17 comentários em “Capa do Bola, edição de quarta-feira, 08

  1. Terminou da pior forma possível. Não podia haver jogo porque era aniversário da cidade e a polícia não garantia contingente necessário à segurança no local do jogo porque estaria em outras atividades(aonde?), embora a cidade esteja às vésperas de completar 400 anos e sempre ter tido jogos em seus estádios nesse período, às vezes até torneios alusivos à data, sem que se tenha registro de qualquer fato trágico por conta disso. Somente de uns dois ou três anos pra cá é que começou essa pantomima, de resto, não engolida nem pelo mais convicto Eremildo.
    Pra comprovar que não passava de idiotice o jogo ficou para domingo, porém, foi preciso um telefonema de Vandick Lima, talvez mais como vereador do PP, que Simão tenta acomodar em sua cambaleante base de sustentação política, do que como presidente do Paissandu, restando claro que tudo foi resolvido no melhor estilo do tráfico de influência, o que é profundamente lamentável, tanto do ponto de vista político quanto do ponto de vista da gestão da segurança pública em nosso estado provada, mais uma vez, estar mais à disposição de figurões do que da população.

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  2. De fato, a mudança foi por via política.

    Hoje, parece-me que, a polícia e a Secretaria de Segurança assumiram definitivamente a incapacidade de gerir a segurança dos Paraenses, posto que, independente da situação (jogo, Círio, aniversário da cidade e até mesmo Carnaval) existe uma grande violência em nosso estado.

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  3. Também acho que o Pará, especialmente, Belém, estão entregues à violência, num autêntico estado de extrema insegurança. E as páginas dos jornais, as ondas de rádio e as imagens da televisão, especialmente, especialmente, do diário, da Clube, e da RBA, retratam fidedignamente esta situação todos os dias. De um modo geral, dentre outras carências, avultam a de preparo, a de efetivo e a de condições materiais. Esta é uma realidade que se aloja muito além da área da segurança nos estádios.

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  4. Amigo, Gerson, um levantamento ainda pendente de atualização mostra que passa de uma centena as ações movidas na justiça comum contra o rebaixamento da portuguesa. Quer dizer, ainda há muita água a rolar por baixo da ponte. Esta é só a primeira opinião (decisão) de um magistrado a respeito do tema. De reconhecer que é uma boa e firme opinião (decisão), já que nega legitimidade ao torcedor para pleitear em nome da Lusa, mas, inegavelmente, apenas uma opinião (decisão) das tantas que ainda poderão ser proferidas.

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  5. A Portuguesa quer a mesma coisa que o Remo, um agrado da CBF $$$$$ pra abandonar esse caso em que em nada tem razão, assim como o Remo não tinha, mas como evitar baixaria só calando a boca com dinheiro dá jeito, a Portuguesa quer o seu.

    Já não chega o que pegaram do Flamengo?

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  6. Se quem conseguiu foi o político ou o presidente é de nenhuma importância, o que realmente conta é que a PM terá que trabalhar dia de domingo e ponto final.
    Quanto a questão da violência que lamentavelmente experimentamos em nossa querida Belém, é reflexo dos modus vivendi, adotadas e das opções das sociedades atuais, fraudes, impunidades, banalização das drogas e da permissividade, confundida com liberdade que impera em nosso país, principalmente, cuja resposta do Estado, tem sido sempre tardia.
    Agora me permita discordar de ti, Antonio Oliveira, em se tratando de afirmares que os veículos de comunicação do grupo RBA retratam fidedignamente essa situação, quando sabemos que isso é uma estratégia, desse grupo de comunicação, que o objetiva “cacifar” a candidatura de Hélder Barbalho, na caminhada rumo à sucessão do atual Governo, nas próximas eleições deste ano, o menudo até já virou radialista, tem programa de rádio, na Clube, com frequência diária, inclusive; não quero dizer, no entanto, que publiquem, e ou, divulguem inverdades, apenas, considero que estão apostando no “quanto pior melhor”, impondo verdadeiro terrorismo ao público Paraense, metodologia que ainda produz efeito, reconheço, mas, já está ultrapassada; quanto à inverdades, fico sempre com um pé atrás, com se diz popularmente, quando me lembro daquele episódio da publicação de uma foto de hospital de Honduras, atribuído pelo Diário, como em sendo a Santa Casa de Misericórdia do Pará, aquilo, foi de uma baixaria sem limites, coisa de gangster mesmo, mas, a vida segue e o povo do nosso Pará, demonstrará, que já superou a fase da idiotice e da desinformação.
    Aqui, o coronelismo já é finado.

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  7. Não sei sw vou ser moderado mas, te digo o seguinte Silas, apesar de fazerem o quanto pior melhor, tenho a certeza que está pior do que tem sido colocado nos jornais, sou de uma família de 10 pessoas, destas 4 já foram assaltadas, uma assaltada duas vezes e uma foi refém de bandidos, que tal ta bom pra ti ou queres que eu desenhe, então acho que estes tucanos estão querendo sumir do mapa politico no Pará, ainda bem!!!!!!

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  8. Silas, se NÃO queres dizer que o Grupo RBA publica ou divulga inverdades, então não discordas de mim. Afinal, no meu comentário não cogitei da motivação que inspira o que é publicado ou divulgado pelo referido grupo.

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