Zaga abraçada a Nilmar

Flamengo 0, Internacional 0, no Maracanã.

Ataques poucos efetivos, principalmente o do Flamengo, com pelo menos duas defesas espetaculares de Lauro e Bruno, depois que Andrezinho mandou uma bola na trave.

De impressionar como a zaga do Fla não deixou Nilmar pegar na bola, literalmente.

Quando o lançamento partia já havia um zagueiro agarrando, acintosamente, o atacante.

Deve ser uma nova modalidade de esporte – menos futebol.

E vida que segue.

Preparativos para o GP de Atletismo

O 25º Grande Prêmio Brasil Caixa Governo do Pará de Atletismo, que acontecerá no próximo dia 24 (domingo), no estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, contará com a presença de árbitros paraenses.

Desde hoje, profissionais e alunos de Educação Física do Pará participam de um curso de arbitragem promovido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Ao todo, 112 pessoas participam do curso até a próxima segunda-feira (18), na Escola Superior de Educação Física.

O curso de arbitragem é uma das ações preparatórias ao GP Brasil de Atletismo, que integra o IAAF World Tour.

Em declaração ao site da confederação, Manoel Trajano, diretor de arbitragem da CBAt, e coordenador do curso, afirma que a iniciativa busca capacitar novos árbitros locais e atualizar aqueles que já atuam em competições de atletismo.

Tribuna do torcedor

Comentário do Ivanildo Cintra Alves:

Essa atual administração da FPF só fez de bom para o futebol do Pará foi introduzir a sua interiorização. É uma administração que não tem prestígio na CBF e isto é muito importante no contexto. Só há aproximação quando o Ricardo Teixeira precisa de voto. O Paulo Romano é patético. Para mim, foi a FPF quem ajudou a tirar o Remo da Série D, visto que o ofício enviado à FPF era claro e dava legalmente direitos à 4ª Divisão.

Não quero com isto menosprezar o S. Raimundo, mas neste caso a FPF deveria levar em conta um passado de glórias e um presente em que o Remo é 26º colocado no ranking de clubes da CBF.

Achei muito inteligente a atitude do rival Ricardo Rezende em propor uma composição com o Remo para tirar do poder esta administração, retrógrada, nefasta e que se deixarem vai se perpetuar, atitudes como esta deverá se proliferar pelo bem do futebol do nosso Pará. Um abraço.

Novos defensores da selva

Os atores Christiane Torloni e Victor Fasano entregaram ainda há pouco, aos presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), um documento com mais de um milhão de assinaturas recolhidas pelo movimento “Amazônia para Sempre” pedindo a preservação da região amazônica. O único representante da Amazônia a integrar a Mesa Diretora na sessão extraordinária foi o senador José Nery (PSOL-PA)
Torloni, Fasano e o ator Juca de Oliveira foram os idealizadores da vigília pela preservação da Amazônia, que ocorreu ontem à noite no Senado Federal. Muito emocionada, a atriz disse que a luta para preservar a floresta é uma questão de soberania nacional e sugeriu que, nas próximas eleições, os eleitores não votem em candidatos que defendem interesses de desmatadores. (Informações da repórter Sonia Zaghetto, para o DIÁRIO DO PARÁ)

Jornalista tem carro incendiado

Do Portal Comunique-se:

O jornalista Cristovão Nonato, secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas do Amazonas, teve o seu carro incendiado na madrugada da última sexta-feira (08/05), no bairro do Aleixo, em Manaus. Segundo testemunhas, um homem moreno saltou de um veículo cinza não identificado, jogou gasolina, acendeu uma tocha, e ateou fogo no Corsa do jornalista. A ação ocorreu por volta de 1h.

De acordo com Nonato, além de destruir o carro, o criminoso deixou uma ameaça. No vidro, do lado do motorista, estava escrita a mensagem: “cuidado, eu voltarei”. “Eu fui surpreendido na madrugada de sexta, com os vizinhos dizendo que o meu carro estava pegando fogo. Nós gastamos quatro extintores grandes para apagar o incêndio. Foi um negócio meio traumático. O pior de tudo é a mensagem, é o terror. Os caras sabem onde eu moro”, diz Nonato.

