Só o STF pode restabelecer o estado democrático de Direito

Nota publicada por Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, advogados do presidente Lula, sobre o novo e escandaloso capítulo da Vaza Jato:

Reportagem publicada hoje (08/09) pela Folha de S. Paulo em parceria com o “The Intercept” (“Diálogos de Lula que a Lava Jato não expôs contrariam Moro”) auxilia a reconstrução da verdade histórica e expõe as grosseiras ilegalidades praticadas pelo ex-juiz Sergio Moro e pelos procuradores da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, contra os seus advogados, e também contra o Supremo Tribunal Federal, pois, dentre outras coisas: 

1 – mostra que o ex-juiz Sergio Moro, os procuradores e o delegado da Lava Jato de Curitiba selecionaram conversas telefônicas mantidas por Lula, escondendo dos autos e do Supremo Tribunal Federal aquelas que mostravam a verdade dos fatos, ou seja, aquelas que deixavam claro que o ex-presidente aceitou o cargo de Ministro de Estado para ajudar o governo e o país e não para qualquer outra finalidade ligada às investigações da Lava Jato;

2 – mostra que os procuradores da Lava Jato tinham plena consciência da ilegalidade que estavam praticando ao postularem pela divulgação das conversas telefônicas grampeadas, inclusive aquelas captadas após a decisão judicial que determinou o encerramento das interceptações, mas mesmo assim decidiram levar adiante essa iniciativa, juntamente com o ex-juiz Sergio Moro, para alcançar resultados políticos e estranhos ao processo;  

3 – mostra que além do grampo ilegal instalado no principal ramal do nosso escritório por autorização do ex-juiz Sergio Moro para acompanhar a estratégia de defesa de Lula, a Lava Jato também ouvia as conversas telefônicas que mantivemos com o ex-presidente a partir de ligações por ele realizadas para outros telefones; vale dizer: a Lava Jato grampeou deliberadamente conversas entre advogados e Lula por mais diversos meios e usou dessas conversas para reforçar o “lawfare” contra o ex-presidente;  

4 – a conversa mantida entre o advogado Cristiano Zanin Martins e o ex-Presidente Lula em 16/03/2016, gravada e ouvida ilicitamente pela Lava Jato, reforça que o ex-presidente Lula sequer tinha o objetivo de aceitar o cargo de Ministro de Estado e muito menos o de impedir qualquer investigação da Lava Jato.  

A adoção de práticas ilegais e incompatíveis com o devido processo legal e com o “fair trial” pelos membros da Lava Jato contra Lula e contra nós, seus advogados, há muito tempo vem sendo demonstrada em diversos recursos e procedimentos jurídicos.  Os membros da Lava Jato sistematicamente esconderam provas de inocência e estruturaram condenações pré-estabelecidas e medidas invasivas contra Lula e seus familiares com base em delações e outros elementos sem qualquer valor probatório, afrontando as garantias fundamentais do ex-presidente, a legislação internacional incorporada pelo Brasil (Estatuto de Roma, art. 54, 1, “a”), além de diretrizes das Nações Unidas sobre a atuação de membros do Ministério Público (“Guidelines on the Role of Prossecutors”, arts. 13 e 14).  

Os habeas corpus que aguardam julgamento no Supremo Tribunal Federal tratando da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato são de grande importância para restabelecer o Estado de Direito e para dar a Lula a possibilidade de um julgamento justo e por isso devem ser julgados com urgência — embora sejam irreparáveis os prejuízos causados por tais agentes públicos não apenas ao ex-presidente, mas à própria democracia do país.  

Cristiano Zanin Martins/ Valeska T. Zanin Martins

Dallagnol chamava Lula de “9”, o tipo de piada que os nazistas adoravam: ‘schadenfreude’

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O novo capítulo da Vaza Jato, sobre a manipulação dos grampos de Lula, mostra mais um traço do caráter de Deltan Dallagnol e sua turma. À certa altura, ele escreve o seguinte ao então delegado da Polícia Federal Igor Romário de Paula:

Igor, consegue pra mim Cd ou DVD com todos os áudios do 9 e a análise dos que tiver? Estou sem nada para ouvir no carro rsrsrs

Igor: Sim… amanhã, ok!?

“9″ era uma referência aos nove dedos de Lula, vítima de um acidente com o torno.

Dallagnol não tirou esse escárnio da Bíblia que diz seguir como cidadão de bem, temente a Deus etc e tal.

Ali tem de tudo, ok, mas não há nenhum versículo mandando tripudiar sobre o defeito físico de ninguém. 

