Águia vence e mantém liderança

A equipe do Águia do Marabá voou alto em Lucas do Rio Verde-MT e conquistou mais três pontos no Campeonato Brasileiro da Série C. Os comandados do técnico João Galvão conseguiram uma vitória importante, por 2 a 0, e se isolaram na liderança do grupo A com 9 pontos em três jogos. Na segunda colocação aparece o Paissandu com 6 pontos em dois jogos e em terceiro está o Rio Branco-AC, com 3 pontos.

Os gols marabaenses foram marcados através de Bruno Rangel, aos 19 minutos do primeiro tempo, e Soares, em cobrança de falta, aos 18 minutos do segundo. Bruno Rangel é o artilheiro da Série C, com 5 gols. A renda da partida no estádio Passos da Ema somou R$ 14.649,00, com público total de 1.117 torcedores, sendo 1.063 pagantes e 54 credenciados. 

Próximos jogos:
Na próxima rodada, o Águia enfrentará o Paissandu, sábado (20), em Parauapebas, e o Luverdense no mesmo dia jogará contra o Sampaio Corrêa em S. Luís (MA), no estádio Nhozinho Santos.

Paissandu vence de virada

Depois de um primeiro tempo complicado, em que chegou  ser sufocado em diversos momentos, o Paissandu encontrou forças para construir uma vitória importante diante do Rio Branco, no Mangueirão, por 3 a 1. Zé Carlos foi o goleador da tarde, balançando as redes inimigas por duas vezes e participando decisivamente do primeiro gol, marcado por Zeziel. Na verdade, o gol do empate e o segundo gol do Paissandu nasceram das habituais cobranças de escanteio executadas por Velber para o cabeceio de Zé Carlos.

Cabe dizer que o Rio Branco valorizou bastante a vitória do Paissandu. No primeiro tempo, logo aos 10 minutos, Gleidson mandou uma bola na trave. Depois, chegou ao gol em boa jogada, finalizada por Testinha. No lance seguinte, o próprio Testinha caiu na área e reclamou pênalti. Edson Gaúcho tirou Lê e pôs Torrô em campo para reforçar o ataque e levou uma grande vaia da torcida. O Paissandu empatou, mas o time acreano continuou em cima e Rogério Tarauacá quase fez o segundo. Velber e Aldivan eram os jogadores que mais buscavam arremates contra a meta de Douglas, embora sem muita pontaria.

Na etapa final, o Rio Branco voltou com o mesmo ímpeto, mas sofreu o segundo gol do Papão logo aos 15 minutos. Oito minutos depois, veio o terceiro e, quando todos esperavam que o visitante se aquietasse, Testinha quase descontou cobrando falta na trave. Renatinho em lance agudo quase aproveitou rebote de Rafael Córdova. 

A pressão continuou até o fim da partida, mesmo depois da expulsão de Ley, que recebeu o segundo cartão amarelo.  A essa altura, o Paissandu tratava de administrar o jogo, tocando bola e fazendo o tempo passar.

Um Bolinha punk?

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Do blog Gibizada:

O ilustrador Jean Okada postou em seu site uma versão da turma da Luluzinha adolescente. Sobre Bolinha, que, continuaria gordo, diz: “Acho que, quando ele crescesse, dificilmente viraria um vocalista magrinho, bonitinho e bonzinho da boy band local. Acho que ele estaria mais para uma espécie de João Gordo… Então imaginei o Bolinha crescendo e virando o Bolão (!), vocalista de uma banda punk. Adivinha quem é o carequinha do lado dele. Ops, já falei. Talvez o romance entre ele e a Lulu ficasse mais interessante, um negócio tipo “A Bela e a Fera”. E a Lulu, como dá para ver no site de Okada, continuaria com cachinhos. Ficou bem bacana, não? E o Piteco, de Mauricio de Sousa, feito pelo mesmo ilustrador? Muito bom. 

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Dicas, é claro, pesquisadas pelo infante João.

Já nem é Clube, é Seleção…

16h Paissandu x Rio Branco

Narração – Guilherme Guerreiro

Comentários – Carlos Castilho

Reportagens – Paulo Fernando, Dinho Menezes e Carlos Estácio

Banco de informações – Adílson Brasil e Fabio Scherni

 

Nova Zelândia x Espanha (Copa das Confederações)

Informações – Jones Tavares

 

17h S. Raimundo x S. Francisco – Santarém

Informações – Alcindo Lima

 

18h Luverdense x Águia

Narração – Rosivaldo Souza

 

22h45 – Bola na Torre (TV RBA)

Com Guerreiro, Cláudio, Valmir e Gerson

Estréia meia-boca

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A primeira partida da Copa das Confederações terminou sem gols. Em um jogo de baixo nível técnico, África do Sul e Iraque empataram por 0 a 0 neste domingo, no Estádio Ellis Park, em Joanesburgo, na abertura do Grupo A da competição. O jogo era um confronto direto pela segunda vaga nas semifinais da competição, já que a Espanha é a principal favorita a arrebatar a primeira colocação. A Nova Zelândia completa a chave.

