Gols de S. Paulo 1, Sto. André 1

Bonito gol de Marcelinho, pegando de primeira. Borges empatou pro SP em lance que teve empurrão de Washington no zagueiro.

Ficha técnica: Luverdense x Águia

Luverdense x Águia

Data: domingo, 14, às 18h

Local: estádio Passos da Ema, em Lucas do Rio Verde

Times

Luverdense – Ronaldo; Bogé, André Paraná, Marquinhos e Aírton; Paulinho, Felipe, Fabinho e Maico Gaúcho; Junior Rocha e Odil. Técnico: Tarcísio Pugliesi

Águia – Adriano; Magrão, Edcléber e Charles; Léo Rosa, Analdo, Daniel, Soares e Ednaldo; Marcelo Maciel e Bruno Rangel. Técnico: João Galvão

Árbitro: José de Caldas Sousa (DF). Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e João Antonio Souza (DF).

Ingressos: R$ 10,00 (arquibancada).

(Com informações do Bola deste domingo)

Destaques da edição do DIÁRIO de domingo, 14

* ONGs internacionais emperram economia e prejudicam o Pará

* Ensino Básico naufraga na maré da evasão

* Redução do IPI impõe queda no repasse do FPE – Pará perde R$ 70 milhões

* Pará tem o pior desempenho do país em ensino médio

* Série C: Papão volta a campo contra o Rio Branco

* Jader lidera encontro de prefeitos com Eletronorte

* Festival de Música Paraense já é sucesso: inscrições terminam dia 18

* Jovem é morto a tiros em festa na Cidade Nova

* Pichação vira epidemia em Belém

* Diário dos Concursos: Guarda Municipal abre inscrições na quarta-feira

A frase alugada

De Edson Gaúcho, conclamando a galera bicolor para prestigiar o time contra o Rio Branco, domingo:

“Sabemos que não temos um supertime, mas temos uma supertorcida. Este é o diferencial do Paissandu. Só temos quase um jogo por mês. Então, essa é a hora. Faltam 9 jogos pra gente conseguir o objetivo”.

(No Bola deste domingo, 14/06)

Ficha técnica: Paissandu x R. Branco

Paissandu x Rio Branco (AC)

Data: domingo, 14, às 16h

Local: estádio Edgar Proença (Mangueirão)

Times

Paissandu – Rafael Córdova; Paulo de Tárcio, Roni, Luciano e Aldivan; Mael, Lê, Alex Sandro e Zeziel; Vélber e Zé Carlos. Técnico: Edson Gaúcho

Rio Branco – Douglas; Ley, Rodrigão, Régis e Renatinho; Zé Marco, Ismael, Neném e Testinha; Rogério e Gleidson. Técnico: Everton Goiano

Árbitro: Afonso Amorim de Sousa (PI). Auxiliares: Francisco Machado Gaspar (PI) e Francisco Pereira Jr. (PI) 

Ingressos: R$ 15,00 (arquibancada), R$ 30,00 (cadeira) e R$ 7,00 (meia entrada)

Ibra vale por Cristiano e Kaká juntos?

A notícia de que o Real Madrid pagará € 94 milhões (R$ 257 milhões) por Cristiano Ronaldo levantou um debate na Europa: o que fazer com tanto dinheiro? Uma resposta que chamou a atenção foi dada pelo empresário Mino Raiola, que não hesitou em dizer que essa fortuna serviria apenas para dar entrada na contratação de seu cliente, o atacante sueco Zlatan Ibrahimovic.

Apenas nesta semana, o Real estruturou as contratações de Kaká por € 65 milhões junto ao Milan e assumiu a despesa de mais € 94 mi para pagar ao Manchester United por Cristiano Ronaldo. No total, serão € 159 milhões – ou, em cifras brasileiras, R$ 436 mi. Para Raiola, este é o preço de Ibrahimovic. “O Ibra vale como Kaká e Cristiano Ronaldo juntos”, disparou o empresário do sueco, em entrevista ao jornal italiano Corriere dello Sport.

O atacante sueco deve entrar no mercado em breve, uma vez que está insatisfeito na Inter de Milão e vem recebendo sondagens recentes do Barcelona e do próprio Real Madrid.

