Para entender o esperneio de Serra

Três institutos soltaram pesquisas nesta sexta-feira. O quadro é o mesmo, com pouquíssimas diferenças:

Vox Populi: Dilma 52% x Serra 24%

Ibope: Dilma 51% x Serra 27% 

Datafolha: Dilma 50% x Serra 28%

Em suma: a peia está cada vez mais próxima.  

20 comentários em “Para entender o esperneio de Serra

  1. Sempre me mantive otimista, que a Dilma seria eleita, presidente, ainda no primeiro turno;
    as pesquisas, isso demonstram e confirmam;
    após três de Outubro, poderei gritar:
    AAAAHHHHHHH!!!!!
    EU JÁ SABIAAAAAAAA!!!!!!

    Curtir

  2. Os dados do Vox Populi demonstram que o Zé Golpista continua despencando, embora Globope e Datafalha segurem a divulgação dessa queda, certamente recorrendo à margem de erro, tudo para preservar a estratégia burra de que Dilma pretende implantar um estado policialesco. É por isso que até FHC aprontou as malas e se mandou para a Alemanha. Não sem antes fazer a mesquinha observação às secretárias, “não vão comer toda a comida que está na geladeira”. Vá ser muquirana assim lá no comitê do “Vampiro Anêmico”

    Curtir

    1. FHC já fez a sua parte e bem, deixando estabilizada a economia para que LULA Lá desfrutasse do bom momento. Pena que a guerrilheira pode colocar tudo a perder e aí o padrinho vai ter que raspar a barba para não ser reconhecido.,

      Curtir

      1. Ei Berlli! Um amigo meu que disse te conhecer, me falou que você sempre trabalhou de DAS, para os governos “tucanos”. Bom eu não acreditei, apesar de você, sempre ter se mostrado favoravel ao PSDB.

        Curtir

      2. Meu caro bom amigo papa títulos André. Você provou ser esperto não acreditando no seu amigo, que me deixa na dúvida ser é amigo da onça seu ou meu. Pelo visto deve ser o mesmo que fala pra mim de você, lógico que eu também não dou créditos, quando diz que você é funcionário fantasma a exatos 8 anos. Deixa pra lá, não vale a pena esquentar com esse cidadão que deve ganhar dos dois lados.

        Curtir

  3. Seria bom, também, que encontrássemos aqui a explicação para a má tendenciosa intenção da tal quebra do sigilo fiscal da filha do Serra nos seus mínimos detalhes. Explicações estas voltadas para as ações, de fato, dos meliantes envolvidos. Inclusive o tal condutor da solicitação que consta a assinatura falsa, teve o disparete de afirmar que nunca foi vinculado ao PT. Diz que se isso aconteceu, não lembrar ter assinado um papelzinho qualquer que o comprometesse a isso. São uns artistas.

    Curtir

  4. Berlli, queres explicação? Então abandona o Casal 45 e seu jornal panfletário. Caso contrário, continuarás achando que o fato mais importante do momento é a tal quebra do sigilo da filha do Serra, por sinal, dados nada sigilosos pois são parte de uma investigação da PF a respeito das ligações perigosas dessas duas verônicas: a Serra e a Dantas, bastante encrencadas com a justiça estadunidense.
    Desobrirás, ainda, que quando Lula assumiu a inflação estava em dois dígitos, a taxa de juros acima de 20%, o risco país a mais de mil pontos, o FMI com escritório montado dentro do Ministério da Fazenda e por aí vai a “estabilidade” deixada por FHC.

    Curtir

    1. Não esclareceste nada como esperado, até porque essa explicação requer muito habilidade e forte teor de convecimento. Quanto ao desfecho, nada do que antes já fora visto. Quero argumentos, não fantasias.

