Chelsea paga R$ 134 milhões por Torres

A saída de Fernando Torres do Liverpool para o Chelsea foi a principal negociação da janela de transferências no futebol europeu. O espanhol foi negociado por 50 milhões de libras (R$ 134,2 milhões). A montanha de dinheiro gasta pelo russo Roman Abramovich para ficar com Torres estabelece novo recorde em transferências entre clubes da Inglaterra. Até então, a marca pertencia ao Manchester United, que em 2002 pagou 29,1 milhões de libras (R$ 78,1 milhões em valores de hoje) para tirar o zagueiro Rio Ferdinand do Leeds. Ferdinand, aliás, fez duras críticas às somas astronômicas envolvidas nos negócios e não se cansou de dizer que os clubes estavam loucos. A aquisição do espanhol é a sexta maior da história, atrás apenas das de Cristiano Ronaldo (96 milhões de euros na ida do Manchester United para o Real Madrid), Ibrahimovic (87 milhões da Inter de Milão para o Barcelona), Zidane (72 milhões da Juventus para o Real Madrid), Kaká (67 milhões do Milan para o Real Madrid) e Figo (60 milhões do Barcelona para o Real Madrid). Bom jogador, mas reserva na seleção espanhola campeã do mundo na África do Sul, vivia um momento de baixa no Liverpool. Aos 26 anos, assinou por cinco anos e meio de contrato com os Blues, que irão lhe pagar a bagatela de 175 mil libras por semana (algo em torno de R$ 469,7 mil). 

Muito dinheiro por um atacante comum. Torres é, digamos assim, um Luís Fabiano espanhol.

Lição de fair play para inglês ver

Aconteceu na Inglaterra, claro. O Boreham Wood, time da sexta divisão, deu uma senhora lição de fair play. Em jogo válido pela Conference South, um dos jogadores do Boreham foi devolver uma bola depois do atendimento de um jogador do Havant, mas errou o chute e a bola acabou entrando no gol do Havant. O time adversário ficou indignado, mas, na saída de bola, o Boreham permitiu que o Havant fizesse o gol compensando a jogada acidental. As imagens mostram as duas jogadas e os aplausos entusiasmados da torcida ao gesto do Boreham, de azul. Vale observar que o Boreham perdia por 1 a 0 e o gol involuntário significaria o empate. (Com informações do blog Planeta que Rola)

A “lucianohuckzação” do Brasil

“O Brasil está muito alegrinho, essa alegria politicamente correta, essa coisa “Teletubbies”, é de uma violência pra mim. Nada mais violento que você se higienizar socialmente, o Brasil está sofrendo uma fase de higienização social da pior espécie. Isso é um blábláblá. Todo mundo elogia todo mundo, isso pra mim é uma claustrofobia, o pior tipo de violência. O nosso país vive um momento muito ridículo, uma ‘lucianohuckzação’ do Brasil”.

De Lobão, aparentemente nauseado com essa adoração de Zé Serra pelo Lu.

Outra presepada amazonense

Olha só essa. A fim de melhorar a comunicação entre o árbitro central e o assistente que aponta o tempo de acréscimo, o Campeonato Amazonense terá uma novidade nesta temporada: o cartão branco. É isso aí. Além do amarelo e do vermelho, o juiz levará no bolso o cartão branco com numeração de 1 a 5 para mostrar os descontos no final dos dois tempos. Segundo o jornal A Crítica, de Manaus, a ideia supimpa partiu do ex -árbitro José Edmilson Duarte Diniz. Para ele, os gestos dos árbitros assinalando os descontos parecem obscenos. “Para evitar que situações constrangedoras aconteçam, e até para que o quarto árbitro entenda o número exato de acréscimo, vamos fazer essa experiência”, comentou Diniz.

É a célebre falta do que fazer. Te contar…

Paissandu reduz preço do ingresso

Líder na classificação geral do Campeonato Paraense, o Paissandu decidiu mudar a estratégia de ingressos mais caros. Depois da decepcionante arrecadação na estreia contra o Castanhal, com ingresso a R$ 20,00 (arquibancada), a diretoria decidiu baixar o preço: a partir de agora, a arquibancada custará R$ 15,00 – com exceção dos clássicos com o Remo e eventuais decisões de turno.