Os bastidores da imprensa

cine

Longa tem parentesco com filmes que mostram os bastidores do chamado Quarto Poder, a imprensa

Reuters

O incerto futuro de um jornal impresso é o pano de fundo do suspense Intrigas de Estado, em estreia nacional, que tem em Russell Crowe (Rede de Mentiras) e Ben Affleck (Ele Não Está Tão a Fim de Você) os dois principais nomes de seu elenco. As imagens finais do filme, mostrando a confecção de um jornal, registram uma certa nostalgia, que remete a histórias protagonizadas por jornalistas em busca de uma grande matéria. Não por acaso, esse longa tem um certo parentesco com Todos Os Homens do Presidente (1976) e também com Ausência de Malícia (1981) – ambos mostrando os bastidores do chamado Quarto Poder, a imprensa.
Os dois personagens centrais de Intrigas de Estado são jornalistas – um escreve para o jornal impresso, e outra, para o blog do jornal sobre política. Se no começo eles se estranham, com o passar do tempo precisam unir forças para desvendar um crime, cujos desdobramentos tornam-se cada vez maiores, podendo resultar num grande furo de reportagem – o que não é nada mau para um jornal que está agonizando.
Ele é Cal McAffrey (Russell Crowe), jornalista veterano, com uma aparência meio suja, mas corajoso. Ela é Della Frye (Rachel McAdams), jovem promissora e empolgada que não se importa de se arriscar por uma boa matéria, desde que não tenha que infringir a lei. Logo descobrirá que uma boa reportagem envolve quebrar algumas regras. O furo em questão envolve um congressista, Stephen Collins (Ben Affleck), que investiga uma corporação que mantém laços com o governo norte-americano.
Quando três pessoas são mortas, entre elas a assistente de Collins, mentiras e segredos vêm à tona. A primeira revelação é que Collins e a moça tinham um caso. O político é obrigado a confirmar esse rumor.
Seria muito simples se ele e sua mulher Anne (Robin Wright Penn) pudessem apenas deixar esse erro para trás e seguir em frente. Mas à medida em que McAffrey e Della investigam o caso, mais sujeira vem à superfície – o que garante ao filme uma meia-dúzia de reviravoltas inesperadas mas plausíveis.
Cal e Collins são amigos de longa data e isso traz um novo dado à trama. Deveria Cal colocar a amizade acima do profissionalismo? É ético usar sua amizade para conseguir informações? Como argumenta sua pragmática editora, Cameron Lynne (Helen Mirren de A Rainha), “jornalistas não têm amigos, têm fontes”.
O jornalista em questão, no entanto, quer preservar tanto seu amigo quanto sua fonte – mas descobrirá que isso é impossível.
Baseado numa série homônima da rede britânica BBC exibida em 2003, Intrigas de Estado, dirigido por Kevin McDonald (O Último Rei da Escócia), explora com sagacidade o gênero ‘jornalistas destemidos’, que existe desde a década de 1930 e já rendeu desde comédias românticas, como Jejum de Amor (1940) a suspenses recentes, como O Zodíaco (2007).
Aqui, a mídia impressa dos EUA pós-Bush transforma fatos em bolas de neve, sempre ávida por dar a notícia antes dos concorrentes – especialmente os da Internet.
Se às vezes McAffrey parece esperto demais ao conectar todos os pontos tão rapidamente, não é bem pela sagacidade do personagem, mas pela necessidade de condensar as seis horas da série britânica em um filme de apenas duas.
McDonald, que começou no cinema com documentários (entre eles, os premiados Desafio Vertical e One Day in September, este último vencedor do Oscar da categoria em 2000) sabe como conduzir a tensão. Ao mesmo tempo, também parece sentir prazer em disparar algumas farpas contra o jornalismo impresso – e as imagens finais de Intrigas de Estado talvez, em alguns anos, se tornem lembranças de um passado recente.  (Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

Santarém: jornalista denuncia vandalismo

Por Miguel Oliveira

Dano a veículo de jornalista é tentativa de intimidação ao jornal O Estado do Tapajós

O automóvel Siena dos diretores do jornal O Estado do Tapajós teve os parabrisas destruídos por dois elementos desconhecidos, na noite da última quinta-feira, quando o veículo se encontrava estacionado em frente à residência do jornalista Miguel Oliveira, no bairro do Santíssimo. Dois elementos apertaram o botão da campanhia da residência do jornalista, que é o editor-chefe do jornal.

Ao serem atendidos, perguntaram se o jornalista se encontrava em casa. Um dos elementos chamou o morador para fora da garagem a fim de “lhe apresentar um amigo”. Após o morador não atender o convite e regressar ao interior da residência, os elementos danificarm os vidros traseiro e dianteiro do veículo.

Vizinhos confirmam que após o dano, a dupla deixou o local em disparada para lados opostos. O vandalismo ocorreu meia hora após site do jornal publicar nota sobre o secretário de agricultura Osmando Figueiredo.

Em nota publicada na Coluna do Estado, a direção do jornal considera o ato covarde e intimidatório e sustenta que a ação faz parte de uma tentativa de intimidação aos diretores do jornal que se mantém independente diante da administração municipal que está retornando ao poder.

A direção de O Estado do Tapajós ressalta que, “se os mentores e executores desse atentado pensam que este jornal se deixará intimidar, estão muito enganados. Atos como esse só reforçam o sentimento de que O Estado do Tapajós precisa continuar prestando um relevante serviço à sociedade santarena, que é o da veiculação da boa informação”.

