Belém dos anos 60. Avenida Presidente Vargas, esquina com a Riachuelo. Ônibus de madeira montado sobre carroceria de caminhão. Provável destino: Bandeira Branca. E, já cedendo lugar, como transporte coletivo, ao lotação que vem à retaguarda, destino Souza. À direita, o Acapulco, entre uma Rural e outra, estacionadas. Cabe observar que a avenida era ainda uma via de mão dupla. (Dos arquivos do amigo cruzmaltino Elias Ribeiro Pinto)

O grande cronista Elias Ribeiro Pinto.
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Ah, Belém, o que a ganância e o individualismo te fizeram? Espero que teus novos filhos consigam te dar uma vida melhor
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É Victor, parece mesmo que em alguns lugares da cidade, ela regrediu.
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Até hoje me pergunto onde foram parar os paralelepípedos que cobriam as ruas, travessas e avenidas da cidade? E os trilhos?
Alguns juravam de mãos postas e pés juntos que foram levadas para uma fazenda que o governador à época possuia em município próximo.
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Até hoje me pergunto aonde foram parar os paralelepípedos que cobriam as ruas, travessas e avenidas da cidade. E os trilhos?
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Gostaria de receber informações e fotos dos primeiros ônibus de madeira chamado Aviação Baré. Eram do meu Pai Vasco Duarte Roma.
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