O jornalista afirma que, nos seus 25 anos de atividade jornalística, não teve inimigos. Entretanto, ele é um dos cinco membros da Comissão de Funcionários da TV Cultura do Amazonas, criada em agosto do ano passado para reivindicar o reajuste de perdas salariais acumuladas nos últimos 13 anos. Há um mês, Nonato foi demitido por justa causa, mas, segundo argumenta, sem direito a ampla defesa.

No Amazonas, a coisa realmente está pela bola sete. Bem pior do que aqui. Égua…

Agora vai…

O Botafogo trabalha para começar a ganhar dinheiro com o estádio João Havelange. É possível que em 2010, quando o Maracanã estiver fechado para obras, o novo palco do futebol carioca ganhe um nome comercial.

Atualmente, a diretoria negocia com representantes do grupo Kyocera, gigante mundial na produção de copiadoras e impressoras, o “naming rights” do estádio, projeto que vislumbra em sua segunda parte um patrocínio para a camisa do clube. “Neime raits” é a venda dos direitos do nome comercial do ponto.

Por exemplo, a Arena da Baixada, em Curitiba, levou entre 2005 e 2008, o nome de Arena Kyocera – marca que poderia ser agora do popular Engenhão.

Os dirigentes têm canais de negociação abertos com duas indústrias de refrigerantes, parcerias que não necessariamente impediriam o acordo com os japoneses.

No Amazonas, como aqui, o pau come

Do Portal Comunique-se:

Professor é agredido por irmãos

de vice-governador do Amazonas

Por causa de declarações dadas durante uma aula sobre a postura da imprensa diante de fatos envolvendo personalidades e políticos, o professor de jornalismo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Gilson Monteiro foi agredido, ainda dentro da sala de aula, pelos empresários Amim e Mansur Aziz, irmãos do vice-governador do estado, Omar Aziz.

A agressão aconteceu na última segunda-feira (11/05), após Monteiro citar o caso da cobertura das denúncias de um suposto envolvimento de Omar Aziz em casos de pedofilia.

Nesse momento, uma aluna, sobrinha do vice-governador, saiu de sala e voltou, minutos depois, acompanhada do seu pai, Mansur, e do seu tio Amim.

“Ele (Amim) perguntou se eu era o professor da disciplina e foi logo me agredindo. Deu socos, pontapés e me derrubou, além de fazer gestos de que estava descarregando uma arma em cima de mim, enquanto eu me defendia. O outro (Mansur), me agredia verbalmente”, disse Monteiro a um repórter do Estadão.

Atitude exagerada
Em entrevista à imprensa local, Amim confirmou a agressão, mas se disse arrependido e considerou exagerada a sua atitude.

Ele explicou que agiu de “sangue quente” ao ver sua sobrinha chorando e dizendo que havia sido agredida pelo professor.

“Fui lá defender a minha família”, disse.

Vice-governador quer processar professor
O vice-governador, em entrevista coletiva nesta terça-feira, condenou a atitude dos irmãos, mas informou que irá pedir orientação aos seus advogados para estudar medidas judiciais contra o professor.

“Meu irmão é maior de idade e sabe o que faz. Agora, eu desafio as pessoas que falam essas coisas de mim, por maldade, a apresentar provas contra essa acusação. Vou tomar providências”, disse

Rolo gastronômico de Luxa

Transcrito da revista IstoÉ (a matéria é meio comprida e antiga, mas vale a pena ler):

http://www.terra.com.br/istoe/1662/brasil/1662_pagode_rasteira.htm

Luxemburgo não paga promissória de R$ 500 mil emitida para comprar um restaurante, fecha a casa para reforma, some com objetos do ex-dono e é cobrado na Justiça

As mesas do Elias Comidinhas & Bebidinhas, reduto de palmeirenses e um dos restaurantes prediletos dos aficionados do futebol em São Paulo, foram palco de muitas histórias.

