Remo tropeça na Tuna e fica em 2º na classificação

Sem inspiração na criação de jogadas e com suas principais peças bem marcadas, o Remo não conseguiu passar pela Tuna e ficou no empate em 0 a 0, decepcionando a torcida que compareceu ao estádio Edgar Proença. Com o resultado, o Leão foi a 14 pontos, um atrás do Paissandu, que é o líder do turno. A Tuna, com 7 pontos, divide a quarta colocação com o Cametá. No primeiro tempo, o time azulino foi mais agressivo e organizado no ataque, chegando a desperdiçar seguidas oportunidades com Marlon, Léo Franco e Tiaguinho. A Tuna se mantinha cautelosa, deixando apenas Felipe Mamão no ataque, pois o outro atacante, Adriano Miranda, recuava para ajudar a marcar Marlon. Em função disso, o Remo pressionava jogando no campo de defesa cruzmaltino. Em tabelas rápidas, conseguia envolver a defesa e chegava com facilidade à zona de tiro. Ocorre que, ao contrário do jogo contra o Paissandu, o último tiro era sempre defeituoso, facilitando as coisas para Adriano ou indo longe do gol. Até as cobranças ensaiadas de falta não funcionavam. Léo Franco errou pelo menos três cruzamentos para a área.

O grande momento do Remo no primeiro tempo foi em arrancada de Marlon, que ultrapassou três marcadores e bateu forte da entrada da área, mas a bola subiu demais. No segundo tempo período, quando se esperava mais pressão remista, foi a Tuna que começou se soltando e levando perigo, principalmente depois que Fabinho substituiu Adriano Miranda. Em dois lances agudos, aproveitando contragolpes, Fabinho quase marcou. O Remo esteve perto do gol em cruzamento que Paulo Sérgio desviou para as redes, mas a arbitragem apontou impedimento. Lance duvidoso, reclamado pelos azulinos. Depois, quase no final, Fininho fez bonita jogada individual, mas bateu sobre o travessão de Adriano. (Foto: MÁRIO QUADROS/Bola)

27 comentários em “Remo tropeça na Tuna e fica em 2º na classificação

  1. O time do Remo está bem armado contra time que joga aberto. Quando pega um time todo retrancado o esquema não funciona. Comeli tem que pensar como abrir essa retranca com times inferiores.

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    1. Matou a charada, camarada. Contra times que marcam muito e ficam fechadinhos atrás, como a Tuna, o Remo não consegue furar o cerco. Isso também aconteceu diante do Águia no Baenão.

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  2. A Tuna, com suas extremas limitações, derrubou o mito de que o Remo era uma boa equipe. O Remo hoje entrou em campo como favorito, ao contrário do domingo passado, e sentiu o peso da responsabilidade, ficou nervoso e quase acabou surpreendido com os contra-ataques da Lusa no final. A vitória no Re x Pa, tão festejada, acabou não valendo de nada, pois o Paysandu deverá acabar como primeiro colocado.

    O Remo é melhor que o time do ano passado? Esse time que jogou hoje teria vencido daquele modesto Vila Aurora? Creio que não, dadas as limitações apresentadas…

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  3. Gerson e amigos, o Remo Ganhou do Paysandu, por anular os principais jogadores do Papão e, Fazer com que não jogassem. Hoje, o Remo pegou uma Tuna, que não sabia o que fazer dentro de campo e, mesmo com as mexidas totalmentes erradas do Flavio, a incompetência do Remo fez com que parecesse que a Tuna anulou totalmente o Remo, na visão de quem não entende nada de futebol. Hoje ficou comprovado o que falei aqui, que o Remo depende e muito do Thiaguinho e, com a saída dele, o Remo despencou. Um time com a grandeza do Remo, não pode ser dependente de um jogador, apenas.
    Sinceramente, mas penso que pra quem não tem, sequer, vaga à série D, perder essa vantagem na decisão, é muita incompetência. Te dizer….