Por outro lado, esse “humor” era bastante comum entre os nazistas e suas vítimas.

A entrada dos campos de concentração continham a inscrição “Arbeit macht frei” — “o trabalho liberta”, em alemão.

Judeus com habilidades em metalurgia eram incumbidos instalar a placa com uma mensagem evidentemente maldosa e falsa.

Esse tipo de piada se chama “schadenfreude”, expressão da língua alemã que designa a alegria ou o prazer diante do infortúnio alheio.

Isso não é, como gosta Dallagnol, uma filigrana.

Isso é um jeito de encarar o mundo.

Ex-atacante do Remo roda o mundo para realizar sonho de chegar à seleção

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Do blog de Rafael Reis

Alberto Gonçalves da Costa nasceu no Pará. Jogou no Remo, na Tuna Luso e no Bragantino. Atravessou o planeta em busca de melhores oportunidades profissionais. Comeu carne de morcego e de cachorro. Teve de viajar um dia direito para disputar uma partida de futebol. E precisou esperar longos 37 anos para realizar o sonho de infância: defender uma seleção.

Convocado desde outubro de 2018 pela Indonésia, o centroavante é hoje a principal referência ofensiva da equipe que disputa as eliminatórias asiáticas da Copa do Mundo-2022 e marcou dez vezes nas primeiras nove partidas que disputou pelo país.

Mesmo assim, enfrenta preconceito diário… não por ser um jogador naturalizado que está tirando espaço de um atleta local na seleção, mas sim por ter 38 anos, idade em que boa parte dos atletas já estão aposentados.

“Direto pego jogadores falando em campo que não podem perder para um velho como eu. Minha primeira convocação foi bastante polêmica. Muita gente criticou. Mas eu me cuido bastante e corro mais que muitos novinhos”, afirma Beto Gonçalves, como é conhecido. Mas a história de como um paraense de Belém se tornou o maior astro da seleção de um país cujo território está a 17 mil quilômetros de distância de sua cidade-natal é bem mais completa e recheada de episódios incomuns.

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Beto chamou a atenção de um empresário com conexões no futebol asiático quando ajudou o Remo (foto abaixo) a conquistar a Série C do Campeonato Brasileiro, lá em 2005. “O que eu sabia da Indonésia na época era o tsunami, que havia acontecido no ano anterior [e matado cerca de 230 mil pessoas]. Mas, no fim de 2006, fiquei sem clube e resolvi arriscar. Eu não tinha outra opção. Fui para ficar só um ano, mas estou até hoje”, relembra.

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Nesses quase 13 anos, o atacante já defendeu oito clubes diferentes. Casado com uma indonésia, Beto rapidamente se inseriu na cultura local e viveu experiências que causam espanto aos olhos ocidentais.

“Já comi carne de cachorro, mas fui enganado, porque meus amigos não disseram do que era e ela estava bem temperada. Outra vez, em uma ilha mais afastada, saímos para pescar de barco e encontramos uma árvore imensa. Meus companheiros pegaram uma cartucheira e derrubaram uns cinco morcegos. Assamos e comemos os bichos.”

As viagens para os jogos do Campeonato Indonésio são outro tipo de aventura que Beto costuma viver. Como o país é um arquipélago espalhado pelos Oceanos Índico e Pacífico, a comunicação entre as ilhas está longe de ser das melhores. “Pessoal acha que é mentira, mas já fiquei 26 horas viajando para disputar uma partida. Fomos de avião, mas ele parava de ilha em ilha para embarque e desembarque de passageiros”, relembra.

A chance na seleção da Indonésia até poderia ter vindo mais cedo. Mas, quando estava completando os cinco anos de residência no país para obter a naturalização, Beto machucou o Tendão de Aquiles e precisou voltar ao Brasil. A nova oportunidade chegou bem mais tarde, só no ano passado, quando o atacante já era veterano e havia desistido de ser convocado.

“O Sriwijaya [clube que defendeu de 2016 a 2018] queria montar um time forte e pediu para que eu me naturalizasse para abrir uma nova vaga de estrangeiro. Aceitei porque percebi que era uma possibilidade de prolongar a carreira. Mas aí a seleção precisou de um centroavante e acabei tendo a minha chance”, completa o paraense de 38 anos.