A direção do jornal já registrou Boletim de Ocorrência na delegacia de polícia e o pedido de realização de perícia, o que já foi executada na manhã da última sexta-feira.

Por fim, a nota sustenta que ” o jornal vai manter sua linha de independência, pois vai permanecer sempre ao lado dos interesses de seus leitores”.

Profissão: repórter

Sylvio Colombo, da Folha de SP

Nas mãos, um bloquinho de jornalista. No olhar, um brilho que demonstra o interesse vivo de um historiador que já investigou a Revolução Francesa (“Cidadãos”), a história da arte e a da Inglaterra, mas que, nos dias de hoje, anda tão vidrado no noticiário quanto esteve, em tempos mais remotos, em documentos mais tradicionais.
E é assim, compenetrado e curioso, que o britânico Simon Schama, 64, aparece no princípio do documentário televisivo “O Futuro da América”, também transformado em livro, este publicado agora no Brasil pela Companhia das Letras.
A razão do ar interessado? No momento citado, Schama observa o discurso do pré-candidato Barack Obama, no “caucus” de Iowa, em janeiro de 2008, considerado pontapé oficial da campanha. E comenta: “Essa eleição americana não será como as outras”.
Filme e livro têm como objetivo retratar a transformação pela qual os EUA passam. O historiador britânico viajou pelo país acompanhando candidatos e visitando sítios históricos -o cemitério de Arlington, em Washington; Gettysburg, onde Abraham Lincoln fez seu mais famoso discurso; e outros. O resultado foi uma mistura de jornalismo com reflexão acadêmica. Ou, como definiu o pesquisador, em entrevista à Folha, por telefone, “uma tentativa perigosa de juntar reportagem contemporânea com análise histórica”.
O pesquisador é um dos principais convidados da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty, de 1º a 5 de julho, e será sabatinado pela Folha logo depois, no dia 6.
Famoso por estrelar séries de documentários para televisão (uma busca no YouTube resulta em vários exemplos) e por transformar palestras que poderiam ser sisudas em descontraídas performances, Schama também recebe críticas de quem o considera vaidoso demais para um acadêmico. “Mas eu adoro fazer esse tipo de programa, tentar transformar o produto final de uma reflexão mais profunda em algo acessível ao público”, diz.
A ideia de analisar os EUA a partir do que já lera e estudara sobre o país surgiu quando sentiu, entre a população, “uma espécie de sentimento de abandono”. Em viagens pelo interior, conversou com famílias de perfil conservador que demostravam ter perdido as esperanças no governo Bush.
“A tragédia causada pelo Katrina, em 2005, foi determinante. Os republicanos não perceberam a raiva contra eles que começava a crescer então. Os norte-americanos passaram a querer provocar mudanças com mais intensidade a partir daquele momento.”

Relação com a história
Uma das questões mais interessantes que Schama propõe-se a discutir é a relação entre a sociedade dos EUA e sua própria história. “Ela e suas figuras épicas são tratadas como uma coisa viva e que respira”, admira-se, enquanto recolhe exemplos de discursos de presidentes e outras figuras políticas, cheios de referências aos chamados “pais fundadores” e ao que são considerados valores essencialmente americanos.
“É só reparar no modo como reverenciam-se a Constituição e os valores republicanos. É como se John Adams, Benjamin Franklin, todos, estivessem observando tudo”, afirma. Um dos temas em que essa relação peculiar se manifesta é o da guerra. Schama toma as diferentes visões sobre o assunto no passado e mostra que certas dicotomias e contradições ainda existem.
Por exemplo, explica que, para Thomas Jefferson, a existência de um Exército a postos podia ser uma ameaça para a República, enquanto para Alexander Hamilton, o mesmo seria um componente essencial de uma nação forte. Expõe, ainda, o legado da mítica coragem de Theodore Roosevelt, que ainda inspira políticos.
Schama considera o debate proposto por essas figuras muito aceso. “Está por trás tanto das decisões de Bush como das de Obama. O atual presidente distingue guerras de necessidade – Afeganistão – e de opção – Iraque. Tais conclusões não seriam possíveis se ele não tivesse pensado sobre essas ideias que estavam lá atrás”.

O FUTURO DA AMÉRICA
Autor: Simon Schama
Tradução: Carlos Eduardo Lins da Silva, Donaldson M. Garschagen e Rosaura Eichenberg
Editora: Companhia das Letras
Quanto: R$ 54 (441 págs.)

Destaques do DIÁRIO de sábado, 13

* Dois policiais civis são mortos por bandidos

* Embargo: Empresário diz que indústria segue lista do Ibama

* Feirão da Caixa atrai milhares de interessados no primeiro dia

* Policiais frustram a fuga de 21 detentos

* Mulher que perdeu voo da Air France morre em acidente

* Mega Sena acumulada paga R$ 20 milhões neste sábado

* Ex-músico sofre de câncer raro

* Seleção: sul-africano é verde-amarelo