      Curtir

  5. Então deixa eu te explicar, antes que o livro do Amauri Ribeiro Jr. faça. A filha do Serra e a irmã do banqueiro bandido Daniel Dantas tinham uma sociedade que remetia ilegalmente divisas para Miami. Denunciadas, estão sendo investigadas pela Receita Federal. Em setembro de 2009, quando o serrista Juca Kfouri vazou um suposto espancamento com que Aécio tinha “agraciado” a namorada, o neto de Tancredo deu o troco trazendo à tona os mal feitos da filha do Zé Pedágio.
    Como não podia brigar com Aécio, então, Serra investiu contra o PT acobertado pela imprensa golpista. Não está dando certo, como se pode constatar pelos números mais recentes, mas ele tem outra saida?

    Curtir

  6. Amigos do Blog;
    Todo Cidadão Brasileiro é fiscalizado pela Receita Federal, porquê será que os “RIQUINHOS” deste país, cujo enriquecimento é de origem, no mínimo desconhecidfa, prá não dizer mal esclarecida, se melindram? será pelo fato de que nunca algum governo ou orgão de Estado os importunou? agora alguém lhes investiga e ficam OFENDIDINHOS, POR QUÊ?
    Qual é a parada que está sob esse novêlo, que alguém começou a puxar-lhe a ponta? ponta no sentido de extremidade, por favor, sem conotação monetária.

    Curtir

    1. E um vencimento de metalúrgico e futura aposentadoria, daria para LULA Lá ter tudo na vida antes de ser presidente, até mesmo quando foi deputado relâmpago. Deixemos a hipocresia de lado. Quero argumentos sólidos.

      Curtir

  7. Caro Gerson, não se trata de briga eleitoral, “peia” ou coisa do tipo. A quebra do sigilo fiscal vai muito além disso. É uma questão de certo ou errado, de valores morais e éticos. Pena que isso anda esquecido em nosso país.

    Curtir

  8. Lula não foi deputado relâmpago, coisa nenhuma. Cumpriu todo seu mandato de constituinte e depois concorreu em cinco eleições seguidas para presidente, perdendo as três primeiras. Não é a mesquinharia a respeito do seu vencimento que dá sua dimensão, mas opiniões como a do ator Ben Kingsley.
    Quanto à peia, penso que seja profilática porque significará aposentar um dos mais inescrupulosos políticos em atividade.

    Curtir

  9. BERLI: Se FHC tivesse feito oito anos de governo excelentes, ele elegeria até um cachorro. Acontece é que não percebes que o Brasil está além do que FHC deixou, o que poderia ser feito por ele já que é um homem intelectual, professor da Sorbone, etc, etc. Aí é que esta a diferença, meu amigo. Tu sabes quem está na Casa Civil é quem diz as cartas, como era o seu antecessor. Por isso, eu a acho preparada.

    Curtir

    1. Ledo engano caro Luis, FHC, fez muito por este país, mas a tática petetista de denegrir, de manchar, de macular a imagem de seus oponentes surtiu efeito, é o mesmo que tenta fazer agora, ou seja seus opositores, ou seus inimigos, o que se faz hoje co Serra é de igual intenção, é lamentável, pois nada existe contra o candidato do PSDB, diferente do PT que em seus quadros dirigentes que tiveram que renunciar quando do escândalo do mensalão. FHC fez política de Estado e não política de governo, esta é a grande diferença, programas sociais, controle da inflação, busca do mercado externo para produtos brasileiros, Lei de responsabilidade fiscal,agências reguladores, entre outros são ações deixadas por FHC, só tempo fará jus ao que o SR FHC deixou para este país. Lula asumiu, deixou de lado o seu discurso retrógrado e adotou as mesmas práticas econômicas do PSDB, isto é fato , se o Brasil neste momento tem crescimento econômico é porque as bases para este momento estavam preparadas,.é só ver, manutenção da política de juros, câmbio flutuante, entre outros, são as mesmas práticas adotadas por FHC.