Jogando em casa e empurrada pela torcida, a África do Sul, dirigida pelo brasileiro Joel Santana, teve mais a iniciativa do ataque e se mostrou melhor especialmente nos últimos 20 minutos. Mas falhou na finalização em duas boas chances criadas e não saiu do 0 a 0 na estreia. Na próxima rodada, quarta-feira, a África do Sul joga contra a Nova Zelândia, às 15h30, no Estádio Royal Bafokeng, em Rustenburgo, enquanto o Iraque pega a Espanha, às 11h, no mesmo Ellis Park.

A disputa do Grupo A começará na segunda-feira. A primeira partida do dia será entre Brasil e Egito, às 11h. Às 15h30, a Itália enfrenta os Estados Unidos.

Ô joguinho murcho, sô… se o torneio seguir nessa balada, será um monumental fiasco.

Timemania destaca Leão

Da assessoria de imprensa do Remo:

O concurso número 68 da Timemania, sorteado no sábado (13), realizado em Quissamã – RJ, teve o Leão Azul sorteado como o Clube do Coração entre os 80 clubes da loteria. Os números sorteados foram 04, 13, 24, 41, 49, 52 e 80. Com isso, todos os 12.538 apostadores que apontaram o Leão como seu clube do coração ganharam R$ 2,00.

Nenhum apostador conseguiu acertar os sete números da loteria, o que deixou o prêmio principal acumulado em
R$ 9.606.311,31. O torcedor azulino pode aproveitar o prêmio para fazer uma nova aposta no clube.  É a primeira vez que o Remo é sorteado como Time do Coração na loteria.

A Caixa Econômica Federal divulgará no decorrer da semana a evolução no ranking da Timemania. No acumulado de 2009, o Remo está em 33º lugar. Já no ranking que soma todos os concursos o Leão é o 27° clube mais escolhido na aposta do Time do Coração da Timemania.

“O Clube do Remo conta com o apoio de sua torcida apaixonada, para que em dezembro consiga o almejado posicionamento entre os 20 melhores da Timemania. O que levará o Clube ao Grupo 1, aumentando a  sua participação em quase três vezes. Podendo assim quitar suas dívidas num tempo mais curto e com um retorno mais breve”, diz a nota da assessoria.

Um relato da Parada Gay

Por Waldemar Marinho, direto da Paulicéia:

14/07/2009 – Avenida Paulista – o centro financeiro da América Latina – 12:15 h – É dada a partida da Parada Gay.

Autoridades políticas paulistanas, de olho em votos para as eleições de Presidência da República, Governo e Prefeitura do Estado, Senado, Câmara dos Deputados Estaduais e Federais, além da Câmara dos Vereadores do Município, compareceram para dar o ponta-pé inicial e se declarar contra a homofobia.
O pessoal do Turismo avalia que três milhões de pessoas vieram participar. O benefício financeiro para a cidade redunda em cifras que montam a milhões de dólares e serão publicadas amanhã, segunda-feira. A Parada do Orgulho Gay, hoje em dia, só perde para a Fórmula 1, em termos de movimentação de dólares em Sampa.
Para se ter uma idéia, muitos hotéis da cidade, todos com mais de cinco estrelas, investiram pesado para se adaptar às exigências desse mercado consumidor. Roupa de cama, pisos, paredes, tudo deve ser antialérgico, mas a exigência maior é que o serviço seja prestado por funcionários que não tenham o menor traço de preconceito ou intolerância. Tudo atendido rigorosamente.
Gays de todas as nações do Planeta Terra estão aqui.
É importante ressaltar que, de todas as manifestações de grande massa popular que aconteciam na Paulista, só permanecem acontecendo nela somente a tradicional Corrida de São Silvestre, o reveillon da Paulista e a Parada Gay, todas as demais, como a Festa do Trabalhador e as Concentrações religiosas dos Católicos e Evangélicos, foram convidados a cantar em outra freguesia e remanejados desse espaço mais nobre de São Paulo.
A Parada Gay de São Paulo já é considerada por organismos internacionais como uma das mais organizadas do mundo.
Mesmo assim, devido às obras da expansão do metrô na intercessão da Avenida Paulista com a Consolação, eles levaram mais de 3 horas para fazer a curva com os seus barulhentos trios elétricos.
São 15:14 h quando faço esse relato exclusivo diretamente da Bela Cintra, onde moro, para o Blog do Gerson, democrático e imparcial, quando eles começaram a alcançar a porta do Cemitério da Consolação, no maior barulho. A manifestação, que antes terminava na Praça da República, hoje em dia tem a sua apoteose na Praça Roosevelt, logradouro que se impôs como importante centro cultural da Terra da Garôa.

