Da coluna de Guilherme Augusto, no DIÁRIO
O Imperial, do alto dos seus 75 anos de história no Jurunas, ameaçado de desaparecer pelo não pagamento de taxas cobradas pela União por estar localizado em terreno de marinha, teve melhor sorte que o Clube do Remo: uma liminar com efeito suspensivo bloqueou o leilão de sua sede.
E o seu escudo vai continuar, para alegria da comunidade jurunense, pelo menos por enquanto, livre de marretadas demolidoras.
Te contar, esse Gerson, amigos. Te dizer. Rsrsrsrsrsrsrrs
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Gérson,
Que bom que o Imperial não foi a leilão,melhor seria se grande parte do jurunas tivesse a mesma sorte,pois,se vc não sabe,grande parte da população do jurunas sofre com este problema..taxas de marinha,teve gente que já até sofreu infarto ao ver seu imóvel de anos ir a leilão para pagamento desta famigerada taxa.Já pagamos IPTU,então não deveriamos pagar esta taxa.
Tem ainda o são domingos esporte clube que tbm pode ir a leilão a qualquer momento pelo mesmo motivo.
Sds,
Bentinho
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Grande Bento, que bom tê-lo entre os colaboradores e frequentadores deste boteco virtual. Seja bem-vindo.
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A mesma sorte não teve o Norte Brasileiro. Lá apareceu um Klautau da vida e pimba! Vendeu. E como o Remo, foi para o Uriboca. Está lá entregue às baratas porque associado nenhum vai. O Norte formou grandes jogadores. É isso aí.
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Só quem não conseguiu e nem conseguirá se safar é velha raposa da política paraense. Finalmente a justiça brasileira resolveu agir contra a bandidagem. Já vai tarde!
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Voce sabia?
Que o presidente do Imperial jamais pensou em vender a sede e que o Condel do clube é unido.
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