Leãozinho bate Inter e lidera o grupo

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O Clube do Remo derrotou a Inter de Limeira por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, no estádio Major José Levy Sobrinho, em Limeira-SP, ocupando a liderança do grupo K da Copa São Paulo, com 4 pontos (leva vantagem sobre o Corinthians no saldo de gols). Os gols azulinos foram marcados por Tsunâmi, no primeiro tempo, e Max, na etapa final. Além da boa produção ofensiva, o Remo teve no goleiro Jader uma peça fundamental para garantir o triunfo. 

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O resultado dá ao Leãozinho a liderança do Grupo K, com quatro pontos – mesma quantidade do Timão, que, por sua vez, tem um saldo inferior (dois do Remo, contra um do clube paulista). Já a Inter – que utilizou um time quase todo sub-17, sendo que a competição permite jogadores com até 20 anos – está praticamente eliminada, com apenas um ponto ganho. O Remo decide o futuro na Copinha no próximo domingo. Às 17h, enfrenta o XV de Piracicaba e pode confirmar a liderança e classificação com uma vitória simples. Mais tarde, a Inter recebe o badalado Corinthians, duas horas depois, no mesmo palco. 

Em todas as edições da Copinha foi a quinta vez que a Inter perdeu em seu estádio. As fotos mostram a preleção do técnico Walter Lima, ainda nos vestiários do estádio de Limeira. No final, os jogadores se abraçaram cantando o hino do Remo. (Fotos: André Baía, via Facebook)

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Papãozinho volta a perder e é eliminado

O Paissandu perdeu para o Votuporanguense-SP por 2 a 1, na tarde desta quarta-feira (8), e está eliminado da Copa São Paulo de Futebol Junior. Apesar de excelentes defesas do goleiro Paulo Eduardo, o time paulista abriu o placar logo aos 11 minutos, através de Guilherme. Ainda no primeiro tempo o Papão equilibrou as ações e teve boas chances para empatar. No segundo tempo, logo aos 2 minutos, Paulo Eduardo defendeu pênalti cobrado por Guilherme. Em seguida, Leandro empatou para o Papão. Mas, aos 11 minutos, Lucas decretou o triunfo do Votuporanguense. Com as duas derrotas, o Papão não tem mais chance de classificação e fará domingo, às 11h, um jogo de cumprimento de tabela diante da Ferroviária.

Futebol e a intolerância nas redes sociais

Por Antero Greco

Umas folgas de final de ano, prejudicadas por uma crise de gastrite, me tiraram do trabalho mais do que gostaria. Os dias em casa, porém, foram bons para aquela arrumação de papéis, para acelerar leitura e para observar o que rola pelo mundo real e virtual.

E uma constatação pude fazer deste período de repouso: as redes sociais são um instrumento poderoso, e perigoso nas mãos de quem as usa para o mal. São ferramentas ótimas para manipular opinião e transformar mentiras em verdades. Graças a Deus não existiam com tal fartura na época de Goebels! O Nazismo talvez tivesse produzido estragos mais nefastos.

Há uma histeria no ar, e provocada por futebol. Não se fala da violência das prisões, materializada pelas chacinas no Maranhão. Não se reclama contra corrupção, que nos torna um país caríssimo e carente. Não se clama por mais dignidade e respeito dos cidadãos.

A indignação, veja só, surge por um jogo em que marmanjos correm atrás da bola e que deveria ser apenas diversão para quem acompanha. O inconformismo vem, supostamente, por campanha de “difamação e ódio” contra agremiação futebolística, o venerável Fluminense.

Culpados por essa onda de caça às bruxas seria a imprensa. Ou, mais especificamente, parte da imprensa esportiva, da qual faço parte. Qual o crime cometido por alguns jornalistas? O de colocar-se contra o Tribunal Esportivo, que puniu a Lusa de forma desmedida ao erro que ela cometeu. Com a perda dos pontos, a equipe caiu para a Série B e o Fluminense, por circunstâncias da classificação final do Campeonato Brasileiro, se manteve na elite.

A argumentação de profissionais com larga experiência no jornalismo não convenceu a todos – e nem haveria essa pretensão. A divergência é um dos fundamentos para a sabedoria. Só que, diante da repercussão negativa que teve o resultado dos julgamentos nos tribunais, torcedores da equipe beneficiada não tiveram coragem de assumir a bronca provocada nos demais e a repassaram para a imprensa. De um momento para outro, jornalistas de peso viraram vilões e irresponsáveis. (E admito que há oportunismo, pois torcedores de outros clubes teriam tido comportamento idêntico, se o tribunal os beneficiasse.)

Em vez de debate civilizado, começou a série de insultos, sobretudo no Facebook e no Twitter. Canalha, bandido, energúmeno, asno, idiota, imbecil, covarde, fdp, foram alguns termos repetidos ad nauseam.  Fora os comentários maldosos em blogs, os abaixo-assinados repletos de preconceitos e inverdades e as correntes xiitas que pretendem retratação dos meios de comunicação e seus profissionais que não aceitaram o veredito de um tribunal. Como se esse tribunal fosse infalível.

