Coréia diz estar pronta para batalha

Condenada pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) e pela comunidade internacional por seu segundo teste nuclear, a Coreia do Norte disse nesta terça que os Estados Unidos sob a administração Obama continuam sendo um país “hostil” e que está “preparada para a batalha”.

“Está claro que nada mudou na política hostil dos EUA contra a Coreia do Norte, mesmo sob a nova administração”, diz um comunicado publicado na agência estatal de notícias norte-coreana KCNA. “Nosso Exército e nosso povo estão totalmente preparados para a batalha contra qualquer imprudente tentativa americana de um ataque surpresa”, diz a nota.

Em tempo: essas presepadas do “intimorato” ditador norte-coreano começam a preocupar. Como diria aquele outro, isto ainda vai dar m…

Copa BR: árbitros das semifinais

Definidos os árbitros das semifinais da Copa do Brasil. Para Vasco e Corinthians, no Maracanã, o árbitro será o paranaense Heber Roberto Lopes. O trio de arbitragem é completado pelos auxiliares Roberto Braatz, também do Paraná, e Altemir Hausmann, do Rio Grande do Sul. O quarto árbitro será o carioca Marcelo de Lima Henrique.
Já para a partida entre Inter e Coritiba, no Beira-Rio, o árbitro sorteado foi o paulista Sálvio Spínola Fagundes Filho. Ele será auxiliado pelo baiano Alessandro Alvaro Rocha de Matos e pelo mineiro Márcio Eustáquio Santiago. Os jogos começam às 21h50 desta quarta-feira.

Complô em favor do S. Paulo?

O técnico palmeirense Vanderlei Luxemburgo não perdoou: “Não sei se vale a pena o coronel Marinho tirar a camisa do São Paulo por baixo”. Acusava diretamente o presidente da comissão de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, tenente-coronel Marcos Marinho, pelo erro do árbitro Rodrigo Braghetto, que deixou de marcar pênalti escandaloso do zagueiro Miranda sobre Diego Souza no clássico Palmeiras x São Paulo, no último domingo.

Foi o segundo penal não assinalado contra o S. Paulo em apenas três rodadas do Brasileiro. O primeiro foi contra o Atlético-PR, na primeira rodada, no Morumbi.

Prêmio de Hélio supera US$ 3 milhões

O piloto brasileiro Hélio Castro Neves recebeu um prêmio recorde de US$ 3.048.005 milhões por sua vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, domingo. A premiação em dinheiro pela conquista foi anunciada no jantar anual de vitória, na noite desta segunda-feira. O valor recebido por Hélio superou o antigo recorde de US$ 2,99 milhões ganho por Scott Dixon em 2008.

Ao terminar na segunda colocação, Dan Wheldon foi premiado com US$ 1,26 milhão. Danica Patrick recebeu US$ 763.305 pelo terceiro lugar e Townsend Bell US$ 445.305 após terminar a prova na quarta posição. O milionário prêmio recorde pela vitória em Indianápolis impulsionou ainda mais Hélio a ganhar. Esta foi a nona corrida que o brasileiro disputou no circuito norte-americano, onde ele já acumula ganhos de US$ 8.663.628.

O piloto venceu as 500 Milhas pela terceira vez após passar por um drama pessoal nos últimos meses. Hélio lutou por sua absolvição de acusações de evasão de divisas e sonegação de impostos nos Estados Unidos, e ficou fora da primeira prova da temporada 2009 da Fórmula Indy, em St. Petersburg. (Com informações do UOL Esporte)

Destaques do DIÁRIO

Principais destaques da edição do DIÁRIO nesta terça-feira:

 – Ananindeua e Marituba amanhecem sem ônibus

– Casos Policiais: os crimes que abalaram a sociedade

– Morte de perueiro gera protestos

– Superintendente do Ibama no Pará vai chefiar a Sema

– Orgia na Câmara de Redenção

– Professora é agredida dentro da UFPA

– Bandidagem não dá trégua no Guamá

– Obina é do Palmeiras

– Servidores do Estado recebem o mês de maio com reajustes

Águia cobra por jogadores

Da coluna de Hiroshi Bogéa nesta terça-feira no DIÁRIO:

Sebastião Ferreirinha, presidente do Águia, pegou avião nesta madrugada para o Rio de Janeiro. Se até ao meio-dia de hoje, os empresários que negociaram Flamel e Aleilson não quitarem a transação, ele trará de volta os jogadores. Aleilson, por conta desse desacerto, ficou fora dos planos de Cuca, que o incluiria no banco para o próximo jogo do Flamengo.

