!, Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo (Editora Alameda, 2009, R$ 46,00). Ele se vale da prática profissional (participou do elenco fundador do diário na segunda metade dos anos 90) e do olhar do sociólogo para esmiuçar, entender e explicar o que representa a “crônica esportiva” no País. Consegue entender o papel de área considerada menos nobre no jornalismo, porém envolvente, nervosa, cativante.

A gestação do Lance!, o nascimento de edições “gêmeas” no Rio e em São Paulo, os primeiros passos do jornal que viria a desbancar A Gazeta Esportiva e o Jornal dos Sports são componentes importantes do livro. No entanto, funcionam como pano de fundo para um panorama amplo das transformações por que passaram esporte (entenda-se futebol) e imprensa no Brasil no fim do século 20.

Conhecer bastidores de uma publicação que se firmou, apesar de prognósticos céticos, é interessante – e não apenas para quem é do ramo. História do Lance! se mostra leitura agradável porque não enxerga o tabloide como reinventor da roda no esporte. Além disso, porque viaja pela história da imprensa nacional, resgata a memória de personagens fundamentais, como Cásper Líbero, Thomas Mazzoni, Mário Filho, e lança luz inteligente sobre a prática do jornalismo esportivo.

Barrichello larga em segundo

O alemão Sebastian Vettel cravou a pole position para o GP da Inglaterra de F-1, que será disputado neste domingo em Silverstone. Esta é a terceira pole do piloto da Red Bull nesta temporada – as outras foram na China e na Turquia. Ao lado de Vettel, na primeira fila, larga o brasileiro Rubens Barrichello, da Brawn, vice-líder do campeonato. Finalmente Barrichello conseguiu deixar para trás o líder, seu companheiro de equipe, o inglês Jenson Button. O outro piloto da Brawn vai largar só na sexta colocação.

A segunda fila em Silverstone terá o australiano Mark Webber, da Red Bull, e o italiano Jarno Trulli, da Toyota. Em quinto, ao lado de Button na terceira fila, sai o japonês Kazuki Nakajima, da Williams. O brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, não conseguiu passar do Q2, a segunda parte do treino classificatório, e vai largar em 11º.

Seu companheiro de equipe, o finlandês Kimi Raikkonen, larga em nono, com o espanhol Fernando Alonso, da Renault, em décimo. O outro piloto da Renault, o brasileiro Nelsinho Piquet, foi eliminado no Q2, assim como Massa, e ficou em 14º no grid. Para decepção da torcida inglesa, o atual campeão do mundo, Lewis Hamilton, não passou nem mesmo do Q1 com a McLaren. Ele larga em 19º, o penúltimo do grid.

S. Paulo já tem novo técnico

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Da ESPN Brasil

Demitido pelo presidente Juvenal Juvêncio na noite anterior, após o fracasso da equipe na Libertadores, quando foi eliminada pelo Cruzeiro, o treinador deu um depoimento aos jornalistas de 3 minutos. Porém, a  reportagem da ESPN Brasil conseguiu pará-lo no estacionamento do CT, quando deixava o local conduzido pelo seu auxiliar Mário Felipe Tatá (ex-técnico de Remo e Paissandu), também demitido, e obteve uma entrevista exclusiva, longa e marcante do treinador.
Muricy se mostrou magoado pela maneira como ocorreu a demissão, deixando claro que a pressão do vice de futebol do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, sempre ocorreu. O treinador acreditava que teria tempo para recuperar a equipe no Brasileirão e brigar pelo tetra.
Quanto ao elenco, ele afirmou que não está rachado, mas que os novos atletas que chegaram nesta temporada ainda “não deram liga”, por isso a seqüência de insucessos. As reclamações públicas de Borges, segundo ele, contribuíram um pouco para o desgaste.
Desconversou sobre a possibilidade de assumir rapidamente outro time no Brasil, mas não descartou a hipótese, dizendo que agora não precisa, pelo seu currículo, “correr atrás de sola de sapato”. Pode escolher um bom filé mignon.
Vai descansar com a família, mas deixou claro que não vai parar de ver futebol. E que terá saudades do trajeto que fez durante os 3 anos e meio, entre o Morumbi, onde mora e o CT, na Barra Funda. Muricy condenou a falta de ética da categoria e sobrou pesado para o técnico do Flamengo, Cuca.

Ricardo Gomes, ex-jogador e que vinha atuando no Bordeaux da França, é o novo técnico do S. Paulo. Contratado por um ano, assume na próxima segunda-feira. Contra o Corinthians, neste domingo pelo Brasileirão, o auxiliar técnico Milton Cruz vai dirigir interinamente a equipe.