Critiquei, e não arredo pé, do rigor com que foi tratado o caso da Lusa. Dei minha opinião no jornal, no blog e na tevê, e me baseei em juristas. Aliás, mentes brilhantes, acostumadas aos meandros do Direito também sustentaram tese semelhante à minha. Assim como outras, igualmente respeitáveis, disseram que o tribunal estava certo. Tema, portanto, polêmico. Há controvérsias na Justiça. Caso contrário, nem seriam necessários tribunais, advogados, juízes…

Infelizmente, na fantasia doentia de gente que não consegue viver com a divergência, virei um dos inimigos do Fluminense, um incitador da intolerância e da violência, um fora da lei! E justo eu, que devolvo até centavos de troco, se me derem a mais! E dá-lhe todo momento a ler insultos e ameaças (sim, ameaças de retaliação física) de cidadãos que nunca vi e que provavelmente, se encontrasse pessoalmente, viriam conversar de maneira pelo menos comedida.

Nos próximos meses, completo 40 anos de profissão, a maior parte desse tempo na crônica esportiva. Minha história, minha carreira, meus comentários, meus textos falam por si. Jamais fui leviano, nunca seria demente de acirrar ânimos, fomentar discórdia, racismo, bairrismo, xenofobia, atos de vandalismo, linchamentos e coisas abjetas do gênero. Sou da paz, sou católico, tenho filhos, sobrinhos, genros e sei da responsabilidade da minha profissão. Não sou tosco. E defendo tratamento digno até para os que cometem crimes. Acredito no homem.

Mesmo assim, cabeças ocas deliram e creem que a imprensa esteja por trás de atos agressivos de rivais do Flu. Infelizmente, os desvairados não precisam do “estímulo” da imprensa para atacar os outros. Eles depredam, arruínam, batem, apanham em qualquer lugar e por qualquer motivo. Seja provocando um tricolor, seja pisoteando um corintiano, um atleticano, um vascaíno, um palmeirense. Para esses, sim, a solução está em algum tipo de internação – ou numa clínica psiquiátrica ou na cadeia.

Os mesmos que hoje cultivam esse ódio paranoico se dedicassem uns minutos a ler meu blog ou a manusear a coleção do “Estadão”, encontrariam muitas crônicas favoráveis ao Flu. O mesmo ocorreria se escarafunchassem as fitas do acervo da ESPN/Brasil. E não escrevi ou falei por simpatia pelo Flu ou para fazer média, mas porque era o que ditavam minha consciência, meu senso crítico. Fiz o que se exige de minha profissão. Ou seja, mantive minha independência, sempre, sem fazer campanha a favor ou contra quem quer que seja.

Se, ainda assim, há quem veja em meu comportamento um foco de calúnia e difamação, peço que vá à Justiça, me processe. Seria o primeiro processo que enfrentaria nessas décadas todas de militância no jornalismo. Mas levante dados concretos de que sou facínora, desagregador, perturbador da paz. Faça isso! Será uma grande contribuição para a sociedade.

Pois certamente a Justiça detectará quem estimula a intolerância. Uma simples “passeada” nas redes sociais servirá para desmascarar os covardes, os intolerantes, os mentirosos, os que se valem do terror para impor ideias, os que se escondem sob nomes falsos para atingir a honra de cidadãos de bem, que unicamente exercem sua profissão com transparência. Um juiz ponderado avaliará de onde parte o destempero.

Proponho por fim que os exaltados repensem sua estratégia. Radicalismo não levará a nada, só trará raiva, dor e tristeza. E os extremistas jamais tirarão meu bem maior: a liberdade de pensar. Minha consciência nunca esteve à venda.

Justiça extingue ação para recolocar Lusa na Série A

Foi por água abaixo a tentativa de um advogado de fazer com que a Portuguesa, via Justiça comum, volte à Série A do Brasileirão. O processo movido no Tribunal de Justiça de São Paulo por Marcelo Azem Mofarrej foi extinto, segundo parecer da juíza Priscila Buso Faccinetto.

A sentença, expedida na última terça-feira, não dá provimento ao pedido de liminar para a recuperação dos pontos da Lusa, retirados pelo STJD no julgamento da escalação irregular do meia Héverton diante do Grêmio, na última rodada do Brasileirão 2013. Com a punição em quatro pontos, o time paulista acabou caindo para a 17ª colocação e, consequentemente, foi rebaixado para a Segunda Divisão. Com isso, o Fluminense se manteve na elite. A juíza entendeu que o requerente não tem legitimidade para atuar em causa do clube.

A juíza considera que a falta de condição da ação – cujos réus foram a CBF e o STJD – tem base no artigo 6º do Código Civil, no trecho: “Ninguém poderá pleitear, em nome próprio, direito alheio, salvo quando autorizado por lei”. A decisão judicial não acaba com as outras ações em prol da Portuguesa feitas por pessoas fora do clube. No entanto, se o entendimento se repetir, só um processo movido pela própria Lusa iria a julgamento. (Do Lancenet!)

