A capital paraense será sede dos Jogos Escolares da Juventude, maior competição esportiva escolar do país, entre 7 e 16 de novembro. Realizado pela primeira vez na Região Norte do país, o evento conta com um time, selecionado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), fundamental para o sucesso da competição. Dos seis mil participantes, entre eles quatro mil jovens atletas com idade entre 15 e 17 anos, destacam-se 250 voluntários, que atuarão em todas as áreas da organização dos Jogos. Desse total, 130 são de Belém e cidades vizinhas, 100 do Exército Brasileiro e 20 de outros 12 estados do Brasil. Os Jogos Escolares da Juventude serão abertos oficialmente em cerimônia realizada nesta quinta-feira, dia 7, às 19hs, no ginásio da Universidade do Estado do Pará.
Desde que passaram a ser organizados pelo COB, em 2005, os Jogos Escolares da Juventude já tiveram o apoio de cerca de quatro mil voluntários, incluindo os que estarão nesta edição, em Belém. A dedicação de cada um é essencial para o desenvolvimento do evento, como explica a gerente de Atividades Complementares dos Jogos Escolares da Juventude, Paula Hernandez “Os voluntários são fundamentais para o sucesso dos Jogos. Eles nos ajudam em todos os setores e, em troca, se capacitam, adquirem experiência, se colocam no mercado de trabalho e, principalmente, se sentem úteis à sociedade e ao movimento olímpico”, destaca Paula, que coordenou a área de voluntários nos Jogos Pan-americanos Rio 2007.
Alcino, o maior artilheiro que o Pará já teve, faz pela Portuguesa o gol que Pelé não fez:
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Um evento desse porte é bem vindo, mas os professores estão em greve e as escolas estão na pior, na capital e no interior.
Temos um governador que vende um estado irreal.
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Isso sem falar nas estradas do Pará quem pega essas PA sabe que eu estou falando, e ele vendendo quilômetros de asfalto nas rádio e TV só se for na ksa dele.
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Kd o Gerson, pra falar do apito amigo do flamengo, ontem o juiz anulou um gol legitimo do mengão, poxa nessas horas ninguém fala nada pq será?
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Amigo Geovanny, o lance foi, no mínimo, duvidoso. Tão duvidoso quanto à jogada reclamada pelo Goiás de pênalti sobre o Roni ainda no primeiro tempo (teria sido empurrado pelo Léo Moura na área).
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