Aberto em 1981 por Elias de Souza no bairro de Perdizes – a poucos metros do Parque Antarctica, o estádio do Palmeiras, o time do coração do dono –, o misto de bar e cantina italiana tinha um eclético time de clientes.

Jogavam, entre outros, o economista Joelmir Betting, os craques Zinho e César Sampaio, o ex-técnico Telê Santana, o ex-governador paulista Paulo Maluf, o tricampeão de Fórmula 1 Nélson Piquet e o ator Lima Duarte.

O restaurante abrigou também festas importantes, como a organizada para o lançamento do belo filme Boleiros, de Ugo Giorgetti.

A história contada nessa reportagem seria prato cheio numa mesa do Elias, não fosse a parte final justamente o seu fechamento.

Seu Elias perdeu a casa e a marca após uma sucessão de trapalhadas protagonizadas pelo técnico do Corinthians, Vanderlei Luxemburgo, sua mulher, Josefa, e os irmãos Sydney e Simone Souza, filhos do fundador do restaurante.

PENHORA  

O caso mistura relacionamento extraconjugal, questionamento de paternidade e uma nota promissória de R$ 500 mil, assinada, mas não paga, por Luxemburgo.

O capítulo mais recente é uma decisão da juíza Luiza Liarte, incluída no processo 01.024638-0, da 8ª Vara Cível de São Paulo.

Ela ordenou a penhora de um apartamento de 362 metros quadrados de Luxemburgo, na rua das Mangabeiras, 135/101, Pacaembu, em São Paulo, com escritura registrada no valor de R$ 700 mil, no Condomínio Luxembourg.

Simone e Sydney afirmam ter vendido ao técnico dois terços do restaurante da família, além da marca Elias Bebidinhas & Comidinhas, no dia 1º de novembro de 2000.

Luxemburgo, dono do outro terço desde 1997, deu R$ 100 mil no ato e a promissória de R$ 500 mil.

“Não quero comentar. Deixe eles falarem. Vou me defender na Justiça”, disse Luxemburgo a ISTOÉ.

Antes da penhora, os advogados do técnico ofereceram, como garantia da dívida, a VV Restaurante, uma firma com capital social de R$ 50 mil criada em nome de Vanessa e Valeska, filhas do técnico, para administrar o Elias na “era Luxemburgo”.

A juíza achou pouco.

Vanderlei fechou o Elias em dezembro passado, um mês trágico para os Souza.

Além do restaurante, a família perdeu dona Vitalina, aos 65 anos.

Ela morreu no dia 6 de dezembro, horas depois de Sydney ter assinado a transferência do bar e da marca Elias para o técnico.

“Estávamos fragilizados. O Vanderlei sabia disso e se aproveitou da situação. Confiamos nele e deu no que deu”, lamenta Sydney, conhecido como Panda, hoje jurado de um programa apresentado por Castrinho na Rede TV!.

A mobília e os objetos de decoração do restaurante foram recolhidos.

“Minhas camisas, autografadas pelos jogadores do Palmeiras que ganharam o supercampeonato em 1959, e a de um jogo de 1965, em que o meu time representou a Seleção Brasileira, sumiram”, lamenta seu Elias com lágrimas nos olhos.

Contratado pelo Palmeiras, Luxemburgo passou a frequentar o restaurante em 1993.

“Neste período, iniciamos um romance, que durou até o final de 1996”, afirma Simone.

“Ele não é fácil. Sabe exatamente o que fazer para seduzir uma mulher”, completa ela.

Enquanto o Palmeiras conquistava o bicampeonato em 1994, o restaurante explodia.

A cada mês, Elias e seus filhos vendiam 3.500 porções de carpaccio e mil pratos de campanário, uma massa com queijo.

“Gastávamos R$ 20 mil e o faturamento médio era de R$ 50 mil por mês”, conta seu Elias.

Eram tempos felizes.

Sydney apresentava a noite paulistana ao novo amigo.

“Eu o levava a casas noturnas, mulherada, essa coisa toda, sabe?