Técnico da Suíça critica jogo “no meio da selva”

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Da Revista Placar

A escolha de Manaus como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 recebeu novas críticas nesta quarta-feira. Desta vez, foi o técnico da Suíça, o alemão Ottmar Hitzfeld, quem disparou contra o jogo que terá de fazer na capital do Amazonas, contra a seleção de Honduras, em 25 de junho. “Acho quase irresponsabilidade termos de jogar futebol em um lugar assim, no meio da selva amazônica”, declarou Hitzfeld à rádio alemã SWR1. “Acredito que o fator determinante nesta escolha tenha sido econômico”, completou.

A Arena da Amazônia está sendo construída no lugar onde ficava o estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão, no centro regional da cidade de Manaus. O estádio terá capacidade para até 44 mil espectadores. Além de Honduras x Suíça, a arena manauara também receberá Inglaterra x Itália, além de Camarões x Croácia e Estados Unidos x Portugal.

Além da localização do estádio de sua terceira partida da fase de grupos, Hitzfeld também reclamou dos longos deslocamentos que terá de fazer. “O Brasil é um país muito grande e teremos que voar de Salvador a Brasília e depois a Manaus. Serão cinco horas de voo”, encerrou o treinador da Suíça.

Real Madri contrata revelação do Figueira

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Um dos principais jogadores do elenco do Figueirense que conquistou o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro na temporada passada, o atacante Pablo foi anunciado oficialmente nesta quarta-feira (08) como novo jogador do Real Madri, da Espanha. Com apenas 21 anos e vinculado ao Atlético Paranaense até dezembro de 2016, Pablo terá sua primeira experiência fora do Brasil. O contrato de empréstimo terá a duração de seis meses, mas o Real terá a opção de compra após o término deste período, situação semelhante realizada com o volante Casemiro, ex-jogador do São Paulo. 

Depois de atuar sete anos no Atlético Paranaense, onde conquistou o acesso à Série A em 2012, e anotar nove gols com a camisa do Figueirense em 2013 sendo decisivo na reta final da Série B, Pablo realiza um dos seus maiores sonhos que é de jogar na Europa.

Em Madri desde os últimos dias de 2013, Pablo, que é muito grato a todo o carinho e respeito que recebeu das diretorias e torcedores do Atlético Paranaense e Figueirense, já realizou todos os exames médicos e assinou contrato com o clube madrilenho. Trabalhando normalmente com o elenco da equipe B, Pablo deverá fazer a sua estreia no próximo sábado, às 15h15min (horário de Brasília), contra o Murcia, em jogo válido pela segunda divisão da Liga Espanhola. (Da Assessoria de Imprensa do Figueirense) 

Copa de 2022 será em janeiro

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, afirmou nesta quarta-feira que a Copa do Mundo de 2022 não será realizada no verão do Catar, entre junho e julho, meses normalmente reservados para outras edições do Mundial. “As datas da Copa do Mundo não serão em junho ou julho. Acho que será disputada (no período) entre 15 novembro e 15 de janeiro, no máximo”, revelou o dirigente, em entrevista para a France Inter Radio. “Se jogarmos entre 15 de novembro e, vamos dizer, e o fim de dezembro, será quando o tempo estará mais favorável”, completou.

4b6063c3a420a561e4c66672a530b6bf37316763Valcke apontou que neste período do ano as condições meteorológicas do Catar são parecidas com as da primavera da Europa. “Podemos jogar com uma temperatura de 25 graus (Celsius), que é perfeita para o futebol”, ressaltou.

A Fifa já vinha acenando há tempos com a possibilidade de mudar as datas inicialmente previstas para a Copa do Mundo de 2022, depois de ter confirmado em dezembro de 2010 que o Catar será a sede desta edição da competição. O país costuma ter temperaturas médias que variam entre 35ºC e 45ºC no seu escaldante verão.

A entidade que controla o futebol mundial adiou, em outubro passado, o anúncio da decisão sobre a data do Mundial catariano. Na ocasião, o Comitê Executivo da Fifa se reuniu com organizadores da competição para tentar chegar a uma solução sobre o período de disputa do torneio. O presidente do organismo, Joseph Blatter, avisou que a definição dependeria de “uma consulta muito profunda” com líderes do futebol, patrocinadores e redes de televisão.

Em seguida, em novembro, Valcke também descartou a possibilidade de a Copa de 2022 ocorrer entre abril e maio daquele ano, também por causa do calor. O mês de janeiro, por sua vez, também foi descartado por Blatter porque coincidirá com o período de disputa da Olimpíada de Inverno de 2022. (Yahoo

Walter vai reforçar o Flu

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O cobiçado atacante Walter, que disputou o último Campeonato Brasileiro com maestria pelo Goiás, acertou sua ida por empréstimo para o Fluminense. O atleta, que tem contrato até julho de 2016 com o Porto, fechou com o Tricolor por dois anos. O atacante é aguardado no Rio de Janeiro para realizar exames médicos e se juntar ao grupo que viaja para a pré-temporada em Mangaratiba, na Costa Verde. O jogador teve seu nome especulado em outros grandes clubes no decorrer da janela de transferências, como Corinthians e Botafogo, mas somente Flu e Sport, clube de coração do atleta, avançaram nas negociações.