      Curtir

  10. Transferência de tecnologia. Eis o que buscava o PT quando se aliou a Collor, o “caçador de marajás”.
    Em 1989, primeira eleição direta depois de décadas de ditadura militar, eu não tinha idade para votar. Mas com alguma leitura é fácil saber tudo o que se passou naquele pleito famoso, onde os brasileiros foram chamados a escolher, no primeiro turno, entre dezenas de candidatos, mas apenas um representava uma escolha sensata: Mário Covas.
    Analisar a história a posteriori costuma ser fácil – e é! -, mas de que outra forma poderia se dar o processo de análise? A história, por sua própria natureza, só pode ser estudada uma vez que tenha se tornado… história! A única exceção a isso se deu em 2008, com a eleição de Barack Obama, o messias negro à Casa Branca. Com Obama, tudo era histórico antes mesmo de acontecer: “o democrata fará, esta noite, um discurso histórico”; “Obama apresentará, amanhã, medidas históricas”; “a eleição de Obama, se confirmada, será um marco histórico”. Só Obama “fez a história” antes mesmo da história ser feita. Mas já me desviei um tantinho. Retomo.
    Em 89 o Brasil podia ter escolhido Covas, um sujeito íntegro, com idéias próprias e com a exata noção, já naquela época, de que a chave para o sucesso do Brasil era um “choque de capitalismo”. Covas, porém, perdeu. Os três principais candidatos na disputa foram, desde a primeira hora, Collor, Lula e Brizola. Se Lula tivesse vencido, o país teria mergulhado num abismo. Se Brizola tivesse vencido, o país teria mergulhado num abismo. Como Collor venceu, o país mergulhou num abismo. Em 89, escolhia-se entre Covas e a barbárie. O povo preferiu a barbárie. Aliás, o povo brasileiro, sempre muito coerente, adora escolher a barbárie quando ela se apresenta como candidata…
    O pleito de 89 representava, até agora, o ponto mais baixo da política nacional. Collor, o “oligarquinha da mamãe”, levando à TV uma ex de Lula para que ela “denunciasse” que o petista defendeu o aborto de sua filha Lurian, foi algo deprimente.
    Aliás, é curioso que a máquina de difamações da esquerda tenha relegado esse episódio a segundo plano, preferindo voltar suas baterias contra a tal edição do debate final, feita pela Rede Globo, que, segundo eles, foi o grande motivo da derrota de Lula. Besteira! Aquela edição não deve ter valido a Collor nem 2% dos votos! Quem viu o debate sabe que Lula perdeu! Não foi – se me permitem a metáfora lulesca… – “goleado”, como a Globo quis fazer crer, mas perdeu! O jogo sujo de devassar a vida privada de pessoas próximas ao candidato petista, chafurdando na lama que foi a discussão sobre fazer – ou não – um aborto, é que representa o ápice da baixaria.
    Desde então, a política nacional, engessada por uma legislação eleitoral que não tem nada de democrática, não havia conseguido repetir algo tão rasteiro. Marta (Favre-Belisário-Wermus) Suplicy, em 2008, tentou descer ao fundo do poço ao insinuar na TV que Gilberto Kassab era homossexual. Chegou perto, mas não conseguiu.
    Hoje, mais de vinte anos depois do “caso Lurian”, a campanha petista de Dilma Rousseff finalmente conseguiu se igualar a de Collor. Eis aí, como dito no início, a razão que levou o petismo a andar de braços dados com o sujeito que aplicou a Lula sua primeira derrota nas urnas, e que foi transformado, durante o processo de impeachment, na besta-fera do progressismo nacional. O PT queria aprender com Collor. Queria conhecer e manejar à perfeição os métodos de baixaria política que sempre destacaram o alagoano. Conseguiram! O processo de “collorização” do petismo está completo!
    Collor não poupou a filha de Lula, da mesma forma como, hoje, a campanha de Dilma não poupa a filha de Serra. Quebrar sigilo de tucanos famosos, ou mesmo de personalidades como Ana Maria Braga é “apenas” crime. Quebrar o da filha de Serra é fazer baixaria. É mostrar que em 89 o PT não sofreu com o jogo sujo de Collor porque se tratava, enfim, de jogo sujo. Sofreu porque gostaria de ter tido a idéia de recorrer àquilo por primeiro! Essa era a mágoa dos petistas: “como ele pensou nisso, e nós não?!”
    Mas eis que passadas mais de duas décadas eles corrigem o erro estratégico de 89. Eis que, com o know how de Collor, finalmente conseguiram jogar o jogo político mais baixo. Mostram, assim, que o Partido não esquece e não perdoa. Gramsci ficaria orgulhoso, afinal nem na Itália um ente político assumiu tão perfeitamente o ideário sociopata exposto na figura do Moderno Príncipe.
    E os brasileiros? Assim como em 89 parecem dispostos a escolher a barbárie, em vez de derrotá-la. E notem que a coerência desse eleitorado é de uma perfeição assombrosa: quem aceita votar numa candidata que militou em organismos terroristas, e que, hoje, representa um governo cujo apoio a regimes tirânicos é indiscutível, não teria por que rejeitá-la agora, governo que devassa a intimidade de familiares dos seus oponentes, atirando-a aos cães que esgrimem suas canetas em troca de um punhadinho de publicidade estatal.
    Se tornou célebre a frase de que o que decide a eleição “é a economia, estúpido!” Não no Brasil. Aqui, ao que parece, o que decide a eleição é a baixaria. O candidato da baixaria é sempre o favorito à vitória final. Parabéns a todos os eleitores envolvidos.