W. Marinho
Exclusivo para o Blog do Gerson.

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No país da fantasia

Quando todo mundo fica discutindo a dinheirama que o Real Madri está torrando em contratações, cabe lançar um olhar para as finanças dos clubes brasileiros. Um bom atalho para isso é o salário oficialmente pago às principais estrelas nacionais. Levantamento da revista Placar mostra que Ronaldo Fenomeno está embolsando R$ 1.133.000,00, juntando o valor declarado em contrato e os rendimentos com patrocínios.

O segundo é Adriano, do Flamengo, que ganha (ou espera ganhar) R$ 362 mil, também entre salário e patrocínios. O terceiro é Nilmar, do Inter, com R$ 360 mil. Fred, do Flu, é o quarto com R$ 350 mil, seguido de Lendro Amaral, também do Tricolor carioca, com R$ 280 mil. São os cinco jogadores mais bem pagos do Brasil, o que expõe a discrepância entre salário e produção em campo. Dos cinco, somente Ronaldo e Nilmar justificam hoje os gordos salários que recebem.

A lista da Placar contém alguns absurdos, típicos do futebol brsileiro. Por exemplo, como entender um salário de R$ 200 mil para o lateral Léo, do Santos? Ou, ainda, o estranho caso de Fabão, também do Peixe, com R$ 173 mil. Ou o beque William, do Corinthians, com R$ 150 mil, ou Mozart, do Palmeiras, com R$ 140 mil? Pior é ver o uruguio Acosta faturando R$ 125 mil no Náutico. Ou Obina, com incríveis R$ 110 mil no Palmeiras.

Nada contra os jogadores, que recebem o que os clubes se dispõem a pagar. Mas, olhando essa lista, não dá pra deixar de perceber que algo vai muito mal no país da fantasia.

Pais e filhos

Do blog de Cosme Rímoli:

O efeito Bosco está influenciando pais de todo o Brasil. E  a provocando reação imediata dos empresários.

A divulgação que o pai de Kaká embolsou mais de R$ 17 milhões de comissão pela transação com o Real Madrid se espalhou. Ou seja, muitos pais de jovens jogadores decidiram tentar assumir as carreiras dos filhos.

E dispensar seus empresários.

Não é segredo para ninguém que, hoje em dia, sem empresário é quase impossível um garoto fazer um teste em qualquer clube grande. É como se fossem propriedade particulares. Destes empresários e dos dirigentes e técnicos da base. No Brasil todo.

Os presidentes, muito ocupados com as equipes profissionais, muitas vezes nem sabem disso. Ou fingem que não sabem. Acabou aquela singela ‘peneira’. De onde surgiram vários craques. Hoje só é levado a sério o garoto que é levado por empresário. Ele tem o direito de ficar um, dois meses sendo testado.

Os meninos comuns mal têm 15 minutos observados pelos auxiliares dos auxiliares nos testes. Isso quando conseguem fazer algum teste. Sem recomendação é quase impossível. Fora as inúmeras histórias das dispensas mal explicadas. Quando pais se revoltam com empresários e querem administrar a carreira dos próprios filhos.

Inclusive repassadas a este blog. Verdadeiras, mas sem a menor possibilidade de provar. E que, pela maldade do sistema, podem ser interpretadas como mera queixas de pais de filhos dispensados pelos clubes. O que está acontecendo é que os empresários sentiram o início da reação paterna. E radicalizaram para abortá-lo.

Usando seus contatos, grande parte dos jogadores que tentaram a independência estão sofrendo represálias. Perdendo posição de titulares nos seus clubes. Ficando fora sequer do grupo. Ou simplesmente, dispensados. As desculpas são muitas. E subjetivas.

Fica impossível processar alguém. Levar ao tribunal, se o treinador da categoria de base diz que o garoto passou a jogar mal e não serve mais. Temendo pelo futuro do filho, vários imitadores de Bosco estão voltando atrás. Essa guerra silenciosa nas categorias de base já está vencida há muito tempo pelos empresários. E sua ligações com os departamentos infantis e juvenis dos clubes.

A situação começa bem mais cedo do que se possa imaginar. Há garotos com oito, nove anos com empresários. Até Kaká teve Vagner Ribeiro por muitos anos. Independência, só quando o jogador tiver certeza que pode enfrentar essa sórdida rede. O que é impossível para qualquer pai de um menino hoje no Brasil.