Re-Pa 750: artilheiro do Leão quer desencantar no clássico

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“Jogar clássico sempre é diferente. Re-Pa então é muito melhor. A rivalidade aqui é muito grande, graças a Deus vou poder participar de outro confronto. Ainda não marquei em Re-Pa, então quem sabe pode sair nesses dois jogos. Estou bastante confiante que vamos fazer grandes partidas”.

“Nosso time está diferente, segurando mais a bola no ataque e mais ofensivo. Isso facilita para a gente estar perto do gol e pressionar nosso adversário. A gente quer superar esses jogos que não vencemos no ano e terminar bem a temporada. Temos que ficar mais espertos e mais atentos nos detalhes”.

“A minha característica é de criar jogadas pelo lado. O Neto é nosso camisa 9, ele é o fominha para fazer gols [risos]. É claro que vou tocar a bola para ele ou qualquer outro companheiro fazer o gol, tenho alegria nisso, mas se tiver oportunidade de marcar em um Re-Pa também ficarei feliz”.

Gustavo Ramos, artilheiro do Remo na temporada.

4 comentários em “Re-Pa 750: artilheiro do Leão quer desencantar no clássico

  1. No jogo de hoje, se tivesse um vencedor, certamente seria o Paysandu.

    Digo isso porque no primeiro tempo a equipe bicolor perdeu um gol feito debaixo da trave com Léo Baiano tanto que no momento exato do lance até ficou aquela dúvida se a bola tinha entrado. Claramente no replay da TV dá pra ver que não entrou. E no segundo tempo Vinicius Leite acertou uma bola na trave.

    É certo que o jogo foi igual, mas essas duas chances claríssimas de gol legitimam a minha afirmação de que se tivesse um vencedor seria o Paysandu.

    No primeiro tempo encurralou o remo com marcação alta como fez nos clássicos anteriores, mas cometeu o mesmo erro de querer fazer o gol debaixo da trave do rival sem arriscar chutes de fora da área. O rival até arriscou chutes na primeira etapa, mas todos sem dificuldade para o goleiro Giovani.

    Quanto ao alegado pênalti em favor do remo, há uma grande diferença com o erro do Vuaden.

    Explico: no jogo fatídico o erro de arbitragem praticamente eliminou o Papão quando faltavam 20 segundos de um acréscimo de cinco minutos que não se justificava. Já no jogo de hoje não há a certeza de que, se fosse marcado o pênalti, o jogador do remo iria converter, até porque o goleiro Giovani, pegador de pênaltis que é, poderia em tal hipótese defender.

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    1. Peixoto, concordo em quase tudo. Quanto ao pênalti, nunca se sabe se a infração será convertida ou não. Problema é que, como o Leandro Vuaden, o Dewson também descumpriu as normas da Fifa para toque de mão na área. Vuaden errou ao marcar, Dewson errou ao não marcar.

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  2. Caro Gerson, concordo que nunca se sabe se o pênalti será convertido ou não em gol.

    Aliás, em nenhum momento, em meu comentário acima, referi que o Giovanni iria defender o pênalti, apenas afirmei que “não há certeza, de que se fosse marcado o pênalti, o jogador do remo iria converter”

    Repito: o erro contra o Paysandu foi muito mais grave, porque se deu em acréscimo de cinco minutos que não se justificava e contribuiu decisivamente para a eliminação do clube bicolor já que foi convertido em gol no apagar das luzes que já deveriam estar desligadas.

    Penso que, assim como o Presidente do Paysandu, o do remo tem direito de reclamar da arbitragem, não se tratando de chororô em nenhum dos casos.

    Essa retórica de chororô deve ficar só para torcedores fanáticos.

    Vale lembrar que no clássico do ano passado precisamente em 11.03.2018 houve um pênalti a favor da clube bicolor em que Fábio Matos chutou a bola e esta bateu no braço aberto do zagueiro do remo, inclusive o braço estava mais aberto do que o do Colaço no jogo de ontem. Só que não era o Dewson o árbitro. Era um apitador de outro Estado da Federação.

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    1. Erros vivem se repetindo nas decisões de arbitragem, Peixoto. É quase que um aleijão natural do futebol e, em certos casos, municiador dos debates que se estendem às vezes por dias, semanas, meses e anos. O VAR, que pretende reduzir ao máximo essas ocorrências, não está em uso entre nós e na Série A tem contribuído para erros até mais grotescos. Quanto ao direito ao esperneio, sempre fui defensor disso, o que inclui a luta do PSC para anular o jogo com o Náutico. Mesmo que não dê em nada, cabe aos clubes defenderem o que consideram ser um direito.

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