Trivial variado da Justiça que debochou da Constituição

“A última Vaza Jato prova de uma vez por todas a ligação direta entre o golpe de 2016 e o golpe dentro do golpe de 2018 entre a gangue da Lava Jato e a gangue da Globo. A corda e a caçamba”. Palmério Dória

“9. Na intimidade, Deltan chamava Lula de 9. A imprensa deu faz tempo que Moro usava a expressão “Nine”. Porque Lula teve um dedo amputado. Isso é simplesmente indecente. Asqueroso”. Marcelo Semer

“Sou testemunha do quanto Lula relutou, por meses, em aceitar convite de Dilma para integrar seu governo, até que ele cedeu aos apelos. Hoje ficamos sabendo que Moro ou a PF conheciam os fatos, mas cometeram o crime de vazamento seletivo e ilegal para fortalecer o impeachment”. Fernando Haddad

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“Um procurador da REPÚBLICA sem um pingo de respeito, educação ou sobriedade. Debocharam da morte da esposa, do neto e ainda põem apelidos, tipo quinta série, em alguém que perdeu seu dedo trabalhando duro. Coisa que os herdeiros das altas castas de Curitiba não sabem o que é”. Priscila Rubim

“Moro e Dallagnol fraudaram o STF e a sociedade para criminalizar Lula e o PT. A justiça e a lei foram tratados como “filigranas”. São criminosos inescrupulosos do pior tipo: chantagistas e mentirosos. Cadeia neles!”. Jessé Souza

“A reportagem de hoje elimina qualquer hesitação ou objeção a uma resposta dura da parte de nossas instituições. Leiam a reportagem. Vejam os diálogos da Lava Jato sobre conversas de Lula. Leiam os resumos de conversas grampeadas de Lula com Temer e aliados”. Kennedy Alencar

A nova batalha dos Aflitos

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POR GERSON NOGUEIRA

Todos os preparativos e cuidados foram tomados pela comissão técnica do PSC para que o time enfrente e supere o Náutico, hoje à noite, no estádio dos Aflitos. É um confronto de difícil prognóstico pelo equilíbrio entre as equipes. Apesar de donos da melhor campanha da Série C (34 pontos) e a invencibilidade de sete jogos, os pernambucanos não podem ser considerados favoritos neste mata-mata.

Nem o fator campo pode ser apontado como vantagem decisiva. É importante ter torcida ao lado apoiando incondicionalmente. Ocorre que, em Belém, o Papão também contou com os incentivos da Fiel e não conseguiu concretizar a vitória.

Significa que o futebol não se define pelos fatores extracampo. O caldeirão dos Aflitos pode garantir tranquilidade e calor afetivo aos donos da casa, mas não poderá interferir na movimentação dos times no gramado.

A vaga será destinada ao time que tiver mais equilíbrio e tranquilidade para desenvolver seu jogo e aproveitar as chances criadas. Nesse aspecto, cabe observar que o visitante tende a ter mais serenidade. Os mandantes acabam sofrendo a pressão de ter que satisfazer a expectativa da torcida.

Nos anos recentes em que obteve acesso à Série B o PSC foi extremamente cirúrgico e frio para superar oponentes que atuavam dentro de seus domínios. Aparentemente favoritos, Macaé-RJ e Tupi-MG sucumbiram ao pragmatismo tático do Papão.

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É claro que o Náutico tem mais história, camisa e torcida que os dois clubes interioranos citados acima. Não se pode comparar o poderio do Timbu com o de seus antecessores, mas os riscos que cercam o time recifense são de igual monta.

A lei natural das coisas indica que o PSC pode se dar bem caso saiba encaixar contra-ataques, explorando as subidas que o dono da casa forçosamente terá que fazer. Hélio dos Anjos projeta um ataque com Hygor, Nicolas e Vinícius.

O técnico alviceleste deve ter os seus motivos para planejar uma linha ofensiva com esses jogadores, mas penso que Elielton poderia ser um atacante mais letal nas arrancadas em contragolpe. Se não entrar de cara, o rápido extrema (ou externo, como prefere o professor Tite) é arma importante para o segundo tempo.

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Bola na Torre

Giuseppe Tommaso comanda a atração, a partir das 21h, na RBATV. Na bancada de debatedores, como convidada, a radialista Paula Marrocos, juntamente com este escriba baionense. Em pauta, gols e análises da decisão do mata-mata da Série C.

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Grande oportunidade para jovens talentos do Leão

Hélio Borges, jovem revelação das divisões de base do Leão, ganhou chance na Copa Verde. Contra o Sobradinho, foi decisivo. Anotou o segundo gol ajudando a construir o placar que permitiu a vitória azulina. Por ausência de opções, foi lançado no Re-Pa da Série C, não conseguindo reeditar o bom papel do jogo anterior.