Cheguei a evitar que um cara o pegasse com uma faca em um café”, conta.

Em ocasiões especiais, Luxemburgo, nascido na Baixada Fluminense, exibia no restaurante os seus dotes de pagodeiro.

O técnico tratava seu Elias como seu “segundo pai”.

O fundador do restaurante retribuía o carinho: “Luxemburgo era o filho que eu gostaria de ter no futebol e não tive.”

A família Souza avalizou operações de leasing feitas pelo treinador para comprar carros luxuosos.

Simone conta que, para não se expor, Vanderlei recorria a ela para executar, em cemitérios, cachoeiras e encruzilhadas, os despachos exigidos por uma mãe-de-santo paulistana para proteger as equipes do técnico.

“Uma vez, no Elias, ela discutiu com o Vanderlei, que prometeu comprar para ela a casa em que vivia, mas não cumpriu”, conta Simone.

Deslumbrados com o amigo ilustre, Simone e Sydney cometeram o primeiro erro.

Arrumaram um novo sócio, Jorge Abduch, gastaram R$ 160 mil e inauguraram, em setembro de 1995, na mesma rua do Elias, um outro restaurante chamado Anexo.

“A casa não tinha identidade”, reconhece Simone.

Abduch abandonou logo o barco.

Queria R$ 50 mil por sua parte, mas acabou vendendo-a por R$ 35 mil, em julho de 1996.

O comprador foi ele mesmo: Vanderlei Luxemburgo da Silva.

Trapalhadas – O Anexo continuou mal das pernas e fechou.

Luxemburgo comprou, então, um imóvel ao lado do Elias.

Simone, Sydney – que tinha recebido no papel o restaurante do pai – e o técnico aumentaram a capacidade do Elias de 25 para 100 mesas.

Com o triplo de funcionários, a nova casa foi reaberta em 1998.

As despesas bateram nos R$ 50 mil mensais e a receita caiu 30%.

O pagode começava a desafinar.

“Vanderlei prometeu usar seu prestígio no marketing da casa, mas a Jô (Josefa), mulher dele, soube que tivemos um caso e exigiu que ele se afastasse de nós.

O Elias afundou de vez.

“No final, ele nos empurrou esse contrato, levou tudo e não pagou”, acusa Simone.

Meses antes da reabertura, Simone casou-se com o paulistano Rogério Jordão.

Em 1998, teve uma filha, Pamela.

A união durou pouco.

No divórcio, Jordão não pagou pensão alimentícia.

“Não sei se a filha é minha ou de Luxemburgo”, disse na época, apoiado por sua família.

“A menina é do Rogério”, afirma Simone.

“A Pamela não lembra em nada o Luxemburgo”, faz coro o advogado dos Souza, Munir Jorge Júnior.

Simone sabe que um teste de DNA resolveria a parada.

“Mas não quero fazê-lo agora”, diz ela.

O ex-marido Jordão vive nos Estados Unidos.

Seu Elias começou a vida como copeiro.

Em seu primeiro restaurante, o Dom Camilo, também em Perdizes, cansou de ouvir o ex-presidente Jânio Quadros gritar: “Dá uma lisa (pinga) para mim.”

No Dom Peponi, a segunda casa, no Sumaré, o general Costa e Silva costumava baixar a guarda diante de um spaghetti ao alho e óleo escoltado por uma taça de vinho.

Teve mais três restaurantes antes de abrir o Comidinhas & Bebidinhas.

Ao comprá-lo, Luxemburgo prometeu entregar-lhe a administração do negócio, oferecendo 30% do lucro mensal.

“Isso não será mais possível”, disse o técnico.

“Eu e Sydney também erramos muito. Colocamos em risco o que meu pai conquistou. Mas agora o melhor seria receber o que o Vanderlei assinou”, conclui Simone.

O técnico diz que está pronto para reabrir o espaço.

Debilitado pelo mal de Parkinson, seu Elias, a vítima, tenta começar de novo.

Ele negocia um novo ponto, também próximo ao Palmeiras.