    Curtir

  11. Concordo plenamente com você em grau e numero meu caro Paulo Silva, em que tu fizestes uma sintese da conjutura politica brasileira em que nós auto declaramos sermos democráticos e que na realidade não temos este poder todo em que a democracia poderia nos proporcionar em que em muitos casos somos obrigados a fazer isto ou aquilo por exemplo votar e já que se trata de uma obrigação vinculado ao direito deixa sim de ser democrático, e com relação ao PT eu acreditava mais na ideologia apresentada no ano de 89 em que devendia alguns principios éticos principalmente no que se diz ao trabalhador e hoje a realidade é outra, uma coisa é você ser oposição e outra coisa é ser situação, como por exemplo no caso da previdência social em que antes o PT defendia a aposentadoria aos 55 e 60 anos para homens e mulheres respectivamente e hoje após governo PT é 60 e 65 anos, eu conheço uma pessoa em que prestou concurso público passou em primeiro lugar e até hoje não foi convocado apór dois anos entrou na justiça pedindo um mandato de segurança a um ano e oito meses e aguarda sentença já que está concluso para a mesma só que antes de procurar a justiça ela procurou o sindicato em que ela era filiada já que ela é professora e a constituição garante ela ter dois vinculos em esfera diferente e a senhora presidente do sindicato a aconselhou a não procurar a justiça pois a secretaria municipal de educação era uma militante petista ai fica a pergunta quando era oposição a saida era esta na situação não deve procurar este caminho, anda na contra mão do que pregava antes e hoje os programas sociais existentes são os mesmos que foram criados pelo seu antecessor ele apenas o unificou e mudou de nome e com certeza a base do governo anterior está influenciando na gestão atual, apesar do seu antecessor nos deixar algumas heranças nada positiva com privatização como também praticamente acabar com o ensino tecnológico apesar de ser professor e o LULA quando unificou os programas sociais ele disse que iria ensinar o povo a pescar e não apenas distribuir o peixe com seu antecessor e pelo que vemos até o momento apenas o peixe está sendo distribuido, mas como para votar somos democráticos e as pesquisas mostra qual a tendência do eleitorado e eu respeito a vontade da maioria embora não concorde.

    Curtir

Deixe uma resposta