MP sai em defesa de concursados

A Promotoria de Justiça de Direitos Constitucionais e do Patrimônio Público, através dos promotores Jorge Rocha, Alexandre Couto Neto e Firmino Matos, ingressou com ação civil pública, com pedido liminar, requerendo que o Estado seja compelido pelo Poder Judiciário a afastar dos seus quadros, no prazo de 90 (noventa) dias, todas as pessoas contratadas em caráter temporário a partir de 09 de maio de 2005 (data do acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho no proc. n. 13ª VT – 0187/05-7), que estejam exercendo atividades em cargos para os quais existam candidatos aprovados em concursos públicos. Ordena, em conseqüência, a nomeação dos candidatos aprovados em concursos públicos para substituir os servidores temporários a serem desvinculados da administração pública estadual.

A ação somente foi proposta após a Procuradoria Geral do Estado ter se recusado a assinar um termo de compromisso de ajustamento de conduta.

(Matéria completa na edição do DIÁRIO desta terça-feira, 26)

A mídia sob análise

Leitor-internauta, preocupado com a violência, critica o endosso de comentaristas à vitória de Machida no vale-tudo.

Foi com surpresa que ouvi os comentários dos apresentadores do programa “Bola na Torre” da RBA sobre a luta de vale-tudo vencida pelo tal Machida. A surpresa está no fato de esportistas apoiarem uma prática que nada mais é do que pura violência. O que se constatou não foi uma disputa esportiva entre atletas, mas tão somente duas bestas-feras se digladiando em um ringue, ovacionados por uma turba de fanáticos sedentos por sangue e brutalidade, seja ao vivo ou via satélite. Se em uma partida de futebol, um jogador pratica uma “entrada” mais violenta, logo é criticado por todos os comentaristas esportivos (com toda razão) pelo seu comportamento violento; no entanto, diante de uma prática de luta-livre, todos se derretem em elogios. Houve até um comentarista que propôs que o pseudo-atleta desfilasse em carro de bombeiro. Seria a consagração da barbárie. O que todos precisam entender é que violência é sempre violência em qualquer situação, e não serão as convenções humanas que mudarão isso. Se já existem estudos que apontam que os videogames violentos influenciam o comportamento de quem joga, imagine o que uma luta de verdade não faz nas pessoas sem uma melhor estrutura psicológica, principalmente as crianças, que acabam absorvendo a violência como uma coisa natural. Depois, quando em um estádio de futebol, a torcida ou os jogadores praticam atos de violência, são imediatamente condenados. Só esquecem de dizer onde toda esse fúria foi incentivada (lógico que as influências são múltiplas). Longe de querer dar lição de moral, o que quero é apenas provocar um pouco de reflexão, para que não se entre em contradição. Acho que os comentaristas esportivos, por serem formadores de opinião, devem medir muito bem seus comentários, antes de apoiarem práticas que há muito já deveriam ter sido banidas de nossa sociedade. Precisamos de bons exemplos e de paz. Um forte abraço.

Ricardo Conduru 

Ainda sobre Zé Rodrix

Um trecho da coluna que o craque cruzmaltino Elias Pinto publica, na edição do DIÁRIO desta terça-feira (26/05), sobre o eterno Zé Rodrix:

Na sexta-feira passada o amigo Duval ligou, para me “pautar”, brincou. Queria saber se eu não iria escrever sobre o Zé Rodrix, que, por um bom tempo, formou um trio com Sá & Guarabyra, sendo que estes seguiram (e seguem) adiante como dupla. De vez em quando, ao sabor dos reencontros, voltavam a recompor-se como trio musical.