Marchinha do homem do Baú

O SBT planeja que a campanha com Ronaldo seja embalada pela marchinha “Coração Corinthiano”, informou a coluna Outro Canal desta quarta-feira na Folha de S. Paulo.

A canção já foi gravada pelo próprio Silvio Santos, cuja versão é veiculada pela emissora durante a época do Carnaval.

A ideia é de Daniela Beyrutti, filha de Silvio Santos e diretora do SBT, responsável pelo contrato assinado pelo jogador do Corinthians com a emissora.

Ronaldo deve gravar duas propagandas institucionais, em que vai interagir com apresentadores do canal.

Ainda não há data de estreia para as peças publicitárias, mas a previsão é de que sejam veiculadas em, no máximo, 30 dias.

Vai ser uma breguice só, mas dizem que a Globo, que vivia paparicando Ronaldo, está furiosa com essa jogada do homem do Baú.

Esclarecimentos da federação

Em face da coluna de ontem, sobre a relação entre a FPF e a dupla Re-Pa, recebo do diretor técnico da Federação Paraense de Futebol, Paulo Romano, esclarecimentos sobre a conduta da entidade em relação ao campeonato deste ano e à definição da vaga paraense na Série D.

Depois de perguntar se a minha opinião sobre os jogos no interior nas decisões do Parazão seria a mesma, caso Baião estivesse na história, afirma que em 2007 o Paissandu não estava em nenhuma Série do Brasileiro e “não houve essa grita da imprensa”, para justificar a opção que a FPF fez pela escolha do representante no atual torneio.

Segundo Romano, o critério de indicar o campeão do ano anterior “só é usado nos Estados onde o campeonato só termina após iniciados todos os campeonatos da CBF, tais como amapaense, maranhense e mais um ou dois”. Ressalta, também, que, em sua opinião, as decisões devem ser técnicas e não emotivas, condenando privilégios e viradas de mesa para proteger determinados clubes.

Desnecessário dizer que não se espera de uma entidade séria decisões de cunho emocional, mas os argumentos “técnicos” da FPF não encontram amparo no ofício datado de 18 de julho de 2008 e subscrito por Virgílio Elísio da Costa Neto, diretor de Competições da CBF.

Lá, de forma cristalina, está exposto o seguinte: “Nos Estados onde só houver um participante, a vaga será necessariamente oriunda do campeonato estadual do ano da competição ou do ano anterior, a critério da Federação”. Nada que pressuponha virada de mesa ou protecionismo. Apenas a orientação objetiva quanto às duas formas de escolha. A FPF optou pela primeira forma, como poderia ter optado pela segunda. Nada a opor, mas cabe agora assumir o ônus dessa opção, sem tergiversar.

O diretor técnico informa que o presidente do Remo, Amaro Klautau, solicitou a vaga da Série D por ter sido o campeão de 2008, mas a CBF teria dado resposta negativa, aparentemente anulando o ofício anterior assinado pelo próprio diretor de Competições da entidade.

Quanto à interiorização do futebol paraense, como legítimo caboclo interiorano, sou obviamente a favor. Mas, para que esse processo faça sentido, é preciso que haja o que interiorizar. E, francamente, sem a dupla Re-Pa não existe futebol paraense. Por isso, defenderei sempre o fortalecimento de ambos, motores da paixão de milhares de pessoas.

 

Diante das recentes lamentações do presidente da FPF, o baluarte Ricardo Von-Grapp envia balancete informal do faturamento da FPF em 2008/2009. Incluindo Copa do Brasil (R$ 66,7) e campeonato estadual (R$ 895 mil), a entidade embolsou a quantia de R$ 961 mil. É um valor respeitável para quem, a rigor, tem despesas modestas, com torneios amadores e futebol feminino em fase de reconstrução.

“Agremiações como as nossas não merecem esse tipo de tratamento. Remo e Paissandu são as grandes fontes de arrecadação dessa ‘pobre’ federação. Espero que venha alguém que possa mudar esse conceito fraco e vergonhoso de fazer futebol profissional”, finaliza Ricardo.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 13/05)