Outro que foi lembrado por Márcio Fernandes na hora do aperreio foi o volante Pingo, sem exibir o mesmo desempenho de Hélio na Copa Verde. O volante Lailson entrou contra o Atlético-AC na primeira partida da segunda fase. Não brilhou, mas foi um dos poucos a se salvar das críticas da torcida após a derrota em Rio Branco.

Como o Remo tem cada vez menos material humano para a sequência da CV é provável que o trio volte a ser escalado por Eudes Pedro. O jogo da volta contra o Atlético, no próximo domingo, no estádio Evandro Almeida, pode abrir possibilidades, principalmente para Hélio e Lailson.

Nesses momentos, quando as necessidades propiciam chances aos esquecidos, é o momento ideal para que os jovens talentos caseiros mostrem seu valor. Roni, hoje no Atlético-PR, despontou no Remo em momento de extrema dificuldade para composição do ataque. Em situação normal, talvez não tivesse sido aproveitado.

O dito popular diz que a ocasião faz o ladrão. No caso dos jovens boleiros azulinos, o aperreio gera a oportunidade. Que estejam atentos a essa chance.

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Direto do blog campeão

“Nos primeiros jogos da série C, vaticínio aqui que o Remo pela forma de jogar apresentado, nos daria grande chance de classificar ao mata-mata. Durante esse período em virtude de algumas situações, a equipe perdeu algumas características importantes de jogo para se manter entre os quatro, e deu no que deu, ficou fora justamente no momento mais importante. Restou no calendário a CV, mas logo no primeiro jogo percebemos que os jogadores parecem já estar em ritmo de férias, ou seja, nenhum compromisso com o clube e principalmente com os mais interessados, o apaixonado torcedor. Na série C eu tinha esperança; na CV, nenhuma”.

Lucilo Filho, um torcedor desesperançado com o Leão

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 08)

Náutico tem atacante que defendeu o Tapajós no Parazão

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O atacante Álvaro, que defendeu o Tapajós no campeonato paraense de 2015, é uma das armas do técnico Gilmar Dal Pozzo para o confronto com o Papão neste domingo. Aos 21 anos, o jogador teve bom desempenho ao longo da Série C e eve er um dos titulares do Náutico para a decisão do mata-mata do acesso.

Mesmo valorizando o resultado conquistado em Belém, Álvaro está consciente das dificuldades de enfrentar o Paissandu, que está invicto há 16 partidas e tem o melhor aproveitamento como visitante da Série C.

O time ainda não foi definido pelo técnico Gilmar Dal Pozzo, mas é dado como certo que o meia Jean Carlos e o atacante paraense Rafael Oliveira estarão em campo. Após o último treino, Álvaro disse esperar um jogo equilibrado e recordou a campanha de 2018, quando o Náutico caiu no mata-mata para o Bragantino-SP.

“Ainda não está nada definido o time. Acredito que hoje ele defina quem vai jogar. Estamos na expectativa por tudo que o Náutico já passou. Trabalhamos durante a semana e todo trabalho foi bem feito. Então estamos trabalhando para conquistar o tão sonhado acesso”, disse.

Papão finaliza preparativos com treino recreativo

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O Papão encerrou seus preparativos para o jogo decisivo deste domingo com um rachão na manhã de sábado, no campo do CT do Retrô Futebol Clube, no Recife. A partida contra o Náutico começa às 18h, no estádio dos Aflitos, e define o acesso à Série B 2020. O time está definido, embora o técnico Hélio dos Anjos faça mistério. O zagueiro Perema, que estava em tratamento, foi confirmado e fará a dupla de zaga com Micael.

O elenco fez aquecimento e um treino recreativo em ritmo de descontração, com o acompanhamento do técnico Hélio dos Anjos. os Anjos. Náutico e Paissandu empataram em 0 a 0 o primeiro jogo, em Belém, e nenhum dos times tem vantagem hoje. Caso a partida termine empatada, a vaga será decidida em tiros livres da marca do pênalti.

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A rodada começou neste sábado, definindo duas vagas para a Série B. Com empate em 1 a 1 com o Ypiranga, em Erechim (RS), o Confiança obteve o acesso, pois havia vencido o primeiro jogo. Em São Luís, o Sampaio Corrêa derrotou o São José por 3 a 2 em jogo emocionante, garantindo retorno à Segunda Divisão. (Fotos: Jorge Luiz-Ascom)