A música mais conhecida de Zé Rodrix, “Casa no Campo” (em parceria com Tavito), virou, na voz de Elias Regina, uma espécie de hino dos ripongas brasileiros, dos bichos-grilos e de todo bacana que, cansado do sistema e da paranoia das grandes cidades, queria largar tudo e ir para a mata. Aliás, outra música que também convocava todos a liberar seu lado Jeca Tatu era uma do Hyldon: devíamos jogar as mãos para o Céu e agradecer a graça de ter alguém com quem dividir o teto de uma fazenda ou de uma casinha de sapê, enquanto a chuva caía lá fora.

“Casa no Campo” é de 1972, por ali. Na década seguinte, reencontrei Zé Rodrix, que também era produtor, jornalista e publicitário, agora como leitor de uma coluna sobre livros que ele assinava na Folha de S.Paulo, para minha surpresa, já que não o imaginava como crítico literário.

Tribuna do torcedor

Como azulino que sou, vejo com muita preocupação esse “novo projeto” da diretoria – da diretoria não, do sr. Amaro Klautau. Esse político não tem cacife para dirigente esportivo, não tem conhecimento do ramo e, além de tudo, é liso. Dias negros assustam os torcedores azulinos e isso pode durar mais do que se possa imaginar. Esse cartola não tem projeto viável para o clube, é a mesmice de sempre. O sofrimento vai continuar.

Alguns indícios:

Para quê contratar o Sinomar se não irão continuar com ele? Basta que, nesses amistosos, com equipes medíocres, o time não obtenha bons resultados que ele vai rodar. Além do mais, o time vai ser formado por jogadores que ninguém quer, ou se interessou por eles, gente fracassada. Do time que caiu, salvam-se apenas o San, o Marlon e o Neto. O resto pode mandar em frente. No entanto, querem continuar com essa base fracassada, oriunda do “animador de sub 20” Arthur. Não tem salvação pro Leão com esse tal “projeto”.

Caso tivessem visão, trariam um treinador de qualidade, que pudesse observar bons jogadores existentes principalmente no interior de S. Paulo – Séries A1, A2 e atletas da região Norte que estão disputando as séries C e D e iria formatando o elenco para a próxima temporada. Contrataria esses jogadores – que não são muito caros – e posteriormente traria 4 ou 5 jogadores de qualidade, pra fazer a diferença, e entraria no campeonato paraense pra valer e buscar o título, e seguir em outras competições.

Outra saída é fazer convênio com um clube grande – Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Inter, Palmeiras ou outro – e conseguir bons atletas que não são aproveitados nos times principais e trazer, pois teriam motivação pra seguir em frente e o custo seria pequeno. No entanto, optaram pela saída mais simplista e o fracasso será inevitável.

Abraços

Pedro Adalberto Feitosa

Remo traz goleiro de volta

O Remo já tem um reforço engatilhado para a temporada 2010. Hoje contando apenas com Júnior, revelação das divisões de base do clube como nome para o gol, a diretoria do Leão Azul pretende trazer Evandro de volta. O jogador, natural de Santo Augusto (RS), tem 29 anos e foi reserva de Adriano na edição 2009 do Campeonato Paraense. Mesmo tendo atuado uma única vez com a camisa azulina contra o Castanhal, pela sétima rodada da competição, Evandro agradou aos dirigentes.

Lucival Alencar, diretor de futebol do Remo, revela que, assim como o goleiro, outros jogadores que estiveram no clube em 2009 podem reaparecer em 2010. “Temos interesse em contar com o Evandro e já fizemos contato. Além dele, pretendemos renovar o contrato do San (volante). Durante o Campeonato Paraense, ele provou que tem valor. Pretendemos contar com estes dois atletas e inclusive isso já foi tratado com o Sinomar Naves, nosso treinador”, aponta Alencar. O Remo tem hoje apenas 13 jogadores no elenco.