Estudo aponta 108 jornalistas mortos em 2013

A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) emitiu, no dia 31 de dezembro de 2013, um apelo aos governos de todo o mundo para acabar com a impunidade da violência contra jornalistas. Em 2013, a FIJ registrou 108 assassinatos de jornalistas e outros na mídia além de 15 mortos em acidentes de trabalho.
De acordo com a lista divulgada pela FIJ, pelo menos 108 jornalistas e outros profissionais da mídia foram mortos em ataques direcionados, bombas, explosões e incidentes de fogo em todo o mundo. A lista anual mostra que as regiões mais perigosas para os jornalistas foram a Ásia-Pacífico, com 29% dos assassinatos, e Oriente Médio e mundo árabe, com 27% do total. A taxa de homicídios é ligeiramente inferior (10%) do que no ano anterior.
O atual conflito na Síria faz com que este país figure em primeiro lugar na lista dos mais perigosos para a mídia em 2013, com o registro de 15 vitimas. Neste ranking nefasto, aparecem posteriormente o Iraque (13 casos), Paquistão, Filipinas e Índia (10 casos em cada um), Somália (7) e Egito (6).

Lançamento da camisa especial Remo Brasil

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A camisa comemorativa Remo Brasil (acima), homenageando os 20 anos do tetracampeonato da Seleção Brasileira conquistado na Copa do Mundo dos Estados Unidos, começa a ser vendida nesta sexta-feira, na loja Remo Store, na sede social do clube (na avenida Nazaré), e no estádio Baenão. Será o terceiro uniforme do Remo para uso em jogos oficiais. Seu lançamento festivo será na estreia do Leão no Parazão, contra o Cametá, na próxima segunda-feira, no estádio Jornalista Edgar Proença. Para a estreia no Parazão, a diretoria do clube lançou promoção de gratuidade de ingresso para o torcedor que comprar a Camisa 33. 

Reféns da malandragem

Por Gerson Nogueira

unnamed (71)Quando dirigente de clube fica à mercê de modelos arcaicos de administração, cedendo aos caprichos da malandragem, é preciso parar para refletir e rever todos os métodos empregados. Por receio de facilitar a vida dos falsificadores, o Paissandu viu-se obrigado a postergar a venda de ingressos para a estreia no Parazão, domingo. Em consequência, o torcedor só poderá adquirir os bilhetes a partir de sexta-feira ou sábado e o clube vai arcar com prejuízos na arrecadação.

Algo está fora de ordem quando um clube centenário como o Paissandu, com uma torcida apaixonada, não tem segurança para comercializar os ingressos de seus jogos. Sendo que esta é uma receita fundamental para equilibrar as finanças. Deve, portanto, merecer tratamento prioritário.

Diversas modalidades de ingresso têm sido testadas com sucesso em todo o mundo, afastando completamente os riscos de falsificação. O código de barras e os chips eletrônicos são os mais utilizados, inclusive em competições da Fifa.

Curiosamente, em Belém, a empresa que controla essa tecnologia de bilhetagem nos estádios não consegue enfrentar a clonagem. Não dá segurança aos clubes e ainda cobra caro por seus serviços!

Lembro de tempos não tão distantes em que as catracas de ferro eram origem das dores de cabeça dos dirigentes e fonte fabulosa de renda para muitos espertalhões. Sempre, porém, havia o envolvimento de algum funcionário ou colaborador do clube. O truque só prosperava porque havia ladrão dentro de casa.

Não duvido que a essência do problema permaneça. Portanto, além de se adequar aos recursos tecnológicos, nossos clubes precisam escolher melhor seus funcionários.

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O desmanche pós-Luxa

As gastanças recentes cobram um alto preço dos clubes neste começo de temporada. O exemplo mais flagrante da pindaíba gerada por um planejamento desastroso vem do Grêmio, um dos grandes que vinha sustentando perfil de austeridade ao longo da década. A construção de moderna arena, no padrão Fifa, reluzia como símbolo de gestão moderna e responsável.

A desgraça foi ter apostado cegamente nos projetos megalomaníacos de Vanderlei Luxemburgo, cuja máxima preferida é juntar um monte de jogadores caros (não necessariamente bons), fazer pose de estudioso e empurrar as coisas com a barriga. Nos últimos anos, essa estratégia não funcionou em nenhum clube que dirigiu.

Depois da saída de Luxa, o Grêmio acertou o passo com um técnico mais barato e barateiro – Renato Gaúcho. Conseguiu vaga na Taça Libertadores, mas faz qualquer negócio para desmanchar os rolos de seu caríssimo elenco. Já liberou Dida, Vargas, Elano (em co-parceria com o Flamengo) e tenta passar em frente Zé Roberto, Kléber e Barcos.

Que sirva de exemplo para o futebol da parte de cima do mapa.

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O gol como trilha sonora

Imprensa paulista garante que Seleção já tem canção oficial, escolhida pelo coordenador Carlos Alberto Parreira. Ele teria caído de amores pelos versos da música “Guerreiro”, da dupla sertaneja Victor & Léo.

Parreira, que nunca foi muito chegado a gol, se encantou com o refrão de finíssima poesia: “Gol, gol, eu quero ver show/Gol, gol, contagiou”. Deve ter adorado a rima.

A depender de sua vontade, os boleiros canarinhos terão essa peça musical como hino inspirador. Quem saiu com a informação foi José Roberto Malia, da ESPN.

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Tsunâmi avança na Copinha

O surpreendente Tsunâmi vai fazendo da Copinha seu palco. Depois de ter seu nome badalado, mas sem chances no time titular da Copa do Brasil Sub-20, o volante tem brilhado no torneio paulista. Graças em boa parte a ele, Max e o goleiro Jader, o Leãozinho venceu a Inter de Limeira e assumiu a liderança do grupo K. À frente do favorito Corinthians.  

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Festa do Troféu Camisa 13

A RBA lança hoje à noite a 22ª edição do Troféu Camisa 13 lança, no Metropolitan Tower Eventos, com participação do alto mundo esportivo de Belém e presença de Sandro Pallaoro, presidente da Chapecoense (SC). Ele vai palestrar sobre a trajetória vitoriosa do clube, que ascendeu da Série D à Série A. Zaire Filho comanda a festa. 

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quinta-feira, 09)