A frase do dia

“O Brasil está sob ataque. Nossa soberania está sendo alvo da cobiça. Isso acontece em várias frentes: 1. A desnacionalização de estatais estratégicas, como @embraer e @petrobras. 2. O desmonte do ensino superior federal, do sistema de pesquisa e geração de C&T e da cultura com o bloqueio do sistema de incentivos. 3. A destruição do meio ambiente e da Amazônia; e 4. O retrocesso imposto aos direitos trabalhistas e previdenciários do povo brasileiro”.

Dilma Rousseff, hoje, no Congresso Nacional

Um governo de gente perversa

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Por Luís Felipe Miguel

Os cortes de bolsas e de investimentos na pesquisa em geral apontam para um país mais burro, mais desigual, mais dependente e mais submisso. Afinal, na pesquisa científica e na formação de novos cientistas não se aperta uma tecla “pause” para depois retomar de onde parou. É necessário continuidade. As políticas do governo nos farão recuar 10 ou 15 anos. Podemos perder uma geração inteira para a ciência.

Não é difícil entender isso. Mas o déficit cognitivo do atual governo é tão gritante que, em benefício da discussão, vamos aceitar que eles não são capazes de se dar conta desta realidade.

Então podemos olhar o outro lado: os cortes no CNPq e na CAPES se transmutam em dramas pessoais. São milhares de projetos de vida cortados em pleno voo. São pessoas que fizeram escolhas, que deixaram de aceitar outras oportunidades porque se sentiram vocacionadas para a ciência, que investiram anos e anos de suas vidas – e agora são jogadas no vazio.

Gente que abandonou emprego. Gente que recusou emprego. Gente que mudou de cidade e não tem como se manter.

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E o que faz o ministro da Educação?

Exibe sua insensibilidade. Quanto tem chance, debocha.

É pior do que ser iletrado. É pior do que ser obtuso. É pior do que ser desinformado. É pior do que ser reacionário. É pior do que ser obscurantista.

Se Weintraub fosse só isso, estaríamos muito mal. Mas estamos pior. Ele é perverso.

É um governo de gente perversa.

O alto risco das homenagens descabidas

Momentos de celebração geram, muitas vezes, atos e gestos descuidados que podem custar caro a médio e longo prazo. Alguns jogadores e técnicos cultivam a mania de puxar saco e fazer média com “organizadas” reproduzindo símbolos de facções violentas declaradas extintas pela Justiça em função de delitos cometidos.

Dirigentes devem se abster dessas práticas. Têm a responsabilidade de funcionar como exemplo, farol e referência.

Leão perde no Acre na estreia de Eudes

O Remo foi derrotado por 2 a 1, de virada, pelo Atlético-AC na noite desta terça-feira (3), em Rio Branco. Com ânimo renovado pela promessa de premiação pelo título da Copa Verde, o Galo Carijó surpreendeu a equipe do estreante técnico Eudes Pedro. No primeiro tempo, o Remo controlou o jogo, teve oportunidades para marcar e acabou abrindo o placar aos 45 minutos do 2º tempo, através de Eduardo Ramos. No segundo tempo, o Atlético avançou em busca o empate e conquistou a virada.

Com mais velocidade nas manobras ofensivas, o Galo passou a acuar o Remo em seu próprio campo. Em jogada de Polaco, Marquinhos marcou aos 14 minutos. A finalização ainda desviou no zagueiro Fredson. O time da casa continuou insistindo aproveitando o cansaço visível dos azulinos. Aos 39′, Geovane desempatou a partida ao aproveitar outra boa jogada de Polaco, que um minuto antes havia perdido grande oportunidade.