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    1. No primeiro tempo, você tem razão, amigo Cláudio. A Tuna parecia tonta, jogadores correndo à toa, sem direção e marcando na base da valentia. Mas, no segundo, a coisa mudou na Tuna: a marcação no meio-campo melhorou, a zaga se estabilizou e Fabinho ficou puxando os contra-ataques. E o problema de finalização do Remo apareceu com toda força. Sem jogadas pelas extremas, porque os laterais não estavam bem, o time quase não ameaçou. E tudo piorou quando o organizador, Tiaguinho, saiu contundido.

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  4. É um problema que acompanha o Remo há anos: não consegue uma sequência longa de vitórias. Quando obtem um resultado importante, na partida seguinte, a verdade aparece e a euforia se frustra.

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    1. O Joelson Cardoso foi do DAFS ..trabalhei com ele em muitos jogos pelo suburbio de Belem…o cara é bom…agora a imprensa anda confunsa com ele e o Joelson Santos…li ontem nos 03 jornais da cidade, os nomes dos colegas arbitros…

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  5. Boa a colocação do Claúdio, pois no falta uma real definição desses times, uma hora o papão é cantado em versa e prosa, mas quem vai pros jogos não consegue ver tdo isso, depois, após a derrota no clássico o time já não presta, e depois goleia ai voltam os elogios. Com o emo a mesma coisa , não presta, presta, não presta… que ciranda, que montanha russa.

    O que ocorre e que cada jogo é uma história.O emo não é essa coca tda e o paysandu tem uma zaga mediocre, o ataque vai fazer 5 gols e a desesa vai levar 6.

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  6. Mas…mas…mas…mas…Não iam lotar o estádio ?? Cadê o tal fenômeno ?? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK que piada essa torcida, e vão ficar de fora mais uma vez. Não adianta o PAPA TITULOS DO NORTE ajudar se eles mesmos se atrapalham. Por isso que são o SOFRENÔMENO AZUL.

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  7. Hoje o Remo jogou uma partida digna das piores que jogou na época do AK. É, num dia em que nem os volantes e nem os zagueiros estão inspirados, seja para articular as jogadas, seja para fazer os gols, dá nisso. Isto é, Além de atacantes de ofício melhor qualificados, o Remo continua se ressentindo de bons meias armadores. Numa certa passagem do jogo, ali entre os vinte e os trinta e cinco minutos, o time azulino parecia um bando. Esse jogo foi pior do que aquele de Cametá. E foi, dentre outros motivos, porque o campo de jogo não era aquele mangue lá do estádio interiorano. Uma última coisa, estou preocupado se o Comelli vai fazer com o Fininho o mesmo que o Sinomar e o Giba fizeram com o Samir. Mas, não há de ser nada, domingo volto ao estádio.

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  8. Hoje posso falar. Fui ao estádio assisti e comentei o empate. A juventude e a marcação foram as armas que os tunantes usaram e que impediram as finalizações dos remistas. A Tuna começou e terminou o jogo marcando bem, principalmente em seu campo, acreditando em todas e com isso deu-se bem. A saída do Tiaguinho fez-se sentir no meio campo azulino. R. Granja não é meia de armação e sim meia atacante que desapareceu quando recuou para que o Pardal fosse mais à frente. Para a Tuna o empate não foi trágico mas para ganhar em Cametá terá que ousar atacar Só o contra-ataque não bastará à Tuna para conseguir a vitória desejada.
    Por favor, não creditem nem debitem nada aos treinadores.

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  9. Hoje já não posso falar. Estava plugado no catarinense, mas lendo a exposição do amigo Tavernard basta para entender todo o transcorrido. Chamou-me atenção colocação sobre o Pardal, afinal amigo Tavernard esse Pardal é cantador ou é frio como dizem os passarinheiros?

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    1. Na entrevista ele disse que faltou rítimo. Bom, mas, pelo que vi, seguindo no jargão dos passarinheiros, posso dizer: cantar, quem sabe até ele cante (quando pegar uma seqüência), mas fazer presa, aí eu acho muito difícil.

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